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DESTINO INFAME

DESTINO INFAME
Helena, não gostava de estar lecionando numa escola tão longe de sua casa e ainda por cima num bairro tão pouco seguro. Mais não tinha como recusar o convite do professor Amaro, o dono da escola. Ele pagava muito bem por duas noites por semana e ela necessitava muito desta grana. Sabia perfeitamente que o interesse dele não era apenas por ser ótima professora de matemática, mas sim por estar de olho gordo em cima de seu corpo.
Helena, bela professorinha de 24 anos, tinha de sustentar a mãe e a irmã menor de idade. O dinheiro que ganhava lecionando em duas outras escolas, não era o suficiente e ela tinha de se virar, lecionando pela manhã, a tarde e à noite. Nem tinha tempo para a sua vida social.
Nas noites de terça e quinta, ela pegava o seu velho carrinho e rumava para a distante escola do Amaro. Já fazia quase um semestre, nesta rotina e ela já estava habituada. Mas sempre tinha receio, quando ao término das aulas, voltava para casa. Seus alunos eram todos moças e rapazes, moradores em sua maioria da comunidade vizinha da escola e todos passaram a gostar da simpática professora, que quase sempre pegavam carona com ela, até um acesso à comunidade. Depois ela seguia sozinha, até sua casa.
Naquela noite em especial, não sabe o que aconteceu, mas nenhum dos seus alunos da comunidade compareceu e ela deu aula para somente 3 rapazes e duas moças. Foi por meio deles que ficou sabendo da grande confusão que estava acontecendo na comunidade. No primeiro horário as aulas foram suspensas e Helena foi aconselhada a ir rapidamente para casa, pois toda a região estava muito tumultuada.
Com bastante receio, entrou no seu carro e pisou fundo. Nesta noite não teria as caronas que oferecia e se sentia protegida. Quando o diabo ajuda, tudo de ruim acontece. Nem tinha rodado 10 minutos e o seu carrinho resolveu encrencar. Helena conseguiu parar no acostamento e tentou de tudo para "ressuscitar" o seu até então fiel veículo. Nada conseguiu e por incrível que pareça, só depois de muito custo o seu celular deu linha e conseguiu contato com escola e pediu que o servente, seu Manoel, viesse com o surrado carro da escola a buscar, pois como estava perto, seria aconselhado que dormisse por la mesmo.
Ficou esperando por muito tempo e nada de seu Manoel chegar. Trinta minutos depois, já passando das 22 horas, Helena teve certeza que algo aconteceu que impediu que ele viesse em sua ajuda. Quando viu, na escuridão da noite os faróis de um veículo, deu graças, finalmente ele estava chegando. Foi para o meio da pista e acenou com os braços. Quando percebeu que não era o carrinho de seu Manoel, já era tarde. A van preta parou ao seu lado e tremendo de medo, viu que o motorista e o carona, dois sujeitos com cara de pouco amigos, falaram com ela:
- O que tu tá fazendo aqui a esta hora? Não está sabendo da nossa ordem para todo mundo ficar em casa?
- Me desculpem, mas eu não sabia de nada! Sou professora da escola aqui perto e estava votando para casa e o meu carro pifou. Estou aguardando que seu Manoel venha me buscar... acho que ele já deve estar chegando.
- Ninguém vai chegar, professorinha.... Encontramos o velhote e o aconselhamos a não sair. Mas a gente não vai deixar moça tão gostosa, sozinha neste local tão deserto. Você vem com a gente.
- Não necessita se preocupar comigo... acho que vou conseguir fazer o meu carro funcionar novamente. Mas muito obrigado assim mesmo.
- Muito obrigado... coisa nenhuma, você virá com a gente, está decidido. - Não vou, prefiro ficar aqui onde estou!
- Mulher, você querendo ou não virá com a gente... queremos ter um papinho bem gostoso com tu.
Quando Helena viu que não eram dois, mas seis os elementos dentro da van, ficou apavorada. A porta se abriu e ela viu os outros, que armados até os dentes, a convidaram para entrar.
-Você é professora, não é nenhuma burra e sabe que não pode recusar o nosso gentil convite. Virá com a gente, bem quietinha, sem fazer nenhum escândalo. Trate de entrar logo no carro, se não a gente vai te queimar aqui mesmo.
- Helena sabia que nestas situações, não era para bancar a durona e sim concordar com os assaltantes, mas ela estava quase se urinando de tanto medo, pois eles eram seis e todos armados. Provavelmente um bando que invadiu a pacífica comunidade local.
Não teve opção e foi com eles, no meio de homens que fediam muito. - Para onde vocês estão me levando? Um criolo enorme, que ao seu lado, a segurou pelo pescoço e lhe deu a terrível sentença. - Tu, mulher, não deve se preocupar para onde está indo, mas com o que a gente vai fazer com tu. Esta noite você vai ser mulher de seis machos.
Helena não se conteve ao ouvir a fala do nojento e tentou gritar por socorro, sabendo muito bem que nada adiantaria. A mão dele em seu pescoço foi apertando e ela se sentiu sufocar. - Eu falei para ficar quieta mulher. Agora tu vai aprender a ser obediente.
Quase sem ar, tentou arranhar os braços do sujeito. Quase perdendo os sentidos, sentiu ele tirar os dedos que a sufocavam e dois violentos tapas atingiram seu rosto, um de cada lado. Zonza com as pancadas, ouviu ele falar. - Eu lhe avisei mulher, não adianta querer bancar a durona, só vai conseguir levar muita porrada.
O outro homem, no lado direito, um cara sem dois dentes da frente, rindo como um doido, enfiou as mãos por sob de seu vestido e por dentro da calcinha, espalmou a vagina de Helena e enterrou todo o dedo indicador na buceta. Apavorada ela fechou com força as coxas. O sujeito caiu na risada... isso mulher, pode apertar as pernas o quanto quiser, pois meu dedo já está todo dentro da tua bucetinha, sentindo o calor dela e lá vai ficar.
O criolo, que a esbofeteou, segurando seus cabelos, começou a beijá-la, enfiando a língua dentro de sua boca. O fedor que saía dele era tanto, que parecia ter comido merda. O ataque dos dois homens, foi tão repentino e violento, que Helena, quase desfaleceu.
Algum tempo depois, Helena foi levada, aos empurrões para um lugar qualquer, que não pode identificar. Lá dentro, a luz de lampiões, escutou um deles lhe falar.
- Professorinha, aqui será o teu ninho de amor. Se fores bem boazinha, amanhã te deixares ir embora, um pouco arrombada é certo, mas com vida. Se bancares a difícil, além de ser mulher da turma, vamos te queimar. Você escolhe.
O terror se apoderou de Helena, uma frágil mulher, sequestrada por seis homens armados e dispostos a estuprarem. Tinha plena noção que nada poderia fazer para impedir isso e então ficar quieta e talvez conseguir sair com vida daquele lugar, era a melhor opção.
- Professorinha, seja boazinha, tire a roupa e nos mostre este rabinho. Queremos ver se branquela também tem bunda grande. Os seis bandidos, sentados no chão, ao seu redor, com ela em pé no meio deles, tremendo de tanto medo. Helena apavorada começou a chorar e implorar aos negões. - Por favor deixem eu ir embora, não me façam mau...pelo amor de Deus.
Professora não use o nome de Deus aqui; ele não se mete nos nossos negócios e a gente o deixa em paz. Acho melhor você ir tirando logo estes paninhos, senão vamos tirar a força e te moer de pancada. Não pense que com esta carinha de anjinho a gente vai aliviar a tua barra. Isto não vai acontecer. Não adianta chorar, implorar e pedir ajuda do cara lá de cima.
- Sabe muito bem o que a espera, pois não és nenhuma menininha bobinha. Você, está noite será fodida por toda a nossa turma. Tudo depende de você, se colaborar e for bem boazinha, sairá daqui inteira, se não vamos de cortar em pedacinhos e jogar o que restar de tu, lá no lixão. - Trate logo de tirar esta merda de roupa e se mostrar para a gente.
Solução em desespero, com as lágrimas escorrendo pelo belo rostinho, Helena tirou o vestido, ficando só de calcinha e sutiã, enquanto os seis canalhas, batiam palmas e assobiavam, fazendo comentários indecentes a respeito do seu corpo.
Não, assim não mulher! Tire tudo... calcinhas, sutiã e até os sapatos. Ela fez como ordenado e totalmente exposta aos olhares dos seis, levou as mãos tapando seu sexo e os seios. Os homens caíram na risada. - Vejam só, a mulherzinha é tímida!
- O criolo grandão, o chefe da quadrilha, que era chamado pelos comparsas de Zé Gorila, gritou com ela: - Mulher, você ainda tem muita coisa no corpo... me dê tudo que tens aí.... Brincos, colar, anel e relógio.
-Você está como veio ao mundo e está sendo bem boazinha, por essa razão em vez de te dar paulada, vamos te dar bebida. - Tião abarrote a caneca com pinga e ofereça a nossa convidada. - Por favor, eu não bebo nada de álcool! Hoje você vai beber e vai beber muito...aqui quem manda somos nós e você só tem de obedecer. Quando Tião levou uma caneca de lata com a bebida e ofereceu para Helena, ela deu um tapa na mão dele e o liquido se espalhou pelo chão.
Nem percebeu quando o primeiro tapa a atingiu bem no meio da cara e em seguida mais dois, na nuca e no ventre. Caiu ao chão gritando de dor, mas o criolo a levantou pelos cabelos. Fique de pé mulher...eu avisei, se não for boazinha vai levar muita porrada. - Tião, ofereça outra bebida para ela. Levou a ponta de um punhal à garganta de Helena. Se não beber tudo, vou fazer um furo neste pescoço lindo. Helena, com alguma dificuldade bebeu todo o conteúdo da caneca de alumínio.
- Pessoal, agora que ela está no ponto vamos ver quem a fode primeiro, vamos decidir a ordem pela "purrinha". Helena foi empurrada para um imundo colchão, jogado num canto do recinto e lá ficou, toda encolhida, parecendo um feto.
Naquela noite, a professora Helena, sofreu estupro coletivo, com os seis a violentando, um atrás do outro, sem interrupção, alguns fazendo, também, anal e oral na pobrezinha e até dupla penetração ela sofreu. Não satisfeitos, os sádicos se divertiam a vendo gritar de dor, com os socos e tapas, que sem motivo lhe aplicavam.
Já com o dia amanhecendo, eles a deixaram estendida sobre o colchão e foram embora, não só do casebre, mas do morro também. Helena não tinha condições de se levantar, mas gemendo, foi se arrastando até a porta do casebre e com metade do corpo do lado de fora, perdeu de vez os sentidos e ali ficou por muitas horas, até que no fim da tarde, os verdadeiros donos do casebre retornaram. Eles tinham fugido e se escondido no mato, com medo do bando invasor. Eram dois pobres farrapos humanos, que viviam pelas redondezas, fazendo pequenos roubos e se alimentando do que encontravam nas latas de lixos e restos de feira.
Ao verem o corpo de Helena nu e inerte, se assustaram - Os caras deixaram um defunto no nosso barraco, o que vamos fazer com ele. Vamos nos livrar, se o encontrarem aqui, vão pensar que foi a gente os repensáveis. Com muita dificuldade, cada um segurando o corpo de Helena por um braço, a foram arrastando até a beira de um morro e de la de cima a empurraram encosta abaixo. O corpo inerte, foi rolando, batendo em troncos e pedras, até parar numa trilha, aberta na mata e lá ficar, com as formigas e outros insetos da noite fazendo a festa.
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Um grupo de rapazes e moças, retornavam para a comunidade, depois de passarem o dia trabalhando na cidade, vinham subindo o morro pela "Trilha do Bode" comentando sobre a invasão fracassada que a comunidade sofreu. Lamentavam que ao se retirarem, levaram a professora com eles. O carrinho dela foi encontrado, com as portas e o capô também. A professorinha, que era muito querida, devia estar em poder do bando. Todos lamentavam o ocorrido, mas nada podiam fazer a respeito, ha não ser comunicar ao batalhão da área o ocorrido.
Martinha, a mocinha que vinha na frente, pela estreita trilha, deu um grito estridente, ao tropeçar num corpo humano, caído bem no meio do caminho. Lanternas focaram o presunto e logo viram que era uma mulher branca, que estava nua e sangrando por múltiplos ferimentos, na verdade o sangue vertido já estava seco.
Viraram o corpo da infeliz e quando os focos iluminaram o rosto da mulher, consternados viram que se tratava da professora Helena, que ali jazia, sem vida. Os canalhas que a sequestraram, a estupraram e a assassinaram de forma brutal, isto só em ver o estado do corpo. A choradeira foi geral entre os jovens, a maioria seus alunos.
Arthur, um rapazinho de uns quinze anos, percebeu quando o peito de Helena subiu e desceu, levemente, sob a leve respiração. - Amigos, ela está viva! Eu vi o peito dela se mexer! Foi uma correria danada, com suas camisas os rapazes improvisaram uma maca e rapidamente retornaram pela trilha, em busca de socorro para a Helena.
Martinha, super nervosa, usou do seu celular e pediu socorro ao 193, respondendo às perguntas do atendente e informando do que se tratava. Quinze minutos, quase chegando ao pé do morro, encontraram a equipe socorristas dos bombeiros, que os vendo ao longe, foram ao seu encontro.
Todos na comunidade felicitaram aos seus jovens, que encontraram a professora Helena, tão querida por todos. Porém o estado de saúde dela era desesperador, em coma profundo, havia bem poucas esperanças que conseguisse sobreviver.
Um ano depois, Helena ainda continuava no coma, pois os ferimentos que sofreu na cabeça, quando rolou ribanceira abaixo, foram muito graves; mas na verdade não era isso que a mantinha em coma. Era coisa muito mais profunda, no âmbito da mente, que não conseguia se libertar das lembranças das terríveis horas em que foi massacrada, mais na alma do que no físico, pelos seis monstros. O desgaste psíquico foi dantesco e sua psique não suportou e a levou para um nimbo, onde não havia sofrimento nem dor.
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A quadrilha de Zé Gorila, estava encurralada. Mais de quarenta policiais militares, cercavam o refúgio do bando. Foram pegos de surpresa, e não tinham nenhuma possibilidade de fuga. Por mais de duas horas os facínoras opuseram grande resistência, mas um a um foram sendo eliminados.
Eufórico o comandante do batalhão da área, festejava o sucesso da operação e na entrevista que deu a muitos repórteres e cinegrafistas recebeu muitos elogios, pela eficiência com que sua tropa atuou. Todos queriam saber como foi possível localizar o esconderijo do bando.
- Foi graças a uma denúncia de uma mulher, que compareceu ao meu escritório e informou onde ficava o refúgio dos facínoras. Foi uma coisa bem estranha, pois a moça informante, não era da comunidade deles. Estão lembrados da professora, que no ano passado, foi sequestrada e quase morta pela quadrilha do Zé Gorila? - Pois é pessoal…foi ela, a professora Helena, a minha informante.
Uma das repórteres presente à entrevista do coronel Afonso, contestou o comandante: - Me desculpe coronel, deve haver um engano do senhor, a professora Helena não pode ter sido a sua informante!
Foi ela sim, naquela ocasião, o rostinho dela ficou bem conhecido de todos nós, foi uma coisa terrível o que fizeram com a ela. - Coronel... Helena ainda está internada em coma, no hospital, portanto foi outra mulher
- Você deve ter razão, talvez fosse alguém que queria se vingar do bando, mas que por algum motivo, fez essa brincadeira comigo.
Mas o coronel, tinha absoluta certeza que a mulher era a professora Helena. Ele tinha fama de ótimo fisionomista, dificilmente esqueceria um rostinho tão meigo como o de Helena. Tinha de tirar isso a limpo, tão logo se viu livre do pessoal da imprensa, pegou seu carro e quarenta minuto depois estava entrando no hospital onde Helena estava internada.
Se apresentou portaria pedindo para falar com o médico assistente de Helena. - Doutor, sou o coronel Afonso, comandante do .... - Eu sei quem é o senhor coronel. Vi tudo pela televisão, meus parabéns pela eliminação daqueles canalhas.
- Vim aqui porque quero saber das condições da professora, vítima dos safados. Ela saiu do coma? - Infelizmente continua na mesma. Nem sabemos se conseguirá acordar. É um caso muito especial, pois fisicamente está bem..., mas ela não sai do coma. O senhor quer ir até o quarto dela? - Quero sim, doutor.
Ele ficou olhando para a moça, toda entubada, monitorada por alguns dispositivos, mais acima de tudo ele viu a pequena cicatriz no alto da testa. - Deus do céu! Como foi possível isso? Foi ela....
Então aconteceu, uma tremenda confusão, os monitores de Helena, parece que enlouqueceram. O médico pediu para Afonso sair do quarto, enquanto ele e as enfermeiras, atendiam a emergência.
Durante quase uma hora, ele viu um entra e saí do quarto de Helena, depois de tudo, o médico veio até onde o apreensivo PM aguardada por notícias. Ele temia que Helena, finalmente tivesse se libertado de tanto sofrimento.
Porém o doutor, vinha sorrindo e o abraçou emocionado. - Ela saiu do coma.... Depois de 14 meses, ela voltou para a gente.... Que felicidade! Mas que coisa mais estranha... ela quer falar com o senhor! - Ela o conhece? - Não... ela nunca me viu.... Porém eu…, deixe para lá!
Inclinado sobre Helena, Afonso atendeu o seu pedido, por um débil sinal de mão e se aproximou, quase colando seu ouvido aos lábios dela, que balbucia com muita dificuldade: - "Recebeu o meu recado, comandante?"
Afonso dá uma pequena risadinha e lhe responde, também cochichando: - Recebi sim, minha garota.
Então, em se lembrou de William Shakespeare... "Há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia".

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:1 de agosto de 2015 18:57

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 01/08/2015.

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