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Dias de Terror - Primeiras parte

DIAS DE TERROR - Primeira parte

Esta minha história pode lhes parecer uma fantasia, criada por mim, para somente ser publicado no site Histórias Eróticas; mas por mais absurdo que possa parecer, tudo aconteceu de verdade. Só agora, passados alguns meses dos acontecimentos que mudaram a minha vida para sempre, tenho coragem para colocar tudo no papel, aconselhada que fui pela minha psicóloga
Passei um bom tempo digitando esta história, dos terríveis momentos de minha vida em que me vi mergulhada num lamaçal de terror, agonia e sofrimento, seduzidas, eu e minha mãe, por pessoas que viviam ao nosso lado e que considerávamos como nossas amigas.
XXX
Meu nome é Maria Madalena, mas todos me chamam apenas por Lena e tudo começou, pouco depois que completei dezesseis anos. Foi uma lindíssima festa, patrocinada por minha mãe, Dona Esther, à sua filha única.
Todos os meus amigos e muitos colegas de escola lá estavam. O salão de festas estava lotado e todos nós nos divertíamos, como adolescentes que somos. Fim semana, o local estava reservado até as quatro horas e tudo corria as mil maravilhas.
Mamãe, exausta, não aguentou o tranco e as duas horas, entregou os pontos e foi para casa, com a promessa que eu fosse dormir na casa de Margarete, uma das minhas, amigas, conforme o agendado com a mãe dela, dona Estela, que estava presente.
Margarete era uma garota bem mais velha do que eu, mas que atrasada nos estudos, frequentava a mesma classe. Ela não tinha boa fama la na escola. Todos diziam que era muito galinha. Mas não sei o porquê, ela foi com a minha cara, o oposto dela, sendo eu uma garota bem tímida e comportada, que nem namorado firme tinha, a não ser uns poucos ficantes.
Mas como todos dizem, polos contrário se atraem e lá estava eu cultivando sua amizade. Por algumas vezes, estudávamos juntos, sempre eu a orientado. Evitava que fosse lá em casa, pois com o seu modo de vestir e de se comportar. Tinha certeza que mamãe, super protetora, iria pedir que cortasse amizade com ela.
Quando ia estudar com Margarete, na casa dela, sempre dizia para mamãe, que era na casa de uma outra colega, sempre em grupo de duas ou três. Tudo mentira, era somente nos duas, trancadas no quarto, onde fazíamos de tudo e bem pouco estudo. Margarete me falava de suas aventuras amorosas com os seus namorados e de tudo que faziam. Eu ficava chocada com os detalhes picantes, e curiosa, cada vez mais queria saber destas coisas todas, chegando algumas vezes a ficar excitada, com ela rindo e debochando da minha inocência em matéria se sexo, querendo saber tudo a respeito. Na verdade, naquela época, minha libido estava a flor da pele, uma busca instintiva pela sexualidade, que surge em todas mocinhas, podendo acontecer em diferentes idades e grau de intensidade.

Quando ela se propôs a me ensinar a respeito, eu bobinha, concordei. - Lena vou lhe mostrar como é o beijo de língua, que tanto já lhe falei. Quando Margarete, segurando meu rosto, deu o primeiro beijo em meus lábios fechados, estranhei e recuei, mas ela voltou a me beijar. - Não seja tolinha menina... você quer ou não quer saber como é que se beija de verdade. Separe os lábios e aprenda.
Fiquei atordoada, com a intensidade do beijo dela. Praticamente com a boca dentro da minha, ela sugava a minha saliva e prendia com fortes chapões a minha língua e eu quase sem respirar, relaxei nos braços dela. - Então Lena, o que achou do meu beijo? Sem ação, apenas lhe respondi, perplexa: Não sei... não sei!
- Então vou te beijar, até você me dizer o que achou. Sem me dar tempo para nada, ela voltou a me beijar... muitas e muitas vezes, passeando com os lábios em todo o meu rosto e me lambendo toda. Olhos, nariz e orelhas, tudo ficou lambuzado pela saliva dela.
Nesta altura eu estava deitada em sua cama e ela abaixada por cima, descia sua boca para o meu pescoço e ombros, agora fazendo as lambidas serem acompanhadas por leves mordidas. Eu fiquei totalmente sem ação, mas sentindo pouco a pouco uma coisa muito estranha em todo o meu corpo. Uma sensação gostosa formingando todos os meus nervos e músculos e, sem nem saber o porquê, passei a gostar daquilo tudo.
Margarete, foi a responsável por despertar em mim, a libido escondida, que me atingiu, sem eu mesma estar ciente de todo a força sexual, que me dominou de forma a suplantar todos os outros pequenos desejos de uma adolescente.
Fui me entregando aos carinhos dela e toda vez que tínhamos oportunidade, eu ia "estudar" em sua casa, com ela dizendo que era a minha namorada e eu enlouquecia nos braços de Margarete. Não sei bem o que sentia, se era paixão ou amor. Em minha casa, quando pensava em Margarete, ficava de tal modo excitada, que tinha de me masturbar, para acalmar aquela doideira toda.
Agora tendo oportunidade de dormir na casa dela, em sua cama estava nervosa e ansiosa, pois sabia que ela faria amor comigo, o que eu mais desejava no mundo. Assim que chegamos em sua casa, lá pelas quatro e trinta, fomos tomar banho, no banheiro do corredor do segundo pavimento, eu e ela juntas. Foi uma loucura, nuas dentro da enorme banheira, fazíamos a maior bagunça, nos agarrando e nos tocando, derramando água por todo lado. Estava tão louca de desejos, que quando estávamos nos enxugando e ela se abaixou e começou a lamber minha bucetinha, fechei os olhos e passei a gemer como uma louca, com ela chupando o meu clitóris.
Quando explodi num orgasmo louco, deitada no chão do banheiro, cruzei minhas pernas sobre ela e segurei sua cabeça com força, querendo a trazer ainda mais para dentro de mim,
Abri os olhos e, a vi em pé na porta do banheiro, nos olhando, com um sorriso no rosto. A mãe de Margarete, dona Estela. Dei um grito assustada e envergonhada. Mas fiquei totalmente aturdida, quando ela falou, com a maior naturalidade. - Que lindo... minha garota, arrumou uma namoradinha...podem continuar... vou deixar vocês em paz. Depois eu uso o banheiro.
Todo o meu tesão morreu naquele momento. Consegui sair de cima de Margarete e corri, mesmo peladona, para o quarto, chorando e querendo enfiar a cara em qualquer buraco. Nunca me senti tão abalada como naquele momento. Momentos depois, Margarete chegou e se deitou por cima de mim, na tentativa de me consolar. As duas nuas, com ela abraçando o meu corpo, com as mãos espalmadas sobre os meus seios, falava coisas ao meu ouvido. - Não ligue não, querida... mamãe sabe que eu gosto de meninas e não liga, pois ela mesma também sente atração sexual por outras mulheres. Tal como nós duas era também é lésbica. Soluçando, eu protestei. - Eu não sou lésbica.
-É sim, querida…você morre quando eu faço amor com você e tem paixão por mim, não adianta negar. Quer ver só. Para provar o que falava, começou a beijar e lamber o meu pescoço e ombros, movimentando sua cintura sobre minha bunda pelada e amassando meus seios com as mãos espalmadas.
Meu Deus! Eu estava perdida...em pouco tempo eu estava gemendo de prazer, sob o peso dela. Por muito tempo, me entreguei de corpo e alma, aos carinhos de "minha namorada", não querendo mais nada na vida.
Eram quase 14 horas, quando dona Estela entrou no nosso quarto, trazendo uma bandeja, que colocou sobre um criado mudo e se sentou na cama, com nós duas nuas e cansadas de tanto sexo. Ela me tocou o ombro. - Acorde bonequinha, não é só de amor que se vive. Abri os olhos e a vi sorrindo para mim, tão meiga e doce, como uma mãe deve ser.
Daí em diante, perdi toda inibição com a mãe de Margarete, que passou a nos apoiar, em nossa louca paixão e até facilitando as coisas para os nossos encontros. Até fazendo amizade com mamãe. E assim se passaram uns dois meses, cada vez mais apaixonada por Margarete. Inventando mil desculpas, para me encontrar com o meu amor e com a cumplicidade de dona Estela, tudo estava indo muito bem. Passeia até a mentir para mamãe, coisa que nunca tinha feito na vida.
Não sei como tudo começou realmente, mas confesso que eu fui convivente e em grande parte culpada pelos acontecimentos que estavam por se desenrolar.
Quando Marcelo chegou, eu fiquei totalmente fora de órbita. O irmão mais velho de Margarete, beirando os vinte e dois anos, me deixou de boca aberta. Ele era o cara mais lindo que vi no mundo, alto, musculoso e com um rostinho maravilhoso. Até parecia um galã de cinema.
Eu estava passando o sábado da casa deles e como sempre, morrendo de tesão nos braços de Margarete, no quarto dela. Sem mais nem menos, dona Estela, entra toda elétrica e exclama para a filha; - Margarete... Margarete...veja quem chegou! Ela se levanta, fica de pé na cama e quando vê o irmão, se atira nos braços dele, não se importando de estar completamente pelada.
Fico abestalhada, vendo os dois abraçados e se beijando... se beijando na boca, com Marcelo, passando as duas mãos na bunda da irmã e ela pendurada no seu pescoço, o cobrindo de beijos. - Minha irmã querida.... Quanto tempo! Você está cada vez mais gostosa...com uma bundinha saliente e bem macia, tal como eu sempre gostei.
Quando ele desvia os olhos e me vê na cama, semi descoberta, mostrando parte de minhas coxas, se aproxima e fica me olhando bem de perto. - Quem é esta garotinha na tua cama? Faceira, mais do que depressa, Margarete, lhe responde: - É a minha namorada, querido!
Ele se aproxima ainda mais, toca o meu rosto e sem olhar para a irmã, retruca: - Hum... você soube escolher muito bem, irmã.... É uma bonequinha linda de morrer... deve ser uma delícia na cama. -Ela é sim, Marcelo...ela é bem novinha... mas goza como gente grande quando eu chupo sua a bucetinha!
Meu Nossa! O que estava acontecendo... será que nesta casa, todo mundo é desequilibrado moralmente e sexualmente? A mãe, fica olhando, rindo satisfeita, os filhos se abraçarem e trocarem beijos como dois amantes. Os irmãos falam a meu respeito, como se eu não estivesse presente. Tudo dava a atender que eles sabiam das taras uns dos outros.
Fiquei assombrada ao perceber isso e prontamente, me meti por baixo do lençol, me tapando toda, como que querendo me esconder da realidade a minha volta. Parece que eles entenderem o meu gesto de outra forma, imaginando que eu estava apenas encabulada, por ser pega no flagra, nos braços de Margarete. Dona Estela, comenta com o filho: - A namoradinha de tua irmã se chama Lena e tem apenas 16 aninhos. É uma garotinha muito tímida, que tem vergonha de tudo! Mais do que depressa, sem me dá tempo para reagir, dona Estela, puxa o lençol que me cobria e eu fico nua, na frente dos três.
-Veja filho... que corpinho lindo tem a menininha! Atordoada e quase em pânico, levo uma mão para cobrir o meu sexo e a outra sobre os seios e fico olhando assustada para eles.
Marcelo e Margarete, sentados na cama, cada um de um lado, ficam olhando minha nudez, sem ação, percebo quando ele tira a mão que tapa o meu sexo e comenta com a irmã. - Que bucetinha mais gordinha e fechadinha tua menina tem, Margarete. -Ela ainda é virgem, irmão e se depender de mim vai continuar assim.
Não sei o que deu em mim... eu estava de olhos fechados, ouvindo tudo o que falavam de mim, mas não tinha forças para reagir. Com muito medo e ao mesmo tempo sentindo um estranho prazer, ao me ver sendo objeto de diálogo entre, irmão, irmã e mãe, apreciavam o meu corpo e comentavam sobre ele, como se eu não estivesse presente.
Nem quando Margarete lhe disse: - Meu querido... se quiseres eu deixo você se deliciar um pouco com ela. Aquilo só teve o poder de arrepiar todo o meu corpo e nada mais. - Agora não, mana...estou chegando de viagem... estou cansado e com fome. Vá se divertindo com ela, mais tarde, se tiver com vontade, vou aceitar o a tua oferta.
Quando mãe e filho se retiraram, Margarete se atirou por cima e beijando com volúpia os meus lábios e metendo os dedos em minha vagina. Então minha querida meu irmão é uma coisa de louco, não achas? Não necessita teres medo dele... se depois ele te quiser, não vou deixar ele tirar o teu cabacinho...ele só vai usar a boca e a língua em você.
Ela falava isso, com a maior naturalidade, como se fosse a minha dona e eu apenas o seu objeto de prazer. Mas o pior de tudo era que eu me sentia assim mesmo, totalmente subjugada. Margarete se tornara a minha dona, de corpo e alma e eu não tinha pretensão de me rebelar à sua vontade. Não sei a razão, mas Marcelo não retornou ao nosso quarto e eu por muitas horas tive orgasmos enormes, com a língua dela me devorando e quando ela pedia eu também a chupava, com igual gula. Eu estava totalmente, irremediavelmente escravizada pelo sexo e pela vontade férrea de Margarete.
No fim da manhã daquele sábado, fui para minha casa e como não queria que Margarete me levasse, pois tinha dito a minha mãe, que iria dormir na casa de uma outra amiga, que ela apreciava. Foi aí que Marcelo se ofereceu para me levar. No carro ao seu lado, foi que pela primeira vez, pude olhar para ele, sem a comoção da noite anterior, em que eu fiquei a maior parte do tempo com os olhos fechados. Pude ver então o quão lindo Marcelo era. Sem nenhuma cerimônia, ele entabulou conversa comigo, principalmente a respeito do meu relacionamento com sua irmã.
Indagava se eu estava a muito tempo dormindo com ela e como eu, sendo uma menina tão nova e "gostosa" tinha me tornado uma lésbica. Nervosa e com vergonha dele, eu disse que não era lésbica e que o meu relacionamento com a irmã dele, foi por puro acidente. - Eu acho que você é lésbica, sim...pois tendo uma bucetinha tão maravilhosa, só deixa a maninha a tocar.
Fiquei sem palavras, para argumentar com ele e baixei os olhos e me calei. Marcelo continuou a me "examinar" e sem nenhum apreço, disse: - Se eu fosse chupar a tua buceta, como a mana sugeriu, o que você faria? Senti um arrepio do corpo e apenas balbuciei: -Não sei, nunca estive com um rapaz.
Quando chegamos, ele fez questão de me levar até à porta de minha casa, apesar dos meus protestos, o que diria para minha mãe? Voltando para casa com um rapaz, depois de passar a noite fora? Quando ela abriu a porta e o notou ao meu lado, ficou admirada. Pela primeira vez na vida, ela me viu ao lado de um rapaz. Ele muito gentil e falante, se apresentou à mamã.
- Bom dia, senhora. Meu nome é Marcelo e sou filho de Estela, sua amiga, e vim trazer sua menina para casa. Mamãe ficou de boca aberta, ao ver aquele belo rapagão ao meu lado, coisa que ela nunca imaginou. Toda melosa e sorridente, ela o convidou para entrar e rapidamente, ambos estavam numa conversa animada, com ela querendo saber tudo sobre ele, desejando que sua filha namorasse com aquele tipão de rapaz.
Ele, esperto, sobe muito bem, levar minha velha na conversa. Quando ele foi embora, mamãe veio até mim e comentou: - Que rapaz maravilhoso...educado, inteligente e lindo! Eu o convidei para voltar a nos visitar... meus parabéns, querida... finalmente você arrumou um namoradinho que vale apenas. O cara, tinha direcionado o papo com mamãe, de modo a dar a entender, que tínhamos iniciado um namoro. Nunca vi mamãe mais animada como ficou com a visita de Marcelo.
-Mamãe não fique tão animada com Marcelo, ele já tem vinte e dois anos e eu apenas dezesseis, pode não dar em nada, eu tentava tirar o corpo fora, de um namoro inexistente e que não poderia aconteceu de maneira nenhuma, pois eu era louca ela irmã dele.
Que nada minha filha, quando você nasceu, eu tinha a tua idade e teu falecido pai, vinte e oito anos. Que merda Marcelo foi fazer, se passar por meu namorado.
Marcelo veio morar novamente com a mãe e com a irmã. Ele ficou quase pouco mais de um ano, longe delas, tentando se afastar de um relacionamento incestuoso entre eles. Mãe, irmã e filho tinham perdido todo o censo e agiam como se amantes fossem. Ainda mais que a irmã e a mãe, tinham alguns gostos sexuais que o assustavam. Mas dominado pela paixão louca que os unia, retornou, para dar continuidade à loucura que os unia.
Ficou surpreso ao ver a irmã com um relacionamento com uma meninota inocente e idiota, que não tinha a menor noção da merda em que estava se metendo. Marcelo até pensou em afastar Lena, das garras de sua irmã e mãe, mas quando a viu tão linda e bobinha, a desejou com intensidade e lhe veio a memória o que os três fizeram com Lucinha, a garotinha que sua mãe levou para casa e que por dois meses foi brinquedo nas mãos dos três e que hoje vive numa casa de saúde para doentes mentais.
Mudou de ideia quando conheceu a mãe de Lena, a bela e fogosa mulher de trinta e dois anos, que se encantou com ele. Talvez, usando a filha como isca, pudesse atrair a mãe. Ela sendo uma mulher adulta, talvez pudesse resistir mais às brincadeiras deles, coisa que Lucinha não resistiu e que talvez Lena e tivesse estrutura emocional para enfrentar.
Quando chegou em casa, foi conversar com Margarete e com sua mãe, querendo saber o que elas estavam pensando em fazer com Lena. - Ora, meu querido filho, por enquanto, Margarete está saboreando aquela florzinha de menina, mais a frente, era será levada para a nossa casa de campo, onde estou preparando umas coisinhas especialmente para a receber.
Talvez a gente possa aliviar a barra de Lena e levar no lugar dela, a mãe, Esther; uma coroa muito gostosa e que ficou caindo de simpatia por mim, quando levei Lena para casa. Não mesmo irmão, eu quero levar Lena, estou taradona nela e morro de desejos, só em a imaginar lá. Mas -Margarete, ela não vai resistir, tal como o que aconteceu com Lucinha! Sua mãe, Estela, lembrou a ele. -Tem se ser assim mesmo, Marcelo... pensou ela voltar para casa e dizer para todo mundo o que fizemos com ela? Estaremos os três na maior roubada!
Está certo, mãe, mas eu fiquei vibrado na coroa e a quero levar, também. Tudo bem filho... lá tem lugar para as duas. É só você trazer Esther e tudo bem. Mas quero que saibas que será só viagem de ida, para as duas não poderá existir vota; a não ser como Lucinha ficou... doidinha como só ela!
XXX
- Bom dia dona Esther! É Marcelo... como a senhora está? Posso falar com Lena? Tenho um presente para ela. - Que pena, Marcelo, ela está na escola e depois vai direto par a casa de umas amigas estudar, ela só volta depois das 18 horas. - Que pena, dona Esther! Mas eu posso passar aí em sua casa e deixar o meu presente para Lena? - Lógico que pode, meu filho... você será sempre bem-vindo aqui em casa.
Esta já era a quarta visita de Marcelo à casa de Esther, duas delas, quando Lena não estava em casa. Tudo preparado com muito cuidado pelo rapaz, que sabia perfeitamente quando Lena não estava em casa. Nestas ocasiões, ele botava todo o seu charme para cima de Esther, que se encantava com o papo do belo rapaz, só dez anos mais novo do que ela.
Ela achava uma doidice de sua filha, em não quere namorar o belo espécime de homem. Quando Marcelo chegou, ela o recebeu toda "acessa" e o levou para a sala e lá a conversa fluiu, como sempre com ele não tirando os olhos do corpo de Esther. Ela se sentia um pouco incomodada com isso, pois afinal, apesar de sua filha não querer, ele queria a namorar a grota.
Dona Esther, eu sei perfeitamente que sua filha não quer nada comigo... não entendo o porquê disso, mas já estou conformado e se continuou vindo aqui... é somente para conversar com a senhora, pois a acho muito simpática e bonita.... Tome fique com esta caixa de bombons de presente.
Esther ficou sem jeito, com a confissão do rapaz e quando estendeu a mão para receber a caixinha, ele, sentado ao seu lado no sofá, se inclinou e puxou sua cabeça, lhe dando um beijo. Surpreendida, tentou impedi-lo, mas ele a agarrando com força, continuou a beija-la, sugando sua língua com intensidade. A resistência de Esther, foi diminuindo e ela passou corresponder ao beijo roubado. Pois, inconscientemente, ela desejava isso.
Se sentia amolecer nos braços de Marcelo, que a devorada com muitos beijos, cada vez mais cheios de paixões e quando ele de um só puxão rasgou sua blusa, com sutiã e tudo e passou a lhe morder e chupar os mamilos, Esther se entregou por completo, sem força para lhe resistir. Por algumas horas, ambos nus, deitados sobre o tapete de sala, Esther como uma louca, gemia e chorava de tesão, com ele todo enterrado nela. Desde que seu marido morreu, ela nunca mais esteve com um homem e agora, sua buceta e ânus eram invadidos, sem licença, por um incansável pau, que parecia não esmorecer nunca. Louca de prazer, lhe permitiu até o sexo oral, com ela devorando a bela peça dele e engolindo tudo o que saía dele.
Quando ele foi embora, Esther ficou caída sobre o tapete da sala toda esporada, já quase na hora de sua filha chegar. Nunca em toda a sua vida, Esther teve tantos e deliciosos orgasmos, nem com o seu falecido marido e nem com os seus colegas de faculdades, quando ainda jovem estudante, da pá virada, ao contrário de sua filhinha Lena, uma santinha, que nada conhecia de sexo - assim pensava ela -
XXX
- Pronto, mamãe, a coroa está comendo na minha mão. Acho que ela há muitos anos, não via um pau, pois ficou doidona com o meu. - Também, meu filho, com essa coisa deliciosa que tens entre as pernas, qualquer mulher fica taradona, até eu, que já o tive por muitas vezes.
Isso era verdade, o incesto entre eles já vinha de longa data, e os três não tinham limites para expandir suas taras monstruosas, destituídas de qualquer censo de moralidade e compaixão. Comandados apenas pelo desejo mórbido de sentir prazer torturando e massacrando suas vítimas, tanto física como mental.

E era isso o que aguardava Lena e Esther, sua mãe, quando aceitaram o convite de Estela e de seus dois filhos, Margarete e Marcelo, para passarem um fim de semana na casa de campos deles. Fim de semana que se prolongou por muitos outros, em que as duas, tiveram como companheiros o terror em sua forma mais dantesca, o sofrimento e a dor. Período que, apesar da intensa busca, continuaram desaparecidas para o mundo.

CONTINUA EM: Dias de Terror - Segunda parte

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:26 de agosto de 2015 22:59

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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