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INCRÍVEL HISTÓRIA DE LUIZA - PARTE III


A INCRÍVEL HISTÓRIA DE LUIZA

CAPÍTULO III

Fez um pequeno lanche e depois subiu para o seu quarto. Tomou um banho demorado, vestiu um pijama e foi dormir. Mas algo o incomodava e resolveu ir até o quarto da sobrinha, ver se Suely estava bem. Mas quando entrou e viu a garota, ainda amarrada pelas pernas à cama, se surpreendeu. Ela estava dormindo. Arregalou os olhos a vendo nua, toda aberta, expondo toda a sua intimidade.

- Acho que ela não conseguiu se soltar, os nós estão por baixo do estrado. Que corpo mais lindo esta garotinha tem! Bucetinha gordinha, sem nenhum pelinho.... Que espetáculo! E os seios com estes mamilos rosadinhos...que delícia.

Atraído como mosca no mel, ele se sentou na cama e ficou devorando a nudez de Suely. Puta que pariu! É muita tentação para um pobre mortal! Mas eu tenho de resistir...será que vou conseguir?

Fazia muito tempo que ele não fazia sexo com a sobrinha e vendo Suely toda exposta, ficou excitado ao máximo e agindo por impulso irresistível, foi aproximando sua cabeça para o meio das pernas da amiga de sua sobrinha.

A menos de um palmo da bucetinha, sentindo o cheiro acre que dela emanava, foi aproximando os lábios e depositou bem no meio da xoxotinha um leve beijo.
Naquele instante, Marcelo perdeu todo o sendo de honra e esquecido de tudo, dominado por tesão enorme, passou a chupar a virgem vagina de Suely, dando fortes chupadas.

Ela acordou com a boca de Marcelo a "devorando". De imediato, sonada, não atinou com o que estava acontecendo. Incomodada, tentou fechas as coxas, foi quando percebeu que o tio de Luiza, o senhor Marcelo, estava com a boca em sua bichinha. Gritou em pânico, tentando ficar sentada sobre a cama, apoiando os cotovelos no colchão.

- Pelo amor de Deus, senhor Marcelo! O que está fazendo? Pare... pare... me solte. Onde está Luiza?

Tentou com uma mão afastar a cabeça dele do meio de suas coxas. Coisa muito difícil, pois com os dois tornozelos presos pelos fios de nylon às laterais da cama e com ele apoiando as mãos em sua cintura, lhe dificultava os movimentos.
- Pare... não faça isso! Vou contar para a Luiza! O senhor não pode fazer isso!
Marcelo nem estava escutando os protestos de Suely, tomado um tesão que o enlouquecia de tanto prazer. Com a língua a invadindo, percebeu que a garotinha era virgem e isso só fez aumentar sua excitação.

Suely, sem poder o afastar e impedir que continuasse a chupar sua bucetinha; como sempre fazia em situações de estresse, começou a chorar e implorar que parasse.
Marcelo se deu conta do choro e dos rogos de Suely, afastou a boca dos grandes lábios e pela primeira falou com ela:

- Suely, minha queridinha.... Não tenha medo de mim. Eu não vou machucar você... juro. Só vou beijar e fazer uns carinhos na tua periquita, nada mais.
Ele voltou à carga, desta vez sendo mais calmo, lambendo com suavidade toda a extensão da vagina; indo desde o clitóris até o buraquinho do ânus, onde circulava com a língua. Continuou a fazer estes passeios, tentando fazer com que a garota ficasse, também excitada.

Foi o que aconteceu, Suely parou de protestar e seu choro foi cessando, até parar por completo. Marcelo sentiu toda a umidade nas paredes da bucetinha e soube que a menina estava ficando excitada. Ele tinha certeza que seria assim e então passou a caprichar, ainda mais, nas linguadas, prendendo entre os lábios e "botãozinho" dela e o chupando como se um sorvete fosse.

Pela primeira vez na vida, Suely começou a gemer, sem controle, sentindo um prazer irresistível com Marcelo mamando a sua vagina. Não pode se conter, quando o seu primeiro orgasmo tomou conta de todo o seu ser e soltou um "berro" que mais parecia uma cabritinha sendo esmolada.
Marcelo percebeu o orgasmo que provoco
u em Suely, mas continuou a lambendo, agora com mais vigor. Experiente, sabia que a garotinha estava "domada" e assim como fez com a sobrinha, aquele cabacinho seria dele.

A boca de Marcelo continuava a provocar em Suely verdadeiros espasmos, em múltiplos orgasmos, A inocente menina, não parava de soltar gemidos, não podendo se conter, pois aquela coisa estava a enlouquecendo de tanto gozo.
Veio à sua lembrança o que Luiza lhe disse, pouco depois do tio ter feito sexo oral nela: "Nossa! Lu... não doeu? - Doeu coisa nenhuma, bobinha... e a coisa mais maluca do mundo. Quase morri de tanto gozar. - Miga, isso é a coisa mais gostosa do mundo…você vai gostar, se experimentar um dia. - Está maluca, Luiza! Jamais farei uma coisa destas"

Suely, totalmente dominada por um prazer espantoso, repete para si mesma: - Lu tinha razão... Lu tinha razão, estou "morrendo" de tanto gozar!
Ela não sabia o que estava acontecendo com os seus sentidos, mas queria que ele não parasse mais. Marcelo não parou, até que não suportando mais e exausta, Suely pareceu que estava quase sem sentidos.

Quando tudo se acalmou e o seu coração voltou a bater num ritmo normal, percebeu que não estava mais amarrada pelos tornozelos à cama e que o tio de Luiza a olhava, com o rosto quase colado ao seu. E sentia o membro dele colado ao seu quadril.
O olhar dele era dominador e ela não sabia o que fazer e então fechou os olhos, numa inocente tentativa de fugir ao magnetismo dele.

- Suely, minha garotinha querida, não fique tão encabulada pelo que eu fiz em você. Não a machuquei e sei que você adorou. Quero que abra os olhos e me diga, cara a cara, que não gostou.

A tímida e inocente garota continuou com os olhos fechados e continuou muda, mas quando ele repetiu a pergunta, em tom mais incisivo, condicionada a obedecer, abriu os olhos e chorosa, balbuciou:

- Eu gostei sim, senhor Marcelo.... Me desculpe, eu não queria, mas foi mais forte do que eu! Estou muito envergonhada.

Marcelo logo percebeu que que Suely, apesar de ter um corpinho maravilhoso de uma jovem mulher, não passava de uma criancinha imatura e que podia ser manipulada à vontade; bem ao contrário de Luiza, sua sobrinha, que apesar dele a ter feito sua amante, tinha uma personalidade forte.

- Meu anjinho não tenha vergonha do que fizemos, isto é muito natural entre um homem e uma mulher. - Luiza me contou que é sua amante, que dormem juntos eu gosto muito dela e não devíamos ter feito isso.

- Suely, preste muita atenção ao que eu vou lhe falar; Luiza não está nada bem e vai ser obrigada a ficar internada por algum tempo, não sei quanto. Eu quero que você fique morando aqui em casa e que não tenha medo de mim. Vou ser bem carinhoso e lhe dar tudo que pedires, assim como faço com minha sobrinha. Só quero que sejas boazinha e obediente comigo. Você aceita estas condições?

- Aceito sim, senhor Marcelo... eu não tenho para onde ir. Quero saber o que aconteceu com minha amiga?

- Minha queridinha sofreu um trauma muito forte, ao ser estuprada e torturada pelo amante da mãe dela e isso abalou muito a sua cabecinha, mas agora ela está sendo bem tratada e as doutoras me afirmaram que ela voltará a ser o que era. Podes ficar sossegada.

- Senhor Marcelo, me desculpe..., mas é que eu estou com muita sede e fome…fiquei presa à cama por mais de dois dias.

- Deus! Como eu sou desastrado! Nem me lembrei disso! Vamos até lá embaixo, que eu vou lhe preparar um bom lanche.

Quinze minutos depois, Suely vestindo uma camisolinha, comia tudo que Marcelo colocava em sua frente. Satisfeita, subiu até a suíte e por mais de meia hora, tomou um delicioso banho; coisa que não fazia desde sexta-feira, quando ficou amarrada à cama.

Marcelo a chamou de volta e ela desceu um pouco a contragosto. Sentados num amplo sofá, ele quis saber de todos os pormenores da vida da menina. Confiante na forma carinhosa e simpática dele, Suely abriu o seu coração.

- Você é uma jovem muito linda e eu estou orgulhoso de a ter morando aqui em casa. Vamos fazer um brinde por isso.

- Que bebida é essa? Eu não bebo nada com álcool! - Não tenha receio, é guaraná com um pouco de uísque e muito gelo. Você vai gostar.

- O senhor tinha razão é muito gostoso! Suely gostou tanto, que repetiu por mais duas vezes e agora bem tontinha, ria por qualquer coisa.

- Vamos dormir, meu docinho, já está muito tarde. Suely teve dificuldades em subir a escada e Marcelo a levou no colo, não para o quarto dela, mas para o seu. Ele estava novamente com tesão pela garotinha e sua única intenção em a embebedar, visava somente a amaciar, pois nesta noite ele estava planejando tirar o cabacinho da jovem e a fazer sua mulher, mesmo sendo ela uma inocente garotinha.

CONTINUA EM: A INCRÍVEL HISTÓRIA DE LUIZA - CAPÍTULO IV

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:1 de agosto de 2015 22:04

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 01/08/2015.

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