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Do fundo do baú

Marisa, nas garras dos lobos

MARISA, NAS GARRAS DOS LOBOS

Marisa, 25 anos, morena clara, linda de morrer. Secretária de uma grande empresa do ramo de importação e exportação, com escritório central aqui na capital. Mora sozinha num luxuoso apartamento na zona sul. Ama acima de tudo a sua liberdade, sem necessidade de prestar contas a ninguém dos seus atos. Família.... Deixou lá no interior e do ex noivo, imposto pelo pai, não quer nem ouvir falar.

Há 5 anos, liberta do rígido controle dos pais e irmãos fazendeiros, com mentalidade retrograda do início do século, graça a sua inteligência e beleza, conseguiu enorme sucesso aqui na capital. Ótimo emprego, salário acima de 300 mil anual, mais bônus extras. Apartamento de luxo e carro do ano.

Tudo graças à sua eficiência como secretária executiva. Bem.... É verdade que ela presta alguns favores especiais ao doutor Frederico, sócio majoritário da cia, recebendo em seu ap. alguns executivos estrangeiros, que visitam o país, para fechar contratos com a empresa de Frederico.

A troco de uma boa comissão, ela só tem de se mostrar bem carinhosa com os gringos. Isso Marisa sabe fazer muito bem, tanto é que sempre recebe vultosas "gratificações" dos visitantes estrangeiros.... Tudo graças a sua "boa vontade", sempre se mostrando ótima anfitriã.

Doutor Frederico e alguns dos seus principais sócios, apreciam muito a eficiência da bela secretária, tanto é que costumam visitar o seu apartamento, para lhe "demonstrar" o carinho que sentem por ela.

A jovem se sente muito atarefada, nesta empreitada de receber tantos convidados e para a ajudar contratou duas belíssimas jovenzinhas, de 16 e 17 anos, que a ajudam a "receber" homens tão importantes do mundo dos negócios. Ritinha e Maristela, moram no ap. de Marisa, que eficiente como sempre, está treinando as meninas para serem boas " recepcionistas".

Dezembro, fim de ano quase chegando, a Fred & Cia, não tem programada nenhuma visita de gringo. Os negócios só começam a bombar na segunda semana de janeiro. Marisa, que não tira férias há 3 anos, o fez agora. Resolveu então visitar o sitio dos avôs, a quem não via a mais de 7 anos. Programou passar as festas com os velhos. 15 dias descanso no campo, lhe faria muito bem.

Deixou a cargo das meninas, a responsabilidade de receber eventuais "visitas" e partiu, no volante da luxuosa 4x4, zero km, recebida como presente de boas festas, do doutor Frederico. As alertou que só voltaria na primeira semana de janeiro.
Faria uma bela surpresa para os avôs, sabia que eles passavam por dificuldades para manter o sitio, portanto levava uma bela quantia em dinheiro para os presentear, além de entupir o bagageiro com uma quantidade enorme de presentes. Aventureira e expedita, aprecia bastante fazer longas viagens, dirigindo os seus carros, muito mais agora, ao volante do possante recebido de presente. Preparou tudo para pegar estrada, sabendo que poderia passar uns 2 dias, somente na ida.

Pelo mapa da região, sabia que umas 10 horas pela rodovia principal e mais 6 por estradas vicinais, complementada por 1 hora em uma estradinha de barro, estaria no sítio dos avos. Tinha apenas 18 anos quando de sua última vista aos velhos, mas ainda tinha boa lembrança do caminho a seguir para chegar lá, uma região de poucas e pequenas fazendas e sítios, voltados principalmente para a criação de ovelhas.
Estava dirigindo a mais de 12 horas e só agora encontrou o acesso a estrada secundária. Estava tudo muito mudado desde sua última visita, mas tinha quase certeza que era o caminho certo.

Ficou um pouco surpresa, pois a estrada de barro, estava em péssimas condições, com muitos buracos e em alguns trechos bastante estreita. Depois de 5 horas, chegou à conclusão que tinha tomado o caminho errado, estava perdida. Resolvida a fazer o retorno para a rodovia, para poder se orientar melhor, avançou um pouco mais, para encontrar um lugar que lhe permitisse manobrar o veículo.

Foi com enorme alegria que vislumbrou uma grande área aberta, com poucas ondulações e muito verde. Ao longe percebeu muitas cabeças de ovelhas, pastando tranquilamente. Uns 2 quilômetros à frente, parou a utilitária, desceu e ficou observando alguns meninos, que pareciam pastorear os ovinos.

Disposta a pedir informaçõesaos garotos, buzinou algumas vezes para chamar a atenção deles. Deu resultado, pois lá do alto, eles viram o carro e se aproximaram.
Eram 6 garotos, de uns 13 a 16 anos, gente simples do interior, vestiam molambos e ficaram de olhos arregalados vendo Marisa e o carro dela.

- Qui tu tá fazendo pru está banda muié? Pergunta um dos garotos, um sarará bem magro e sardento. - Meu filho, por favor, você pode me informar para que lado fica o sitio duplo X? Eu me perdi no caminho!

- Tu tá mui atrapaiá, muié! Pá modu nu tem Duplo X pru está banda, num! - Vocês moram aqui por perto? Talvez seus pais saibam me informar melhor! - Tu tá certa, muié. Vem cá cum nóis, di modu minha mainha diga dundo fica este tal duplo.

- É longe a casa de vocês? - Num é, eu i mais Bento muramos logo ali, depuis du mato lá em riba.

Marisa fechou o carro e resolveu acompanhar os garotos, eles eram bem bicho do mato, matutos mesmos. Talvez com os seus pais, ela conseguisse a informação que queria. Mas depois de uma boa caminhada, nada de chegar ao rancho dos meninos. - Garotos, onde fica afinal a casa de vocês?

- Num tem casa, nenhu aqui pur perto, muié! Tu é muié danada di bunita, i nóis só quer sentir calô di teu cu. Pru estas bandas nunca vimus muié com tão poco pano por cima, cum pernocas tudo de fora.

- Vocês não bem novinhos, mas bem salientes! Me fizeram perder tempo. Vou voltar para o meu carro e pedir informações, lá na rodovia. - Nóis num vai dexar tu ir, muié, i num se amufiná, Nóis so quer ti beijá e vê tu sem os paninhos pru riba. Cabritona bunita como tu não tem aqui não.

- Vocês estão loucos? Eu vou embora sim, moleques safados.
Apesar de tentar aparentar calma, Marisa estava muito assustada. Os 6 moleques a rodeavam e não tiravam os olhos de suas coxas desnudas, pois ela vestia um shortinho bem curto e justo ao corpo e sua blusa, com um generoso decote, era um convite à gula dos garotos.

- Ela se virou e caminhou rápido, de volta ao seu carro. Mas nem deu 10 passos, percebeu uma corda voar no ar e seu pescoço ser envolvido por uma laçada. Indignada se voltou para eles e levou as mãos para retirar o laço do pescoço. Na outra ponta da corda, a uns 3 metros, um matutinho bem jovem e magro segurava a ponta da corda e antes que Marisa retirasse a laçada, ele deu um puxão violento e o nó se fechou, quase a sufocando e fazendo com que perdesse o equilíbrio e tombasse no chão, de barriga.

Betinho deu mais um forte puxão e ela, em desespero, tentou colocar os dedos entre a corda e o pescoço, sentindo que estava sendo enforcada.
Os moleques caíram na gargalhada. - Betinho você é muito bom im jogá o laço... nu primeiro lance, acertou em cheio a cabritinha! Agora vumos levar a muié pru cabaninha, di modu a gente cumê o cu desta cabrinha, sem nenhum fiu di uma égua atrapaiá.

A corda tinha uns 5 metros e eles, sem mesmo esperar que Marisa se levantasse do chão, seguiram para a tal cabana. Para não ser arrastada pelo pescoço, ela segurou firme a corda, para evitar que o laço se fechasse mais. Tropeçando, caindo e se levantando, ela se viu sendo levada, como uma vaca, para o matadouro. Perdeu os sapatos pelo caminho e dominada por intenso pavor, sua única preocupação era não deixar o laço se fechar mais em sua garganta, pois já estava de boca aberta, respirando com dificuldades e com o pescoço bem dolorido, em função do laço e dos puxões sofridos.

Depois de uns 30 minutos, Marisa tombou e já sem forças para se levantar, foi arrastada, por alguns metros. Percebeu quando o laço comprimiu sua garganta e sem ar, perdeu os sentidos.

Quando recobrou os sentidos, estava nua, jogada no frio chão, encoberto por galhos e folhas. Dois dos garotos, um preto como carvão e o outro, de tão magro, parecia um esqueleto, estavam sentados, com as pernas cruzadas, a observando e já era noite.

- Sentia dores por todo o corpo, parecia que tinha passado por um moedor de carne, tudo lhe doía, principalmente os lábios, a vagina e o ânus. Levou as mãos aos seios e percebeu que eles estavam muito machucados, com marcas de dentadas em todo ele e os mamilos pareciam estar em brasas.

- Acordô muié? Tu fico muitu tempu apagada, mas deu pru gente te enrabar a vontade! Tu é um muié dinada di boa... dá uma foda mui gostosa, mui mior que as cabras qui a gente si alivia e tem cu e buceta muitu mior. Na cabra Salomé a gente num coloca u pau na boca, ela num deicha, mas im tu tudo mundu enfiou i tu num murdeu.
A gente resolvê dexar tu uns dias aqui na cabaninha, di modu qui a gente possa si aliviar em tu e dar um descanso pru cabra Salomé. Num se amufiná não, muié! Tu tem cu e buceta bem bão e a gente vai ti cumê por uns tempus e depois ti sortá. Os outros meninos, fórum até o teu carro, di modu escundê ele di modu ninguém sabe onde tu esta.

Gemendo de dor e com o horror a invadindo por completo, foi arrastando o seu corpo em direção a uns matos a pouco metros a sua frente. Os dois meninos dando risadas, nem saíram do lugar.

Marisa conseguiu se arrastar por quase 10 metros, se enfiando no meio das folhagens ali existentes. Escutou a algazarra que os moleques estavam fazendo, quando retornaram à cabana.

- Onde está muié? - Ela tá ali nu mato... tá tentando ir simbora, achu qui num gostô de ser fodida. - Vá buscá ela Zezinho.

Marisa se viu arrastada pelas pernas e levada ao lugar de onde saíra, já sem nenhuma esperança de escapar das mãos daquele bando de lobos famintos de carne, da carne dela.

- Turma, olhem quanta coisa a muié tinha no carro dela! Mas o miou é a dinheirama que tinha na bolsa. Agora é tudo nosso...vamus dividi tudo entre nóis 6, pru ninguém reclamá.

- Muié vamu ficá com tudo que era di tu. Mas vamu di dar um fim im tu, de modu tu não pudê chamá a gente di ladrão. Tu vai ficá cum a gente, di modu ser a nossa cabritinha. Tu vai ficá morando aqui na cabaninha. A gente traz água e cumida pra tu.

Marisa soltou um berro de puro terror, ao ouvir o que o moleque falava, Ele não devia ter mais de 15 anos, era franzino e escuro como carvão e agia como se fosse o chefe do bando. Ele, na verdade, estava decretando a morte dela, uma morte lenta e terrível, sendo estuprada pelos meninos que se mostravam sem nenhum sentido de piedade, agindo com extrema crueldade. Aprisionada num lugar qualquer, sem que ninguém notasse o seu sumiço.

Os jovens estavam agindo movidos por um desejo animal, levados pelo instinto de alcateia, quando o ataque à presa é feito em conjunto. O mais novo deles tinha 13 anos e o mais velho 16. Criados soltos, sem receber nenhum tipo de instrução, soltos pelos campos, aprenderam a viver em bando, se escondendo nas florestas e matas da região.

Formaram uma verdadeira matilha, onde o lobo alfa era o Tição, o garoto que decretou o terrível destino de Marisa. Eles desconheciam os princípios de morais e eram guiados apenas pela tendência natural dos predadores.

Marisa não era a primeira presa do bando. Eles costumavam vagar pelos vastos campos, em busca de ovelhas, para matar a fome ou para saciar o desejo natural dos machos. Quando eles estavam no campo, pouco antes de escutarem a buzina do carro de Marisa, estavam levando a cabra Salomé para se satisfazerem na bichinha. Lá de longe mesmo, viram quem os chamava e Tição, logo sentenciou: - Deixe a cabra em paz... aquilu lá im baixu e coisa pru belzebu num botá...é muié pru gente drumi im riba, té nóis si cansá.

Marisa era a máscara do terror, caída na úmida folhagem, via os garotos, abrindo seus pacotes e caixas de presentes, fazendo enorme alarido, e discutindo entre si, para ver quem ficava com o que.

- Negrinho, dê um pulo até buteco sinhô Malaquias i cumpri uns litros de pinga. Num mostri muitu dinhirô pru cabra, si não ele toma de tu.

Quase meia noite, os 6 garotos, bebiam aguardente e comiam carne de ovelha, queimada num braseiro acesso ao lado da cabana. Marisa, agora estava presa pelos pulsos, pendurada a um galho de arvore. Em exaustão total, tinha de fazer muita força para se manter em pé, para não deixar o peso do corpo somente nos pulsos.

Vez que outra, um deles, vinha até ela para lhe aplicar um chupão nos seios ou um forte tapa na bunda ou então colocando os dedos na buceta. Zé Pedro, um garoto gordo como um porco, se divertia, levando a caneca de latão, cheia de aguardente aos lábios da infeliz, a obrigando a beber. Quando ela fechava a boca, se negando, ele levava as sujas mãos às narinas dela, a deixando sem respiração. a obrigando a entreabrir os lábios, tempo suficiente para ele derramar goela abaixo a bebida, que descia queimando a garganta.

Um outro, o Sarará, a obrigava a comer pedaços da carne de ovelha, quase crua. Naquela noite de puro horror, Marisa aprendeu que qualquer tipo de recusa por parte dela, era motivo para longas sessões de pancadaria, com eles usando cipós, como substitutos de chicotes. Os gemidos e gritos de dor, eram motivos de risos e zombarias.

O álcool que fora obrigada a beber, a tinha deixado totalmente embriagada, mas infelizmente não o suficiente para a deixar inconsciente, pois pode sentir tudo o que eles voltaram a fazer em seu corpo. Jogada no chão, com os 6 disputando a tapas o melhor posicionamento para a "devorar"

Duplas penetrações era o mais comum e algumas vezes até um terceiro usava sua boca para derrapar o seu gozo lá. Só ao amanhecer do dia, eles a deixaram, nua e com os braços amarrados às costas, dentro da rústica cabana de palha.

Durante as três semanas seguintes, Marisa continuou a ser estuprada pelos garotos e a sofrer os mais terríveis tipos de "brincadeiras" da alcateia. Ela já não tinha forças para protestar em nada, sofrendo as surras e violações, só emitindo fracos gemidos. Tinha se tornado escravas deles, que se divertiam judiando dela. O único pensamento de Marisa era que a morte a viesse libertar daquele inferno que estava vivendo.

Na capital, doutor Frederico, esperou por muito tempo o retorno de Marisa ao serviço. Ele já tinha feito algumas visitinhas ao apartamento dela, se divertindo um pouco com Ritinha e Maristela, mas o que ele queria mesmo era a sua bela e eficiente secretária.

As garotas não sabiam o endereço dos avôs de Marisa, apenas informaram a ele, que o celular dela, apesar de ser de última geração, com alcance de muitos quilómetros, não atendia aos chamados. Frederico ficou encucado com isso. Este não era o jeito de agir de sua suficiente secretária.

Só algum impedimento grave a faria deixar a todos sem comunicação. Resolveu então contratar uma empresa especializada em rastear sinas emitidos por celulares de última geração. Foi então que foi informado que o utilitário que deu de presente para Marisa, é um veículo que tem como equipamento opcional um GPS, capaz de gerar sinais (bip's) mesmo quando não ativado, uma espécie de caixa preta veicular.

Depois de 48 horas, a empresa contratada conseguiu localizar com exatidão o local de onde os sinais eram emitidos, uma região montanhosa, coberta de matas e alguns poucos campos de pasto, muito pouco habitada, a mais de 800 quilômetros da cidade.
Sem titubear, Frederico despachou uma equipe particular de busca e salvamento, já desconfiando de que algo de muito grave tenha ocorrido com Marisa. O pessoal, com um mapa detalhado da região e com o auxílio de um receptor portátil de sinais, não demorou muito para localizar o utilitário 4x4 de Marisa.

Ele estava numa área de difícil acesso, no meio de um matagal, com as portas abertas e encoberto por galhos e folhas. Alguém quis camuflar o carro. De posse destas informações, Frederico estipulou uma polpuda recompensa para a equipe encontrar Marisa.


Marisa estava pendurada de ponta cabeça, presa pelos tornozelos a galhos de árvore. Já estava nesta posição a mais de 2 horas, nua e com as pernas, cada uma amarrada a um galho, a mantendo com as coxas num ângulo de abertura de quase 60 graus. No ânus e na vagina tinha enterrado ossos de ovelhas, com o sangue escorrendo pelo corpo, tingindo de vermelho seu rosto e cabelos.

A muito ela tinha encomendado sua alma à Deus. Pois os meninos, caindo de bêbados, demonstrando crueldade extrema, quando a prenderam nesta absurda posição, lhe deram a sentença final de morte:

- Muié, nóis ti cumemus, quantu tu era muié vivente, agora vamus ti colocar nu braseiru, di modu ti assar, tal a genti faz cum as cabras i dispus a genti vai ti cumê aos pedacinhos.

Rindo e pulando em volta do desfalecido corpo de Marisa, eles estavam montando uma fogueira, para "assar" a jovem, pendurada a meio metro acima. Por mais nojento e absurdo que possa parecer, os pequenos animais, queriam fazer dela o almoço.
Tudo pronto, jogaram um pano embebido em álcool e atearam fogo. Como canibais, enlouquecidos, eles gritavam e pulavam em torno do braseiro, se preparando para o diabólico festim de carne humana.

Nem tiveram tempo para ver os sete homens, que armados até os dentes, invadiram o local. Assombrados com o que estavam presenciando, não tiveram tempo para nenhuma reação. A "alcateia" foi sendo abatida a tiros, enquanto dois dos homens corriam para, com as botas, desmantelar a fogueira que iniciava a "tostar" os cabelos de Marisa.

Assim como chegou a equipe foi embora, sem deixar rastros, levando Marisa com eles, que infelizmente, não respondeu aos primeiros socorros prestados pela equipe e continuou em estado de choque. Os duros homens, acostumados a verem coisas "do arco da velha" não podiam acreditar no que estavam vendo. O corpo da jovem mulher, estava em um estado lamentável. Não havia um só pedacinho que não ostentasse sinais de torturas atrozes.

Nem o corpo e nem a mente de Marisa, respondiam aos tratamentos e, ela ficou em estado comatoso por longos meses.

Um ano depois, já em sua casa, fisicamente recuperada, Marisa ainda precisa de auxílio. Os danos psicológicos e físicos, com as terríveis semanas de cativeiro, quase lhe causaram a incapacitou permanentemente.

Graças aos cuidados das suas duas meninas e a atenção toda especial de Frederico, Marisa está voltando aos pouco a ser a eficiente secretária de antigamente, recebendo os "convidados" de Fred & Cia.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:9 de maio de 2015 00:46

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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