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Do fundo do baú

No Reino do Terror

NO REINO DO TERROR

-Mãe, estou indo.... Vanessa está lá embaixo me esperando. Depois que terminar a festinha, vou dormir na casa dela. Não precisa ficar preocupada. Um beijão e até amanhã.
-Vá com Deus, querida. Juízo Martinha. Nada de bebida alcoólica, você é muito novinha para isso. Pode deixar, mãe, vou beber só refri e mais nada.
Marta, 16 anos, tímida e muito reservada, desceu do elevador com o coração aos pulos. Estava mentindo para a mãe, pois quem a levaria para a festa de aniversária de Eduarda, não era sua amiga Vanessa, mas Abelardo, um garotão lindo de morrer, do time de futebol do colégio, que a convidou hoje pela manhã e era a primeira vez que saia com ele.
Marta a muito tempo, morria de amores por ele, mas o cara parecia que nem a notava. Ele tinha fama de paquerador e vivia trocando de meninas, como se troca de roupa.
Naquela manhã de sábado, Martinha e Vanessa estavam na rua de alimentação do shopping, quando viram Abelardo duas mesas adiante. Ele estava acompanhado de Miguel e Afonso, dois rapazes que estudavam na mesma classe de Martinha e que viviam a azarando, porém ela nunca deu bela para eles.
Marta, quando viu Abelardo, tremeu na base e comentou com Vanessa: - Amiga, fico toda mole quando o vejo... ele é lindo demais. - Perca as esperanças, aquele ali não dá bola para garotas como nós, ele só sai com vadias.
Quando Miguel viu as meninas, comentou com os amigos: - Olhem só aquelas duas bonequinhas sentadas ali em frente. Vamos até lá, eu estou louco para dar uns apertos na Martinha, ela é muito gostosa!
- Perca as esperanças, cara, aquela ali não sai com ninguém, parece um bicho do mato.
O comentário de Afonso, despertou a curiosidade de Abelardo: - Aquela garota, não tem namorado? - Ela parece que tem medo de homem, dá fora em todo mundo.
- Pois eu garanto que se eu quisesse, ela sairia comigo. Duvido Abelardo, muita gente já tentou e quebrou a cara.
- Vamos até a mesa delas e vou lhes provar o que digo. Hoje mesmo ela estará comendo em minha mão. - Você é muito convencido, Abelardo.
- Deus do céu, Vanessa...eles estão vindo em nossa direção! Fique firme amiga, não vá desmaia!
- Bom dia meninas podemos sentar junto de vocês? Vanessa mais que depressa disse que sim, enquanto Martinha, baixou a cabeça e ficou vermelha como um pimentão.
Abelardo puxou conversa com Vanessa, que se derretia toda com isso, enquanto os seus amigos, tentavam conversar com Martinha, que só respondia em monossílabos, mas arriscando dar umas olhadinhas para o seu príncipe, que experiente logo percebeu que a garotinha, era mais uma que estava caída por ele e logo pensou: - Ele está no papo.
No meio da conversa, Abelardo começou o seu "ataque". - Pessoal, hoje à noite, todos iremos ao aniversário de Eduarda, será uma tremenda festa. Eu não tenho companhia para esta noite e estou pensando em a convidar para ir comigo, Marta.
A surpresa de Vanessa foi enorme, ela pensava que ele a iria convidar, mas ele convidou a boboca da Martinha.
Bem mais surpresa ficou Marta, que levantou o rosto e ficou olhando para ele, sem nada responder.
Ele voltou a perguntar: - Você que ir comigo ao aniversário de Eduarda? Marta, com o coração aos pulos, respondeu, quase que num sussurro: - Quero, sim.
- Está tudo certo, as 20 horas eu a pego la na tua casa. Marta voltou para casa, parecendo que estava pisando em nuvens, tal o seu estado de euforia. Vanessa, ao contraria, estava muito amuada, ela é que queria ir com ele para a festa.
Quando entrou no carro de Abelardo e ele lhe deu um beijinho na testa, sentiu um tremor por todo o corpo. Nossa! Ele me beijou, que delícia!
Eduarda tinha convidado uma verdadeira multidão para o seu 18º aniversario. A casa dela é uma verdadeira mansão e tinha gente saindo pelo ladrão. Na pista de dança, Abelardo dançava com Martinha, a apertando pela cintura e ela, encantada por estar nos braços dele, se deixava apertar e, pela primeira vez na vida, sentiu no meio de suas coxas o volume de um rapaz.
Assustada tentou se afastar um pouco, mas com as duas mãos em sua cintura, quase na altura da bunda, ele a puxou mais para ele. Mesmo contra sua vontade, ela se deixou ficar e sentiu o membro duro como um tronco, bem no meio de suas coxas. Foi ficando toda úmida lá embaixo e toda mole o abraçou pelo pescoço e abriu as pernas para melhor o sentir. Um fogo tremendo subia de sua xoxotinha, sentindo a pressão dele bem forte, mesmo por cima de suas roupas.
Que delícia aquela coisa que estava sentindo. Abelardo a foi levando para a escura varanda, onde muitos casais já estava se agarrando e, a encostou na parede. Segurou seu rosto e começou a beijá-la. Beijar não, ele a estava devorando com a boca praticamente dentro dela. Enfiou a língua bem fundo entre os lábios da jovem.
Abelardo movimentava a cintura e a devorava com beijos e lambidas em seu rosto e ombros. Martinha queria impedir, mas dominada por um prazer enorme, coisa nunca antes sentida, não tinha forças para nada.
Quando ele levantou o seu vestido e ela sentiu no meio de suas pernas, aquela coisa enorme, quente e úmida, acordou do transe e assustada o empurrou e pela primeira vez pediu para ele parar, pois estavam indo muito longe.
Respirando e suando bastante, ele não ligou para os seus protestos e com mãos fortes, a imobilizou ainda mais. - Fique quieta, garota...você vai gostar! Baixou sua calcinha até o meio de suas coxas. Sentindo a cabeça do pênis, entre os grandes lábios, pronta para invadir sua virgem xoxotinha, Martinha com a força que o medo lhe deu, o empurrou com muita força e apavorada saiu correndo pelo jardim em busca do portão de saída, com a calcinha no meio das coxas e a blusa desabotoada, deixando entrever os belos seios, pois não estava usando sutiã.
Queria ir embora, para ela a festa tinha acabado, mas estava com medo da mãe, chegar assim toda desalinhada e nervosa, iria assustar a mãe e receber uma bela descompostura pôr a ter enganado.
Esperar Vanessa, que estava lá dentro, não queria. Deus! O que fazer nesta hora?
Chorando muito, não sabendo o que fazer, quando viu Miguel e Afonso, que estavam sentados em um banquinho, fumando uns baseados. Quando viram a menina naquele estado, muito assustada e chorando bastante, foram até ela.
- Nossa! O que lhe aconteceu, Marta, para estar neste estado? Soluçando ela disse que Abelardo tentou abusar dela a força. Queria falar com Vanessa, para as duas irem embora, mas não queria voltar para o salão.
Miguel se ofereceu para ir la dentro e chamar Vanessa. Você fique aqui com o Afonso. Vou procurar a tua amiga.
Martinha ficou sentada no banco, ao lado do rapaz, que sem se importar com sua presença, continuava a fumar. - Porque você fuma esta porcaria, Afonso?
- Sabe o que é Martinha, quando estou nervoso, isto me acalma bastante. Você deveria dar umas tragadas, pois está em péssimo estado.
- Está maluco cara? Tem umas garotas lá na nossa escola que fumam esta coisa e vivem no mundo da lua!
- Isso só acontece porque elas vivem fumando maconha. Se der apenas, mas tragadas, nada acontece, a não ser ficar calminha... experimente boba! Este enroladinho e bem fraco.
- Está bem Afonso, mas só um trago e só porque eu estou louca de raiva do safado do Abelardo. Me dá um cigarro, cara! Aqui eu não tenho, vamos até o carro do Miguel, que está bem aqui ao lado.
- Tome, fique sentadinha aí e dê umas boas tragadas. Eu vou ver se Miguel encontrou Vanessa.
Matinha ficou sentada no banco de trás do carro, fumando o cigarro de maconha. Na verdade, não era a primeira vez que ela fazia isso. Alguns meses antes, Vanessa e ela, dividiram um cigarro, mas logo a mãe da amiga chegou e elas tiveram de o jogar no vaso sanitário. Na ocasião não sentia quase nenhum efeito.
Bobinha, pensou que tiraria de letra, fumando o cigarro oferecido por Miguel. Ela não podia saber, mas o cigarro que estava fumando, tinha um princípio ativo bem forte.
Miguel se encontrou com Afonso e este o informou que viu Vanessa, dançando bem agarradinha com Abelardo e que não conseguiu falar com ela.
- Amigo, não vamos alertar Vanessa de nada, que ela fique com ele. Nós temos a nossa bonequinha que está lá no teu carro, fumando um baseado que encontrei debaixo do banco.
- Você está maluco, cara? Aquele negócio vai deixar a garota, malucona...não é o mesmo que estávamos fumando. Aquela merda eu preparei sob encomenda do Tião Negão, para ele negociar lá no morro!
- Eu não sabia disso, Afonso...depressa vamos até o carro, impedir que ela continue a fumar o meu especial.
Porém quando viram Martinha, perceberam que já era tarde. A garota, inclinada no banco do carro, já tinha fumado todo o baseado cigarro e os olhava com os olhos quase fechando.
- Estou com muita raiva e muita sede, pessoal, vou até lá dentro dar umas tapas no safado do Abelardo, mas antes quero beber alguma coisa e depois vou surrar o safado.
Quando Martinha tentou se levantar do banco, não conseguiu e caiu de volta no encosto. - Nossa este negócio que fumei me deixou bem molenga!
Miguel e Afonso, sem mesmo combinarem nada, resolveram tirar vantagem, pois viram que Martinha, desta vez não iria os dispensar, como já fizera algumas vezes anteriormente.
Afonso, ela quer beber... vá lá e traga guaraná com uísque...bastante uísque e gelo. Do jeito que está, não vai recusar e a gente pode brincar um pouco com ela.
-O que e isso que vocês estão me dando para beber? - Beba querida, vai cortar o efeito do cigarro que você fumou.
- Sem pestanejar, Martinha bebeu todo o conteúdo da garrafa. Em poucos minutos, estava deitada sobre o banco do carro, sentindo o corpo todo mole, queria se sentar, mas não conseguia.
Eu estou me sentindo muito mau, não sei o que tenho...quero ir para minha casa.
Pode deixar Martinha a gente vai levar você. Mas eles seguiram um caminho bem diferente, até um local no alto de um morro, cercado de árvores, onde os casais costumavam estacionar, para se amarem, dentro dos carros.
- Isto vai dar merda Afonso... a garotinha é virgem e de menor e vai nos dedurar depois! - Que nada cara... a gente só vai dar umas dedadas e chupar um pouco a bucetinha dela e o cuzinho. Não vamos furar a bucetinha dela. Do jeito que está, vai ficar muita excitada e vai gostar.
Os dois rapazes pularam para o banco onde Martinha estava e afobadamente começaram a acariciar o corpinho indefeso da garota, que num estado de semi inconsciência, com a mente bem confusa, não tinha como os impedir.
Percebeu que estava totalmente nua, sentada no meio deles. Dedos, bocas e línguas iniciaram a explorar cada cantinho dela, cada buraquinho. Mesmo neste estado, ao sentir seu corpo ser manuseado desta maneira, conseguiu gritar por socorro.
A ideia dos rapazes era não descabaçar Martinha, porem a vendo tão indefesa, no auge do tesão, Miguel exclamou: - Nossa! Cara eu não vou resistir... vou atolar o pau neste cuzinho delicioso. Eu também não resisto. Esta bucetinha tão cheirosa, vai experimentar cacete hoje.
Martinha voltou a berrar alucinada, ao se sentir sendo posicionada, para uma dupla penetração pelos rapazes tomados por desejo irrefreável.
Neste exato momento, o mundo veio abaixo. As portas do veículo foram abertas e muitas mãos arrancara Miguel e Afonso de cima de Martinha.
Foram levados para fora do carro, nus como estavam e nas mãos dos três homens, todos bem jovens, levaram uma tremenda surra, que em questão de minutos, estavam caídos no chão, sem sentidos e sangrando por múltiplos ferimentos.
Muito tempo depois, Miguel o primeiro a se recuperar, com muita dificuldade foi até onde Afonso estava caído e conseguiu falar com ele.
-O que aconteceu? Cadê o nosso carro? Onde está Martinha? - Eles eram muitos, levaram o caro com Martinha dentro e tudo o que era nosso! Que Deus nos perdoe... a coitadinha está em poder de um monte de sujeitos... pelo que fizeram com a gente...acho que ela não escapará! Vamos dar parte? Acho melhor não... eles vão querer saber o que estávamos fazendo aqui com uma menor de idade. Não temos como explicar isso. Vamos descer e acho melhor ficarmos bem caladinhos.
A gente estava levando a garota para a casa dela, quando fomos atacados por um bando de marginais que levaram Martinha com eles e nos deixaram sem roupas, podemos falar isso na delegacia. Será melhor do que ficar calado e deixar a pobrezinha nas mãos de marginais.

Os três rapazes e as três moças perambulavam naquela região, querendo fazer a noite, assaltando os poucos carros que ali estacionavam. Deixavam os casais a pé e levavam carro e tudo o que era deles.
Viram o carro estacionados e logo Maria Sapatão, alertou o bando. Vamos até lá, aquele carrão será nosso.
Quando se aproximavam sorrateiramente do veículo, escutaram os apavorados pedidos de socorro de uma mulher. Zefinha, uma jovem mulata, exclamou: Pelo jeito, esta ai está sendo estuprada!
Maria sapatão foi a primeira a se acercar do carro e pode escutar o choro de uma mulher e logo falou para os outros. - Vamos ficar com o caro deste safado e livrar a mulher que ele está estuprando.
Ficaram surpresos quando invadiram o carro e viram que eram dois rapazes que atacavam uma mocinha, quase uma menina. Tiraram os dois estupradores do carro e lhe deram uma tremenda sova.
Zefinha e Maria Sapatão, enquanto os rapazes surravam os dois safados, foram olhar a garota que estava no carro, com eles. Ficaram surpresas quando viram que se tratava de uma meninota e que estava com as roupas rasgadas no fundo do carro. Apesar de bem novinha e de estar drogada, sapatão ficou impressionada com a beleza da menina.
- Gente vejam o que encontrei aqui dentro? Uma coisa maravilhosa! Vocês podem ficar com tudo o resto, mas está garotinha eu quero para mim.
- Você até pode ficar com ela, mas a gente antes vai querer umas casquinhas dela. Tudo bem, mas agora vamos tratar de dar o fora daqui
Martinha no colo de Maria Sapatão, com as outras duas mulheres, apertadas no banco de trás, não tinha muita noção do que estava acontecendo, com os três rapazes na frente, seguiram com o carro, até uma clareira no alto do morro.
Pessoal, vamos nos divertir com essa belezinha! Sapatão estava impressionada com a beleza do corpo de Martinha. Que coisinha maravilha pescamos hoje. Deixem que eu e Zefinha vamos aprontar esta franguinha para a gente se divertir com ela.
Já madrugada alta, Marta, começou a sair do torpor que a invadia até então, mas estava com muito frio e quando pode perceber o que estava acontecendo com ela, ficou apavorada e tentou gritar, mas não pode.
Martinha estava amordaçada e com os braços estendidos amarrados entre duas árvores. As pernas igualmente bem abertas nestas árvores. O frio que sentia era porque estava nua e a noite fria a castigava. A poucos metros dela, pode ver ao redor de uma fogueira, três homes e três mulheres.
Não tinha nenhuma noção de como fora parar ali, amarrada daquele jeito e nua. Sua última lembrança foi que estava no carro de Miguel e depois tudo se apagou de sua mente.
Entrou em pânico total, quando viu duas mulheres aproximaram dela. Eram duas mulatas bem fortes e parecendo serem bem jovens.
- Acordou gostosinha? - Turma venham todos, está na hora da nossa diversão! Maria Sapatão, se ajoelhou e com a cabeça entre as coxas abertas de Martinha, começou a chupar a xoxotinha da jovem, enquanto os outros cinco olhavam e riam da cara de desespero dela.
Sapatão, parou de lamber a buceta e se voltou surpresa para os seus amigos. - Turma, vocês nem imaginam o que eu descumpri... ela ainda e virgem! Os dos caras não chegaram a entrar na bucetinha dela! Este privilégio será nosso.
Foi o que aconteceu, durante o resto da noite e parte do dia seguinte, Martinha foi estuprada por todo o bando. Imobilizada, com braços e pernas atados as arvores, foi diversas vezes estuprada selvagemente, tanto pela frente como por trás, quase sempre em dupla penetração. Todo o seu corpinho, foi lambido, chupado e mordido. Os seios e os mamilos foram os que mais sofreram, com marcas de dezenas de mordidas. O sangue escorria pelas coxas, desde o cuzinho e da buceta tão estupidamente violentados.
Maria Sapatão, no início da tarde, falou com a turma: - Agora chega pessoal, todos já brincamos bastante com ela, daqui para a frente, ela será só minha. Tratem de ir vender o que conseguimos com o carro dos caras e das coisas deles.
Eu e Zefinha, vamos levar esta bonequinha para o nosso barraco. Ela ficará morando com nos duas.
Martinha já estava a quatro dias aprisionada no casebre de Sapatão e Zefinha. As duas mulatas lésbicas, estavam eufóricas por terem em suas mãos uma garotinha branquela e bem novinha.
Ela estava muito machucada pelo estupro coletivo que sofrera e sua cabecinha totalmente entregue à um mundo de trevas. Não estava podendo assimilar o acontecia com ela nestes dias. Dominada por uma apatia enorme, não conseguia nem mais protestar. Passava os dias chorando e chamando por sua mãe.
As mulheres trataram como podiam os ferimentos do corpo de Marta, mas da mente nada podiam fazer.
Resolveram então, a encher de drogas. Daí para a frente, Martinha estava quase sempre drogada e assim permaneceu durante todo o tempo que ficou sob o domínio delas.
Totalmente dependente das drogas e da pratica sexo lésbico com as duas mulatonas, que não passavam um único dia sem a ter na cama delas.
Um mês depois, Martinha não era nem sobra da menina. Sem poder sair do casebre e sendo obrigada a fazer a comida e lavar as roupas das duas mulheres, implorando por uma picada ou um cigarro de maconha. Não passava de uma escrava das duas mulheres.
Até que um dia, Três Dedos, o poderoso chefão da comunidade, ficou sabendo que Maria Sapatão e Zefinha, estavam com uma garota branca no barraco. Sem demora, fez uma visita surpresa até lá e quando botou o olho em Martinha, exclamou assustado:
- Minha nossa! Esta é a garota que tudo mundo está à procura! Toda a polícia está atrás dela, tanto a estadual como a federal. Vocês duas já ficara muito tempo com ela... e agora eu a quero para mim e vou levá-la comigo.
Sapatão e Zefinha, bufando de raiva, por perderem a sua princesinha, nem pensaram em protestar, pois com Três Dedos não se brinca e costumas matar qualquer um que se atreva a enfrentá-lo.
Agora Martinha tinha mudado de dono e a coisa para ela piorou muito. Três Dedos não a queria dependente e cortou todo o fornecimento de drogas para ela, apesar dela implorar por isso. Ele ordenou paras as duas meninotas que trabalhavam para ele, que manteve Marta trancada no quarto, apesar dos seus gritos e pedidos por drogas.
Alguns dias depois, Três Dedos foi até Martinha e conversou com ela, expondo para a garota, o porquê dela está ali na sua casa.
- Garota, eu sempre tive tara por ter uma mulher branca na minha cama, não estas putas que encontro a todo momento nos puteiros da cidade, mas uma garotinha como você. Sei que você comeu o pão que o diabo amassou nestes dois últimos meses. Mas eu lhe prometo, aqui em casa serás bem tratada e sua única função é ser a minha mulher, a qualquer hora que eu estiver com tesao.
Marta, apesar das drogas que prejudicavam seu raciocínio, chorou muito e implorou que ele a libertasse.
- Senhor, peço pelo amor de Deus que me deixe ir embora. Sou filha única e minha mãe deve estar desesperada com o meu sumiço. Tenho só 16 anos e tenho toda uma vida pela frente. Tenha pena de mim. Nem namorado eu tinha antes disso tudo aconteceu comigo!
- Garota, esqueça a tua vida passada. Nestes últimos tempos você foi fodida por muitos caras e fez muito sexo lésbico com a Sapatão e com a mulher dela e foi muito maltratada por todos. Eu a libertei destes sofrimentos. Mas em troca a quero na minha cama. Esqueça esse negócio de voltar para a tua casa, isso nunca acontecerá.
Naquela mesma noite, Três Dedos a fez sua mulher. Ele era um negro enorme, com quase dois metros de altura e forte como um touro e quando Martinha o viu nu, pronto para a possuir, ficou apavorada.
O membro dele, gigantesco, grosso e cumprido a iria arrebentar toda por dentro. Marta era pequena, tinha apenas 1,52 e apesar de não ser mais virgem e de ser sido estuprada por três homens, nenhum dos violadores tinha o pau tão grande como o dele.
Em pânico, tentou correr porta a fora, mas ele a pegou e a levou para a cama e nu, se deitou por cima do corpinho da jovem.
- Não tenha medo de mim, eu serei bem carinhoso e vou bem lentamente, pois sei que sou muito grande para a tua bucetinha.
Presa com o enorme peso dele por cima, Marta sentia roçar da cabeçorra em toda a extensão de sua rachinha, indo desde o buraquinho do cú até o clitóris.
Toda vez que passava bem no centro, ela suspendia a respiração, imaginando que ele forçaria a entrada, mas não, Três Dedos, continua a mexer sua cintura, apenas lambendo o interior dos grandes lábios.
Martinha foi se sentindo toda molhada e gostando daquela brincadeira e ele pacientemente, continuou até que, excitada ao extremo, ela abriu o quanto pode as coxas e ele a foi penetrando, muito lentamente.
Sentiu aquela monstruosidade ir invadindo suas carnes, que se abriam para o receber. Deu um gritinho de dor, abafado pelos enormes lábios dele, que quase engoliam os seus.
Os movimentos dele foram se tornando mais rápidos, num entra e sai cadenciado e os gemidos de dor de Martinha, foram sendo substituídos por gemidos de prazer.
Quando ele explodiu dentro dela, Martinha teve ao mesmo tempo um descontrolado orgasmo, tão intenso que quase chegou a ficar sem sentido. A quantidade de porra que sentiu a encher por completo, a fez ter em segundo outro orgasmo.
Quando ele saiu de dentro dela, sentiu um enorme vazio, parecia que estava com a vagina toda arrombada. Exausta, adormeceu com Três Dedos a segurando por trás, com o membro mole, sujando o seu rabinho dos restos de esperma.
Desta noite em diante, ele a fodia sempre, e Martinha invariavelmente era levada a ter loucos orgasmos. Este passou a ser o seu único vício, ser fodia pelo enorme negro.
Com o passar das semanas, uma coisa terrível aconteceu. A pequena Martinha, se apaixonou loucamente pelo seu sequestrador, um cara quase duas vezes maior do que ela.
Não era amor o que ela sentia por ele, era apenas paixão, desejo pelo sexo louco que praticavam.
Quando Três Dedos pediu para foder o seu cuzinho. Ela pensou em recusar, com medo do enorme cacete dele; mas sabia que não adiantaria negar, pois ele não aceitava um não como resposta.
Mesmo berrando de dor, ele fez sexo anal nela e isso passou ser rotina.
Sete meses depois de ter sumido de casa, Martinha não era nem a sombra da menina inocente e tímida de antes. Agora viciada em sexo, era a "esposa" do chefão da maior comunidade da cidade. Vivendo na luxuosa casa dele, na parte mais alto do morro. Lá ela tinha tudo o que queria, roupas caras, joias e perfumes, com acesso à televisão e tudo o mais que o dinheiro do traficante podia comprar. Só uma coisa ela não podia fazer, sair da casa.
Aos poucos ela foi percebendo que na verdade era apenas uma escrava dele, uma escrava do sexo. Era só ele chegar em casa e trepar com ela, a penetrando pela frente ou por trás, não se importando se Martinha estava disposta ou não e até esporar na boca da infeliz, ele fez.
Algumas semanas depois, quando ele estava fazendo um ganho, lá no centro da cidade, Maria Sapatão e Zefinha apareceram de surpresa e invadiram a casa. As duas mocinhas que moravam lá como ajudantes, tentaram impedir, mas foram logo postas fora de combate, com bordoadas nas cabeças.
Martinha tentou correr para o quarto e se trancar lá, mas não teve tempo e foi logo agarrada pelas mulatas. - Minha queridinha, a gente veio te libertar das mãos deste doido, vamos te levar lá para casa e fazermos muito amor você.
- Assustada e com muito medo, Marta gritou com elas: - Tratem de sair daqui imediatamente, prefiro mil vezes fazer sexo com Três Dedos do que ser lambida por duas ordinárias como vocês. Eu não me esqueci que foram vocês que me amarraram na árvore e deixaram que três nojentos me violentassem, tirando minha virgindade.... Eu as odeio do fundo do meu coração!
Espumando de raiva, Maria Sapatão, com a ajuda de Zefinha, passou a surrar a frágil moça. - Puta ordinária, se você prefere o caralho de Três Dedos, do ir com a gente, saiba que não terás a pica dele por muito tempo. Nós o deduramos à polícia e hoje à noite este lugar será invadido por um verdadeiro batalhão de policiais.
Você vai ficar aqui, mas ante de irmos embora, vamos te encher de drogas e chupar esta bucetinha pela última vez.
Martinha sentia as línguas das duas delatoras, lambendo sua buceta e o cu, mas sob o efeito das drogas que elas lhe deram, estavam tão mole que nada podia fazer. Depois satisfeitas, as duas mulatas moeram Marta de pancadas usando pedaços de madeira. Só pararam quando a viram caída no chão do quarto, nua e sangrando por todo o corpo.
Quando estavam descendo as escadas, viram surpresas, Três Dedos e alguns dos seus homens na sala, socorrendo as duas mocinhas, caídos no chão.
Apavoradas tentaram voltar, correndo escada acima, mas foram atingidas por disparos certeiros e rolaram, já sem vida, escada abaixo.
Três Dedos, subiu a escada correndo e foi até o seu quarto, onde encontrou Marta, desmaiada com múltiplos ferimentos por todo o corpo.
Ele a pegou no colo, pensando em prestar algum tipo de socorro para a sua "mulher", mas no pé da escada, percebeu quando tudo virou um inferno. Sua casa estava sendo invadida pela polícia. Seus homens tomados de surpresas reagiram com as armas em punho. Rápido ele saca sua pistola e mesmo com Marta nos seus braços, descarregou a arma nos homens lá embaixo.
Ele foi atingido umas cinco ou seis vezes e rolou escada abaixo com Marta em seus braços. Tinha chegado ao fim o reinado de Três Dedos e da maior parte do seu bando.

A mídia deu enorme destaque, não tanto ao desmantelamento da quadrilha de um perigoso traficante e de seu bando, mas ao resgate da jovem estudante, que fora sequestrada pelo bando e ficou prisioneira do chefe do dando, um meliante conhecido como Três Dedos, por quase nove meses. A mocinha foi estuprada e drogada pelo traficante durante todo este período. Infelizmente ao ser surpreendido pela polícia, onde mantinha a jovem sequestrada, ele tentou matá-la, lhe dando dois tiros e a jogando da escada.
O boletim médico, emitido esta manhã, informou que o estado de saúde da mocinha, era desesperador e que havia bem poucas esperanças dela sobreviver aos ferimentos recebidos.

Na verdade, Martinha fora atingida por dois disparos dos próprios policiais, quando atiraram em Três Dedos e ele rolo com ela pela escada, mas isso os homens nunca confessariam.
O drama de Martinha, comoveu todos, principalmente sua família, amigos e colegas de escola; principalmente a três destes. Abelardo, Miguel e Afonso.
Ha nove meses, no aniversário de Eduarda, Abelardo lá na festa tentou abusar dela e nesta mesa noite sumiu e só apareceu agora. Abelardo estava muito arrependido e com muita pena da garotinha. Rezava para que ela sobrevivesse aos ferimentos.
Já Miguel e Afonso, sabiam perfeitamente que os dois foram os responsáveis diretos pelo sequestro da colega. Eles a drogaram e a levaram para aquele lugar deserto e tentaram a violentar, foi quando o bando apareceu, os surrou e levaram com eles a colega.
Covardes e com medos das consequências, não deram parte do sequestro de Martinha e só agora ela apareceu. Estavam mortos de medo, pois se ela escapasse da morte, com certeza iria denunciar os dois.
Até Vanessa, se sentia culpada, pois na festa não tomou conta da amiga, sabendo que ela era muito bobinha e que poderia cair na conversa de qualquer gavião. Só não atinava como pode ela sumir da festa e ser levada por um bando de bandidos.
Martinha, para a felicidade de sua mãe e dos seus amigos, dois meses depois, conseguiu sair do coma e estava fora de perigo.
Tinha vaga lembranças que estava na festa e que queria ir embora para sua casa, mas depois disso não se lembrava de mais nada. Só acordando na casa do bandido, onde sofrera muito abusos sexuais e estava quase todo o tempo drogada.
Esta foi a versão que contou para a polícia e para todos, mas na verdade ela se lembrava de muita coisa. De Abelardo que tentou a violentar em plena festa, de Miguel e Afonso que a levaram para um lugar qualquer, a deixaram nua e fizeram muitas coisas com ela, só não a estuprando porque foram assaltados pelo bando de Maria Sapatão.
Tinha plena conhecimento das muitas horas que ficou amarrada na floresta, sendo estuprada por todo o bando da mulher. Do quase um mês e dias que ficou no barraco das duas lésbicas, que a levaram para o mundo delas e que fora obrigada até a chupar as bucetas delas.
Tudo isso ela não teve coragem de revelar, principalmente dos meses em que passou na casa de Três Dedos e que ele a fez de amante por todo este tempo e que ela gostou de fazer sexo com o enorme negrão.
Jamais poderia falar, que gostou quando ele fazia sexo anal nela e que algumas vezes chegou a mamar a enorme cabeça do pau do Três Dedos e que adorou fazer isso.
No seu aniversário de 17 anos, sua mãe, para comemorar sua volta para casa, "sã e salva" organizou uma grande festa de boas-vindas.
Todos os seus amigos e colegas estavam lá, inclusive sua grande amiga Vanessa e para sua enorme surpresa, também Abelardo, Miguel e Afonso.
Eles tinham tomado conhecimento da versão do depoimento de Martinha à polícia, afirmando que não se lembrava de nada do que tinha acontecido.
Marta, adorou a recepção, mas estava louca para ter umas conversas em particular com os três rapazes. Durante a festa no play de seu prédio, chegou a dançar com os três, ocasião em que pediu os telefones deles, pois queria bater um papinho com eles.
- Como está você Matinha? - Agora eu estou bem…mas posso lhe fazer uma pergunta, Abelardo? - É lógico que sim!
- Você ainda quer me foder? - Minha nossa... o que é isso Matinha? Sim, eu a quero anda mais. - Então, cara... arrume um lugar bem sossegado para a gente fazer sexo... vou lhe ensinar muitas coisas que aprendi com Três Dedos.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2015 17:55

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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