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O Caldeirão do Diabo

O caldeirão do diabo

Eram 22:30 horas e Ana, de 16 anos, estava saindo do cursinho para se encontrar com seu namorado. Tipo "mignon", com apenas 1,55 de altura, dona de extraordinária beleza, com um corpo perfeitamente harmonizado com sua altura. Bunda, seios e coxas, que deixavam os homens "babando". Ana é uma jovem inteligente e feliz. Sendo a mais jovem dos irmãos, três rapazes e duas moças, que a paparicam o tempo todo. É uma jovem muito comportada e apesar de toda a sua beleza, Ernesto é o seu primeiro namorado.
Ele, com 20 anos, também estuda à noite, numa faculdade, perto do cursinho de Ana e por isso mesmo, ele sempre a leva para casa, substituindo um dos irmãos, que antes a vinham buscar. O rapaz tem um comportamento assanhado, e sempre, quando a leva para casa, quer passar dos limites. Mas Aninha só lhe permite uns beijinhos e umas passadas de mãos nos seios, nada mais.
Nesta noite, em especial, Ernesto, cansado das recusas de Ana, está disposto a passar dos limites imposto pela namorada. Em vez de a levar para casa, como sempre fazia, estaciona seu carro, numa pracinha, perto da residência da jovem. Lá, Aninha se deixa beijar e ter os seios apalpados por ele.
Excitada, sente quando a blusa é aberta e o sutiã baixado até cintura. A boca ávida do namorado, chupa os mamilos de Ana, que pela primeira vez o deixa fazer isso. Ela está nas nuvens, nunca pensou que fosse tão gostoso ter os seios" mamados". Bem que suas amigas, lhe diziam que era delicioso.
Mas quando Ernesto, empolgado, sente que Aninha está gostando da coisa, leva a mão, num gesto rápido, até a bucetinha, tentando colocar os dedos dentro da calcinha, Ana acorda de sua empolgação e fecha as coxas e tenta tirar a mão. Mas ele, excitado ao extremo, a beija com ardor e consegue apalpar a vagina, por baixo da calcinha. Quando ela sente os dedos atrevidos, querendo forçar o acesso, assustada faz muita força para o impedir. Porém Ernesto, sentindo entre os dedos, o calor e a umidade da xoxotinha de sua amada, a segura com força. Em pânico, a jovenzinha, se sente tocada em três frentes.
A língua dele, toda dentro da boca de Ana, suga a sua saliva com voracidade, a mão direita massageia os seios, com os mamilos rolando entre os dedos e a mão esquerda, espalmada passeia em toda a extensão da vagina. Com o peso dele, praticamente inclinado sobre ela, percebe que sua resistência vai diminuindo, pois mesmo não querendo, vai ficando toda mole nos braços do namorado. Alguns minutos depois, Ana percebe que está sem a blusa e o sutiã e a saia junto com a calcinha, arriadas na altura dos joelhos.
Ana, excitada ao máximo, não tem mais como resistir aos arroubos do seu namorado, mas quando ele, já sem as calças, se deita sobre ela, com o pênis já roçando sua xoxotinha, a pequena virgem entra em pânico e dá uma violenta mordida nos lábios dele. Com a dor, ele a solta e ela sai do veículo, assustada com o atrevimento do rapaz. Apesar dos pedidos de desculpas de Ernesto e súplicas para que ela volte para o carro, Ana está tão furiosa com ele, que o manda "a merda" e diz que ele pode ir embora, pois ela vai para casa sozinha. Sabe que é só atravessar a pequena pracinha e do outro lado da avenida está o prédio onde mora.
Sem esperar por mais nada, ela sai rápido e entra na pracinha, são pouco mais de oitenta metros, e estará em casa. Recolocando suas roupas e soluçando de tanta raiva, nem percebe quando o homem, vindo por trás, lhe aplica uma forte paulada na cabeça.
Ana acorda se sentindo muito atordoada, a princípio não sabe o que aconteceu, mas lentamente, vai tendo ciência e leva a mão à cabeça, onde um fino filete de sangue escorre para a testa, tingindo de vermelho os loiros cabelos. Então tem lembrança que alguém a atingiu com algo e caída no chão, antes de apagar, percebeu um vulto se inclinar sobre ela.
Está caída em um piso de cimento, muito frio, num recinto muito abafado e pouco iluminado. Está vestida, mas sem um dos sapatos. Com muita dificuldade, consegue ficar sentada e procura em volta sua mochila e o outro par do sapato, não os encontra. A pancada na cabeça foi muito forte e ela tenta ficar em pé, mas cambaleando, se deixa cair de joelhos.
Ana tenta manter a calma, sempre foi capaz de analisar com frieza qualquer situação. O sujeito que a atacou, não estava presente. Ela sabia que fora sequestrada, mas quais os motivos! Para pedir resgate? Achava que não, pois sua passagem pela pracinha, fora por puro acaso. O atacante estava lá, e quando a viu sozinha, resolveu ataca-la. Ana ficou muito assustada.... E se ele fosse um estuprador! Mas então, porque ainda não fora violentada?
Muitas horas depois, com o dia raiando, Ana já tinha pesquisado todo o recinto onde estava presa; era um pequeno cômodo de alvenaria, sem nenhuma janela, apenas com uma porta, sem nenhum móvel. Uma pequena lâmpada no teto era a única coisa a quebrar a monotonia do lugar. Sentada no frio piso, com o coração quase saindo pela boca, a jovenzinha, tomada pelo medo, não sabia o que esperar.
Ana não tinha como saber, mas a sorte foi cruel com ela. Quem a sequestrou foi um fugitivo do manicômio judicial, um sádico psicopata, que sem rumo, o destino quis ela caísse nas mãos dele, um assassino, portador de instinto sadomasoquista e perversão sexual sem limites. O monstro já tinha sequestrado e assassinado noves mulheres, quase sempre jovens e bonitas, que habitualmente violentava e torturava, com requintes de extrema crueldade.
A inocente menina estava destinada a ser a sua décima vítima. O destino a estava jogando dentro de um autêntico caldeirão do diabo, para lhe fechar todo um mundo de luz e lhe trazer os mais terríveis e atrozes sofrimentos, que uma pessoa pode suportar.
Bráulio, o monstro, não estava preparado para receber àquela linda garota, que praticamente lhe caiu nas mãos. Ele estava escondido na pracinha, sem saber o que fazer. Tinha fugido do manicômio judicial há poucas horas. Viu o carro dos namorados estacionado e logo pensou em os assaltar, necessitava de um veículo para sair da cidade. Surpreso, viu quando a jovem saiu do carro, brigando com o namorado. Esperou ela passar, praticamente ao seu lado e com o seu instinto de predador, pegou um pedaço de pau e a "abateu". A sorte estava com ele, nesta noite, pois o namorado saiu do carro e a seguiu a alguns metros atrás.
Quando Ernesto viu Ana caída na grama, levou um tremendo susto e correu até ela, mas quando se inclinou para socorrer a namorada, levou uma tremenda paulada, que lhe causou um profundo ferimento na cabeça. Bráulio, retirou, da carteira do rapaz, todo o dinheiro dele e fez o mesmo com a bolsa de Ana. Era pouca grana, mas melhor do que nada. Levou Ana nos ombros, para o carro de Ernesto e partiu em grande velocidade, saindo da cidade.
Rodou muitas horas, indo para um dos seus esconderijos, que a polícia não tinha descoberto, a mais de 600 quilômetros, noutra cidade. Trancou Ana, na pequena saleta, ao lado da sua antiga "sala de tortura" e saiu, em busca de utensílios e equipamentos diversos, que lhe permitissem "brincar" com àquela linda mocinha. Depois de tantos anos enjaulado, se sentia extremamente excitado, só em pensar nos prazeres que aquela garotinha lhe daria.
Já era quase noite, quando Ana, alarmada, viu o seu sequestrador entrar na saleta. O pavor a dominou por inteiro, pois o cara era muito grande e irradiava maldade por todos os poros. Ele trazia muitas caixas e pacotes, que deixou num canto e foi até Ana.
- Como é minha jovem? Você está com muito medo? Eu sei que a deixei sozinha por muito tempo, mas é que eu tinha de dar um jeito de trazer este material todo, para que pudesse me divertir com você. Você está com fome ou sede? Que bom! Eu gosto de ver minhas garotinhas implorando por um pouco de água ou comida. Aposto como tu nunca passou fome! Agora irás sentir este gostinho, pois vou te deixar na "seca" por uns bons dias.
Ana, ao ouvir ele falar estas coisas, entrou em pânico.
-Meu Deus! O cara é um louco completo e ele falou em dias! Ajude-me, Senhor! Não podia acreditar que aquilo estava acontecendo com ela.
Bráulio levou tudo o que trouxe com ele, para o cômodo e pediu para Ana.
- Venha me ajudar a tirar estes brinquedos das caixas e pacotes, pois afinal quem vai usar tudo isso será você.
Ela não entendeu muito bem o que ele queria dizer com aquilo e continuou encolhidinha no seu canto.
Bráulio, calmamente, abriu um dos pacotes e retirou um chicote, com cabo rígido de couro e com umas dez tiras, também de couro.
- Mulher, quando e lhe der uma ordem, você tem de obedecer imediatamente. Você vai ser chicoteada, só para saber que quem manda, aqui sou eu. Você me pertence e não tem mais vontade própria. Você é minha escrava vai ser surrada só para aprender!
Ana sentiu um frio na espinha, quando ele lhe acertou a primeira chibatada, gritou de dor. Uma outra pancada bem nas suas costas fez com que ela pulasse e gritasse, pega de surpresa.
-Aaaiiiii! Outro golpe inesperado, na barriga e mais outro e mais outro. Foram dez chibatadas, por todo o corpinho da garota. Berrava em desespero e corria de um lado para outro, enquanto era surrada cruelmente.
Bráulio, enquanto batia em Ana, tinha no rosto uma expressão de enorme prazer e murmurava:
- Nossa! Como é delicioso, ouvir depois de tantos anos, os gritos de dor e desespero de uma mulher sendo surrava
- Não, por favor! Por favor... Não me bata mais, pelo o amor de deus, ...por favor não! Eu não aguento!
-Minha garotinha, fique firme.... Só mais umas pancadinhas...até eu gozar. Já estou quase lá!
Ele cessou de chicotear Ana, quando dando um berro, agarrou com as duas mãos o pênis, enquanto ejaculava, manchando sua calça com o seu sêmen.
Ana, caída no piso, gemia de dor, com o corpinho todo dolorido, mesmo por cima de suas roupas, sabia que estava toda marcada. Não atinava que pudesse existir no mundo, gente tão malvada, aponto de sentir prazer em surrar outra pessoa.
-Menina, você foi estupenda ao ser espancada.... Seus berros e gemidos de dor me fizeram gozar como a muito tempo não fazia. Só por isso, você está dispensada de me ajudar, fique no teu cantinho, curtindo as chibatadas recebidas.
Cerca de duas horas depois, Aninha estava no quarto em que seria torturada, era um local grande 5X6 m, com uma mesa no centro, e outras peças espalhados por todo canto. Bráulio saiu e a deixou fechada.
- Minha gostosinha, eu vou tomar um banho e trocar de roupa. Você me fez esporrar na calça.
Nem uma hora depois ele retornou e a avisou:
- Mocinha, está na hora da gente começar a brincadeira de verdade. - Por favor...tire a roupa! Você tem de ficar peladona, para tudo ficar mais engraçado!
Ana a princípio pareceu não entender o que ele queria. Mas, irritado, voltou a ordenar:
- Mulher! Eu estou mandando você ficar nuazinha em pelo. Será que você é tão idiota, que não entende uma ordem! Será que você quer ser surrada de novo?
Ana, apesar das ameaças, se recusou a tirar as roupas, o seu pudor foi maior que o medo que sentia dele:
- Eu não vou tirar minha roupa, não posso fazer uma coisa destas....
Não chegou a terminar frase, pois recebeu um forte tapa na face direita, que a derrubou no chão. Ele a levantou pelos cabelos e lhe aplicou um soco, na boca do estomago, que a deixou sem fôlego.
Ele continuou a bater na pobrezinha, era uma saraivada de tapas e socos sem escolher lugar para bater.
- Menina, você vai tirar a roupa para mim ou eu não paro de a castigar. Já avisei que aqui em minha casa, você não tem vontade, você vai ter de aprender isso, na base da porrada.
Gritando desesperada de dor, Ana implorou:
- Por favor... Não me bata mais...eu tiro as roupas, mas pelo amor de deus, pare de me bater.
Mas ele continuou a estapear a garota, até ela, apavorada com crueldade e a violência do homem, desabar ao chão, gemendo.
- Não, por favor, não! Não, por favor...aaaiiiii! Aaaiiiii! Aaaiiiii! Eu já disse que tiro as roupas.
- Acho que você está aprendendo a me obedecer, garota! Comece logo a tirar esta merda de paninhos, eu a quero ver nuazinha.
Chorando e gemendo, Aninha, com os olhos esbugalhados de pavor, tirou a blusa e a saía, ficando só de sutiã e calcinha.
- Tire tudo! Eu quero ver tua bucetinha!
Com as mãos, tentando tapar seu sexo e os seios, tremia de medo e de vergonha. Nunca, antes, alguém a vira despida.
Bráulio ficou muito tempo apreciando o corpinho da jovem, olhando guloso suas partes íntimas.
- Nossa! Que sorte a minha, ter a minha disposição uma garotinha com um corpinho de deusa! - Tire as mãos da buceta e do peito, eu quero ver tudo bem direitinho.
Ana, acovardada, obedeceu. O monstro ficou rodeando a aterrorizada garota.
- Não sei o que é mais gostoso em você, se a buceta, os seios ou a bunda. E pensar que sou o dono de tudo isso!
- Garota, vou lhe fazer algumas perguntas e quero respostas para todas elas.
- Qual é o teu nome? Ana…Que nome bonito! Qual a tua idade? Dezesseis aninhos! Esta tua bucetinha linda, já teve algum caralho dentro dela? Aninha, baixou os olhos e respondeu bem baixinho, que não.
Que coisa de louco! Uma bonequinha bem novinha, gostosa demais e ainda por cima virgem! Vou me fartar de tanto gozar em você, minha deusa.
Ana, quase que em estado de choque, sabia que estava em poder de um louco sádico e que seria estuprada por ele. Pedia a Deus, que alguém a viesse salvar das mãos daquele maluco.
- Ana, fique sentada neste banco, enquanto eu coloco algumas coisas em você.
Já sem ânimo para nada, ficou olhando Bráulio colocar largas tornozeleiras de couro, nos dois tornozelos e fazendo os mesmo com os pulsos, com pulseiras igualmente de couro.
- Aninha, minha princesa, você vai ficar presa, de ponta cabeça, naquelas roldanas lá do teto, está vendo? Teus bracinhos nos ganchos no piso. Eu sei que será muito incomodo para você, para mim será demasiadamente delicioso.
Bráulio prendeu Ana, com as coxas bem abertas e igualmente os seus braços. A deixando ficar com a cabeça a um palmo do chão.
Você vai ficar neta posição por muito tempo. Teus braços e pernas estão bem esticados, com bastante torsão nas tiras de couro, para melhorar um pouco as coisas, vou dar umas voltas nas engrenagens que prendem os teus tornozelos.
As tiras de couro que a prendiam ao teto, iam terminar numa pequena engrenagem dentada, pregada na parede. Sadicamente, ele movimentou uma alavanca. Ana gritou de dor quando suas pernas foram sendo tracionadas, com as tiras de couro abrindo suas pernas ao máximo que podia tolerar, pois as roldanas presas ao teto, estavam bem distantes, uma da outra.
Ele saiu da sala, a deixando gemendo de dor, com braços e pernas parecendo que seriam arrancados do seu corpo. Pendurada de cabeça para baixo, nua e toda aberta, expondo suas partes íntimas, Ana tinha a impressão que iria morrer ali, naquela posição aviltante. Não sabe quanto tempo ficou ali, mas calculou toda uma noite. Quando ele voltou, ela já não sentia as pernas e braços, totalmente dormentes.
- Como é Ana, está gostando de fiar pendurada de cabeça para baixo?
Ela apenas respondeu com um grunhido e uma suplica, para que ele a tirasse dali.
- Não garotinha, eu não a vou soltar agora! Quero antes dar uma examinada nesta tua bucetinha tão linda e neste cuzinho rosadinho.
Ana queria morrer, quando ele, metendo os dedos na sua vagina, separou os grandes lábios e deu um sopro bem forte lá dentro.
Você está bem seca minha querida, agora vamos ver esse cuzinho. Que coisa mais linda, bem fechadinho...nem sei como você consegue cagar por este buraquinho tão delicado. Mais tarde vamos dar um jeito nisso, umedecer essa bucetinha e alargar este teu cuzinho.
O sádico soltou as pernas de Ana e depois os seus braços. Como uma boneca de pano, ela ficou estirada no piso, com os membros dormentes. Não conseguia se mover e por muitas horas ficou deitada de costas, na mesma posição. A mente confusa, não lhe permitia coordenar os pensamentos, parecendo que seu cérebro, também estava "fora de órbita". Não sabe quanto tempo ficou "apagada", pouco a pouco voltou a sentir seu corpo, suas pernas e braços. Tudo nela doía, parecia que tinha passado por uma máquina de moer carne.
Junto com a dor, sentia muita sede e fome. Conseguiu se arrastar até uma poltrona, mas não teve forças para erguer o corpo e ficou encostada nela. Entrando e saindo numa espécie de torpor, nem percebeu quando seu verdugo chegou. Ele a levantou do chão e a colocou numa cadeira ou poltrona, Ana não soube distinguir.
- Vamos garota, está na hora de você me dar mais divertimento!
Na verdade, Bráulio colocou a moça sentada numa rudimentar imitação de cadeira ginecológica, até com apoio porta coxas e calcanhar e com sistema de regulagem. Tornou-se óbvio entender quais eram as intenções do maligno indivíduo. Ele posicionou as coxas e os calcanhares de Ana nos respectivos suportes e depois, usando tiras de couro, a amarrou à cadeira, pelo pescoço, cintura, coxas e tornozelos. Ana, mesmo completamente imobilizada, se sentia mais confortável do nas intermináveis horas em que ficou amarrada de ponta cabeça, com braços e pernas quase sendo arrancados do corpo.
Ana sabia que estava totalmente exposta aos olhos dele, mas uma espécie de resignação a envolveu, pois o que ela mais temia era ser surrada por ele, já estava muito machucada e não queria apanhar mais. Coitadinha da menina, não sabia que todo o seu sofrimento, não era nada, se comparado com o que ele lhe tinha reservado.
A maldade e a crueldade dele não tinham limites. Fica alucinado de prazer, ao ver suas vítimas sofrer em suas mãos, tanto física como mentalmente. Os gritos e berros de dor delas, eram elixir aos seus ouvidos. Sua tara e sadismo eram de tal monta, que adorava dizer às mulheres, tudo o que ia fazer com elas, principalmente quando as avisava que elas seriam assassinadas por ele, cortadas em pedacinhos ou então, queimadas vivas. Para a jovem e deliciosa Ana, ele já tinha maquinado o modo que a iria matar.
Ana estava destinada a ficar presa à cadeira, sendo espancada e estuprada por ele diariamente, sem receber nenhum tipo de alimento, até morrer por inanição. Mas ele, desta vez, preferiu não falar à Ana. Queria ver quando ela descobria que estava condenada à morte e qual seria a sua reação.
Bráulio, usando a manivela do sistema de regulagem, começou a afastar os suportes das coxas de tal maneira que Ana sentiu dor muito intensa, com o estiramento do músculo interna da coxa e da virilha (músculo grácil). A dor foi muito intensa e a pobrezinha gritou de dor.
O animal, ao ouvir Ana berrar de dor, se sentiu tão eufórico que deu mais uma volta na manivela, rompendo mais alguns músculos das coxas da garota. Não suportando tanta dor, Ana desmaiou, sob um gargalhar diabólico do sádico indivíduo. Minutos depois, quando acordou, com o rompimento de alguns músculos, a dor que estava sentindo era tão grande, que não conseguia parar de gemer. Aborrecido com os gemidos, Bráulio resolveu aplicar em Ana, uma alta dose de morfina.
Bastante grogue, percebeu o alivio das dores e ficou com os olhos fechados, só os abrindo quando o tarado, lhe aplicou um tapa no rosto. Ficou olhando para ele e debilmente perguntou: -Porque você está fazendo isso comigo? Eu não aguento mais de tanto dor!
- Você é uma completa idiota, garota! Será que ainda não percebeu que eu fico fascinado a fazendo sentir dor? Que eu tenho enorme prazer ao ver você gritar e berrar em desespero
- Meu Deus do Céu! Você é totalmente doido!
- Sou mesmo, querida; fiquei internado por oito longos anos, sem poder me divertir com vocês, mulheres. Mas logo na minha primeira noite de liberdade, tive a tremenda sorte de a encontrar. Me desculpe querida, mas vou descontar em você, todos os anos que fiquei reprimido.
- Meu Deus! Quero morrer!
- Você vai morrer sim, garota. Mas não porque você deseja e sim porque eu quero matar você. E não meta Deus nos meus assuntos.... Aqui quem manda é o meu amigo, o diabo... nos expulsamos este teu amigo daqui. Aliás, ele está me dando uma ideia. Você vai morrer, disso não tenho dúvidas, mas vou deixar você escolher como morreras. Se de fome e sede ou de pancada. Não tens outra opção; podes escolher a duas alternativas.
- Vamos logo garota! Faça a tua escolha!
- Eu quero viver, animal dos infernos!
- Aninha querida...está alternativa não existe para você, meu amor! Você tem de escolher como isso se dará.
- Não me mate... Por Deus não me mate... quero viver!
- Já que não queres fazer a escolha, eu faço por você, minha garotinha linda.
- Vou te surrar até estraçalhar este corpinho lindo. Quero ouvir você berrar de dor e implorar por piedade. Nos intervalos das porradas, vou te foder muito, arrombar esta bucetinha linda e este cuzinho apertadinho.
- Depois vou enterrar o que sobrar de você, num buraco ali nos fundos da casa.
- Me diga querida, está gostando do maravilhoso fim que preparei para você? Não é uma gloria ter um fim tão lindo como este?
- Já que resolvi que não vou te matar de fome e sede, vou lhe trazer algo para comer e beber; pois você já está a mais de três em jejum absoluto.
Bráulio saiu e voltou pouco depois, trazendo um copo de água e um pedaço de pão.
- Olhe para isso, querida! A fartura que eu estou lhe oferecendo! Sou bem bonzinho, não achas?
Ana, mesmo com todo o terror que invadia a sua pobre cabecinha, arregalou os olhos quando viu a água e o pão.
Minha querida, agora que está alimentada, vamos dar uma olhadinha nesta bucetinha e neste buraquinho rosado.
O abatimento físico e moral de Ana era tanto, que nem se importou quando o viu trazer um banco de madeira e se sentar bem pertinho de suas coxas escancaradas. Com o rosto a um palmo de sua virgem vagina, ele se deliciava, olhando a xoxotinha gordinha e com os grandes lábios separados, devido ao afastamento absurdo das coxas da garota.
Quando ele começou a chupar e a lamber a buceta, Ana gritou em pânico, pois era a única coisa que podia fazer, totalmente imobilizada como estava. Por quase uma hora, ele não parou de introduzir a boca e a língua na sua grutinha e no cu. Só parando para descansar e logo recomeçava. Não contente em somente lamber e chupar, ele lhe dava violentas mordidas.
Logo depois, em substituição à boca, foi um dedo daquele animal que invadiu sua vagina, minutos depois, os dedos estavam enterrados do cuzinho, até então virgem.
Ana, está na hora de tua bocetinha conhecer um caralho de verdade. Pena que ele será o único que a penetrará. Ele posicionou o seu pênis na entrada da vagina e Ana gritou de dor, parecia que um ferro em brasa a estava queimando por dentro,
Com movimentos violentos ele enterrou todo o membro. Ana sempre imaginou que perderia sua virgindade, num ato de amor e carinho, mas agora estava acontecendo o contrário, um pesadelo indescritível, estava sendo invadida por um animal, num ato de pura loucura e sadismo.
O pênis do louco assassino desaparecia dentro da vagina de Ana, se mantendo dentro dela por longos e sádicos minutos, sentindo o calor do seu corpo. Mesmo com aquele pênis pulsando dentro de sua vagina, Ana só sentia medo e horror, nada mais.
Ele inicia os movimentos grosseiros dentro do corpo da jovem, com respiração rápida, saboreando sadicamente cada instante. Sentindo enorme prazer em a estuprar, com ela sabendo que seria morta à pancada, em pouco tempo.
Ana não se importava com mais nada, sabia que seria morta, longe de sua família e amigos e que nem um enterro decente teria. Mesmo com muita dor, no corpo e na alma, nem gritar e chorar, conseguia mais.
Ana não se desespera ao sentir aquele pênis duro arregaçando seu ânus, tocando nos seus intestinos e os músculos de seu reto se contraindo, tornando a sodomia mais dolorosa. Mas a pior dor que sente é em sua alma. Ele tira seu pênis do ânus de Ana e volta a invadir a buceta
Mas Ana, tem mais medo das pancadas prometidas e tão logo ele sai de dentro dela, vem o primeiro e dolorido golpe. Bráulio usa uma palmatória rígida de couro, com três dedos de largura. Ele a atinge, com violência na testa da vagina. Os golpes a seguir foram cada vez mais fortes, distribuídos igualmente por todo o corpo de Ana, que foi ficando marcado com manchas vermelhas, nas coxas, na vagina, na barriga seios e rosto.
Com o passar dos minutos, os golpes foram ficando cada vez mais fortes, mas Ana não tem mais o poder se sentir dor e apenas estremece a cada golpe recebido, não chorando e gemendo mais. Bráulio fica furioso e da palmatoria agora se utiliza de um longo chicote, com bolinhas de metal nas muitas pontas, usando cada vez mais força,
Só que ao contrário do que ele esperava, Ana continua sem lhe dar o prazer supremo, de berrar de dor e implorar que cessasse de lhe espancar. Bráulio não podia acreditar, que aquela frágil meninota, pudesse resistir a tamanho castigo e cada vez mais frustrado, continua a lhe bater ainda mais forte, espumando, possesso de ódio pela menina não lhe proporcionar o tão desejado orgasmo.
Três horas depois, exausto ele olha o corpo desfalecido de Ana, que não passa de uma posta de sangue, desde a cabeça aos pés. Bráulio nunca vira coisa igual, a infeliz sabia que estava morrendo a chicotadas, mas mesmo assim, não deu um grito sequer, nem um gemido. Ficou apenas olhando para ele com aqueles lindos olhos azuis, antes que algumas chicotadas os transformassem numa massa disforme.
O sádico psicopata e assassino de mulheres, não estava satisfeito com a sua décima vítima, teria de arrumar uma outra, sem demora. Mas antes trataria de dar fim ao corpinho de Ana. Pelos pés ele arrastou o cadáver ainda quente da jovem e o colocou num buraco, bem fundo, previamente preparou e o encobriu com a terra preta do local, rolando uma enorme pedra para cima da cova. Pronto moça, com você já terminei. Esta noite vamos até a cidade à caça de outra jovem, só espero que seja tão bonita e jovem como você.
Infelizmente, este foi o cruel destino de Ana, uma menina na flor da idade, aparentemente abandonada por Deus, que a deixou cair no caldeirão do diabo.
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Dona Lurdes estava muito preocupada, já passava das 24 horas e Aninha, não chegava do cursinho. Isto não era normal, pois ela saiu do curso às 22,30, mesmo parando no caminho, para namorar um pouco com Ernesto, deveria chegar em casa antes das 23,30 e agora já era quase o1 hora. Para Ana, isso não era normal.
Elizabete, a irmã mais velha de Ana, acordada, compartilhava da apreensão de sua mãe, e o mais preocupante era que os celulares de Ana e de Ernesto davam sinas de chamada, mais ninguém atendia. Resolveram ligar para o cursinho e para a casa de Ernesto. O curso, a esta hora da madrugada, já estava fechado e os pais de Ernesto estavam igualmente preocupado.
Toda a turma saiu a campo, em busca do casal de namorados. Já perto das 3 horas, dois colegas de Ernesto, atravessando a pracinha, caminho natural deles, deram de cara com o amigo caído, sangrando com um grande ferimento na cabeça. Pouco adiante a mochila e um sapato. De Ana e do carro do rapaz nem sinal. Ernesto foi levado para o hospital do bairro e ficou internado, estava gravemente ferido, com fratura craniana e em estado de coma profundo.
Nos dias seguintes, enquanto Ernesto lutava contra a morte, apesar das intensas buscas, nem sinal de Ana. Vinte dias depois, um grupo de montanhistas, encontrou um carro acidentado, num fundo de penhasco. O veículo estava totalmente destruído, pois despencou de uma altura enorme. Dentro do carro, foi encontrado o corpo de um homem, totalmente mutilado e uma mochila e um pé de sapatos de mulher. Os documentos dentro da bolsa, identificou que pertenciam a uma estudante da cidade vizinha, que desapareceu misteriosamente na semana passada.
O carro acidentado era de propriedade do namorado da moça. Com esta descoberta, se intensificou a busca pela jovem, nesta região, todos com esperanças renovadas de a encontrar. Mas três dias depois, com a identificação do cadáver encontrado no carro, as esperanças de encontrar Ana com vida, desapareceu por completo.
O homem foi identificado como o fugitivo do manicômio judicial, um sádico psicopata, um serial killer, que assassinou e massacrou nove mulheres, portador de instinto sadomasoquista e perversão sexual. Agora, só restava encontrar o cadáver da mocinha, se isso fosse possível.
Uma semana depois, uma alegre família, pai, mãe e duas filhas, retornando para casa, depois de uns dias no campo, se surpreenderam ao ver uma jovem, caminhando bem no meio da estrada. Mesmo com o senhor Paulo buzinando bastante, a jovem parecia não ouvir e continuou a caminhar lentamente, sem ao menos se virar, com as "piscadelas" dos faróis.
Paulo diminuiu bastante a velocidade, quase parando intrigado, fez um desvio para passar ao lado da mocinha, que nem olhou para o carro, passando ao seu lado. Poucos metros adiante, as filhas do casal pediram para ele parar o carro. - Papai, ela é bem jovem e está vestida decentemente... não me parece que está drogada ou bêbada... achamos que ela necessita de nossa ajuda. As mocinhas desceram do carro e foram até a jovem, que continuava a caminhar, parecendo não as ver.
As duas pararam na sua frente, impedindo que continuasse a caminhar. Ficariam surpresas com o que viram. Uma linda moça loira, não devendo ter mais de quinze anos, que apesar de não aparentar ter ferimentos, as olhava com um olhar perdido.
- Quem é você, garota? O que está fazendo aqui, a está hora da noite?
- Não sei... acho que estou perdida!
- Você está machucada? Está fazendo muito frio e você com esta blusinha fina, não está com frio?
- Não... eu estou bem... estou bem confortável.
- Qual é o teu nome e onde moras?
- Não sei onde eu moro e nem o meu nome!
- Coitadinha... vamos levá-la no nosso carro... ela não se lembra de nada, nem do seu próprio nome!
Duas horas depois, na casa da família do senhor Paulo, com todos em sua volta, lhe fazendo mil perguntas, intrigados com ela, pois a moça era bem jovenzinha e muito bonita. Não tinha nenhum ferimento aparente e estava vestindo roupinhas limpas e sem nenhum rasgão, mas estava descalça e o mais estranho, apesar de caminhar sem sapatos ou sandálias pelo áspero asfalto, seus pés estavam íntegros e limpos.
- O que vamos fazer com ela, Paulo? - Isto é um completo mistério, Margarida, e muito estranho! - Amanhã vamos resolver o que fazer, agora a leve para dormir com as meninas.
No dia seguinte, toda a família estava reunida na copa, para o café da manhã, com a bela e jovem "andarilha" os acompanhando. Todos admirados a observavam, pois ela, muito gentil, deu um alegre bom-dia, irradiando simpatia e alegria. Quando iniciaram a lhe fazer mil perguntas a seu respeito, ela ficou muito séria e pareceu estar muito triste.
- Eu tento me lembrar do meu nome, da minha família, da minha vida, mas não tenho lembrança de nada, nem da minha idade. Parece que nasci, ontem lá na estrada...antes disso, esta tudo em branco.
Antes de saírem da mesa, Angelina, a diarista da casa, chegou, bem-humorada como sempre, saudando a família. - Deixe que eu tiro a mesa dona Margarida.
- Hoje nós temos uma convidada muito especial à mesa, Angelina! Esta linda mocinha.
Quando a gorda e simpática Angelina, olhou para a jovem, deu um grito e deixou cair algumas louças, que estava levando para a cozinha.
- Meu Deus do Céu! Ana!!!!... É você mesmo? Que Deus seja louvado!
- Ana... este é o nome dela! Você a conhece? - É lógico que sim, dona Angelina... eu faço faxina para dona Lurdes, a mãe de Ana a muito tempo! - Todos a imaginavam morta. Ela desapareceu misteriosamente, há uns trinta dias e ninguém sabia do que tinha acontecido!
- Nossa! Estamos a par desta tragédia, a mídia não para de falar sobre isso. Você tem certeza que é ela mesmo, Angelina?
- Tenho sim, dona Margarida.... Que ver só: - Aninha querida, sou eu, a tua Angel…. Úeee! O que está acontecendo com ela? Fica me olhando com esta carinha séria!
- Não adianta, Angelina, ela não se lembra de nada. - Você tem o telefone da casa dela?
- Tenho sim, eles moram lá no centro e a mãe dela é Lurdes.
- Vou telefonar para ela... não, mamãe, vamos fazer melhor do que isso; levaremos Ana para a casa dela. Quero curtir a cara de felicidades deles, quando verem a filha sumida.
Naquele sábado, dona Lurdes, o marido e os cinco filhos, à mesa, almoçando, todos muito triste, pois desde que a caçulinha da casa desapareceu, a alegria sumiu daquele lar. Quando tocaram à porta, Elizabete foi atender.
- Bom dia senhorita, meu nome é Lurdes e este é o meu marido Paulo e estas as minhas duas filhas, você não nos conhece, mas deve conhece esta menina aqui.
Quando Elizabete viu a menina, que Lurdes indicava, deu um grito tão alto, que deve ter escoado por toda a vizinhança.
- Ana!!!…Ana... Ana...minha irmãzinha querida! O abraço que ela deu em Aninha quase a sufocou e chorando muito, chamou aos berros, pela mãe. Mas todos já estavam se atropelado, chegando assustados pelo "escândalo" de Elizabete.
Formou-se na varanda da casa, um reboliço tremendo, com pai, mãe e os cinco irmãos, todos, rindo e chorando ao mesmo tempo, querendo abraçar a filha e irmã, que como Fênix, ressurgiu das cinzas.
Lurdes, Paulo e as duas meninas a tudo assistiam, irradiando felicidade, por terem dado tanto alegria àquela família. A varanda da casa era grande, mas tornou-se pequena com a "algazarra" ali formada.
Ana, aturdida com tudo aquilo, se deixava abraçar e beijar, mas sem compreender o porquê de tudo aquilo.
- Minha filhinha querida... Pedi tanto a Deus, que você voltasse para a gente e Ele me atendeu!
Mas todos ficaram olhando para Aninha, perplexos, quando ela indagou para dona Lurdes: - A senhora é minha mãe? Vocês são meus parentes?
Ana ficou internada numa clínica particular por uma semana inteira. Lá foi verificado que a garota estava com uma excelente saúde física, sem nenhuma sequela em consequência do seu sequestro. Ao contrário, os exames atestaram, uma extraordinária condição física e agudeza mental, bem acima do normal. O único senão, era que Aninha, não tinha nenhuma lembrança de sua "existência" antes do seu rapto. Para ela, tudo teve início, no momento que foi encontrada vagando pela estrada.
Quando voltou para casa, uma grande recepção a esperava. Toda a sua família, amigos e colegas receberam a "nova Aninha" de braços abertos.
- Que bom estar rodeada de gente tão simpática e que me amam. Por mais que me esforce, não consigo me lembrar desta família tão linda, mas isso não importa, pois sinto em meu peito, muito carinho e amor por todos vocês. Abraçou e beijou os seus pais e irmãos e aos demais, só se esquivando de um rapaz, Ernesto, que em um canto a observava em silêncio.
Os pedidos a Deus de uma mãe chorosa, foram atendidos. Só Ele tem este poder, mais ninguém. Ele tirou aninha do caldeirão do diabo e a trouxe para os seus braços.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2015 18:22

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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