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O Excêntrico Doutor Robert M. C. Riam

O Excêntrico Doutor Robert M. C. Riam


Meu nome é Roberto, tenho 59 anos, solteiro por convicção. Vivo sozinho, bem afastado do centro da cidade. Não gosto de ter vizinhos por perto, por isso minha casa é bem isolada e cercada por altos muros. Sou proprietário e diretor médico de uma clínica há mais de 30 anos. Tenho fama de ser um excelente ortopedista, procurado por uma clientela muito grande.
Apesar de bem-sucedido na vida e de ser considerado um homem muito simpático e charmoso, nunca consegui me relacionar com mulheres para viver comigo por muito tempo. Tudo por culpa minha, pois tenho um estranho modo de fazer sexo, que afasta a maioria delas.
Minha tara é que minhas eventuais parceiras, façam sexo oral, deixando para segundo plano a penetração vaginal e anal, que na maioria das vezes dispenso. Mas com o passar dos anos, eu me tornei mais exigente. Agora só quero que mulheres bem jovens, sejam minhas parceiras de cama.
Nestes dois últimos anos, consegui, a peso de muita grana, ter relações com apenas quatro mocinhas que aceitaram ir para um motel e chupar o meu caralho. Fiquei enojado, pois depois de gozar nas suas bocas, três delas, disseram que por mais dinheiro, deixavam eu comer o cú. Não era isso que eu queria, colegiais putinhas, que vendem seus corpos por dinheiro.
Parei de levar putinhas amadoras para a cama e com isso fiquei na "seca" por muito tempo. Por isso estava super desejoso de encontrar uma garotinha que me chupasse, sem exigir mais nada de mim e, isso estava se tornando cada vez mais difícil.
Estava tão "taradão", que não podia ver uma menina, que não a imaginasse a me chupar. Isso se tornou uma obsessão de tal monta, que quando dona Marta, uma antiga paciente, foi a minha clínica, com muitas dores no joelho direito, levando as suas duas filhas, fiquei de boca aberta, vendo as duas meninas.
Viúva com 36 anos, ruiva, um pouco sardenta, mas de rara beleza, parecia que tinha transmitido o DNA para as suas meninas. Corpo cheio, com bundas e seios sendo o seu ponto forte. Mulher de poucos estudos, vivia com a pensão do marido, para criar suas meninas. Logo a imaginei em minha cama, mamando o meu caralho.
Mas logo o meu olhar guloso se voltou para as mocinhas. Mary, a mais nova, com apenas 14 anos, parecia um anjinho ruivo, com uma carinha de boneca, vestindo uma sainha bem curta, deixando mais da metade de suas coxas de fora, mas o que me tirou do sério, foi sua irmã mais velha, Marina, uma deliciosa jovenzinha com apernas 16 aninhos, vestindo uma saia tão curta como a da irmã. Uma verdadeira ninfa, muito mais gostosa do que a irmã. Mas o que me deixou realmente alucinado, foi a sua boquinha, com lábios carnudos, bem delineados, tal como eu gosto para uma chupeta bem-feita, pois desta arte, eu sou mestre.
Deste este momento, decidi que Marina, seria a escolhida para sugar o meu caralho. Fiz um diagnóstico não muito correto do joelho de dona Marta, a informando que seria necessário ela comparecer duas vezes por semana à clínica, para o tratamento do seu joelho.
- Doutor Riam, isso não será possível, eu não tenho plano de saúde e sua consulta é muito para a minha bolsa!
Senhora Marta, eu quero continuar a cuidar do seu joelho. É um caso muito interessante e quero aplicar uma nova técnica, neste tipo de lesão. Se a senhora permitir, eu farei todo o tratamento sem lhe custar um tostão. A simplória mulher me agradeceu muito, só faltando me beijar os pés.
Pronto, estava dado o primeiro passo para manter aquela linda bonequinha ao meu alcance, apesar de não saber como agir daqui para frente. Nos dois meses seguintes, Marta compareceu religiosamente à minha clínica, trazendo ora uma ora outra de suas filhas e algumas vezes as duas juntas.
Fomos estabelecendo uma espécie de amizade e eu a cativava cada vez mais, de tal modo que Marta, me confidenciou muitas coisas de sua família. Que era viúva, que moravas sozinha com as duas filhas. Eu a felicitei por ser tão valente, cuidando de duas meninas, tão novinhas e que na idade delas, deviam lhe dar muito trabalho.
- Que nada doutor Riam, as duas são comportadas e muito obedientes, são uns anjinhos em casa e se amam muito. - Mas a Marina já é uma mocinha, com a sua beleza, deve namorar muito! - Que nada doutor! Ela nunca teve um namorado e só pensar em estudar.
O segundo passo estava dado, conquistar a amizade e a confiança da mãe e em consequências das duas meninas. Agora era preciso conhecer a toca, onde a minha caça se escondia e, para isso, estabeleci todo um roteiro. Fiz com que o joelho de Marta piorasse, de tal modo que na semana seguinte ela não pudesse sair de casa, com o joelho doendo muito.
- Dona Marta, eu fecho a clínica às 17 horas. Antes de ir para casa, vou dar uma passada na tua residência, para ver porque o teu joelho piorou de uma hora para outra.
Pronto, agora eu estava dentro da toca, conhecendo tudo lá dentro. Examinei o joelho de Marta e lhe fiz uma aplicação, pedindo que por uns dias ela não o forçasse, evitando sair de casa. Eu viria a sua casa, duas vezes por semana, no fim do expediente na clínica.
Nas semanas seguintes, passei a ser íntimo da casa e até jantava lá e algumas vezes ficava assistindo televisão com as três até tarde da noite e quando ia embora, recebia beijinhos carinhosos da mãe e das filhas.
Para mim foi muito fácil, traçar o perfil psicológico das três. Marta, moça do interior, com quase nenhum estudo, veio morar e trabalhar na cidade grande, fugindo da miséria de sua cidadezinha do interior. Com apenas 17 nos foi trabalhar como doméstica de um gerente de banco, 30 anos mais velho, que morava sozinho. Em menos de 3 meses, ele a fez sua amante e ficaram nesta situação até que ela deu à luz para Marina e no ano seguinte estavam casados. Quando a filha já estava com 8 anos, Marta ficou viúva. Passando a criar as duas filhas, com o seu jeito simples e singelo de gente do interior.
Por estas razões, Marina e Mary eram mocinhas ingênuas e inocentes, cultivando os valores morais da mãe. Fixou bem claro, que as três seriam presas fáceis, para um caçador ardiloso como eu; era só ter paciência.
Fiquei tão íntimo da família, que as meninas já me chamavam de tio, pois eu, com os meus cabelos brancos, e 43 anos a mais do que Marina, agia como se fosse tio delas.
Com tal grau de confiança, quando me despedia de Marina, o objeto dos meus desejos, sempre a abraçava pela cintura, lhe dando alguns beijinhos no rosto. Porem sempre que meus lábios se aproximavam dos seus, ela sempre virara o rostinho, evitando o contato, que julgava ser acidental e afastando sua cintura da minha quando sentia o me volume entre suas pernas.
Já com sua irmãzinha, as coisas eram mais fáceis, pois quando eu a abraçava, ela não se afastava, ao contrário, se grudava mais a mim e me olhava com um arzinho de safada, de criança moleca: - Boa noite, titio querido.
Isto estava se eternizando e eu já não me aguentava mais, vendo aquela boquinha deliciosa à poucos centímetros da minha e, sem coragem de forçar a barra, para não assustar a caça. Eu andava tão excitado que resolvi partir para a ignorância.
Convidei as três, para passarem o fim de semana em minha casa, pois lá eu tinha uma ótima piscina, onde as meninas poderiam se divertir bastante. Na sexta-feira, depois do expediente, levei as três para a minha casa.
Marta, Marina e Mary, não se continham de tanta alegria em visitarem a minha casa. Eu sabia que tanta a mãe como as duas filhas me adoravam. Marta por se ver tão próxima de um coroa, rico e simpático, que se importava tanto com ela e com suas filhas e as garotas, talvez por me verem como o pai que não tinham.
O certo é que eu tinha resolvido, primeiro pegar a mãe e depois partir para cima de Marina e depois, quem sabe, a sua irmã. Para tanto aloquei cada uma em quartos separados. As meninas em quartos no primeiro piso e Marta, no segundo piso ao lado da minha suíte.
Depois de um laudo jantar, que encomendei especialmente para esta noite, regado a um ótimo vinho, deglutido por mim e por Marta, fomos jogar carta e depois assistir televisão. Só depois da meia-noite, as meninas se recolheram para seus quartos e eu fiquei sozinho com Marta, vendo televisão e com um copo de vinho nas mãos.
No sofá, me aproximei dela e fiquei a encarando. Marta desviou os olhos da TV e sem graça, olhando para o chão: - porque está me encarando deste modo, Riam? Eu fui direto no assunto, para a desarmar por completo, pois sabia que ela tinha uma queda por mim. Mulher jovem, a tanto tempo sem fazer sexo, devia estar a ponto de bala, só necessitando de um pequeno empurrão
- Sabe o que é Marta? Eu a muito tempo, tenho enorme desejo por você, com vontade de fazer sexo louco, sem limites. Marta apenas me olhou, parecendo estar perplexa, mas sem dizer nada. Eu nem lhe dei tempo para pensar, fui logo a abraçando e lhes tascando um beijo de língua bem intenso.
Nem foi necessário mais nada, Marta logo de saída se entregou por completo e me deixou beijar seu pescoço e seios. Ficamos ali por ais um bom tempo, nos amassos e bebendo vinho. Para o que eu queria, era necessária que ela estivesse bem alegrinha.
Quando a levei para o meu quarto, Marta parecia estar muito ansiosa e bastante excitada. A coloquei deitada na cama e bem lentamente fui tirando suas roupas. Marta nem abriu os olhos e seu corpo tremia de tão nervosa, comprovando o que eu já tinha intuído. Marta não fazia sexo a muito tempo, talvez desde que seu marido morreu, anos atrás.
Eu tinha de despertar na viúva gostosa, um tesão muito grande, mas não a levando ao ápice, modo que ela ficasse submissa a mim. Separei bastante suas coxas e fiquei sentado ao seu lado, apenas olhando a bucetona escondida por pelos ruivos. Marta segurava os lenções com força, na expectativa de uma iniciativa minha. Mas eu nada fiz e quando ela abriu os olhos, como que numa interrogação, eu apenas lhe pedi:
Não feche os olhos querida, apenas fique olhando o meu caralho, que dentro em pouco será seu. Fiquei em pé na cama, com as pernas em cada lado de seu corpo e sacodi o pênis, duro como pedra, para que visse o tamanho da minha ferramenta.
Marta ficou olhando para o meu bichão, com olhos arregalados, enquanto eu ia descendo o corpo sobre o dela. Já quase sentado sobre sua barriga, virei meu corpo e levei minha cabeça até o meio de suas coxas. - Marta, antes de entrar na tua buceta, vou te lamber bastante. Quando enfiei a língua na vagina cheirosa dela, Marta deu um longo suspiro e abriu ainda mais as coxas.
Me posicionei de tal modo sobre ela, que meu pau ficou a poucos centímetros de seu rosto. Com a cabeça no meio de minhas coxas, não tinha jeito dela desviar o rosto. Continuei a mamar a vagina, passeando com a língua desde o clitóris até o buraquinho do cú, onde a lambia com volúpia.
Eu ouvia os gemidos de prazer de Marta e aos poucos fui descendo minha cintura sobre ela e fechando minhas coxas e ela não pode fugir do contato da cabeça do pau em seus lábios cerrados. Quando eu passei a chupar o seu clitóris com força, ele gemeu alto e entreabriu os lábios. Foi o suficiente para que eu colocasse metade do membro em sua boca.
Agora eu a chupava com volúpia enquanto a "fodia" pela boca, com momentos de entra e sai.
Que coisa mais louca, depois de tanto tempo, eu tinha novamente, uma boca de mulher a me chupar. Não resisti a isto, rapidamente a fiz gozar e me virei sobre seu corpo e sentei sobre seus seios.
Querida, eu a fiz gozar a chupando, agora é a minha fez de gozar com você me chupando. Praticamente quase sentado sobre seu rosto eu a segurava pelos cabelos e movimentava seu rosto de encontro ao meu pênis, fazendo o pau entrar e sair da boquinha deliciosa.
Marta não podia fazer nada, bem segura por mim, a não ser deixar eu a foder pela boca. Não era uma chupeta verdadeira, pois de olhos fechados, ela apenas ficava de boca aberta, sentindo eu entrar e sair, entre seus lábios. Dez minutos depois, quando depositei em sua boca uma quantidade enorme de porra, bem fundo em sua garanta, tirei o bichão, que foi sujar o seu pescoço com os restinhos de espermas. Marta virou o rosto de lado e cuspiu no travesseiro o que sobrou de porra.
Marta, continuava a com cabeça entre minhas coxas e minha bunda sobre seus seios, apenas ficou me olhando e exclamou: - Meu Deus! O que foi isso Riam? Eu nunca fiz coisa igual...que nojo! Engolir tua porra! Por favor, saia de cima de mim!
- Não vou sair querida... você vai ver como é gostoso ser fodida pela boca! Antes que ela pudesse falar mais alguma coisa voltei a colocar o pau em sua boca e a segurar pelos.
No amanhã seguinte, as meninas, por volta das dez horas, não encontrando a mãe, foram até o quarto dela e não a vendo, resolveram ir até o quarto do "tio" indagar pela mãe. De propósito, ele não tinha fechado a porta do quarto, a deixando só encostada.
Do boca aberta, Mary e Marina, viram Marta, nua, com Robert, também nu, a abraçando por trás. Ambos dormiam a sono solto.
Mary, correu rápido descendo as escadas, chocada com a cena da mãe nos braços do "tio" Robert, mas Marina, ficou como que hipnotizada vendo a mãe nos braços de Robert.
Não sabendo como, foi lentamente se aproximando da cama, vendo bem de pertinho, Robert "engatado" na mãe. Nunca em sua vida, vira o corpo nu de um homem e agora ali estava ele; o cara que ela tanto gostava, fazendo sexo com sua mãe.
Como um passarinho atraído pela cobra, Marina foi se aproximando cada vez mais do casal que dormia abraçados e ficou apreciando o corpo musculoso e cabeludo do "tio". Quando percebeu, Robert estava de olhos abertos a olhando. Fez menção de falar qualquer coisa, assustada, mas Robert lhe fez um sinal de silêncio, levando um dedo ao seu próprio lábio, num sinal de pedido de silencio.
Estática, viu quando ele se afastar da mãe, se levantar e veio até ela, imobilizada, seus olhos desceram e se fixaram no enorme pênis dele. - Deus do céu! Que coisa enorme o tio tinha entre as pernas. Marina sempre pensou que o pênis do tio seria grande, pois por muitas vezes, quando ele a abraçava bem apertada, sentia o seu volume entre suas coxas e por muitas noites, sozinha em seu quarto, se sentia excitada por isso.
Quando Robert a segurou pelo braço e lhe falou quase ao pé do ouvido...venha querida, não queremos que sua mãe acorde. Marina, como um robô o seguiu, indo em direção ao quarto de Marta, ao lado.
Lá, ele fechou a porta e ainda a segurando pelo braço. - Querida menina, eu peço mil desculpas por ter dormido com sua mãe.... Mas a coisa aconteceu quase que automaticamente, sem a gente nem saber como. Marina não conseguia desviar o olhar do pênis de Robert, que continuava duro como um tronco. E quando ele a abraçou, ela que vestia uma camisolinha bem curta, sentiu entre as coxas todo o enorme volume, se assustou, saindo do seu "transe" e tentou sair do quarto, mas Robert a segurou e a impediu de sair.
- Meu anjinho, não tenha medo de mim... eu não vou lhe fazer nenhum mal! - Por favor tio... o senhor fez sexo com mamãe e agora quer fazer comigo! - De maneira nenhuma Marina, eu sei que você é uma menina virgem.... Apenas quero lhe fazer uns carinhos, apenas isso.
Enquanto falava, Robert a vou levando para a cama e tirou a sua camisolinha, a deixando nua sobre a cama. Com medo dele, quer se levantar e sair, mas ao mesmo tempo, uma coisa dentro dela, fazia com que seus protestos, não fossem tão veementes como deveriam ser. Ele a empurrou de volta à cama, e sem forçar muito e Marina, deitada de costas na cama, não mais tentou se levantar.
Marina ficou apenas repetindo e repetindo: Não faça isso tio.... Não faça isso tio... não faça isso tio...favor...não... não…não. E seus protestos foram diminuindo de intensidade, com Robert chupando os seus mamilos, deitado sobre ela. Em questão de minutos, ficou quietinha, com ele beijando e lambendo cada pedacinho de seu corpo. Ele, sádico, parou de a lamber e a vendo totalmente entregue, lhe falou, ao mesmo tempo que enfiava língua em seu ouvido. - Está vendo meu amor...como é gostoso as carícias do titio? Está gostando? Está gostando? Marina, quase sem voz, respirando com dificuldade, respondeu: - Gostoso tio, muito gostoso…não pare, não pare.
Parar! Isso é o que ele não faria nunca! Ao contrário, a sentindo totalmente entregue, ele caprichou nas lambidas e chupadas em cada pedacinho e buraquinho da virgem menina, que não conseguia parar de gemer, sendo sacudida por violentos orgasmos; coisa nunca sentida antes.
Robert, a vendo praticamente entorpecida de tanto gozar, fez com ela o que tinha feito à noite com a mãe. Quando Marina se deu conta, já estava com o pau dele todo enterrado em sua boca.
Esperneou, arranhou suas pernas que prendiam sua cabeça entre elas, mas nada adiantou. Robert a segurando pelo pescoço, grunhia como um porco, enquanto fazia seu caralho entrar e sair da boca de Marina. - Meu Deus! Que delícia! Finalmente eu tenho tua boquinha de anjo em meu caralho... como sonhei com isso....
Durante mais de uma hora, o excêntrico doutor Robert Riam, não parou de fazer sexo oral na garota, a fazendo deposito de esperma. Aprisionada entre as pernas dele, Marina não tinha como o evitar e aterrorizada, engolia tudo o que saia dele. Quando Robert a liberou, a garota, aos tropeções, correu para o banheiro da suíte e inclinada no vaso sanitário, vomitou tudo o que podia e o que não podia. Chorando muito, entrou no box e por mais de 15 minutos ficou embaixo do chuveiro, soluçando como um bebe, sentadinha no piso do box.
Depois de uma eternidade, saiu do banheiro e procurou a sua camisolinha, jogada sobre a cama, com as duas alças arrebentadas, parcialmente encoberta pelo corpo nu de Robert. Com o rosto marcado de tanto chorar e com boca e garganta doloridas, pela absurda invasão do pênis dele. Pediu a ele que lhe entregasse a camisola. Quando estendeu o braço para pegar a peça, Robert a segurou pela mão e a trouxe até ele.
Marina assustada, tentou sair dele, mas Robert a abraçou por trás e com as duas mãos repousadas sobre os belos seios da garota, tentava a consolar, a sua maneira.
Marina, minha menina...porque tanta tragédia por eu ter feito sexo oral em você? Isto é a coisa mais natural do mundo. Todas as mulheres que fodem comigo fazem isso. - Tio eu não sou nenhuma mulher que fode com você e você me pegou a força.... Eu não queria. Você fez sexo com mamãe e aposto que com ela você não fez esta coisa nojenta.
Fiz sim, meu anjinho. E foi a tua mamãe que pediu para me chupar e ela adorou beber o meu leitinho. É como lhe disse, todas chupam o pau de seus parceiros e gostam de fazer.
-Não acredito, é mentira tua. Mamãe não faria uma coisa desta! Se não acredita em mim, vá até ela e lhe pergunte. - Está maluco, não posso fazer tal pergunta, não vou lhe faltar com o respeito.
Mary, chorando chocada com o que viu la no quarto de Robert, ficou muitas horas perambulando pelos enormes jardins que cercavam a residência, Marta continuava dormindo, exausta, pois não tinha dormido quase nada durante à noite, fazendo sexo com Robert. Nunca antes tinha feito sexo oral, no entanto, nesta noite pela primeira vez na vida, fez um 69 que quase a matou de tanto gozar.
Marina, subjugada por Robert, não tinha como resistir a ele e, nua no quarto da mãe, tinha seu corpo lambido e chupado em todos os seus virgens recantos. Gemendo de tanto tesão, se entregava de corpo e alma ao "tio". Mesmo depois de tudo que ele lhe fez.
Robert fez a linda virgem ser levada a "milhões" de orgasmos, mas não a penetrou, pela vagina e nem pela bunda. Isso seria para depois, por hoje ele se sentia satisfeito, à noite com a mãe e pela manhã com a filha. Agora só falta a pequena Mary. Mas isso seria para o futuro.
No domingo, voltando para casa, Marta não podia esquecer os momentos de loucuras nos braços de Robert, só queria que suas filhas não tomassem conhecimento do ocorrido. Marina, totalmente apaixonada por Robert, queria esconder da mãe e da irmã, as horas de loucuras nos braços dele. Somente não entendia o porquê ele não a ter desvirginado. Mary, pediu a Marina segredo sobre o que viram, pois não queria embaraçar a mãe.
E assim, todos felizes e satisfeitos, voltavam para casa. O excêntrico doutor Robert M. C. Riam, nunca mais necessitou procurar jovens para o chupar, pois agora tinha três mulheres que faziam isso com paixão, Marta, a mãe, Marina a filha mais velha Mary, a mais novinha e a mais safadinha, que gostava de lhe dar pequenas mordidas enquanto o chupava como uma taradinha.
FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2015 17:17

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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