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O FOTÓGRAFO SÁDICO


CAPÍTULO I

Meu nome é Marcel, tenho quarenta e dois anos e tenho uma família bem numerosa, a quem amo muito, mas por vários motivos, moro em outra cidade. Meus pais, já bastante idosos, vivem numa pequena cidade, onde eu nasci e me criei, mas depois que cresci, parti em busca de melhores condições de trabalho. Minhas tias, Márcia e Helena, casadas e com filhos já adolescentes residem em outra cidade.
A última vez que visitei meus pais foi há seis meses, logo depois que consegui fugir do presídio onde estava cumprindo pena de vinte e dois anos. Lógico que meu pessoal não sabe que passei os últimos oito anos na cadeia. Todos pensam que sou um aventureiro que percorre o mundo de máquina em punho, fotografando as belezas naturais e que ganho a vida com isso.
Na verdade, fiz isso por algum tempo, mas o que me fascina não é as paisagens naturais e monumentos e sim a beleza do corpo feminino. Acho que não existe no mundo algo não apaixonante como uma linda jovem despida, exibindo toda a sua exuberância em cada pedacinho de seu corpinho nu. Tenho comigo, mesmo depois de ficar tanto tempo preso, muitas dezenas de fotografias de jovens que posaram para minhas lentes.
O que interrompeu minha carreira de fotógrafo de nu feminino, foi que me descuidei e não guardei como devia, um envelope com algumas fotos de jovens nuas. Eram as últimas fotografadas e eu pretendia fazer alguns retoques, para somente depois colocar nos álbuns. O que me fodeu foi que três das quatros jovens, estavam amarradas, penduradas pelos pulsos, com olhos vendados e com marcas em todos os corpos, provenientes de muitas chicotadas. A quarta jovem estava presa à cama, com um console enfiado na vagina e outro no ânus. O seu nome era Regina, tinha 16 anos e eu a peguei quando saía da escola. Dela eu tirei quase três dúzias de fotos de cada detalhe da bucetinha e do cuzinho preenchidos com os membros de silicone e do lindo rostinho de menina, estampando o horror e a dor que a dominava. Acho que este foi um dos meus melhores trabalhos, mas foi também o que me condenou há vinte e dois anos de prisão em regime fechado.
Agora, voltei a ser moreno e deixei crescer a barda e uso óculos e com a identidade falsa, voltei a trabalhar, agora tomando mais cuidado, para não ser pego novamente. Cito como exemplo, a garotinha que está lá no meu porão. Eu a peguei, quando já estava quase chegando em sua casa. Desde o primeiro dia que botei os olhos nela, resolvi que seria a minha primeira modelo, depois que fugi da cadeia. Linda de morrer, com cabelos pretos e um rostinho de anjo. Depois que a peguei, pude olhar sua mochila da escola e descobri que tinha apenas dezesseis aninhos e que se chamava Marcia.
Não foi muito fácil a raptar, gastei alguns dias estudando o seu trajeto da escola para casa e decidi que o melhor lugar para a agarrar seria a uns cem metros de sua casa, onde um recuo entre dois prédios, deixava um beco de poucos metros de largura, escuro e cheio de lixo. Levei para lá, na calada da noite, um saco de lona e estacionei meu carro do outro lado da rua.
No dia seguinte, vinte e trinta horas, pontual como sempre, a jovem está quase passando pelo beco e eu estava me preparando para a pegar, quando vejo alguns rapazes e moças vindo em sentindo contrário. Eles a encontram a menos de dez metros do beco e ficam batendo papo por um bom tempo. Todos seguem os seus caminhos, menos um dos rapazes que a acompanha. Posso escutar o que falam. - Marcinha, porque você é tão durona? Eu não fiz nada de mais a não ser lhe dar uns beijinhos! - Não seja sonso Breno, você meteu a mão por debaixo de minha saia e queria tocar na minha xoxotinha e, isso eu não deixo. - Você é muito metida a besta, Aninha! - E você é um safado, eu não quero nada mais com você. Sou uma moça séria e não uma das piranhas com quem costumas namorar.
O tal garotão, ficou com raiva, a xingou e foi embora. Ela ficou parada o olhando se afastar e bem alto o mandou ir a merda. Agora ela estava a menos de três metros do beco e achei que era a hora de agarrar.
Foi tudo bem rápido, vestindo um capuz preto a agarrei por trás, com a mão enluvada tapando sua boca, enquanto com a outra mão, lhe aplicava um fortíssimo entorpecente. Ela lutou como uma leoa, esperneou e eu a segurei firme pelo pescoço e continuei a tapar sua boca. Perdi o equilíbrio e cai, no piso sujo, mas não a soltei e apertei ainda mais meu braço em sua garganta. Não podia permitir que gritasse por socorro e acho que excedi na força, pois ela desmaiou antes mesmo do entorpecente fazer efeito.
Pensei que a tinha enforcado, mas logo vi que não, ela ainda respirava. Então tratei de a no saco de lona. Levei um tremendo susto, quando vi o tal ex-namoradinho dela, passar pelo beco, indo em direção a casa da mocinha. Provavelmente querendo fazer as pazes com ela. Se ele pedisse aos pais para falar com ela, estava tudo perdido. Mas ainda bem que ele ficou parado, indeciso na porta, e depois foi embora.
Tive de espera muito tempo, até poder levar o saco para o outro lado da rua, onde estava o meu carro, pois a todo momento a rua tinha movimento. Fiquei escondido no beco até as 23:30 horas, quando a rua ficou deserta e aproveitei este tempo para examinar a bucetinha de Marcia e atestar que ela realmente era virgem.
Foi assim, que consegui trazer a garotinha para o meu porão. Depois de a examinar, percebi que fora a garganta estar avermelhada, nada demais lhe tinha acontecido. Eu voltei a lhe dar um outro sonífero, tirei toda a sua roupa e fiquei maravilhado com o que vi. Marcia tem um corpo e um rostinho maravilhosos, só que me parecia não gostar de se raspar, pois a vagina tem uma vasta "cabeleira" de pelos pretos e as axilas também. Não gostei de ter capturado uma cabeludinha, mas com um pouco de trabalho ela ficará pronta para posar para as minhas fotos, tão logo tenha em mãos tudo o que preciso.
Algumas horas depois, quando voltei ao porão, vestindo uma máscara preta, que cobre todo o meu rosto, ela me olhava apavorada. Estava amarrada a uma bancada de madeira, com braços e pernas bem separados. - Marcia, minha querida, não tenha medo, eu a prendi desta maneira porque quero tirar algumas fotos de você pelada e se eu pedisse, você não ia deixar, não é mesmo?
- Vamos fazer o seguinte, você será a minha modelo por algum tempo... depois eu a soltarei e estará tudo acabado. Primeiro vamos preparar você, para a fazer parecer ser não uma, mas três ou quatro modelos diferentes.
Com ela tentando emitir algum som através da mordaça de bola colocada em sua boca, comecei por depilar a cabeluda bucetinha, que comprovei com o dedo, estar super seca. Agora querida, vamos raspar suas axilas, pois não é nada bonito uma jovem tão linda como você, ter pelos sob os braços.
Trinta minutos depois, eu a tinha pronta para a minha máquina. Agora Marcia era uma loira, com uma vasta e bela peruca, com um sinal em forma de estrela no seio direito e lentes de contatos, de um azul profundo. Na hora seguinte eu fiz muitas tomadas da bela menina. Pretendia a fotografar com os consolos enterrados na vagina e na bunda, como ela ainda era virgem, resolvi deixar isso para outro dia.
Mas a vendo toda exposta, sem possibilidade de me resistir, fiquei quase quarenta minutos, chupando a deliciosa e virgem vagina e por estar tão próximo, dei umas linguadas no cuzinho. Interrompia por poucos instantes a chupação e ficava olhando aquelas carnes rosadas, não acreditando ainda que tudo aquilo era meu. Se no início, Marcinha estava seca por dentro, agora pude observar, estava muito molhadinha. Era lógico que assim acontecesse, pois, nenhuma jovem mulher, cheia de saúde, pode resistir a uma boa e demorada "mamada" no clitóris e depois de alguns minutos, pude senti-la, apesar de totalmente amarrada, retesar toda os músculos do corpo, dando sinal de que estava tendo um orgasmo. Só para judiar da minha prisioneira, continuei com o sexo oral por muito mais tempo, até sentir que ela estava terno outro orgasmo.
Nos dois dias seguintes, eu a fotografei como sendo uma ruiva e até como uma sarará pendurada de cabeça para baixo e suspensa somente por um pé. Fazia muito tempo que eu não fazia sexo e decide que Marcinha seria a minha válvula de escape, ainda mais sendo ela uma jovenzinha virgem, coisa muita rara hoje em dia. Quando lhe disse com todas as letras. - Garota, eu não vou matar você, mas meu pau vai entrar tua bucetinha e na tua bunda.
Marcia ficou aterrorizada e tentou se soltar. Tudo inútil, estava bem presa ao estrado. Só em ver o horror estampado em se rostinho, fiquei tremendamente excitado.
Nestes quatro dias que eu a mantive prisioneira, não a alimentei nem lhe dei água e ela nos intervalos das fotos, implorava por um pouco de água. Eu a levei para a minha cama e lhe disse: - Garota, agora que a fotografei como queria. Hoje à noite eu a libertarei, mas só depois fazermos um bom sexo. Você terá o privilégio de ser descabaçada por um homem experiente que sabe fazer amor como ninguém.
Marcia estava desamarrada, apenas trancada em meu quarto. Em pânico, tentou correr para a porta. Coitadinha, ao ver que estava fechada a chave, chorando em desespero, se virou para mim e foi caindo os poucos, de tão fraca que estava. Eu a peguei no colo e a levei de volta para cama.
De olhos arregalados e soluçando, implorava que eu não fizesse esta maldade com ela. Que coisa de louco! Vendo aquela jovenzinha, nua em minha cama, tremendo de medo e tentando se cobrir com as mãos, me deu um tesão datada. Lentamente tirei a minha roupa e me inclinei sobre ela. - Meu anjinho, não será maldade nenhuma... eu serei bem bonzinho e vou fazer tudo bem calmo. Você até vai gostar.
Nas quatro horas seguintes, eu a violentei e a penetrei tanto pela buceta como pelo cuzinho e até gozei em sua boca, a obrigando a engolir toda a minha porra. Mas antes eu a lambi e chupei até me fartar. Ela tentava fechar as pernas, mas com minha cabeça no meio delas, era impossível. Sei se ela gozou, com a minha boca chupando o seu clitóris e depois com a língua dentro do cuzinho apertado. Marcia parou de espernear e percebi que estava toda úmida nas paredes vaginais e eu fiquei apenas ouvindo os seus soluços e gemidos bem baixinho, com ela, agora relaxada.
Só voltou a chorar e gritar, quando enterrei o pau na buceta apertadinha e mesmo a desflorando com muito cuidado, a bichinha não parou de berrar. Fazia muito tempo que eu não gozava tanto e em pouco tempo ejaculei duas vezes, bem no fundo da gruta deliciosa. Mas o escândalo maior foi quando eu penetrei o pau no rabinho dela. Nunca vi berreiro maior em minha vida, até parecia que eu a estava matando. Que menina escandalosa, fazer este escarcéu todo por uma simples fodinha no cu!
Lá pelas três da matina ela estava pronta para ser liberada, eu a vesti lhe dei um copo de água. Ela sorveu tudo, quase se engasgando, não sabendo que estava sendo drogada com uma poderosa droga, que a faria dormir por pelos menos 48 horas. Depois eu injetei eu sua veia, outras drogas e só para disfarçar o meu modo de operar, que ficou conhecido da polícia como "O cinegrafista", eu lhe dei uma boa surra, com um chicote de couro, deixando profundas marcas em todo o seu corpinho, tomando o cuidado para não desfigurar aquela obra prima da natureza.
Não que eu seja malvado e nem sádico, nunca tinha feito coisa igual, porém ao ver as marcas que as bordoadas lhe causavam, fiquei tremendamente excitado e por mais uma hora, eu ejaculei em sua bucetinha e no seu rabinho. Estava tão taradão, que deitei profundas marcas de mordidas em seu ombro, eu até parecia um vampiro, sugando com volúpias o sangue que saía da carne ferida.
Eu não a queria matar, portanto resolvi parar de judiar de Marcinha e a libertei. Tive o cuidado de a deixar ver o meu rosto enquanto a fodia. Se ela for capaz, dirá aos homens, que era um homem loiro, com mais de sessenta anos, com olhos azuis e com uma cicatriz no rosto. Eu sou mestre em disfarces.
Tive pena da bichinha e a deixei caída, no num banco de jardim, há poucos metros de um hospital. Dias depois, li nos jornais que a mocinha desaparecida fora localizada e que estava internada em estado grave em uma clínica particular, pois além de ser estuprada, foi drogada e torturada por um maníaco. Apesar de tudo, ela ainda pode descrever o homem que a atacou e de posse do retrato falado, a polícia está à procura do tarado sádico.
Que ótimo, Marcinha sobreviverá, apesar das drogas e das surras que levou. Agora, revendo as fotografias que tirei dela, me apaixonei pelo seu corpinho de boneca e resolvi aguardar tudo que tinha dela, em meu arquivo particular. Nome endereço, idade, etc. Minha ideia era que daqui alguns meses, voltar a captura-la. Já imaginando fazer com ela alguns filmes sadomasoquistas, prevendo que conseguiria uma boa grana ao negociar as fitas no mercado internacional. Marcia, meu anjo, você ainda não está livre de mim
CAPÍTULO II
Uma semana depois, resolvi visitar as minhas tias, que há anos não as vias. Fiquei sabendo por meus pais, que eu tinha três lindas priminhas, na flor da idade e isso abriu o meu apetite, não custava nada dar uma olhadinha nas minhas jovens priminhas.
Que bela surpresa, fui recebido pelas minhas tias, Márcia e Helena, como se fosse um querido sobrinho, um importante fotografo de fama internacional. Tudo obra de minha mãe, que me idealizou como sua velha cabecinha me idealizava. Gostei do modo como elas me viam e exagerei, me "pintando" como um figurão, que fotografei muitas personalidades importantes, princesas e artistas do mundo do cinema e das artes e que estava no Brasil, de férias e que dentro de poucas semanas retornaria para a Europa.
Minhas tias, mulheres simples e de pouca instrução, realmente ficaram impressionadas por terem um sobrinho tão ilustre e me cobriram de gentilezas. Tia Márcia era viúva e tia Helena abandonada pelo marido, há muitos anos. Mas o que meu deixou "alucinado" foi as minhas três priminhas. Que coisa de louco! Todas as garotas que eu tinha fotografado e fodido até então, eram fichinhas perto de Ana, Walesca e Ruth. Adolescentes lindas de morrer e maravilhosamente gostosas.
O homem lá em cima, estava de bem comigo, pois as minhas primas, caíram de amores por mim, pelo primo fotógrafo de gente importante. A bichinhas bobinhas, ficaram tão orgulhosas do primo quer até fizeram questão de me apresentar para suas amigas. Nos dias seguintes, me senti como um verdadeiro sultão, cercado por um bando de adolescentes, todas querendo saber os nomes das figuras ilustres que fotografei. Fantasiei bastante e inventei nomes famosos que foram meus modelos. Apesar de ser um quarentão, tenho boa aparência e fiz questão de ser bem-educado e amável com todas as meninas. Duas semanas depois, percebi que tinha cativado por completo Ana, Walesca e Ruth, minhas belas primas, que não me deixavam um só instante.
As belas jovens, gostavam e ficavam encantadas em ouvir minhas "aventuras" pelo mundo afora e foi nestes dias que me veio à cabeça, a ideia de fotografar e filmar as minhas deliciosas priminhas. Sabia que seria uma jogada super arriscada, mas com isso na cuca, comecei a planejar um modo de tornar esta minha fantasia em realidade.
Nas duas semanas seguintes, pus em prática todo o meu maquiavélico plano, que foi tão bem arquitetado, que agora eu tinha, lá no meu porão, as três priminhas, cada qual presa numa pequena jaula de fero, medindo 2 m de lado o suficiente para se movimentarem, mas não muito.
Como eu consegui esta proeza? Ah! Isto eu vou lhes contar depois, pois agora, tenho de entrar em contato com alguns clientes, para negociar a venda dos vídeos sadomasoquistas, que farei com as minhas belas adolescentes. Sei que terei trabalho por muito tempo e que será cansativo, alimentar e as manter aptas paras a filmagens. Mas sei como fazer isso, as tornando dependentes de drogas e bebidas e com uma boa lavagem cerebral. Não terei nenhuma pressa em as usar como minhas artistas exclusivas, pois para todos os efeitos, eu e as meninas, morremos em um terrível acidente de carro, que deixou minhas tias desesperadas pela morte das suas queridas filhas e porque não dizer, do sobrinho querido, ou seja eu.
CAPÍTULO III
Pude observar que Ana, Walesca e Ruth adoravam a minha companhia e foi justamente isso que me facilitou a pôr em ação o meu plano para as ter em meu poder. Levei o meu carro para um lugar estratégico, previamente escolhido e o deixei bem escondido. Depois disse a todos que ele foi roubado e simulei que comuniquei o ocorrido à polícia. Com muito jeito, induzi as meninas a pedirem para suas mães para me mostrarem a bela paisagem à beira do caudaloso rio que corta a região. Sem o meu carro, usamos o carro de Tia Márcia.
Minhas priminhas, em parte convencidas por mim, depois de percorremos a estrada que beirava o caudaloso rio, fizemos uma parada para saborearmos um lanche. Obviamente que eu tinha tudo preparado e elas beberem e comerem o que eu tinha levado. Nem cinco minutos depois, as três, sob o efeito de poderoso entorpecente, jaziam desfalecidas nos bancos do carro.
As conduzi até onde estava camuflado o meu carro e as depositei no amplo bagageiro, depois de as encher de mais drogas, que sabia as manteria inconscientes pôr no mínimo quarenta e oito horas. Minutos depois, simulei o terrível acidente que, infelizmente para as mães das meninas, as vitimaria. O carro de titia, com as portas abertas, saiu da estrada e mergulhou no precipício e afundou nas aguas do rio, há mais de cinquenta metros abaixo.
Nos dias seguintes, intensa busca foi realizada rio abaixo, até que localizaram o carro, todo amassado e com alguns pertences das meninas, como sapatos e uma bolsa. Conclusão, os quatro passageiros foram dados como mortos e engolidos pelo rio e seus corpos nunca foram localizados.
CAPÍTULO IV
Quando as meninas saíram do torpor das drogas e se viram enjauladas num lugar escuro, começaram a berrar, como loucas, sem terem nenhuma noção do que lhes tinha acontecido. Por microfones embutidos, eu ouvia todo o desespero delas, la embaixo. De proposito, deixei o porão em total escuridão. Era o início da lavagem cerebral que queria lhes impor.
Por quarenta e oito horas, eu as deixei assim, sem água e comida, com o silencio do lugar, só cortado pelos choros e soluços delas. Até que compreenderam que estavam aprisionadas por alguém, em algum lugar e perceberem que as três, estavam na mesma situação, e mesmo sem poderem se ver, no breu absoluto, se comunicavam, uma pedindo ajuda a outra, numa tentativa para saber o que lhes tinha acontecido.
No início do terceiro dia, acendi todas as lâmpadas do porão e atordoadas, puderam ver onde e como se encontravam. As jaulas, equidistantes uma das outras por 2 metros, no meio de um enorme salão. Só para perturbar ainda mais, as deixei por mais umas horas, sem mostrar o meu rosto. Quando me mostrei, elas se assustaram bastante.
Eu vestia uma túnica preta e uma máscara de látex aderente ao rosto, imitação perfeita de uma caveira. Deu umas voltas em torno das jaulas, as observando atentamente e segurando uma arma de eletrochoque, um taser.
Demonstrando estarem apavoradas, apenas me seguiam com os olhos, até que Walesca, titubeante, perguntou: - Quem é você? Porque estamos aqui? Logo Ana e Ruth, igualmente medrosas, me crivaram com uma série de questões, querendo saber onde estava o primo Marcel.
Eu as queria submissas, tanto no corpo como na mente e então comecei por aplicar em Ana uma descarga do taser. Ela recuando, levou um choque de intensidade média. Gritando caiu no chão com o corpinho lindo parecendo que estava tendo um ataque epilético. Pela primeira vez eu falei com elas, com voz saindo com tonalidade metálica e com forte sotaque russo: - Calem estas malditas bocas! Se eu ouvir mais um pio de vocês, vou as punir, com este taser. Quero absoluto silencio das três.
- Meu nome! Isto para vocês não tem nenhuma importância. Sou o dono das três e basta que me tratem como "Senhor". Quanto àquele homem que estava com vocês, quando as capturei, esqueçam dele. Ele agora está no fundo do rio, junto com o carro de vocês, servindo de comida aos peixes. Por falar nisso, todos os seus familiares e a polícia, pensam que as três também morreram no "acidente" com o veículo onde estavam. Esqueçam o mundo lá fora, são minhas escravas e vão viver comigo o resto de suas vidas. Terão de me obedecer em tudo. Caso não o façam, serão severamente punidas.
Foi aquele festival de choros e insultos, dizendo que não eram escravas de ninguém. Que eu era um louco doente e que exigiam que eu as soltasse. Por alguns minutos fiquei ouvindo passivamente os protestos, as lamúrias e s choradeiras delas, sem tomar nenhuma atitude. Porém logo depois passei a "domesticar" minhas garotinhas e por quase uma hora, eu lhes apliquei dezenas de choques com o taser.
Que coisa mais linda! Elas estrebuchavam no chão, gritando e tentando se protegerem, tudo em vão, e eu me revezava, lhes dando choques, ora numa ora noutra. Percebi que Ana e Ruth estavam ensopadas de tanto mijarem nas roupas e que Walesca, acho tinha até defecado, pois o fedor vindo dela era forte.
Saí do porão e as deixai no escuro por mais vinte e quatro horas. As torturei desta forma, não por ser sujeito cruel, mais porque era necessário. Minhas primas tinham de ser domadas, tal qual se doma um animal selvagem.
No início do quarto dia, e as vi caídas em suas jaulas e Ruth ao me ver implorou por água. Não era para menos, tanto tempo sem beber ou comer nada, as estava debilitando ao máximo. - Garota eu vou trazer água e comida para vocês, mas só se implorarem e me chamarem de senhor.
Fiquei sentado numa cadeira, esperando que tomassem alguma atitude. Foi Walesca que parece entendeu o que eu queria e com um fio de voz, implorou: - Senhor, por favor... queremos água e comida. - Isso menina, você é uma garota obediente, só por isso, vou atendê-las.
Dez minutos depois, como lobinhas, comiam e bebiam até se fartarem. Fiquei apenas as olhando e quando terminaram, levei as bandejas para fora e retornei e lhes disse que levaria as ao banheiro, para as suas necessidades fisiológicas e para tomarem banho, uma por vez.
Tirei Ana da jaula e ordenei que me seguisse, cambaleando ela foi trás de mim como uma cordeirinha até um pequeno banheiro, anexo ao porão prisão. Você pode usar o vaso sanitário e tomar um bom banho, pois estais fedendo muito. Deixei Ana vontade e depois de alguns minutos, ao escutar o barulho da água do chuveiro, entrei e a vi pelada, dentro do pequeno box. Ana se encolheu toda, procurando tapar sua nudez, mas eu apenas recolhi todas as suas roupas e deixei no lugar uma espécie combinação, bem curtinha e com longas alças. Garota, você vai vestir apenas esta batinha e nada mais.
Ela ficou mais algum tempo e quando saiu do banheiro, quase tive uma coisa. Aninha parecia um pequeno anjo, gostosa demais. Com as belíssimas coxas todas descobertas e com o contorno dos seios sob o leve tecido, deixando antevê delícias mil. Fiz o mesmo com Walesca e Ruth. Levei e queimei as roupas delas, pois não iam mais usá-las. Bem mais tarde volte, lhes trazendo mais algumas badejas com alimentos e água. Quando terminaram de se alimentar, Ruth e aproximou da grade e tentou perguntar algo. - Por favor, senhor, porque estamos aqui e …. Ruth não terminou a frase, pois gritando e estremecendo caiu, sob o efeito do taser, em carga alta.
Eu já lhes disse, que não quero ouvir nenhum pio de vocês a este respeito. Vocês estão aqui por que eu quero e ponto final. Para o mundo as três estão mortas, igual ao cara que as acompanhava. Agora vou lhes fazer algumas perguntas e quero quer me respondam com exatidão, caso contrário vão levar choques.
- Você, garota qual é o teu nome e a tua idade? Walesca ficou olhando para mim com cara de boba e só quando apontei a arma de choque, ela se me respondeu, com medo.
- Meu nome é Walesca e tenho quinze anos. - Certo, agora teu novo nome será "Lili". Ana também me disse seu nome e idade, também quinze e a informei que ela passaria a ase chamar "Bibi". Ruth, a mais velha, irmã de Lili, com dezesseis aninhos, se chamaria "Sue".
As três encolhidas em suas jaulas, pareciam estar com muito medo e ficaram em pânico, quando ordenei a Lili (Walesca) que tirasse a camisolinha e me mostrasse o seu corpo. Cheia de pudor, não me atendeu e só depois de alguns choques, chorando em desespero, tirou a sua roupinha. Ordenei a mesma coisa para Bibi e Sue, que olhando Lili, gemendo caída no chão, resolveram se despir. - Vocês, de hoje em diante, não vestirão mais nenhuma peça de roupa.
Quatro dias depois, resolvi dar início as filmagens com elas, pois este era o meu principal objetivo. Sob o olhar cheio de angustias das três, comecei a montar todo o local das primeiras cenas, com algumas filmadoras estrategicamente posicionadas e com controle remoto. Levei Bibi (Ana) para fazer as primeiras tomadas com ela.
- Bibi, está vendo esta cadeira, ela é uma imitação de cadeira ginecológica. Desejo que você a use, colocando os calcanhares nos suportes metálicos. Quero ver esta buceta e este cu todo aberto para mim. Sabia que ela não o faria de livre vontade. Para a forçar, não usei a arma de choque, desta vez fui muito mais maquiavélico. Levei Lili, sua irmã, até uma bancada de madeira e amarrei seus braços e pernas. Bibi, estática, tremendo de medo, apenas me olhava enquanto prendia sua irmã.
- Bibi, eu quero que você vá até a cadeira e se posicione como falei antes. Quero ver esta buceta toda arreganhada para mim. Ela não se mexeu e apenas ficou me olhando com os olhos demonstrando todo o terror que a invadia. - Já que não queres me obedecer, quem vai sofrer o castigo será sua irmã. Calmamente, de uma maleta, retirei uma navalha e encostei a afiada lâmina no seio direto de Lili. - Sinto muito, garota, mas já que tua irmã está sendo muito teimosa, vou ter de deixar você sem um mamilo.
Segurei com dois dedos o mamilo de e me preparei para extirpá-lo. Lili berrou apavorada, assim como Sue, dentro de sua jaula. Bibi gritou, alucinada. - Por favor, não faça isso! Eu farei que o queres, mas não judie de minha irmã. - Então vá logo e se sente, se voltares a me desobedecer, o seio de tua irmã já era!
Bibi senta da na cadeira, com os tornozelos apoiados nos suportes, tinha as coxas bem separadas, tal como eu queria. Com tiras de couro fixei suas pernas ao suporte. Acionei o controle remoto das filmadoras, pois as primeiras tomadas estão em curso. Com um mecanismo adaptado por mim, usando manivelas fui afastando as coxas de Bibi até quase 160º. A garota, chorava e implorava, mas continuei separando suas coxas, até quando ela deu um berro de dor. Dei zoom numa câmera e com um dedo fui fundo dentro de suas carnes e fiz o mesmo com o buraquinho do cu dela.
Quero ver Bibi urinar e cagar, com as filmadoras captando tudo. Para isso introduzi bem fundo no ânus dela, um fino tubo plástico ligado a um grande recipiente cheio de uma solução de água com um vidrinho de purgante diluído. Um outro tubinho, bem fundo em sua garanta ligado a um outro recipiente com alguns litros de água. Meu objetivo em encher a bexiga e os intestino de Bibi, era para filmar ela botando tudo para fora.
Enquanto os líquidos entravam em Bibi, fiquei observando o lindo rostinho, desfigurado pelo horror que a dominava por inteiro. - Querida, para não perdermos tempo, vamos nos divertir. Com finas e compridas agulhas, perfurei os dois mamilos, com ela gritando de dor. A carne do ventre foi transpassada por muitas outras agulhas, o mesmo acontecendo com as coxas. Berrando como uma doida Bibi gemia enquanto eu perfurava suas maças do rosto com duas agulhas em cada uma.
Quando terminei, minha obra prima de puro sadismo, minha garotinha tinha quase cinquenta agulhas fincava em seu belo corpinho. Mas a cena mais impressionante, foi ver a vagina e o ânus dela botar tudo para fora, em fortes jatos, tudo o que estava em sua bexiga e nos intestinos. Esta tomada ficou muito bacana, agora era editar para a inserir no contesto do filminho. - Bibi, por hoje você está liberada. Retirei todas as agulhas do seu corpinho, só ficou gotículas de sangue onde furei. Ela estava toda mole e a levei nos braços para a jaula de Ruth (Sue) ordenando que ela cuidasse da prima, usando o estojo de primeiros socorros que lhe entreguei.
A segunda tomada de hoje seria com Lili, que já estava prontinha, com pernas e braços presos à bancada de madeira. Para que tudo ficasse como eu queria, alertei a garotinha o que eu esperava dela. - Lili, Bibi já fez o papel dela, agora chegou a tua fez de atuar. Quero que sejas bem autêntica, enquanto filmamos as próximas cenas. Não será nada de mais, eu apenas vou fazer sexo oral em você, tanto na buceta como no cu. Não necessita ficar com medo, pois não vou tirar rua virgindade hoje, isso só acontecerá futuramente.
Lili, chorara e implorara que eu parasse com as lambidas. É lógico que não a atendi e com os dedos separei os lábios da virgem buceta. Colocando a ponta da língua bem la no fundo e comecei a lamber as rosadas paredes, dando chupões e leves mordidas nas delicadas carnes da garotinha. Fiquei muito tempo sugando todos os fluídos que conseguia. Depois fiz o mesmo com o buraquinho apertado do cuzinho de Lili, que não parava de soluçar.
Eu sabia o que fazia e aos poucos os protestos e soluços foram cessando e ela ficou quietinha. A senti toda úmida e percebi que ela estava ficando excitada. Era tudo o que eu queria e foi quando prendi entre os meus lábios no saliente clitóris e comecei a "mamar", como se fosse uma criancinha nos seios da mãe. Alguns minutos depois, percebi que a garotinha estava tendo um forte orgasmo, mesmo tentando esconder o que estava sentindo.
Fiquei tão louco com a reação dela que, mesmo tendo prometido que não tiraria sua virgindade, resolvi fazê-lo. Eu a soltei das amarras e ordenei que fosse se deitar sobre um colchonete colocado num canto do salão, estrategicamente bem à vista das outras duas meninas. Se encolhendo toda, ela obedeceu a minha ordem, vendo eu posicionar melhor as filmadoras e o sistema de iluminação, pois o estupro eminente necessitava ser bem focalizado.
A pobrezinha não tinha nenhuma noção do que a esperava e só quando fiquei nu, da cintura para baixo e ela viu a minha enorme fermenta, foi que teve noção do que eu pretendia. Gritando deu um pulo do colchonete e tentou correr. Que tomadas mais lindas! Eu a segurei pelos cabelos e a joguei de volta e montei sobre ela, que lutava como uma leoa para evitar o estupro. Facilmente poderia dominá-la e alcançar o meu intenso, mas simulei e ela lutou muito comigo. Rolamos bastante pelo piso, até que Lili foi perdendo as forças e eu me posicionei entre as suas coxas, procurando sempre um enquadramento melhor paras as câmeras.
Lentamente a bucetinha foi dando passagem ao meu pau, enquanto Lili gritava e esperneava. Quando seu selinho foi rompido, ela berrou com a dor. Sem lhe dar tempo de se recuperar, dei início aos movimentos violentos de entra e sai de suas carnes. Queria que ela continuasse a gritar e a chorar, pois isso causaria um efeito espetacular quando visto mundo afora. Só quando gozei bem fundo dentro dela, me dei por satisfeito. Pretendia dar sequência ao estupro, comendo o rabinho dela, mas o membro, se negou a ficar como eu queria e deixei para outra hora o sexo anal.
CAPÍTULO V
Seis meses depois, minhas priminhas estavam totalmente subjugadas, tanto de corpo como de mente. Não tinham mais vontade de me contrariar em nada. A tortura psicologia que lhes impus, deu resultado e agora as três eram minhas escravas do sexo, sem vontade própria. Já tinha realizado dezenas de filminhos pornôs com elas, onde a ênfase era o sadismo.
Depois de editados e vendido mundo afora, Lili, Bibi e Sue se tornaram famosas como estrelas de filmes pornôs. Sempre tive o cuidado de, nas edições, modificar suas aparências, pois alguém, aqui mesmo no Brasil, poderia ver nelas as três garotas, dadas como mortas.
Elas agora eram minhas e eu, mesmo quando não as estava filmando ou fotografando, fazia sexo louco com as três, tanto oral, vaginal e anal. Todas elas foram condicionadas a fazer todo tipo foda e até a chupar o meu pênis.
Lili e Sue ficaram gravidas, mas prontamente eu interrompi o processo. Mas um ano depois, eu fiquei "enjoado" delas e resolvi dar um fim a todo o processo, só não sabia como fazer. A ideia inicial era as envenenar e dar fim aos seus corpos, já que para todos os efeitos, Walesca, Ana e Ruth já estavam mortas a muito tempo.
Porém eu me afeiçoei as minhas meninas e não tive coragem de as matar. Resolvi as libertar, mas dentro das minhas condições. Eu as encheria de drogas, e as soltaria numa localidade o mais longe possível da cidade onde elas residiam anteriormente.
CAPÍTULO VI
Sete horas de uma fria manhã de domingo, três moradoras de rua, maltrapilhas e esfomeadas, pediam esmolas, encolhidas num canto das escadarias de uma igreja. De onde vinham, ninguém sabia, mas já alguns dias ali estavam, só se afastando para fazerem suas necessidades num canto qualquer.
Lúcia, seu esposo Norberto e sua filha Rita, ao saírem da igreja, viram as mendigas que com as mãos estendidas imploravam por uma esmola. Aquilo tocou de tal modo Ritinha, uma linda mocinha de apenas quatorze anos, que pela rampa de acesso das escadarias, desviou sua cadeira de rodas e foi até elas. Deu a cada uma, uma generosa quantia e penalizada, a generosa menina, entabulou conversa com as esfarrapadas e ficou sabendo de seus nomes. Bibi, Lili e Sue.
Lúcia foi até elas. - Vamos para casa, filhinha. Você já fez a sua parte. - Espere só mais um pouco mamãe; as coitadinhas não sabem nem as suas idades e os nome de seus pais e muito menos o porquê de estarem aqui, quero saber mais sobre o porquê disso! Helena, tal como sua filha, de alma caridosa, se interessou pelas mendigas e logo viu que aquelas mocinhas não eram simples moradoras de rua, pois apesar se serem bem jovens, sabiam se expressar corretamente, demonstrando um bom grau de instrução e educação.
A família se interessou muitíssimo pelas três e com a concordância de Norberto, resolveu levar Bibi, Lili e Sue para a sua residência, as hospedando num anexo no quintal da mansão. Com a ajuda das empregadas, deram banhos, vestiram e alimentaram as moças.
- Norberto, veja só estas três garotas? Apesar de estarem bem magrinhas e maltratadas, vê-se logo que sofreram algum tipo de trauma. Elas não sabem nada de suas vidas, a não ser seus primeiros nomes, Bibi, Lili e Sue, que desconfio que nem seja os verdadeiros.
Dois meses depois, para surpresa de Ritinha, ouviu Lili, chamar Bibi, pelo nome de Ana. Nas semanas seguintes, elas puderam se lembrar de seus nomes completos e até do nome de suas mães, Márcia e Helena. Infelizmente não conseguiam se lembrar de mais nada a não ser isso.
Conhecendo o nome completo das meninas, Ritinha, menina esperta, fez pesquisa na internet e não pode acreditar no que ficou sabendo. - Mamãe... veja o que descobri a respeito de Walesca, Ana e Ruth.... Elas foram dadas como mortas, num terrível acidente de carro, a pouco menos de dois anos.
Lúcia e Norberto, aprofundaram ainda mais a pesquisa de Ritinha e descobriram que Walesca é irmã de Ana e Ruth primas delas e que o carro onde estavam, junto com um primo de nome Marcel, mergulhou num rio e que apesar de intensas buscas, só os destroços do veículo foram localizados.
Norberto, pelo visto, algo de grave aconteceu naquele acidente, pois apesar do noticiado as mocinhas não morreram! E agora o que faremos? Como daremos a notícias as suas mães? - É verdade, Lúcia... será um baque forte, mas que terá se ser dado.
Assim foi, a comoção em toda a família de Ana, Ruth e Walesca, foi enorme e o caso mereceu notícia em todo o mundo. As jovens, puderam se lembrar dos terríveis meses em que ficaram em poder de um louco sádico e de tudo que ele fez com elas. Não foi possível identificar o sujeito e o caso foi dado como encerrado.
CAPÍTULO VII
Algum tempo depois, Marcel, se felicitava. Tudo saiu melhor do que ele esperava, usou e abusou de suas três priminhas. Vendeu sessenta e oito filminhos pornôs sádicos das jovenzinhas, com ele até mijando em suas bocas e berrando de dor sob torturas. Ganhou rios de dinheiro com isso, pois sabia que no mundo existem uma multidão de pervertidos que pagam rios de dinheiro por este tipo de filmes.
Ele, tinha de voltar a fazer tudo novamente e estava muito satisfeito, pois revendo seus arquivos, se lembrou de Marcinha, a jovem que apesar das drogas e das surras que levou, sobreviveu aos castigos dele e agora estava, sossegadamente no seio de sua família. Noiva do garotão Bruno, a inocente garotinha daquela época, agora frequentava motéis com regularidade, não só com o noivo, mas com muitos outros prazeres. Acho que o tempo que a manteve em meu poder, a tornou uma putinha, em busca de prazer.
Minha ideia era voltar a captura-la. Já imaginando fazer com ela alguns filmes sadomasoquistas, sabendo que conseguiria uma boa grana ao negociar as fitas no mercado internacional. Algumas semanas depois, Márcia já estava novamente aprisionada em meu porão e tão cedo ela não se verá livre de mim, pois já tenho tudo planejado, usando as novas e incríveis formas de tortura que aplicarei na deliciosa garotinha.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:5 de outubro de 2015 16:16

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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