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O PADRASTO

O PADRASTO



O nome de minha mãe é Florisbela, mas todos a chamam de Bela ou Belinha. Ela morava com a mãe e a avó, numa roça, nos arredores da Vila do Vintém, um minúsculo povoado, com pouco menos de 400 moradores, longe de todos e de tudo, lá onde o diabo perdeu as botas.
As três tiravam o sustento de um pequeno pomar, único meio de sobrevivência delas. Desde sempre, quando seus bisavôs ali moravam, a rotina era a mesma. Cuidar do pomar, fazer a coleta e ir à vila, vender os minguados frutos.
Agora, cabia a mamãe, uma meninota caipira, levar o cesto de frutas para negociar na birosca de seu Zé. Acordar cedo, andar algumas léguas, desde o roçado até a vila, sempre acompanhada de vovó.
O destino de mamãe, mudou totalmente de rumo, naquela manhã quente de verão, quando vovó lhe disse: - Belinha, hoje eu não vou com você vender os frutos, tua avó não está bem e vou ficar de olho em riba dela.
XXXXX
Belinha, não gostou nada desta ordem, não que fosse preguiçosa, mas por ter de levar sozinha os dois pesados cestos, pelo caminho todo. Mas como não havia o que discutir, lá foi ela.
A estradinha de barro, até chegar à birosca, era poeirenta e com o calor, a jovem roceira, seguia, pelos costados, buscando pisar nos matos, para evitar o chão quente. Jururu, ia matutando - Que perda de vida...viver neste fim de mundo, sem mesmo ter como estudar e não ter com quem namorar.
Isso mesmo... Belinha, não tinha nenhum moleque que valesse apenas levar uns apertos. Era tudo uns bichos do mato, quer nem falar direito sabiam. Verdade que ela já tenha sido despertada para esse negócio de homem, pelo seu Zé, o gordo e velho dono da birosca, que em certa ocasião, quando sua mãe foi botar conversa fora, com a mulher dele, se engraçou com ela.
Burrinha e confiante, aceitou o convite do homem para ir até os fundos da lojinha, guardar os frutos. Lá dentro, sem que esperasse, ele meteu a mão por baixo de seu vestidinho e pela bunda, avançou entre suas coxas. Assustada ela fechou as pernas, mas já era tarde, os grossos dedos do infeliz, já tocavam sua xoxota.
- Que é isso... seu Zé? Tire a mão daí.... Está doendo! Apesar de tentar sair, não conseguia, pois ele a segurava firme pelo pescoço. A matutinha, se contorcia toda, tentando escapar. Mas prensada contra a parede, com ele a segurando por trás, com todo o peso do gordo homem pressionando seu rosto contra o tapume, não tinha êxito.
- Fique quieta Belinha...eu não vou machucar você, só quero te tocar um pouco, você vai gostar! - Se não me soltar, eu vou gritar…nojento! Mas sentindo os dedos de seu Zé alisando sua bichinha, Belinha foi gostando da coisa e foi abrindo as pernas. Por uns bons minutinhos ele ficou a tocando e ela amoleceu toda nos braços do Zé. No bem bom da coisa, ouviu a mãe chamar, la da porta. Foi uma correria danada, com Belinha espavorida, arrumando suas roupas e indo de encontro da mãe e da mulher de seu Zé, que estavam vindo
Foi com estes pensamentos na cabecinha, que a jovem matuta, seguia o seu caminho, tendo em cada braço os pesados cestos de frutas. - Será que Seu Zé vai estar sozinho no boteco? E se ele desejar me tocar novamente? Eu deixo? Ele é muito velho e gordo e fede muito... não vou deixar não... ou será que deixo? Se a mulher dele nos pega é capaz de o matar.
Ia tão distraída, que não notou o carro passar por ela, levantando poeira e a assustando bastante. Belinha deu um pulo para o lado, deixando cair os cestos com as frutas e se estatelando no chão. Ainda aturdida, viu o carro parar pouco adiante e um homem sair e vir em sua direção, todo afobado.
- Se machucou moça? Foi a primeira coisa que ele falou. Belinda, ainda caída no chão, tentando se compor... ia xingar o pestinha, mas quando o olhou...ficou muda de espanto...era o homem mais lindo que tinha visto em toda a sua vida.
Beto, era um caixeiro viajante, que vivia rodando o mundo, vendendo as suas bugigangas, tudo coisa de baixa qualidade, que levava em algumas malas. Se assustou, quando numa curva viu a garotinha. Só teve tempo de se desviar e pelo retrovisor a viu rolar pelo chão. - Deus do céu! Eu atropelei a mulher!
Beto não era nada desta coisa que Belinha viu nele. Sujeito alto e magro, com um bigodinho safado, bem-falante e vestido com elegância, pelo menos aos olhos de Belinha. Tudo necessário para a sua profissão, de "enrolador" profissional. Ele devia beirar os trinta e poucos anos, mas a bichinha do mato nunca tinha visto sujeito mais elegante do que ele e ficou o olhando como uma boboca, o comparando com os homens artistas que vira uma vez numa revista, lá no boteco do seu Zé.
Beto viu a garotinha caída no chão, com as coxas toda de fora e logo seu apetite de lobo se acendeu. Fazia muito tempo que não tinha uma mulher nos seus braços e estava faminto. Ele, cavalheiro, a levantou do chão, sacudindo ruas roupinha e aproveitando para a tocar...Graças... que você não está ferida.
Belinha, o sentindo a examinar para ver se estava machucada, gostou e só então se recuperou: - Sossega, seu moço... eu não to machucada não... foi só o susto e o tombo. Mas quando olhou toda a colheita esparramada pelo chão, a maior parte inutilizada, botou a Boca no mundo, chorando como um bebezinho. - Nossa! Está tudo perdido! E agora o que faço? - Calma menina! O que foi que aconteceu?
- Eu ia vender tudo para o seu Zé ..., mas agora não dá! - Calma... calma, garota, nesta vida tudo tem um jeito. Me diga quanto custa a tua mercadoria. Fui o responsável pela tua perda e estou disposto as lhe pagar por tudo.
Alguns minutos depois, Beto lhe oferece uma boa bolada, mais do ia conseguir com o seu Zé e, Belinha, agora calma, não conseguia desgrudar os olhos do maroto, que logo se convenceu do "encanto" que causava na bela menina.
Foi fácil ele a convencer a se "recuperar do susto" dentro da sua velha e batida camionete, velha companheira de suas longas idas e vindas por este mundo de Deus. Esperto, soube colocar todo o seu charme para cima da linda caipirinha, que o olhava como se ele fosse um ser do outro mundo.

Ela lhe disse tudo o que ele queria saber. - Me nome e Florisbela, mas se o senhor quiser pode me chamar de Belinha e dentro de alguns dias vou fazer 15 anos. Moro lá pra bandas do riacho Torto, com mamãe e vovó e ia vender as frutas para o seu Zé, de modo levar comida para casa.
- Que lindo nome... você é tão linda como o teu nome insinua.... Bela. - Gostei de conversar com você, garota. - Eu também gostei de falar com moço tão bonito como o senhor e que sabe falar tão bem. - Tudo bem, Belinha..., mas não me chame de senhor, meu nome e Roberto, mas todos me conhecem como Beto.
- A mocinha vai fazer 15 aninhos, que coisa mais linda! Vamos fazer o seguinte, como você é uma garotinha muito bonita, vou lhe dar de presente de aniversário algumas coisas que tenho aqui comigo. Belinha, que nunca em sua vida, tinha recebido presente, ficou maravilhada com o oferecimento dele e nem se importou quando Beto, levou a camionete para a "|sombra" para a tirar do sol, como disse.
Beto rodou bem uns 10 minutos, até encontrar um local entre as árvores e mato da região. Lá ele a levou para o banco onde estavam as malas e abriu uma. Belinha arregalou os olhos, com as blusas e vestidos que ele lhe mostrou, cada um mais lindo do que o outro. - É tudo seu, se você quiser, Belinha. - Não posso aceitar, seu moço, Beto, como vou falar para mamãe onde consegui estas coisas tão maravilhosas?
Conversa vai, conversa vem, ele a convence a experimentar algumas de suas roupas, dizendo que ele sairia da camionete para ela se trocar. Quase que hipnotizada com tudo, Belinha aceitou fazer o que ele queria. Vestindo uma bela blusa e uma saia, ela se achava a mais linda garota do mundo, maravilhada com as roupinhas, sabendo que nunca as poderia usar fora dali.
Incitada por Beto. Belinha foi experimentando tudo o que ele lhe mostrava, até calcinhas e sutiãs, coisas que ela nunca vestiu, era só o vestido por cima do corpo e nada mais. Na empolgação, ela se mostrou mais do que devia, com ele, esperto, fingindo que não dava bola para isso.
- Belinha, já que você não pode levar nada do que eu quero lhe dar de presente, vamos festejar o teu próximo aniversário, bebendo um ótimo licor, que eu tenho aqui, nas minhas malas. Quando ele lhe oferece uma garrafinha com o tal licor, ela disse que nunca bebeu nada com álcool, que tem medo. Beto a convenceu, lhe dizendo que a bebida tem bem pouco álcool e que é muito gostosa.
Belinha prova o licor de tangerina e o achou delicioso. Logo ela o acompanha, bebendo outra garrafinha, com Beto apenas fingindo que bebe da sua. Foi demais para Belinha, que embebedada não resisti quando Beto a beija com ardor, com a língua dentro de sua boca. Vai à loucura quando ele a desnuda e chupa os seus mamilos e coloca os dedos em sua buceta.
Por mais de 3 horas, Belinha, fica nos braços do esperto caixeiro viajante, que tirou sua virgindade, tanto na vagina como no cu e nem se nega quando fazem dupla chupação, num 69 que quase a matou de tanto gozo.
Ela como que esquecida do mundo, nada mais lhe tem importância, a não ser sentir Beto dentro dela e quando ele toma a estrada novamente, a roceira vai junto, feliz da vida. Agora podia vestir roupas bonitas e ter um homem bonito para lhe fazer amor, não o fedorento do seu zé. Beto, ri à toa, agora tinha mulher para foder, no momento que tivesse vontade e não necessitava mais pagar as putas que encontrava pelos caminhos da vida.
XXXXX
Neste dia, papai e mamãe, me geraram e foi assim que nove meses depois vim ao mundo. Minha mãe, nunca mais voltou ao roçado da minha avo e bisavó. Ela partiu com papai, por este mundo afora, se tornando, também uma viajante vendedora de bugigangas, até que a barriga cresceu e ela não pode mais o seguir. Ficou morando numa pensão, numa cidade perto da capital, enquanto papai seguia o seu caminho, lhe mandando, vez que outra, uma pequena quantia, para a ajudar com o meu nascimento.
Depois que vim ao mundo, papai nunca mais deu as caras e mamãe teve de se virar para me criar; trabalhando como empregada na pensão de dona Marlene. A senhora ficou com pena dela e a deixou ficar morando lá, em troca dos seus serviços.
E assim foi, até que, com 5 anos, mamãe conheceu seu Ricardo, e se juntaram. Ele é o homem que me criou e que amo como se fosse o meu pai.
Hoje com 15 anos, morando numa bonita casinha, nos arredores da cidade grande e podendo ir à escola, vivo feliz ao lado de mamãe e do meu padrasto. Mamãe, que trabalha como faxineira num hospital no centro, adora o meu padrasto, caminhoneiro, que viaja bastante, mas que sempre retorna, para a nossa felicidade.
Quando Ricardo está em casa, ele e mamãe vão para o quarto e não param de transar. Ela é tão escandalosa que lá do meu quarto, escuto os gemidos deles. Não é para menos, ela agora tem 30 anos e se tornou uma linda mulher, com um corpo perfeito e meu padrasto, apesar de já ter 45 anos, não fica por menos... é muito fogoso e eu sei que as mulheres vivem atrás dele. Mas o que mais me atrai, é que meu padrasto não dá bola para nenhuma delas, sendo fiel à mamãe.
Sei disso, disso porque tenho uma amiga da escola, safadinha que só ela, que quando vai lá em casa, se oferece toda para ele. Norminha é muito linda e tem um corpinho espetacular e apesar de bem novinha, já dormiu com alguns rapazes, nossos colegas. Mas com Ricardo ela não conseguiu nem chamar a atenção dele e, é por isso que eu o amo cada vez mais.
Sem querer, descobri que ele e mamãe, têm uns gostos meio estranhos de fazer amor; pois certa madrugada acordei com os gritos e gemidos dela. Assustadas subi as escadas e pé ante pé me aproximei da porta do quarto deles. O que vi, pela fresta da porta, fez meus olhos arregalarem e não pude deixar de olhar. Mamãe amarrada na cama, com a bunda virara para cima, enquanto meu padrasto lhe batia com um chicote nas coxas, nádegas e costas. Tremi de medo e até pensei em socorrer mamãe, mas parei quando a ouvir gritar alto: - Venha meu homem... meta este pauzão na bunda da tua putinha. Pude ver perfeitamente, quando ele subiu em mamãe enterrou aquela coisa dele na bunda dela.
Fiquei vendo, por uns bons minutos, com a boca aberta, surpresa com tudo aquilo, mamãe e Ricardo, fazendo aquelas coisas toda. Confesso que fiquei excitada os vendo e até desejei estar no lugar dela; mas com receio, voltei para o meu quarto e naquela noite não pude mais dormir, e lembrando de meu padrasto, subindo e descendo no rabo de mamãe.
Ele sempre me dá conselhos, para evitar sair com meninas como Norminha, que não passam de putinhas, que vão com qualquer um. Eu digo a ele, que não necessita se preocupar com isso, que sou virgem e quero ficar assim até encontrar o homem com quem vou me casar.
Meu padrasto me abraça e me beija, dizendo que sou uma boa menina, comportada e ajuizada e eu amoleço toda nos braços dele, mas escondo la dentro de mim, que eu tenho uma queda por ele. Culpa de mamãe, que geme como uma louca, quando estão fodendo, despertando em mim, tesão pelo meu padrasto.
Sei muito bem, que é paixonite de menina e que ele é o homem de mamãe e eu quero que continue assim, pois ele é muito respeitador e me considera como sua filha e quando saio da linha ele me corrige, me dando conselhos e até me castigando, como um pai verdadeiro o faria.
Fiquei mais apaixonada por ele, quando fui salva de uma coisa pior do que a morte, traída que fui, por minhas duas melhores amigas.
Fui convidada por Norminha para ir ao aniversário de uma nossa amiga. Lá na casa de Heleninha, tinha muita bebida e a farra foi grande. Eu me empolguei e bebi um pouco mais da conta. Quando todos forem embora, só eu e as duas ficamos por lá. Sem eu saber, elas tinham combinado tudo com alguns garotos, para eles me defloraram, só por pura maldade, por eu ser a única virgem entre todas as demais e difundir essa minha virtude nas caras delas, sempre que tinha oportunidade.
Quando me vi na sala, cercada por 5 moleques, que se atiravam em cima de mim, como lobos esfomeados, gritei como uma louca. Nada adiantou, eles eram bem mais fortes que eu e em pouco tempo estava sem as roupas, com os malvados me lambendo toda. Como eram muitos, uns atrapalhando a ação dos outros, isso foi a minha salvação. Numa distração dos safados, corri para o banheiro, levando o meu celular. Enquanto eles tentavam arrombar a porta para me agarrar, eu telefonei para Ricardo, meu padrasto.
Quando ele chegou para me socorrer, eu estava no chão da sala, toda machucada, lutando como uma leoa, para não ser estuprada por aquele bando de canalhas, enquanto Norminha e Heleninha assistiam a tudo, dando risadas debochadas. Homem forte e super decidido, botou porrada por todo lado, afugentando os moleques e as meninas.
Fiquei muito abalada com o ocorrido e aproveitando que estava no início das férias escolares, fiquei em casa, com medo e vergonha de encontrar os demais colegas, que de tudo ficaram sabendo. Trancada em casa, deprimida, só sabia chorar.
Mamãe e meu padrasto ficaram bastante preocupados com o meu estado de espírito e mamãe teve a ideia de eu sair um pouco da cidade, para me distrair e arejar minha mente. Foi combinado por eles, que eu iria viajar com Ricardo, aproveitando que ele estava com uma carga para ser entregue lá para as bandas do Nordeste.
Meu Deus do Céu, era tudo o que eu queria, estar ao lado dele, dia e noite, do meu querido. Padrasto. Na boleia do caminhão, vestindo calças e boné, me assemelhava a um rapazote, seu ajudante. Ria e me comportava como uma criancinha que ganhou uma guloseima. Fazia questão de o ajudar em tudo, enquanto estávamos rodando.
Nas paradas de estrada, para economizar, eu dormia no mesmo box e na mesma cama, feliz da vida, eu me aninhava junto a ele, como uma filhinha querida. Ele sem maldade nenhuma me segurava pela cintura e eu sentia nas minhas costas todo o seu calor.
Aquilo foi despertando em mim, um fogo danado e cada vez mais, eu empurrava minha bunda em sua direção, o sentindo bem colado em mim. Mas Ricardo se mantinha firme, apenas com os braços em volta de minha cintura. Eu sentia sua respiração quente em meu cangote e aquilo me fazia ficar toda molhada la embaixo. E dormia satisfeita só com isso, louca de medo de me insinuar mais.
Porém, algumas noites depois, já madrugada, acordei, com alguma coisa me incomodando e senti meu padrasto, com o pau duro, no meio de minha bunda. Ele me abraçava e por cima de minha camisola, apertava meus seios. - Puta merda! Estava acontecendo o que eu tanto ansiava em meu íntimo. Mas me deu um medo grande, pois sabia que não podia trair mamãe, então resolvia fingir que ainda estava dormindo. Ricardo ficou muito tempo, roçando minha bunda, sem fazer maiores movimentos, acho que com medo de me "acordar" e eu toda molhada, me segurando para não revelar que estava acordada.
Daí para a frente, isso continuou quase todas as noites e fui uma heroína, consegui me segurar e passei a ser a menina com sono mais pesado do mundo e ele cada vez mais confiante, chegou até a esporrar em minhas coxas.
Eu, bobinha, pensava que o estava iludindo, fingindo que dormia, mas ele logo descobriu que era puro fingimento e agora, até tirava as calcinhas e montava em cima de mim. "Dormindo" eu sentia aquela delicia de pau, rocar meu cuzinho e minha bucetinha. Diga-se que ele nunca entrou em mim, ficava só na portinha, me lambuzando toda com o seu gozo e eu gemendo e empurrando a bunda de encontro a ele.
Não sei porque, nós, nas manhãs seguintes, nunca tocávamos no assunto, mesmo eu indo no banheirinho para me lavar das sujeiras dele e as manchas nos lençóis, comprovando nosso pecado. Este era o nosso mudo acordo e no escuro dos quartos, eu já ia me deitar nua, com a bunda exposta a ele.
Não sei o que deu em mim, mas me lembrando de mamãe e ele fazendo aquelas coisas todas, fiquei louca de desejo que ele fizesse o mesmo em mim. E no exato momento se senti o pau tocar o meu buraquinho, levantei minha bunda e tal qual como mamãe, gritei, até imitando sua voz: "Venha meu homem... meta este pauzão na bunda da tua putinha".
Não foi nem preciso mais nada. Dei um enorme grito de dor, quando ele foi entrando em mim. Parecia que um ferro em brasa estava queimando o meu cuzinho, muito apertado para a enormidade do pau de meu padrasto.
Pronto, estava aberta a Caixa de Pandora, agora não havia mais volta. Eu, uma jovenzinha até então virgem, estava me tornando amante do marido de minha mãe. Um homem com três vezes a minha idade.
Mas meu padrasto, não tirou minha virgindade, apesar de eu desejar muito que isso acontecesse. Ele só me fodia pelo bumbum e me lábia toda, me matando de tanto tesão, pois eu ambicionava que ele tirasse meu cabacinho. Ele dizia que faria tudo comigo, menos isso. Eu achava aquilo uma coisa sem nexo, mas já que era assim, assim seria;
Quando ele me amarrou à cama e me amordaçou, fiquei com receio, pois sabia que ele iria me surrar, tal como fazia com mamãe. Mas depois das primeiras chibatadas, senti que a dor que experimentei, não era nada, se comparada, com o prazer que me dominava. Depois de algumas lambadas, explodi num orgasmo extraordinariamente violento.
Ricardo ficou surpreso com a minha reação, pois pensava que eu iria o repudiar e o chamar de tarado doente, mas a verdade é que adorei aquela coisa de ser submissa e de sentir dor e prazer ao mesmo tempo. Até me veio à mente, quando lá na casa de Heleninha, era desnuda e atacada com violência pelos cinco rapazes. Aquilo me marcou mais do que tinha imaginado.
Quinze dias depois, quando retornamos para casa, já na boca da noite, bastou uns poucos minutos, com mamãe nos observando atentamente, para partir para cima de mim, me insultando e me batendo: - Sua putinha sem vergonha; cadela... vagabunda. Meu padrasto tentava a acalmar, mas ela não o escutava, furiosas, com ele também. - Cachorro, como você teve a coragem de tirar a virgindade de minha menina? Ele jurou de pés junto, que não fez isso, que eu ainda era virgem…. Que só tinha entrado no meu rabinho. Foi aí que mamãe sossegou.
- Que coisa mais maluca e sem sentido! Quer dizer que no cuzinho pode, mas na buceta não? Confesso que nunca entendi a lógica de mamãe..., mas como cada um tem as suas esquisitices, eu respeitei as delas, mesmo porque não havia outro jeito e, demais a mais, eu também tinha as minhas, gostar de sentir prazer pela dor, não era nada normal.
Mas por mais incrível que possa parecer, mamãe se conformou e agora, mesmo com ela em casa, Ricardo ia para o meu quarto, quando me enrabava e as vezes me deixava amarrada na cama, enquanto ia lá em cima no quarto de mamãe, para fazer sexo louco com ela.
Tudo aconteceu numa destas vezes, que fiquei amarrada na cama, com mamãe e Ricardo, fazendo as suas taras e eu lá em baixo, só ouvindo os gemidos deles. Parece que depois de tanto tempo, ele se esqueceu de descer e de me soltar e eu fiquei presa e amordaçada à cama, com o rabo para cima. Mamãe saiu cedo para o serviço, aproveitando a corona de Ricardo, que passaria uns dias na estrada. Fiquei com bastante medo, pois por mais que tentasse, não conseguia me soltar e depois de um tempo, me conformei, sabendo que teria de esperar mamãe chegar a noitinha para me soltar.
Mas quando o diabo está de vigia, nada de bom acontecesse. Quando mamãe saía do hospital, de volta para casa, ao termino do seu plantão, um maldito carro, trazendo um acidentado, invadiu inadvertidamente a área das ambulâncias, justamente quando ela estava saindo. A batida foi forte e mamãe foi lançada muitos metros adiante.
Levada para a emergência, com algumas fraturas, seu estado era grave e teve de ser operada com a máxima urgência. A secretária do hospital, tentou por horas a fios entrar em contato com a gente, mas lá de casa ninguém atendia ao telefone. 22 horas, um carro do hospital veiou até nossa casa, que as escuras, indicava que não tinha ninguém em casa.
Tudo ficou mais agravado quando uma vizinha avisou ao pessoal, que "Dona Belinha saiu para trabalhar e que o marido dela, seu Ricardo, caminheiro, estava na estrada, provavelmente levando a filha".
Quatro dias depois, eu sabia que estava morrendo. A fome que sentia era enorme, mas a sede era o verdadeiro motivo. Com os lábios rachados e com o pano em minha boca, sugando toda a saliva, quase não tinha forças nem para abrir os olhos. Não sei quanto tempo fiquei delirando, até que apaguei por completo.
Quando acordei, estava na cama de um hospital, recebendo soro e com uma máscara no rosto. Mamãe numa cadeira de roda e meu padrasto, estavam ao meu lado, me olhando ansiosos. Uma enfermeira estava refazendo curativos em meus pulsos, que ficaram em carne viva, pela ação das cordas.
Tão fraca estava, que apenas olhei para os dois e pisquei os olhos, pois aquela coisa em meu rosto, me impedia de falar. Voltei a dormir e nem sei quanto tempo depois, despertei, já sem a máscara, mas ainda recebendo soro.
Todos diziam que foi um milagre eu ter sobrevivido, depois de ficar OITO dias, amarrada por "bandidos", que invadiram minha casa e me deixaram lá, sem nenhum socorro por tantos dias. Esta foi a versão oficial, que meu padrasto relatou aos bombeiros e à polícia, quando chegou em casa e viu a merda que tinha feito. Para todos os efeitos, todo o dinheiro que tínhamos em casa, foi levado pelos assaltantes.
Mamãe, cumplice desta história toda, só teve alta, muitos dias depois, praticamente junto comigo. Com esta historieta toda, eu nunca mais quis saber deste negócio de ficar amarrada na cama e pude refletir muito, durante os dias de provação, em que pensei que iria morrer. Estar apaixonada pelo meu padrasto e deixar quer ele comesse o meu rabo, não estava certo. Eu só tinha 15 anos e Ricardo 3 vezes mais a minha idade e acima de tudo, ele era o homem de mamãe, que estava loucamente apaixonada por ele.

A paixão de minha mãe, era de tal monta, que para não o perder, permitia que dormisse comigo mesmo com ela, lá em casa. Foi pensando assim, que, dias depois, resolvi dar um basta neste estado de coisas.

À noite, quando eles subiram, eu fui atrás. Quando mamãe me viu no quarto deles, ficou aturdida, certamente pensando que eu fui lá, para fazer amor com o seu homem. Ricardo quando me viu, deve ter pensado o mesmo, pois me agarrou e me puxou para a cama deles, com mamãe deitada ao nosso lado. Protestei e surpreendida tentei sair dele. Mas Ricardo, deitado sobre o meu corpo, foi logo tentando tirar minha camisola.

Antes que ele continuasse com aquela absurda situação, chorando e muito triste por ele estar agindo desta maneira, consegui explicar o porquê estar ali. Eu estava encerrando o meu caso com ele. Surpreso, ficou apenas me olhando, enquanto eu saía do quarto deles, para sempre. Naquele instante, toda a paixão que nutria por ele, sumiu do meu coração. Ricardo não era e nunca foi, o cara digno que pensei fosse.

Passei a viver a minha nova vida, saindo, indo à escola, namorando e sendo uma moça normal, como tantas outras. Hoje, com 21 anos, moro sozinha, numa casa perto de onde faço o terceiro ano de farmácia e apesar de meu padrasto me visitar, nunca mais fiz sexo com ele.

Meus casos, nesta área de relacionamento, são agora com alguns colegas de serviço ou de faculdade. Mas encontro alguns embaraços, pois só permito que façam sexo comigo, se for anal, pois ainda não perdi o meu cabaço. Não me perguntem o porquê, pois nem eu mesma sei a razão. Só sei que sinto enorme prazer, se assim for.


FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:20 de agosto de 2015 12:51

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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