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Paixão em dose dupla

PAIXÃO EM DOSE DUPLA

Meu nome é Antônio Carlos, mas todos me chamam de Toni, tenho 16 anos e estudo num colégio bem bacana. Por ser desenvolvido fisicamente e bastante alto para a minha idade, entrei para o time de basquete e com isso as gatinhas começaram a olhar mais para mim. Tive tanta sorte que levei a Estherzinha, uma menina que estuda comigo, ao cinema e, lá fizemos miséria. Imaginem só, ela me deixou dar dois beijos. Eu nunca tinha beijado assim uma menina. Ela até colocou a língua dentro da minha boca, mas eu logo fechei os meus lábios. Ela apenas me olhou e deu um sorriso zombeteiro.

Começamos a namorar firme e eu fiquei todo bobo, pois Estherzinha era a minha primeira namorada, a menina que os garotos lá da escola viviam dando em cima. Com apenas 14 anos, ela era bem sapeca e já tinha namorado uns carinhas. Todos diziam que ela dava mole e muitos diziam que já tinham tocado os peitos dela.
Eu não dava bola para o que eles falavam de Estherzinha, achava que não passava de fofocas dos moleques. Nesta sexta-feira, eu estava no portão da casa dela e ela falou, assim: - Toni... você não quer entrar? Estou sozinha em casa. Mamãe foi à uma boate com um amigo e só deve voltar de madrugada.
Fiquei com medo, pois já era muito tarde, quase 22 horas: - Estherzinha, acho melhor eu ir embora, Alguém da casa pode chegar e não gostar de me encontrar sozinho com você la dentro. - Não seja idiota, cara! Aqui em casa é somente eu e mamãe, não tem ninguém mais.- Venha bobinho, vamos brincar um pouco, lá na sala ou se você desejar até no meu quarto.
Sentados no sofá, eu tremia como vara verde, pois a ruivinha linda, passou as mãos em meu pescoço e começou a me beijar. Abra estes lábios, Toni, vou te ensinar a dar beijos de língua...já vi que você não sabe nada a respeito. - Minha nossa! Não sei como uma mocinha da idade dela, sabia destas coisas! Estherzinha me segurava pela nuca e colocava toda a sua língua em minha boca e ficava mexendo com ela lá dentro. - Está gostado, Toni querido? Eu quase não conseguia falar, mas respondi que sim, que estava muito gostoso.
- Então fique bem quietinho, que vou lhe ensinar outra coisa bem gostosa. Estherzinha levantou a saia até a cintura e se sentou em meu colo, de frente, com as pernas ultrapassando minha cintura. O meu pinto já estava um pouco duro e ficou prensado de encontro a xoxotinha dela, mesmo "preso" pelas roupas minhas roupas, ficou duro como Rocha.
Estherzinha sentiu, e exclamou surpresa: - Nossa! Toni.... Que coisa enorme você tem aí em baixo. Deixe eu mexer um pouco minha cintura! Ela me empurrou para o encosto do sofá e fiquei bem inclinado, quase deitado, e ela com as mãos em meu peito, mexia a cintura para os lados e para frente e parta trás. Fiquei maluco, a vendo respirar rápido, com a boca aberta. Minha excitação era tanta, que pedi. Esther, deixa eu tirar minha calça? Louca de desejos, ela nem me respondeu, apenas se levantou um pouco e nervosa começou a abriu minha barriguilha.
Em questão de segundos eu estava sem a calça e a cueca e ela sem a calcinha. - Ela comandou: - Toni volte a ficar sentado no sofá. Esther logo veio se sentar em meu colo, com as pernas abertas. No exato momento em que me caralho estava tocando o acesso da bucetinha de Esther, todo aberta para mim, ouvimos o barulho do carro de Dona Maristela entrando na garagem.
Estherzinha deu um pulo, parecendo um boneco de molas. - Puta que pariu, é mamãe! Ela vai nos matar! Pegue suas roupas e sai pela porta dos fundos. Nem me deu tempo para nada mais, pois subiu como um raio as escadas, fugindo para o seu quarto. Feito um bocó, fiquei parado na sala, pego pela surpresa. Quando me dei conta da gravidade da situação, peguei minhas roupas e com elas na mão, segurando sapatos e cinto, corri para a cozinha em direção à saída dos fundos, como Esther falou. - Que merda, duas portas!
Abri a da direita e.... Dona Maristela, com a bolsa na mão, ainda fechando a porta do carro, me olhou surpresa e assustada, não tanto como eu fiquei. - Que figura ridícula, nu segurando as calças e sapatos, eu fiquei paralisado na frente dela, sem saber o que fazer.
Dona Maristela, se recuperou primeiro e furiosa avançou sobre mim. - O que você está fazendo nu na minha casa, moleque de merda? ´Quase sem palavras, gaguejando: - É que... que...eu Estherzinha e eu, nós... nós estávamos vendo televisão e ….
- Vendo televisão! Safado... vendo televisão pelado! - Você fodeu a minha filha...vou chamar a polícia, ordinário, pois Esther é menor de idade! - Pelo amor de Deus não faça isto dona .... Eu também sou menor... tenho 16 anos e não fiz nada com sua filha... ela continua virgem, como antes. A senhora chegou antes de…antes de.... - Minha filha virgem! Só se for no ouvido!
16 Anos com todo este tamanho! E com toda esta ferramenta aí em baixo! Não acredito! Então você é o novo namorado de Esther? Pelo menos desta vez, ela teve bom gosto. Você é um gato... um gato bem dotado, por sinal.
Maristela pegou Toni pelo braço: - Venha comigo rapaz, quero tirar esse negócio a limpo. Toni, como um cordeirinho a seguiu. Vá suba as escadas...vamos falar com Esther e ver se falas a verdade.
Segurando o braço do garoto, subindo as escadas, Maristela sentiu que ele tremia e parecia querer chorar. Nossa, este garoto só tem tamanho.... Parece uma criancinha sendo repreendido pela mãe. Ficou com pena dele e resolveu aliviar. Mas ao mesmo tempo admirada vendo o pau dele, que mesmo mole, era enorme. Poucos homens adultos se igualavam aquele monstrinho.
Movida por um impulso, que não pode identificar, quando passavam em frente ao seu quarto, ela abriu a porta entrou com ele, fechando à chave. - Entre aí rapaz, quero conversar com você. Toni, como um cordeirinho obedeceu e lá fez menção de vestir a cueca e as calças.
Maristela avançou sobre ele e com um safanão, lhe arrancou das mãos, calça, sapatos e cueca. - Não... nada de se vestir! Eu o quero ver nu. Se sentou na cama e ficou olhando para o garoto, que pelado no meio do quarto, tapava com as duas mãos o seu sexo.
- Você é o novo namorado de minha filha e quero saber tudo a seu respeito. - Qual é o teu nome, e muito mais coisas;
De cabeça abaixo, Toni respondeu a todas as perguntas da mãe de Esther. - Então você joga futebol na escola e tem apenas 16 aninhos. Você é muito tímido menino, me diga uma coisa, e quero a verdade, você comeu a minha filha? - Não... não fiz isso, dona, a gente só estava dando uns amassos nada mais...juro.
Então, me diga porque você estava totalmente nu? - ´E que eu estava sentado no sofá e Esther se sentou no meu colo e pediu para eu tirar a roupa e ela tirou calcinha e depois veio novamente se sentar em cima de mim.
Se você estava nu e ela também, sentada no teu colo, então é logico que você a fodeu, me diga a verdade! - Não chegamos a fazer nada…pois a senhora chegou bem na hora.
- Nossa, então eu interrompi da foda de vocês dois...! Venha cá garoto...venha se sentar aqui ao meu lado. Quando Toni se sentou ao seu lado, Maristela, o empurrou levemente e ele ficou deitado, com as pernas apoiadas no chão, todo exposto a ela.
-Minha nossa... que caralho mais lindo você tem menino! Ela estendeu a mão segurou firme o pênis dele. Toni estremeceu quando ela começou a "amassar" seu membro que logo a endureceu.
Foi a melhor punheta de sua vida, Toni gemeu louco de tesão quando explodiu nas mãos da mulher. Nem teve tempo de se recuperar, pois logo sentiu a boca dela engolir por inteiro o seu pau.
Só parou quando ele gozou novamente e ela engoliu toda a sua porra. Ele queria ir embora, mas ela não deixou. Não Toni, você só irá embora, depois de comer a minha buceta e o meu cú. Fiquei doidona por este teu pauzão.
As cinco horas, quase amanhecendo, Maristela o levou até o banheiro e fez questão, ela mesma de lhe dar um banho. Depois, na copa lhe preparou um lanche reforçado. - Venha, meu homenzinho gotoso, eu vou levar você até tua casa.
No carro dela, Toni estava em estado de êxtase. Esta foi a primeira foda de sua vida e confessou isso a ela. Nunca pensou que fosse tão gostoso fazer sexo. Maristela ficou taradona pelo seu menino. Ele tinha um fôlego de leão e não se cansava nunca. Além de a comer pela frente e por trás, ainda fizeram um 69 maravilhoso, um só... não, ele gostou tanto que repetiu a dose por mais duas vezes.
-Maristela, eu sou o namorado de Esther, como vai ficar a coisa entre nós? Toni, depois da nossa foda desta noite, eu quero que venhas muitas vezes mais à minha cama, e quanto a minha menina, sei que ela já dormiu com muitos rapazes...é uma putinha igual a mãe. Ela ia dar para você, e só não o fez porque eu cheguei em casa.
Mais tarde vou ter uma conversa com ela e lhe dizer que permito que venhas a nossa casa e até durma com ela, só exijo uma coisa ...nada de a engravidar. Quanto a mim e a você, eu o quero encontrar no mínimo uma vez por semana num motel, tudo a s minhas custas, pois você me disse que tua mãe luta com dificuldades financeiras. Outra coisa, não quero que Esther, tenha conhecimento deste nosso acerto.
- Tudo bem, dona Maristela...para mim também não é interessante que o pessoal saiba que mãe e filha dormem comigo. Pronto, minha máquina de foder, chegamos perto de tua cada, daqui não passarei. Tome, aqui tens duzentos reais, para você ficar bem nutrido, vais precisar disso. - Oba! Muito obrigado...vou ganhar isso toda vez que for ao motel com você? Vai, sim querido, algumas vezes até mais, se fores bem bonzinho comigo.
Quando entrava em casa, sua mãe o esperava muito nervosa. - Meu filho, porque você não me avisou que iria chegar tão tarde...fiquei muito preocupada. - Sabe o que é mamãe... eu consegui um modo de ganhar um dinheiro extra, por semana, tome aqui tens duzentos paus. - Que bom filho, vai ajudar nas despesas da casa.
-Não é nada ilegal? Não o quero ver metido em confusões! - Não mãe, é coisa segura. Conheci uma senhora, uma dama muito fina, com quase a tua idade, que vai me pagar para eu transar com ela.
Que bom filho... desde que ela não tenha marido, tudo certo. - Não mamãe, ela não tem marido, tem uma filha adolescente, muito bonita, que estou namorando. Qualquer hora dessa eu vou traze-la aqui, para a senhora a conhecer. - A mãe ou a filha, Toni? - A filha, a filha, mamãe. A mãe dela, só nos motéis. - Nossa, filho! Você fode a mãe e namora a filha! Pelo visto puxou ao teu falecido, pai…um garanhão de primeira.
Com uma risadinha marota, a mãe de Toni, deu um apertão no pau do filho, mesmo por cima da calça e o segurando firme, falou com voz rouca: - Venha ao meu quarto, filhinho querido…quero ver se este teu pauzão ainda sobe, depois de foder a tua madame rica.
- Pô, mãe…agora não dá... só se a senhora fazer uma chupeta bem gostosa, como só a senhora sabe fazer. - Ok...Ok... garotão, vou fazer como queres.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2015 20:34

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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