Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Perigo na Estrada

PERIGO NA ESTRADA

Beatriz, dirigia o seu carro com bastante cuidado, pois o atalho que tomou estava muito esburacado. Bem feito para ela, com a pressa de chegar à fazenda Slim 2X de sua família, resolveu abandonar a rodovia e tomar este atalho. Sabia que iria encurtar o tempo de viagem em pelos menos uns quarenta minutos. Só não esperava que estivesse tão ruim trafegar por ele.
Agora num trecho melhor, pisou no acelerador, tentando recuperar o tempo perdido. A mais de 60 por hora, levantada poeira, atrás de si. Desde que entrou no atalho, não viu um único veículo, mas agora ao fazer uma curva fechada, percebeu a uns dois quilômetros a frente, dois veículos parados. Uma camionete preta e um carro de quatro portas azul escuro.
Diminuiu bastante a velocidade, não queria passar pelos carros levantando tanto poeira, seria muito descortês da parte dela. A camionete preta estava à frente do carro, um pouco atravessada na frente dele. Dois homens que saíram do utilitário estavam abrindo a porta dianteira do carro.
Beatriz logo pensou: - Humm... acho que eles se chocaram! Quase parando, quando cruzou com os veículos, pensando em perguntar se precisavam de ajuda.

-x-x-x-

Se assustou, quando a porta traseira do carro azul se abriu e uma menina, tentando sair do carro, gritou desesperada: - Socorro... socorro, me ajudem. Uma mão de homem a puxou de volta para o carro com violência, rasgando seu vestido.

- Meu Deus! É um assalto, exclamou Beatriz, pisando no acelerador quando viu os dois homens ao lado do carro, puxarem armas em sua direção.
Ouviu os tiros furando a lataria de seu carro e apavorada sentiu quando seu pneu traseiro estourou sob o impacto de um projétil. Tentou segurar, rodopio e percebeu quando saiu da estrada e deslizou por uns dez metros, até bater violentamente em uma árvore.
Com o sangue escorrendo de um corte na testa e um outro no ombro, viu o fogo tomar conta do seu carro. Tentou se livrar do cinto, mas em pânico e com o sangue cobrindo seu rosto, não conseguiu. Tudo escureceu e Beatriz apagou.

-x-x-x-

Quando acordou, seu corpo doía muito, levou as mãos à testa e percebeu que uma tira de pano envolvia sua cabeça, dando volta pela nuca. Sua blusa estava toda suja de sangue e uma bandagem em seu ombro, encobria o corte no ombro. Deitada num colchão, sentou ficar sentada, porém ficou tonta e voltou a se deitar.
Só quando viu a menina se inclinar sobre ela e perguntar ansiosa: - Você está melhor moça? Foi que teve ciência do acontecido.
- Me desculpe por ter metido você nesta enrascada toda! Quem lhe falava era uma menina de uns doze ou treze anos, loirinha e muito bonitinha.
Eles me sequestraram para pedir dinheiro ao meu pai e o meu chofer é um deles. Muito azar seu, não é moça, passar no justo no momento que eles estavam me sequestrando!

-x-x-x-

Bastante assustada, Beatriz, exclamou um palavrão: - Que merda, perdi meu carro e todos os meus documentos e logo hoje, que toda a família estava reunida no sitio de papai e Bruno ia oficializar nosso relacionamento.
Beatriz morava com Bruno há quase dois anos, num pequeno apartamento perto do escritório onde ambos trabalhavam. Sua família reprovava que ela vivesse com um homem fora do casamento. Era a caçula da família Slim, muito rebelde e sapeca, não quis saber do dinheiro dos país e foi tentar a vida por conta própria.
A paixão, mais do que o amor, que os unia era muito forte e ela se sentia plenamente feliz com esta união. O sexo, ardoroso e violento que praticavam, quase que diariamente, era o que bastava para a fogosa Beatriz.
Agora, aprisionada num lugar que nem sabe onde fica, estava bastante apreensiva, pois se a garotinha, foi sequestrada para ser trocada por dinheiro; o caso dela era bem diferente. Testemunha do sequestro, poderia ser apenas um estorno para os caras e neste caso, ser "descartada".

-x-x-x-

- Qual é o teu nome, menina? Ana e não sou nenhuma menina pois já tenho 13 anos. - Está bem Ana, não é menina... é mocinha. O meu nome é Beatriz e tenho 23 anos. Estamos juntas nesta enrascada.
- Ana, me diga, quantos são os homens que nos prenderam aqui? - São quatro, mas só dois estão aí fora, os outros, acho foram telefonar ao papai, para pedir resgate por mim. Será que vão pedir por você também? - Acho que não, Ana, estou aqui por acidente.
- Onde estamos, Ana? Não sei onde fica este lugar. Depois que eles a tiraram do seu carro, que pegou fogo, eles a colocaram ao meu lado na camionete e rodamos por quase duas horas, por estradas de terra, até chegarmos aqui. Não sei bem onde, pois ele mês taparam os olhos. Esta salinha tem uma janela com grades e esta porta dá para uma porcaria de banheiro, a outra é para onde os dois caras ficam vigiando a gente.

- Estou com muito medo, Beatriz, os caras olham para a gente de um modo muito estranho e são muito safados, quando eles estavam fazendo os curativos em você, o cara loiro levantou tua saia e meteu a mão dentro da tua calcinha e ficou tocando você naquele lugar, tirando e metendo o dedo. Quando eu achei ruim e pedi para ele parar, me mandou ficar quieta, senão iria fazer o mesmo comigo. - Minha nossa! E ele continuo a me tocar? - Não, o mulato grandão, pediu para ele parar e eles foram embora, com ele dizendo que você tinha a xoxotinha bem apertadinha.

-x-x-x-

Beatriz e a jovem Ana já estavam no cativeiro há dois dias, quando os outros dois retornaram. Beatriz colocou o ouvido junto a porta e pode ouvir o que os quatro confabulavam.
Ficou sabendo que eles já tinham contatado o pai de Ana e que lhe deram um prazo para ele arranjar o dinheiro do resgate. Mas ficou aterrorizada quando eles falavam a seu respeito. - Ela não nos serve de nada, o que faremos com ela? Quando a gente trocar a garotinha, vamos dar um fim nesta intrometida e um outro retrucou logo a seguir: - deixem esta parte comigo, pois antes de a apagar eu quero meter o pau na buceta desta vadia, pois meu dedo já conhece o caminho.
Ana ficou muito curiosa e queria saber o que ela ouviu junto à porta. - Eles entraram em contato com o teu pai e em breve poderás voltar para casa. Podes ficar sossegada, garota - E quanto a você Beatriz? - Eles não tocaram, no meu nome. Mentiu Beatriz.
- Então porque está tão assustada deste jeito? - Querida, eu não estou assustada, apenas um pouco nervosa com a nossa situação.

-x-x-x-

No outro dia, quando eles trouxeram o café da manhã, Beatriz dando a atender que não sabia de nada, perguntou ao mulato: - Vocês já entraram contato com a minha família, para pedir o meu resgate? - Lógico que não, nem sabemos de quem você é filha!
- Eu pensei que vocês sabiam - Papai é um dos maiores fazendeiros do país. Beatriz não estava mentindo, sua família era dona de muitas fazendas de gado espalhadas por todas as regiões do país.
- É mesmo? Qual é o nome dele? Emanuel Lois Slim. - Nossa! Você é filha deste cara! Qual é o teu nome? Beatriz Slim.
- Puta merda! Estamos com uma joia rara em nossas mãos e não sabíamos disso! Vou falar com os
outros.

-x-x-x-
Na fazenda Slim 2x, todos estavam ansiosos pela chegada da filha rebelde, que parece tomou juízo e estava de volta ao seio da família, inclusive telefonando dizendo que seu "|noivo" Bruno, chegaria à fazenda, algumas horas depois dela, para a pedir em casamento ao velho Slim. Toda a família estava reunida para o grande evento e a festança se estenderia por todo o fim de semana.
Fim de tarde e nada de Beatriz dar as caras. Ansiosos e de olho na estrada, se sentiram aliviados quando às 17:30h um carro apontou ao longe. Não era Beatriz, mas sim Bruno. Alarmado por ela ainda não ter chegado, disse ao pai da garota, que ela saiu bem cedinho de casa e que calculava chegar à fazenda, antes do meio dia. Ele só poderia ir no início da tarde, pois tenha compromissos com a empresa onde trabalhava. Dado o alarme, diversos carros saíram à procura de Beatriz, refazendo o trajeto que ela deveria ter feito.
Infelizmente não tiveram sucesso, até que o filho mais velho de Emanuel, decidiu tentar o atalho, junto com o pai. Alguns quilômetros adiante, viram o carro de Beatriz, tombado numa ribanceira todo carbonizado. Apavorados correram até lá e com grande alívio não encontraram a garota nos destroços.

- Ela perdeu o controle do veículo, saiu da estrada e bateu nesta árvore. Saiu antes do carro pegar fogo. Foi o que concordaram pai e filho. Deve estar ferida andando por aí, vamos procurar. Durante toda a noite e nos dias seguintes, toda a região foi minuciosamente examinada; funcionários da fazenda, familiares e de homens de busca e salvamento dos bombeiros. Hospitais e clínicas foram visitados, mas Beatriz não foi encontrada.

-x-x-x-

- Vamos deixar o Tonho e o Ruivo vigiando as garotas e nós vamos até a cidade procurar descobrir que a tal de Beatriz é realmente a filha do homem. Se for verdade, estamos feitos na vida. Aquele velho nada em dinheiro.
Quando Tonho levou o almoço para elas, Ana o xingou bastante, cheia de raiva, pois ele era o empregado de seu pai, o motorista que costumava a levar para a escola todos os dias. Ele apenas riu da cara da menina e a segurou pelo braço com força: - Fique quietinha garota, não sou mais o seu empregado que você nunca olhou nem a cara. Aqui quem manda somos nós. Como Ana continuasse a discutir com ele e tentava se soltar, Tonho a empurrou com força e ela caiu de costas no chão. Beatriz avançou sobre ele tentando proteger a garotinha, mas levou um forte tapa no rosto e caiu ao lado de Ana.
- Você fique aí no teu canto e não se meta, que o meu assunto é com esta moleca atrevida cheia de pompa, só porque o pai tem dinheiro.

Tonho foi até a porta e chamou por Ruivo. - O que você quer Tonho? - Eu quero dar uma lição nesta putinha que pensa que é a dona do mundo e você vai me ajudar. Ruivo, que Ana chamava de Loiro, foi o que apalpou Beatriz, indagou de Tonho: - O que queres fazer? - Você vai ver Ruivo.
Ele foi até onde Ana estava caída, gritando com ela: - Você agora vai aprender a respeitar um homem de verdade. Se levante e trate de ficar nua, quero ver você peladinha.
Ana chorando, olhou para o homem e gritou, com raiva: - Nunca vou fazer isso, cachorro safado! - . Se não quer por bem vai à força. Levantou Ana do chão e mesmo esta se debatendo, foi rasgado as roupas da menina.
Ana deu um grito, desesperada de dor, quando o infeliz, dando gargalhadas, meteu a mão por dentro de sua calcinha e forçou o dedo no

Beatriz apavorada, avançou para ele, disposta a impedir que ele abusasse da menina, mas Ruivo a segurou pelo pescoço, numa gravata e ficou olhando Tonho, que depois de rasgar as roupas de Ana, continuava a forçar o dedo nela, que gritava em desespero total. - Vou arrombar este teu cuzinho e nunca mais vais poder se sentar, garotinha nojenta. Imobilizada por Ruivo, vendo o iminente estupro de Ana, tomou uma decisão extrema:

- Ruivo, não permita que ele faça uma coisa destas! Ela é apenas uma menina, tem apenas 13 anos, nem corpo de mulher ainda tem. Me usem no lugar dela, prometo ser bem boazinha com vocês e deixar que façam tudo o que quiserem comigo.
- Está certo, vou aceitar tua proposta, pois você é super gostosa e já meti os dedos nesta tua bucetinha e fiquei taradão para te foder. Se for mentira tua, vou ajudar ele a foder a menina e depois meter no teu rabo.

- Tonho, pare com isso! Eu tenho coisa melhor para a gente se divertir! - Porque vou parar? Estou louco de tesão pelo cuzinho desta menina! - Vais parar porque estou mandando, se não queres que eu meta o braço na tua cara e porque tenho esta gostosinha aqui, que disse que aceita fazer tudo com a gente, se pouparmos a menina.
Tonho soltou Ana caída no chão, sem roupas e foi até onde Ruivo segurava Beatriz: Com as mãos em seu rosto, ameaçou: - Você se oferece no lugar desta bestinha? Mas a gente pode muito bem te foder e depois fazer o mesmo com ela. Nada vai nos impedir!
- Pelo amor de Deus, se não fizerem nada com ela, eu vou ser boazinha com vocês e podem fazer comigo o que bem quiserem.
- Está bem, vamos livrar a cara dela, ou melhor a bunda, mas se você estiver gozando da nossa cara, nenhum buraquinho da garota ficará livre dos nossos cacetes. Foi até onde Ana estava, tentando se cobrir e lhe disse: - Está bem putinha, tua amiga aqui disse que ficará no teu lugar.

-x-x-x-

Beatriz foi levada para a sala grande, enquanto Ana ficou trancada na outra. Estava quase arrependida de ter feito a oferta para os caras, mas não podia deixar que uma menina de apenas 13 anos fosse estuprada pelo dois. Ela tinha a idade de sua sobrinha Laura e parecia ser tão inocente como ela. Já ela, Beatriz, não era nenhuma virgem, fazia cada coisa com o seu Bruno... Nossa!
- Garota, tire a roupa e mostre esta bucetinha para a gente. - Assim, no meio da sala? - Tire logo a merda desta roupa... disse que faria tudo o que a gente pedisse... se for mentira tua, vamos lá dentro nos divertir com a garota.
Sem opção, Beatriz se despiu e quando eles viram o seu corpo, ficaram maluco. - Nossa, você é gostosa demais. Perfeita em tudo. Seios,

Esquecida do prometido, Beatriz lutou com todas as forças contra eles. Tudo em vão. Se viu derrubada sobre uma imunda caminha e Tonho e Ruivo, já sem roupas se atiraram loucos de desejos sobre ela. Beatriz, tentava os impedir, mas foi impossível. Bocas e línguas percorrem cada pedaço de seu corpo. Tonho mamando seus mamilos, emitia ruídos como se tivesse lambendo um sorvete, ao mesmo tempo que Ruivo chupava o seu clitóris com violência.
Ruivo a penetrava por trás e Beatriz gemia de dor, estava acostumada com sexo anal, porém o pau do cara era muito grosso e comprido, bem maior do que o do seu Bruno. Tonho não perdeu tempo e enterrou o cacete na buceta da jovem. No meio dos dois, que se movimentavam como louco entrando e saindo de seus buracos, Beatriz trincava os dentes, pequena no meio dos dois gigantes.

-x-x-x-

Para a fogosa Beatriz, foi impossível não ficar excitada com os homens fazendo aquelas coisas nela. Nunca em sua vida se imaginou fazendo sexo com dois caras ao mesmo e, eles eram demasiadamente taradões agindo com violência, não a deixando descansar nem um pouco.
Sentia dor com eles chupando e mordendo lábios, pescoço, ombro seios, buceta e bunda. Seus gemidos de dor se misturavam aos de gozo. Enlouquecida de tanto prazer, esquecida de tudo e de todos, passou a colaborar com eles. Na dupla penetração, uivava como uma loba no cio. Querendo mais e mais.

Cinco horas depois, quando foi novamente levada para a sala de cativeiro. Ana foi correndo e a abraçou. Meus Deus, Beatriz! O que foi que eles fizeram com você? A exclamação da garota, fazia sentido, pois Beatriz, nem conseguia ficar em pé direito, descabelada e com marcas nos ombros, braços e na cara. - Obrigada pelo que vocês por mim; eu acho que morreria se eles fizessem aquelas coisas comigo. -Fique sossegada garota, eles não vão fazer nada com você, eu me encarreguei de os dissuadir disso. - Mas é que eu escutei os teus gemidos e gritos de dor, quase todo o tempo. - É porque eles estavam me batendo, foi só por isso, querida.

-X-x-x-

- Senhor Emanuel Lois Slim? - Sim é ele, quem fala? - Aqui é um amigo e eu tenho notícias da tua filha Beatriz. - Graças a Deus! Nós estamos sem notícias dela desde que sumiu há dez dias! Me diga onde ela está e você receberá a recompensa prometida. - Muito bem, senhor Emanuel é assim que eu gosto de negociar. Eu quero dez milhões para lhe entregar a sua garota.
- O que! O que você está falando? - É isso mesmo... dez milhões ou sua filha lhe será entregue aos pedaços. Pense sobre tudo isso. Dentro de alguns dias votarei a ligar e nem pense em meter polícia no meio de nossos negócios; será muito ruim para a tua filhinha.

-X-x-x-

- Tudo certa cara, já recebemos o resgate do pai da garotinha. O imbecil acreditou que iriamos a soltar, como prometidos. Não podemos fazer isso até recebermos o dinheiro do Slim, que é quase cinco vezes mais do que recebemos por Ana.
Tonho e Ruivo argumentaram com os seus comparsas. - Gente, vamos receber a grana, mas não libertaremos as duas! Eu e ele queremos ficar com elas, para nosso divertimento, são carnes frescas que queremos jantar.
- Vocês são dois doentes! Já comeram a garotinha? Ela ainda não, mas já fizemos misérias com a filha do Slim, que é uma taradona e gozou feito putinha nos nossos braços. Tonho tem uma tara pela garotinha e disse que a quer para ele, completou Ruivo e eu quero a outra para mim.
- De maneira nenhuma vou deixar que façam isso com Ana... minha filha tem quase a idade dela, uma menininha que mau deixou as tetas da mãe. Nós a soltaremos em algum lugar da cidade, perto de sua casa.
- Mas chefe! Ela sabe quem sou e vai me dedurar ao pai e à polícia! - Tonho, com a tua parte da bolada, vá para a tua cidade, lá no Norte ou se esconder em qualquer outro lugar, menos nesta cidade.
- Está certo chefe, mas e quanto a outra? - Podem ficar com ela e façam bom proveito, mas a levem para bem longe desta cabana, que não é segura para se esconder alguém por muito tempo.

-x-x-x-

- O pai de Ana já pagou o resgate dela, mas só a libertaremos quando recebermos o que pedimos ao seu pai, Fiquem sossegadas que em breve as duas estarão em suas casas. Ruivo e Tonho, mentiram para Beatriz, com o único intuito de não a assustar e mantê-la boazinha com eles, como estava fazendo em toda esta semana.
Ana, eu não lhe falei, que tudo sairia bem e que em breve eles nos libertarão? - Tudo graça a você, Beatriz, que está deixando eles abusarem de você, só para me proteger. Vou ser sua amiga pelo resto de minha vida. Beatriz abraçou Ana e lhe deu um beijo: - Eu também, querida... serei sua amiga para sempre.

Mais tarde, quase ao anoitecer, Ruivo entrou na salinha e pediu para a moça o acompanhar: - Venha com a gente... temos um programa todo especial, que você vai adorar.
Beatriz, nestes dias de sequestro, se habituou a fazer sexo com eles, que a possuíam com brutalidade, usando as mais absurdas formas de prática sexual, com sadismo e até com crueldade. Mas o mais absurdo é que Beatriz, gozava como nunca pensou na vida. Se sentia dominada e submissa às taras deles, que a levavam a orgasmos múltiplos enlouquecedores.

-x-x-x-

Ela, que nada conhecia desta perversão sexual, sem mesmo perceber foi se tornando escrava desta estranha prática. Agora, amarrada de ponta cabeça, nua e de pernas abertas, com a cabeça a poucos centímetros do chão. Ruivo lhe aplicava sonoros tapas, com a mão espalmada, diretamente em sua buceta, enquanto Ruivo enviava dois dedos no Ânus.
Os gemidos de Beatriz eram de dor e de gozo ao mesmo tempo e quando logo depois os dois enterraram os pênis em seus dois buracos, passou a gritar como uma louca, mas não eram gritos de dor. A pobre Ana, se desesperava ao ouvir todos estes gemidos e gritos. - Meu Deus! Ajude a minha amiga... eles estão judiando dela!

-x-x-x-

O pai de Beatriz já tinha pago o resgate por ela. Agiu como o recomendado pelos sequestradores de sua filha, não envolveu a polícia e colocou o dinheiro pedido, em duas maletas, num descampado e foi embora. Confiava que agindo assim, naquela mesmo noite, ela seria libertada em algum lugar de sua cidade. Mas isso foi a três dias e até agora sua garotinha não apareceu.

-x-x-x-

- Pessoal Está na hora... vamos dividir a bolada e cada um segue o seu caminho. Pedro, traga as moças, temos de agradecer a elas por toda esta fortuna. Beatriz e Ana, foram levadas até a presença do quarteto de bandidos e apreensivas, mas já prevendo as boas novas, pois conseguiram captar alguma coisa a respeito deles já estarem com o total do resgate por elas.
- Jovens, já estamos com o dinheiro dos seus pais. Eles foram muito cooperativos e fizeram as entregas, sem quererem bancar os espertos. Agora cada um seguirá o seu caminho. - Você Ana, virá comigo e com Pedro, nós a iremos soltar perto da tua casa. Você é esperta e saberá encontrar o caminho de casa.
- Você Beatriz, por enquanto não serás solta, parece que Ruivo e Tonho, querem ficar mais um tempinho com você.

Ela deu um grito de medo e de protesto. - Não... por Deus! Vocês prometeram que quando pagai entregasse o meu resgate, eu seria libertada!
- Pois é, garota... promessa de bandido, nem sempre deve ser levada a séria. Ana será entregue aos pais como prometemos. Mas os meus amigos aqui, parecem que se encantaram com você e a querem por mais algum tempo com eles. Paciência querida. A vida nem sempre é como a gente quer.
Beatriz, que acreditava piamente que seria libertada, sobretudo depois de ser tão "|boazinha" com Ruivo e Tonho, entrou em pânico e em puro desespero, saiu em disparada pela porta da cabana, que estava entreaberta e sumiu na escuridão da noite,
- Ruivo, Tonho, eu não tenho nada com isso, se a querem vão atrás dela. Eu e Pedro vamos levar Ana e depois sumir para gozarmos com esta grana toda.

-x-x-x-

Fazia quase vinte minutos que Beatriz, exausta e desorientada, corria pelo matagal, caindo e se levantando, procurando ficar o mais longe possível da cabana, onde ficou aprisionada por tanto tempo. Teve sorte e encontrou uma estrada de terra batida e seguiu por ela, vendo que marcas de pneus indicavam que por ali, trafegam veículos. A pobre garota, seguiu pelo acostamento, esperando encontrar algum carro para pedir ajuda. Alguns quilômetros adiante viu os faróis de um carro e exultando de alegria, levantou os dois braços, tentando chamar a atenção do condutor. O veículo parou ao seu lado e quando a porta se abriu, deu um berro, em pânico.
- Boa noite Beatriz! Eu e Tonho já tínhamos perdidos as esperanças de a encontrar, mas você, gentilmente veio para os nossos braços. Faça o favor de entrar. Beatriz olhou para os dois e desesperada e desiludida, caiu desmaiada ao lado do carro dos miseráveis

-x-x-x-

Amarrada de pés e mãos, no piso do carro, Beatriz, sentia o sacolejar do velho veículo e ouvia a conversa dos dois no banco dianteiro. Tentou falar com eles, para implorar por sua liberdade, porém uma bucha de pano enterrada em sua boca a impediu.
- E agora Tonho o que vamos fazer? Com esta merda de carro, não podemos ir muito longe e com ela aí atrás, pior ainda. Temos de conseguir um veículo para podermos pegar estrada. Trafegar em rodovia com este tipo de carga não dá pé.

- Calma Ruivo, vamos pensar uma coisa de cada vez. Primeiro conseguir um bom carro, pois viajar mais de quatro mil quilômetros com este cacareco caindo aos pedaços não é viável. Depois eu estou achando que não devemos levar esta zinha com a gente. Ela pode ser super gostosa e tudo o mais, mas é muito perigoso rodarmos meio mundo com ela junto com a gente.
- O que fazer então? - Olhe amigo, esta estrada é quase deserta, quase não para carro por aqui. Vamos estacionar num canto qualquer e nos divertimos um bocado com a nossa garota, merecemos isso por ela tentar passar a perna na gente e pela manhã iremos até uma cidade e compraremos um veículo para viajarmos para a nossa terrinha. Com o dinheiro que temos, podemos conseguir todas as mulheres que quisermos.
-E ela, o que faremos com a nossa putinha? - Ora, ora, eu tenho um pressentimento que depois de nos divertimos com a cadelinha, ela dirá adeus a vidinha que leva.

-x-x-x-

Beatriz sabia que foi decretada sua morte, ao ser levada para uma pequena clareira, a uns dez metros do carro deles, estacionado no acostamento. Na escuridão da noite, os dois monstros a desamarraram e tiraram a mordaça e debochando da indefesa moça, rasgaram sua roupa: - Querida, hoje pela última vez, você ficará pelada na frente de um homem. Mesmo fraca como estava, o medo lhe deu força e ela, ágil, se levantou e tentou correr para o matagal a poucos metros. Uma saraiva de socos a derrubou novamente e mesmo caída ainda recebeu muitos chutes de Tonho na cabeça e nas costelas, o mais perverso dos dois. Gemendo de dor, com o corpo bastante machucado pela surra dos covardes, não teve mais reação para evitar a dolorida dupla penetração, enquanto o sangue escorria de seus múltiplos machucados.
- Como é garota? Lá na cabana, quando a gente te fodia o rabo e a buceta, você rebolava e pedia mais e agora só sabe gritar e chorar! Não era para menos, pois enquanto eles a possuíam, cada qual, do seu lado, enterravam os dentes nos ombros e pescoço da jovem. Os dentes dos monstros iam fundo na carne de Beatriz, que imobilizada no meio dos dois, percebia que tudo se apagava em sua volta. Seus pensamentos se voltaram para seus pais e irmãos e para o seu Bruno, sabendo que nunca mais os veria novamente.

-x-x-x-

A van rodava a meia velocidade, pela péssima estradinha. As sete mulheres lá dentro, vinham cantando e rindo bastante. A farra lhes rendeu uma boa grana. Convidadas que foram para o sítio do velho doutor Ernesto, para um fim de semana, com os seus colegas e amigos da empresa. Todo mundo comeu todo mundo, num bacanal maravilhoso, com muita comida e bebida.
Cada uma das jovens mulheres, recebeu uma grana preta e agora estavam retornando para a casa da madame Müller, a cafetona que as agenciava.
Vejam só garotas, um carro no acostamento! Neste fim de mundo, que estranho! Sara, a motorista, diminuiu velocidade, quase parando a van, quando viu os dois homens, a poucos metros, mexendo com alguma coisa no gramado úmido da noite. Eu acho que eles estão necessitando de ajuda, pois vejo uma mulher caída. Ela deve estar ferida, vamos ver do que se trata.


-x-x-x-
Sara e Adelaide, uma morena enorme, desceram da van e com uma lanterna, percorreram os dez metros e quando chegaram, iluminando a cena, ficaram horrorizadas. Os dois sujeitos estavam estuprando uma mulher, que muito machucada, apenas gemia com eles fazendo dupla penetração na coitada.
Ruivo e Tonho, estavam tão tarados no massacre de Beatriz, que só foram perceber a chegada das duas, quando o facho das lanternas iluminou toda a cena. De supetão e assustados ficaram de pé, vendo as duas mulheres surpresas olhando para eles.
Os dois nus e enraivecidos, gritaram com elas: - O que estão olhando? A gente está se divertindo um pouco com esta galinha aqui...esperem um pouco que podemos fazer o mesmo com vocês!
- Sara deu uma tremenda risada ...fazer o mesmo com a gente... que coisa mais idiota! Deixem a mulher em paz e venha aqui se tu és bastante homem para isso. Quando Ruivo avançou para Sara, pronto para a derrubar com o seu enorme corpanzil, nem deu tempo para dar dois metros A companheira de Sara, com um calibre 22, disparou por três, vezes o atingindo bem no meio da testa.
Tonho, assustando vendo aquilo, se virou e correu em direção ao matagal. A ridícula figura do homem pelado, nem chegou perto das árvores e a poucos metros dela, Adelaide voltou a disparar mais duas vezes e antes de cair, já estava morto.
- Pronto Sara, estes dois estupradores de merda já eram! Adelaide que além de ser uma das meninas de madame Müller, era uma exímia atiradora, dom herdado do pai. Era costume da Müller pedir que ela fosse com as outras meninas, quando convidadas para este tipo de encontro com estranhos e fora do seu recinto de trabalho. Nestes momentos ela ia também como segurança das outras, já que nada à amedrontava e era capaz de derrubar um homem só com as mãos.

-x-x-x-

- Nossa.... Você matou os caras! - Não tive outro jeito... eles iam atacar você. Veja o tamanho do cara! Mas isso não tem importância nenhuma, pois eles não passavam de dois animais estupradores. - Deus! Tens razão Adelaide, veja o que estavam fazendo com esta mulher! Elas levaram Beatriz para a van, que muito ferida, não parava de gemer, com sangue saindo dos lábios e do nariz e de múltiplos ferimentos pelo corpo todo, pelos socos e chutes recebidos.
- Vamos levá-la para um hospital, ela necessita de atendimento médico. - Esperam aí meninas, nada de hospital! Polícia vai se meter no meio e não se esqueçam que eu fuzilei dois safados.
- Vamos levá-la até madame Müller, a coroa saberá o que fazer e vai chamar a doutora que nos atende, lá na "Casa Verde"

-x-x-x-

Já passava muito da meia noite quando a van chegou ao pátio da famosa "Casa Verde", residência oficial das meninas de madame Müller. Explicaram tudo a ela, que imediatamente chamou a médica que atendia a casa, para atender a jovem ferida pelo brutal ataque sofrido.
- Meninas, eu quero absoluta segredo do que aconteceu lá na estrada com vocês. Salvaram esta moça de ser morta pelos tarados, mas Adelaide fuzilou os caras e eu não quero confusão para cima dela. - Tudo bem madame, mas estamos curiosas em saber quem é ela.
- Eu também quero saber, mas Débora lhe deu um sedativo muito forte e ela só deverá acordar daqui algumas horas, está bastaste ferida, mas nada muito grave.

-x-x-x-

- Pois é senhor Emanuel, espero que sua filha seja encontrada sã e salva. Ela ajudou muito minha garotinha no cativeiro. - Aninha, me diga como é que estava minha filha, na última vez que você a viu? - Eles judiariam muito dela, porque ela sempre me defendia, não deixando que eles me machucassem. Naquela noite, quando disseram que iriam me soltar, resolveram manter minha amiga com eles, pois queriam pedir mais dinheiro para a soltar. Beatriz ficou com muito medo e vendo a porta aberta, saiu correndo. O chefe deles e um outro cara me levaram até a cidade e me soltaram perto de minha casa. Ele mandou os outros ir atrás de sua filha e aí eu não sei mais nada.
Ana, apesar de muito novinha, não contou em casa, nem ao pai de Beatriz, o que realmente aconteceu no cativeiro. Por vergonha e por não ter coragem de falar que os bandidos, queriam fazer sexo com ela e que Beatriz se entregou para eles, só para a proteger. Vendo o noivo da amiga, a mãe e os irmãos apreensivos, não tinha como falar que dois deles, a estupraram durante todo o tempo que estiveram aprisionadas.
A mãe de Beatriz, ao ouvir o relato de Ana, começou a chorar. - Que Deus proteja minha filhinha! Faz cinco dias que ela fugiu do cativeiro e até agora não temos nenhuma notícia.

-x-x-x-

Beatriz acordou e se viu cercada por muitas moças, que a olhavam curiosas. Você acordou, bela adormecida, que bom! Ela estava deitada num bonito e aconchegante quarto, mobiliado com muito luxo, numa macia e quente cama. Confusa, olhou para os muitos e sorridentes rostos e indagou:
- O que aconteceu? Como vim para aqui? - Você não está lembrada de nada? - Tenho algumas lembranças, mas tudo está muito confuso. Lembro que tinha uma menina junto comigo em algum lugar. Lembro dos homens que queriam me matar, que me deram chutes e depois mais nada.
- Qual é o teu nome e qual a tua idade? - Meu nome... eu acho que é Ana ou Beatriz, estou em duvidadas. Tenho 13 anos. Todas se olharam surpresas.... A coitadinha estava bem doidinha. Devia ter mais de vinte e achava que tinha 13 anos.
- Está certo moça... por enquanto vamos te chamar de Ana. Você sabe onde mora? Tua família? Não sei onde moro, mas me vem à memória o nome de Bruno... é isso mesmo... meu pai se chama Bruno e ele gosto muito de mim.

-x-x-x-

Tudo bem Ana... teu pai se chama Bruno e tens 20... digo 13 anos. Vamos tentar descobrir alguma coisa a respeito de teu pessoal, alguém de tua família deve estar te procurando. Enquanto isso, ficarás morando com a gente. Pode ser que dentro de alguns dias, você se lembre de mais coisas a teu respeito.

Mas o trauma sofrido por Beatriz e as pancadas e os chutes que levou na cabeça, a fez embarcar numa espécie de amnésia e tudo lhe vinha à memória muito confuso e ela misturava as coisas. Duas semanas depois, Beatriz já transitava pela casa de madame Müller, fazendo amizade com todas as garotas que trabalhavam lá e dos demais empregados. Sua memória não voltava e, agora, sendo chamada de Ana por todos, o nome Beatriz sumiu de suas lembranças.
O mais grave era que agia e se portava como se realmente fosse uma menininha de apenas 13 anos. Estranhava que só ela morasse na Casa Verde e que as outras, apenas trabalhavam lá.
- Madame porque só eu moro aqui com a senhora e as outras moças não? - Sabe o que é Ana, as minhas meninas só vêm aqui para namorar…eu até alugo quartos para elas, lá no segundo pavimento. - Mas são bem safadinhas, eu percebi que ficam trocando de namorados sempre. - É assim mesmo, meu anjo, na minha casa toda podem namorar quem quiser, eu até gosto que façam isso.
Que coisa mais estranha! Mas eu gosto muito delas e não ligo para isso. Madame posso lhe pedir uma coisa? Pode sim Ana... o que é? - Eu queria descer para o salão, quando as moças estivessem com os seus namorados... posso descer?

- Pode sim, hoje à noite, eu mesma virei te vestir para você ir para o salão bem bonitinha. - Oba, oba...muito obrigado, sabe de uma coisa? Eu gosto muito da senhora.
À noite, a cafetina veio até Beatriz e a "preparou" para descer. Maquiagem, penteado e roupa, tudo ao gosto de Müller. - Nossa! Como eu estou bonita! Nunca vesti saia tão curta como esta! - Eu quero que você fique bem apresentável, para conhecer alguns rapazes lá embaixo. Ela a levou pelas mãos, muito orgulhosa pela grande beleza de sua nova "menina".
- Madame você está de parabéns, esta tua nova garota é muito bonita, acho até que é a mais bela de todas. - Doutor Carlos, esta é a minha sobrinha Aninha e está morando aqui comigo. - Aninha... que nome bonito... eu posso conversar com você? - Se madame deixar...!
- Pode sim Aninha, fique aí com o doutor Carlos, que vou ver as outras garotas. Antes de se afastar deles, ela foi até o ouvido de doutor Carlos e sussurrou: - Vá com cuidado, Carlos, é como lhe falei. Minha sobrinha é um pouco doidinha e pensa que tem apenas 13 anos. - Pode deixar comigo Müller, eu sei como domar garotinhas.

-x-x-x-

Um mês depois, Aninha era mais uma das meninas da Casa Verde. A mais cobiçada de todas. A única "disponível" todo o tempo, pois residia lá mesmo. Era a que mais dava lucro para a madame, pois não era necessário lhe entregar partes dos ganhos dela, que não queria dinheiro, apenas se sentir segura morando com a madame.
Aninha se sentia feliz como pinto no lixo, pois morava numa bela casa, sendo paparicada pela proprietária, a quem passou a considerar como se sua mãe fosse e lhe que dava muito carinho e tudo que pedisse, mas o que mais Beatriz, digo... Aninha queria era levar os "namorados" para o quarto, pois adorava fazer sexo com eles, não lhes pondo nenhum limite, pois se mostrava insaciável na cama.

-x-x-x-

A felicidade de madame Müller e de Aninha durou por mais sete meses, até que em determinada noite, um jovem de nome Bruno, foi visitar a Casa Verde. Ele ainda sentia a perda de sua amada Beatriz, sequestrada a quase dez meses e que nunca mais foi localizada. Nunca se relacionou com nenhuma outra jovem, mas como homem, tinha as suas necessidades normais e levado por amigos foi até Casa Verde.
Seus amigos não paravam de falar a respeito de uma nova menina de madame Müller, de extraordinária beleza e que na cama era um verdadeiro furação. Bruno fez questão de a conhecer.

-x-x-x-

- Senhor Carlos, como pediu, eu lhe apresento minha sobrinha, Aninha. Quando ele colocou os olhos na garota, levou um tremendo choque, empalideceu e sem conseguir falar nada, não conseguia desviar o olhar sobre a bela jovem que lhe era apresentada.
- Minha nossa, eu sabia que minha sobrinha impressionava meus clientes, mas com você meu jovem, parece que viu um fantasma!
- Me desculpe madame, mais é que sua sobrinha, é muito parecida com uma pessoa, que não consigo tirar do meu coração, minha noiva.
- Meu nome e Aninha, moço... você é muito bonito. - Você quer ir até o meu quarto, para brincar comigo? - Desculpe Aninha, Carlos.... Ela é muito impulsiva e parece que gostou muito de você. - Eu gostei do moço, sim titia. Ele tem o mesmo nome do meu pai e até se parece com ele! - Deixe ele ir comigo, tia... quero fazer uns carinhos nele.... Deixa...deixa, por favor, volta a insistir a garota, fazendo beicinho.
Bruno estranhou o comportamento da jovem, que falava e agia como se uma criança fosse. - Eu deixo sim, querida...mas somente se ele quiser. - Eu quero sim, madame. - Tudo bem, então vá até o barzinho, ali no canto e peça uma ficha de Aninha
- Aviso que duas horas com ela, é bem caro! - Não tem importância, madame... eu posso pagar.
-x-x-x-

No quarto de Aninha, ele ficou olhando ela tirar a roupa, cada vez mais impressionado com a semelhança dela com Beatriz, até no jeito de se despir, tirando primeiro a calcinha, para somente depois, o vestidinho e por último os sapatos.
Deu um grito, que escoou forte por todo o quarto, quando viu o sinal, em forma de estrela, na virilha direita, quase tocando a vagina. Marca inconfundível de sua amada Beatriz. - Meu Deus! Meu Deus! É você Beatriz... é você meu amor!
- Aninha, assustada com o comportamento dele, retrucou: - Meu nome é Ana, moço...Aninha como todos me chamam! - Não querida você é a minha Beatriz... Beatriz Lois Slim, filha de Emanuel Lois Slim e minha noiva, desaparecida a dez meses.
Ana... Beatriz, parecendo tonta com as palavras de Bruno, levou as mãos à cabeça e tombou sobre uma poltrona. Ficando apenas olhando para ele, parecendo estar no mundo da lua.
Bruno pelo interfone, pediu para madame Müller, comparecer ao quarto de Aninha, com a máxima urgência. Assustada com o pedido, subiu correndo as escadas, acompanhada de Sara e Adelaide. - Venham meninas, eu acho que aconteceu alguma coisa com a nossa garotinha!

-x-x-x-

- Madame... a senhora sabe quem é essa moça? Ela não é sua sobrinha de modo nenhum! O nome dela é Beatriz Lois Slim, filha do fazendeiro Emanuel Slim, que foi sequestrada a dez meses e que nunca mais apareceu e é a minha noiva... a gente ia se casar! - Quero saber como ela veio parar aqui na tua casa e porque se tornou uma das tuas meninas!

-x-x-x-

Mais do que Müller, Sara e Adelaide, explicaram a Bruno, as circunstâncias de como encontraram Beatriz, criando uma história fantasiosa, mas que não podia ser confrontada com nenhuma outra. Estávamos retornando de uma "festinha" quando nos deparamos com ela, que muito machucada, pedia carona para a gente. Não quis ir para um hospital nem dar parte para a polícia do que aconteceu com ela. Falou que apenas queria descansar e que seu nome era Ana. Não se lembrava de nada e disse apenas que tinha 13 anos.

x-x-x-

Dois dias depois, Beatriz estava de volta a fazenda Slim 2X, com toda a família reunida, comemorando a volta dela para casa. Sã e salva.

Salva sim, mas sã, não. A mente da coitadinha ainda continuava muito confusa, navegando entre dois mundos, entre duas personalidades distintas, Ana e Beatriz. Nos raros momentos em que Beatriz prevalecia, apesar de se sentir feliz em estar junto com os seus entes queridos, lhe vinha à mente os instantes em que estava sendo massacrada pelos dois monstros e, então gritando em desespero, Ana chegava e ela passava a agir como uma menininha.

Esta dualidade durou muito tempo, até que com muito amor e carinho, voltou a ser somente Beatriz e agora casada com Bruno, esperava um bebezinho, uma menina, a quem daria o nome de Ana... a sua pequena Aninha e convidou sua jovem amiga Ana, para ser a madrinha do seu bebê.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2015 18:14

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 15/08/2015.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*