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Sara, a escrava do sexo

Sara, a escrava do sexo


Sara é uma moça muito bonita, com seus 23 anos e com um corpo maravilhoso de arrancar suspiros por onde passa. Cintura fina, coxas grosas bem torneadas, e bunda arredondada, levemente empinada, e seios lindos, tão firmes que parecem maiores que o normal, com mamilos eretos. Uma verdadeira beldade. A faculdade inteira cobiça aquela universitária. Cabelos loiros compridos e olhos azuis, 1,65 m de pura tentação. Muito alegre e simpática, consegue atrair as atenções em qualquer lugar que esteja. Mas ela só tinha olhos para o seu noivo o jovem Henrique.
Os dois estão só esperando terminarem a faculdade para marcarem a data do casório. Nesta noite de sexta, em especial, Sara está eufórica, pois dirigindo o seu sedan vermelho, está indo para o sitio do seu querido. Eles planejaram passar o fim de semana só se amando, esquecidos dos estudos e trabalhos. Ela fica excitada só em pensar em ter Henrique dentro dela.
Sara sabe que está atrasada, já passa das 21 horas, mas não conseguiu se livrar dos seus compromissos no escritório no horário normal. Ainda bem que são pouco mais de 60 quilómetros até o sitio de Henrique. 40 de asfalto e 20 de terra batida. Ela conhece bem o caminho e não vê a hora de cair nos braços do seu noivo.
Mas o inevitável sempre acontece, aproximadamente a 2 quilômetros estrada a dentro, seu carro resolveu pifar. Ela que de mecânica não entende nada, ficou em pânico, pois sabia que naquela estradinha de terra, não havia quase nenhum movimento de veículos.
Só para constar, abriu o capô e ficou olhando o motor. Tinha 4 opções: Ligar para Henrique pelo celular, seguir a pé os 18 quilômetros, até chegar ao sítio dele, ficar no carro e aguardar improvável ajuda ou ir a pé, até a rodovia, pois o movimento, numa sexta-feira é razoável, mesmo a esta hora da noite. Fez inúmeras tentativas de contatar o noivo, todas sem sucesso, fez o mesmo para a casa de seus pais com igual resultado.
Felizmente, já com a bateria do seu aparelho quase no fim, conseguiu fazer contato com Marta, sua colega de trabalho e melhor amiga. Muito nervosa e choramingando, explicou para Martinha sua situação. - Calma amiga, eu estou na casa do meu namorado, vamos resolver o teu caso...só um momentinho, enquanto eu falo com ele....
- Tudo certo Sara! Eu e Thiago vamos te buscar. Vá até a rodovia e fique nos esperando. Thiago tem uma camionete Van branca. Não dê bobeira, pois você sozinha numa rodovia, numa noite de sexta...é atrair os "gaviões".
- Pode deixar amiga, vou ficar, atrás de umas árvores, quando a Van branca apontar, eu me mostro.
Tudo resolvido, com o coração mais sossegado, seguiu o conselho da amiga e retornou para a rodovia. Dois km não são nada, Mas com a escuridão da noite, estava se borrando toda de medo e a cada pio de coruja ou o "grito" de um bicho, acelerava os passos, olhando assustada para o matagal em volta.
Respirou aliviada quando viu ao longe o brilho de alguns faróis. Pela graça de Deus, estava chegando à rodovia. Lá ela poderia aguardar a chegada de Marta e de Thiago. Já passava das 23 horas e a escuridão da noite envolvia tudo. Alguns veículos, cruzaram o local onde estava, mas "escondida" por um grosso tronco de árvore, não a notaram.
Verdade que eles estavam demorando muito e Sara já estava ficando em pânico e ainda por cima os mosquitos a estavam comendo viva e o seu celular ficou sem carga. Pelo tempo decorrido, eles já deveriam estar chegando. Tudo nesta noite estava dando errado para ela.
Estava envolta em seus pensamentos e quase deixou passar a Van branca de Marta. Só deu tempo de pular para o meio do asfalto e abanar, desesperada, com as duas mãos para o alto. O carro só parou a uns 50 metros à frente. Sara deu pulos de alegria e ficou esperando o seu retorno, mas para sua surpresa, a van ficou parada e então, resolveu ir em passos rápidos até lá, mas nem avançou uns 5 metros, o veículo também, avançou uns outros 10.
Que merda é essa? Marta quer gozar com a cara dela! Exausta e com os pés doendo de tanto andar, não estava para brincadeiras. - Marta...sua diabinha, pare de "zoar" comigo! Estou em "pandarecos".
Quando as portas da van se abriram e dois homens saíram, foi que percebeu o seu engano...a van branca, não era a de Marta. Pensou em recuar, mas já era tarde, pois duas potentes lanternas a enquadraram. - Meu Deus do Céu! O que eu fiz? Tremendo dos pés à cabeça, ficou estática, sem coragem para nada.
- O que você está fazendo aqui moça, sozinha, a esta hora da noite? Foi o que lhe perguntou um dos homens.
Com voz trêmula e indecisa, conseguiu dar umas explicações atrapalhadas: - Desculpem, mas é que pensei que vocês fossem os meus amigos...o meu carro quebrou e eles me prometeram vir me buscar.
- Se isso é verdade, onde está o teu carro? - Está a uns 2 quilômetros, nesta estradinha secundaria...eu ia para o sitio do meu noivo. Quando mais dois homens saltaram da van, Sara se sentiu morrer e quase em pânico, vocês podem irem embora…meus amigos já devem estar chegando.
- Achamos que os teus amigos não vão chegar tão cedo. Acabamos de ouvir no rádio, que a ponte, na saída da cidade, foi interditada e que a alternativa é um desvio de muitos quilômetros. Provavelmente, só pela manhã, eles vão conseguir vir te socorrer.
- Não tem importância, eu fico aqui esperando por eles. - De jeito nenhum, nós não vamos deixar uma moça tão bonita, perdida neste mundão de Deus. Não necessitas ter medo da gente.... Nossas mulheres estão na van Vamos te deixar no posto de abastecimento, a uns 10 quilômetros adiante. Lá você poderá ligar para os teus amigos e dizer onde está.
Sem opção, aceitou a proposta dos caras, mas só ficou tranquila, quando percebeu que os passageiros da van, eram 4 casais, todos eles beirando entre os 30 e 40 anos. Todos bem gentis e as senhoras, elegantes e bonitas, se mostraram simpáticas e comovidas com o "aperto" de Sara.
Logo quiseram saber de tudo a respeito de Sara. Nome, idade, onde morava, se era casada ou não. Sentada no meio de duas delas, Sara muito cansada, foi respondendo a todas a indagações, quase que automaticamente. Queria chegar logo ao tal posto, beber alguma coisa, telefonar e descansar um pouco.
Nem percebeu que já tinha passado a muito tempo o posto. Quando uma das mulheres, que se apresentou como Estela, passou as mãos em seus cabelos e rosto e lhe disse: - Você é uma jovem muito linda, Sara...muito gostosa mesmo!
Estranhou bastante estas afirmativas, mas foi o diálogo que se estabeleceu entre eles, que a assombrou bastante. - O que você acha dela, Pedro? É bem apetitosa e tem um corpo lindo! Acho que serve!
Sara, meu nome é Adelaide e eu sou a líder do nosso clube e agora mesmo estamos indo para a nossa sede, passarmos o final de semana e estamos convencidos que você é digna de ser a mais jovem sócia da nossa associação e que caiu como por acaso em nossas mãos.
- Agradeço muito o convite, mas não posso aceitar, tenho de esperar os meus amigos no posto e depois ir para o sitio do meu noivo. Foi o que respondeu Sara, nesta altura, já sabendo que entrou numa fria.
Logo uma outra senhora retrucou: - Minha querida, o teu posto já ficou para trás a muito tempo. Estamos indo para a nossa sede e lá serás inscrita como a nova sócia... temos certeza que gostarás muito do que te espera.
- Minha senhora, peço que façam meia volta e me deixem no posto! Eu não posso e não quero ser sócia de clube nenhum, ainda mais contra a minha vontade.
- Sara querida...eu sou a Camila, e lhe afirmo, que no início, todas dizem a mesma coisa, mas depois de alguns dias, passam a gostar do nosso tratamento.
- Vocês estão assustando a moça...mas não lhe dizem do que se trata! Sara, meu nome é Norma e também sou uma das adeptas do que fizemos no clube. Você por acaso conhece os termos "bondage e "sadomasoquismo"?
- É claro que conheço, não sou nenhuma idiota! É uma forma de perversão sexual, praticado por gente doente da cabeça e sem nenhum sentido de decência e honra.
-Pois é minha linda... a nossa associação é um clube de sadomasoquismo e não somos malucos sem moral, apenas apreciamos as formas diferentes de sentir e dar prazer e você, depois de ser uma das nossas sócias vai também gostar.
- Pelo amor de Deus, vocês são uma turma de malucos, me deixem ir embora. Eu não quero fazer parte do hospício de vocês.
- Agora é tarde para isso, garota, desde o momento que entrou na nossa van, não tens outra saída…agora serás uma das nossas "pacientes"
Antes que pudesse emitir mais protestos, sentiu que uns dos homens, sentado no banco atrás dela, lhe aplicou uma gravata a imobilizando e a tal de Camila, lhe injetou o conteúdo de uma ampola na coxa direita. Sinto muito querida, mas você não pode saber onde fica o nosso clube, vais dormir por um bom tempo.
Quando sara, acordou do seu longo sono, provocado por um poderoso sedativo, já era a tarde de sábado. Com a cabeça bastante confusa, de imediato não se deu conta de onde estava, mas aos poucos foi se dando conta do acontecido com ela, e isso a encheu de terror.
Sara estava totalmente nua e amarrada de uma forma absurda, com braços e pernas presos a barras de ferro, equidistantes, de forma a manterem suas coxas demasiadamente abertas, o mesmo acontecendo com os braços. As braçadeiras que prendiam seus pulsos e tornozelos eram de couro, revestidos com algo macio, de modo que mesmo com a forte tração, não sentia dor. Em seu pescoço um grosso colar, também de couro, forçava sua cabeça a se manter ereta.
Sara estava presa na vertical com os pés quase não tocando o piso. A sua frente, um enorme espelho, refletia a sua imagem e ela pode ver, apavorada que estava totalmente depilada. Sua xoxotinha estava mais lisa que bunda de bebê.
Pode perceber que o local onde estava, era amplo e bem iluminado e com boa ventilação. Não notou a presença dos casais, mas pode ler um enorme cartaz, ao lado do espelho, que dizia:
"Sara, você agora faz parte do nosso clube e vamos te ensinar tudo a respeito de BDSM, que nada mais é do que... Bondage e Disciplina, Dominação e Submissão, Sadismo e Masoquismo. O BDSM tem o intuito de trazer prazer sexual através da troca erótica de poder, dominação e submissão, que pode ou não envolver dor, tortura física e psicológica, cócegas e outros meios. Você, querida, nos dias que estiveres conosco, vai ser introduzida em cada uma destas formas de dar e sentir prazer e temos certeza, querida, que vais ficar viciada por este modo de prazer". "
Sara estava aterrorizada, totalmente apavorada, simplesmente não podia crer no que estava acontecendo. E o pior de tudo é que ninguém tinha noção de onde ela estava, nem ela mesma. Eles falavam em alguns dias...tinha certeza que não ia aguentar e que ficaria maluca, bem antes deste tempo
Amarrada como estava às barras ade ferro, tinha de se manter quase que imóvel, pois a coleira em seu pescoço estava muita apertada e qualquer movimento que fizesse se refletia ali, quase a sufocando.
Por um tempo que não soube precisar, ficou sem ouvir nenhum movimento no salão, mas pode escutar vozes, muitas vozes, provenientes de outro cômodo Eram falas de mulheres e de homens, provavelmente dos seus sequestradores. Conforme o tempo ia passando, Sara ia se apavorando cada vez mais, pois passava por sua cabecinha imagens de um filme de terror, que assistira com o seu noivo, há algumas semanas. Nele, uma mulher fora capturada por um bando de canibais, que a torturaram de forma terrível e depois a esquartejaram, cozinharam e comeram cada pedaço do corpo da infeliz.
Estes pensamentos sombrios, fizeram com que Sara ficasse num estado de pânico indescritível e acometida por uma crise histérica sem controle. Quando viu todos os oito sequestradores entrarem no salão, começou a berrar descontroladamente, pegando de surpresa os casais, que esperavam, por parte da prisioneira, muitos protestos e xingamentos, menos aquela histeria toda. Com o corpo se contorcendo todo, a coleira do pescoço, recebeu todo o peso de Sara, que começou a sufocar e a ficar com o rosto roxo.
Foi o tempo que Pedro e um outro homem corressem e a segurando pela cintura, aflouxassem a corda que a prendia à barra superior. Com isso Sara voltou a respirar, mas não parou de gritar, tomada por imenso pavor. - Por favor não me matem, não me comam.... Eu não quero morrer! Era o que Sara implorava, aos prantos.
Camila se aproximou da prisioneira e lhe deu dois fortes tapas em suas faces. - Pare com esta histeria toda menina, nós não vamos te matar e muito menos te comer...pelo menos no sentido nato da palavra. Não somos canibais. De onde tirastes esta ideia maluca? Nosso clube só visa o prazer, como já te falamos e explicamos muito bem no cartaz que deixamos pra você ler. Fique calma e já que não tens outra opção, procure ficar excitada, com o tratamento que vamos lhe proporcionar.
Aos prantos, Sara implorava que eles a libertassem: - Por favor, me soltem. Eu não quero ter este tipo de prazer...isto é doentio! Porque não fazem estas coisas entre vocês? Estas amarras estão me machucando!
- Sara, minha querida.... A tesão toda está em usarmos jovens inexperientes e ingênuas como você, que não pratiquem o sadomasoquismo. Gostamos de saber quantas de vocês, depois de passar pelo nosso tratamento, se convertem ao BDSM. Para o teu conhecimento, das vinte e duas moças que aprisionamos, 15 delas, ficaram simpatizantes do nosso método de sentir e dar prazer. Sem que elas saibam, a gente as monitora depois que as libertamos. Temos quase certeza que você será uma delas!
- Canalhas, covardes, tarados.... Eu jamais praticarei estas imundícies, estas porcarias... eu sou uma pessoa normal, não doente como vocês.
- Sara não acreditamos nem um pouco em tuas palavras, até pode demorar um pouco mais, mas agora você só saíra daqui, depois de convertida à nossa causa. Isto se tornou um desafio para a gente.
Vamos deixar de conversa fiada... Adelaide e Marcelo, façam o primeiro "teste" na nossa queridinha. Vamos ver se ela vai continuar com esta "pompa" daqui a algum tempo.
Com o horror estampado no rosto, Sara viu quando Adelaide e Marcelo, usando bancos de madeira, se posicionaram entre suas coxas. Ele, sem nenhuma delicadeza, espalmou seu bumbum e botou a boca no seu cuzinho. Tentou contrair os músculos das nádegas, para o impedir, mas Marcelo, com as duas mãos, forçava a separação das "bandas" da sua bunda. Ela sentiu muito nojo do que ele estava fazendo...beijando, lambendo e enfiando a língua no seu cuzinho.
Adelaide, uma ruiva, um pouco cheinha de corpo, usando as duas mãos, forçou abertura dos seus lábios vaginais e começou a soprar dentro do canal da buceta de Sara. - Minha nossa! Que bucetinha mais cheirosa você tem Sara! Em seguida, fez o mesmo que Marcelo, começou a chupar e a lamber a vagina da apavorada jovem.
Sara sem poder fazer nada para impedir aquele absurdo ataque ao seu corpo, fechou os olhos, para não ver pelo espelho à sua frente, a mulher com a cabeça no meio de suas coxas, fazendo sons nojentos, ao chupá-la. Quando sentiu, que mais duas daquelas bestas, um homem e uma mulher, se "abocanharam " dos seus seios e iniciaram a sugar seus mamilos, se sentiu completamente arrasada. Sua vontade era morrer, só para não sentir as quatro bocas que manuseavam suas partes íntimas, de maneira tão repugnante.
O mais revoltante, era que eles se revezavam e cada um dos oito safados, a usaram por muito tempo. Mas o que realmente, deixou Sara humilhada, foi que mesmo contra a sua vontade, foi ficando excitada. Lutava com todas as suas forças para não sentir prazer. Mas foi impossível, a ponta da língua se movimentando, alguns centímetros dentro do seu cuzinho e lábios, chupando o seu clitóris, a levavam à loucura, até que, mesmo se odiando, Sara teve um intenso orgasmo.
Mas o pior de tudo, é que mesmo depois deles a terem obrigado a gozar, se revezando, continuaram a bulir no corpo de Sara. Os canalhas sabiam muito bem o que faziam, mestres que eram na arte de causar prazer intenso nas suas "cobaias" e com ela não foi diferente e Sara foi levada a ter muitos outros orgasmos.
Totalmente exausta de tanto gozar e quase desfalecida, ela agora apenas sentia muita ardência nos seus dois buraquinhos e com os mamilos doloridos de tanta chupação. Já não sentia mais prazer, apenas uma enorme aflição, e implorava que eles parassem. Foram mais de duas horas de "tortura".
Todos estavam radiantes e comentavam entre eles, como que Sara não estivesse presente. - Que coisa de louco! Nunca vi ninguém gozar tanto como esta garota! Nenhuma das moças anteriores, foi levada a ter tantos orgasmos como ela, e logo na nossa primeira investida!
- Sara…você só tinha era "papo furado" teve múltiplos orgasmos, logo de saída! Como prêmio vamos de soltar das amarras e por hoje vais ficar somente com uma correntinha no tornozelo, para não ariscares nenhuma gracinha, numa inútil tentativa de fuga. Hoje à tarde, depois de descansares um pouco, vamos continuar com as nossas brincadeiras com você.
Sara foi levada, por Estela, Norma e Paulo para um quarto, no andar superior da casa e lá presa, por meio de uma corrente à uma enorme cama de casal. - Garota esta correntinha é bastante longa, dá perfeitamente para ires ao banheiro, naquela porta ali no canto. Não poderás vestir nenhum tipo de roupa, terás de ficar nuazinha, como agora. Para o teu bem, não tente usar os lençóis ou as tolhas para esconder sua nudez, se o fizeres, serás castigada. Queremos te ver sempre nua.
Totalmente vencida, sem ânimo para nada, Sara nem levantou os olhos para os três. - Garota, daqui a alguns minutos, vamos trazer alimentação para você, pois afinal, não queremos a matar de fome.
Já ao cair da noite, depois de tentar comer alguma coisa, Sara estava mergulhada na banheira, com água bem quente até o pescoço. Tentava, de algum modo, entender o que estava acontecendo com ela. O porque dela ser raptada por aqueles casais. Já tinha lido e visto alguns filminhos na internet referente à pratica do BDSM, movida pela curiosidade, mas sempre achou que tudo não passava de uma forma de fantasia erótica e que os vídeos eram na sua maioria, feitos por arrizes e atores do mundo pornô, pura ficção.
Mas agora, estava ela, sentindo na carne, que aquilo tudo era real e ficou relembrando o gozo animal e sem controle que sentiu ao se ver tão grosseiramente violentada. Nunca em sua vida, sentiu tanto prazer, apesar de Henrique, o seu noivo, ser um garanhão de primeira, que a levava às nuvens, quando se amavam. Mas nada como o que sentiu hoje à tarde, ainda mais que não ouve penetração, eles apenas usaram bocas, línguas e mãos.
- Meu Deus do Céu! O que eles ainda fariam com ela? Sara estava se odiando, pois sabia, pelo gozo alucinante que sentiu, que os canalhas a fariam submissa ao mundo doentio deles.
Deitada a cama, com um leve lençol cobrindo seu corpo, pensava em seu noivo, em seus país e amigos. O desespero deles devia ser enorme, pelo eu sumiço. Foi com estes pensamentos, que adormeceu.
Subitamente foi acordada, com o lençol sendo tirado de cima se seu corpo. Estela, Adelaide, Camila, Norma, Pedro, Jorge, Marcelo e Paulo, todos eles estavam ao redor da cama e traziam com eles, alguns estanhos objetos.
- Acorde Sara! Está na hora da gente te brindar com alguns dos nossos brinquedinhos. Assustada, tentou se levantar da cama, mas muitas mãos a imobilizaram. - Fique quieta garota...vamos colocar dentro de você estas coisinhas aqui. Adelaide e Jorge lhe mostram alguns vibradores de silicone, alguns com dupla ponta. Eram enormes, compridos e grossos e tinham fios anexo à eles.
Sara gritou horrorizada, pois logo percebeu as intenções deles. Gritou, esperneou, mas de nada adiantou, logo se viu com as coxas levadas até próximo de seus ombros, numa torsão absurda do tronco. Eles a mantiveram nesta posição, com os seus órgãos genitais todo arreganhados. Sentiu quando seu cuzinho e a buceta, foram lambuzados com uma espécie de creme.
Quando, com muitas risadas e zombarias, o primeiro vibrador foi sendo enterrado em seu ânus, Sara chorou e implorou por misericórdia, pedindo que eles não fizessem aquilo com ela. O negócio era enorme e ela estava sentindo muita dor, pois uma das coisas que nunca fez com o noivo, foi coito anal. Mas eles não deram importância para as suas súplicas e lentamente aquela coisa foi entrando no seu buraquinho, com comentários irônicos dos safados.
Mas o pior estava por vir, quando outro vibrador foi introduzido em sua vagina. Aquela coisa a fez se sentir toda cheia por dentro e para desleite dos tarados, o vibrador tinha adaptado um pequeno apêndice, um excitador de clitóris.
- Sara, estas coisinhas ficarão dentro de você, no mínimo por toda esta noite. Eles são movidos por esta bateria, ela ficara aqui no piso, ao lado da tua cama. O controle será realizado por um "time" que acionara os vibradores a cada dez minutos, por uns quatro minutos de ação. Para eles não saírem do lugar, vamos fixa-los com esta cinta de couro à sua cintura.
- Esta noite, temos certeza, nunca mais será esquecida por você, iras sentir tanto prazer que a levarão ao limite do gozo. - Boa noite querida, favor não enlouquecer, pois amanhã temos outras surpresas para você.
Todos eles saíram do quarto, a deixando com os pulsos presos à cabeceira da cama, para a impedir de arrebentar os fios que ligavam os vibradores à bateria. Uma máquina filmadora, acoplada ao time dos vibradores, foi preparada para registrar todos os momentos que os aparelhos começassem a vibrar.
Poucos minutos depois da saída deles, Sara sentiu que os vibradores começaram a agir. O que estava em sua vagina, além de ter uma vibração intensa, tinha a capacidade de se contrair e se expandir e ainda fazer rotações de 30 graus, para a direita e para a esquerda. Ainda por cima, o excitador de clitóris, massageava o seu botãozinho, durante todo o tempo.
O que estava dentro do seu ânus, além de vibrar, fazia pequenos movimentos de entra e saí. Sara logo de início, soube que de nada adiantaria tentar não se excitar, que isso seria impossível, com aquelas coisinhas dentro de seu corpo, a levando ao extremo do gozo.
E assim foi, a cada dez minutos, Sara não conseguia se controlar e emitia verdadeiros uivos, com o inexplicável prazer que sentia, no auge dos orgasmos sem controle, durante os quatros minutos em que eram ativados.
Na manhã seguinte, ela já não tinha mais forças e apenas poucos soluços e gemidos se faziam ouvir no seu quarto. A bateria tinha esgotado a sua carga e os vibradores, agora quietos, só lhe davam um grande desconforto e a vontade de urinar e defecar era insuportável.
Mas imobilizada como estava, só lhe restava esperar que alguém viesse ao quarto senão, mesmo com os vibradores enterrados nela, iria se aliviar assim mesmo. Mas graças, que Norma e Camila entraram, lhe trazendo uma bandeja com o café da manhã.
- E então, minha querida...gozou muito durante a noite? Sara estava tão abatida, que nada lhes respondeu. Com os olhos lacrimejando, suplicou que elas a soltassem, pois necessitava ir ao banheiro com urgência. As duas caíram na risada, mas a soltaram, tirando de dentro dela os vibradores. Vá logo no banheiro querida, sabemos que depois desta noite, com os vibradores trabalhando nesta bucetinha e neste cuzinho, é natural que queiras urinar e cagar.
Sara ao se ver livre, correu o mais que pode para o banheiro e por lá ficou por uns bons 30 minutos, aproveitando para se deitar na banheira, papa aliviar com muita água, a dor que sentia na vagina e no ânus.
Como estava demorando muito no banheiro, norma e Camila, foram até lá. - Sara querida, nós vamos descer e deixar que você descanse um pouco, pois hoje à tarde vamos te levar para o salão lá no porão, onde te espera outras brincadeiras.
- Pelo amor de Deus, senhoras.... Tenham pena de mim! Eu não aguento mais, me libertem. Prometo que vou ficar de boca fechada e não os denunciar às autoridades. Acho que vou morrer aqui, se vocês continuarem a judiar de mim.
- Sara querida, esqueça esse negócio de seres solta. Só saíras daqui, quando a gente achar que podes ir. E quanto a nos denunciar, não estamos preocupados; estamos dando um jeitinho para que não possas abrir o bico. Agora nos deixe prender a correntinha em seu pescoço e vá descansar. Você por enquanto é nossa escrava e é melhor que se convença disso. Esqueça o teu mundinho lá fora. Achamos que vais ficar com a gente por um bom tempo.
Com Sara chorando muito, as duas mulheres, prenderam em seu pescoço, a maldita corrente e foram embora, sem antes de lhe darem muitos beijos nos lábios e nos seios. Não fique assim, queridinha... nós vamos te tratar muito bem. A jovem estava sem nenhuma esperança de esperar clemencia daquela gente e se atirou na cama, soluçando e pedindo ajuda do céu, pois já não tinha nenhuma esperança de ser libertada, ainda mais depois de ouvir Camila dizer que eles estavam maquinando para que ela não pudesse os denunciar. O que queria dizer com isso? Eles a matariam?
Com a cabecinha em desordem total, Sara não consegue esquecer as últimas palavras de Camila: " Esqueça o teu mundinho lá fora. Achamos que vais ficar com a gente por um bom tempo".
- Meu bom Deus! Me ajude... eles vão me manter prisioneira, neste inferno, para sempre. Com o pavor que estava sentindo, Sara se encolheu toda na cama como se um feto fosse e não conseguia parar de soluçar. Estressada, caiu num sono, cheio de pesadelos terríveis.
A verdade era que a jovem Sara não tinha estrutura emocional suficiente, para suportar este tipo de privação e a sua mente estava entrando em parafuso; até, talvez, como uma inconsciente fuga do terrível drama em que se encontrava.
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Thiago e Marta não conseguiram fazer contato com Sara. O celular da amiga estava desligado ou fora de área. Queriam avisar que só poderia chegar onde ela estava, na manhã seguinte. Um bloqueio na ponte, os obrigou a fazer um tremendo desvio. Mas agora, quase chegando no acesso à estradinha secundária, Thiago diminuiu bastante a velocidade de sua van. Marta bastante agoniada, pela situação de Sara, olhava para fora, na tentativa de ver sua amiga.
Thiago, acho que ela, cansada de nos esperar, voltou para o seu carro. Não querendo passar a noite ao relento. Vamos até lá, Sara falou que a pane aconteceu a aproximadamente a dois quilômetros.
Quando chegaram onde estava o carro de Sara, não a encontraram e nem um bilhete ela deixou. O carro não estava trancado e na revista que Marta e Thiago fizeram, encontraram apenas uma mala com as roupas dela e alguns outros pertencentes pessoais. A bolsa, com documentos e com o celular, não foi encontrada.
- E agora Marta… o que vamos fazer? - Eu acho que ela conseguiu carona até o posto de gasolina, alguns quilômetros adiante. Ela deve estar nos esperando lá! Tudo inútil, os frentistas informaram que nenhuma moça chegou ao posto, nesta madrugada. Marta já bastante apreensiva, pediu ao namorado que fossem até o sitio do noivo de Sara.
Quando Henrique viu ao longe o carro chegando, respirou aliviado. Durante toda a madrugada tentou falar com Sara, mas o celular dela não atendia. Mas estranhou quando viu que não era o carro de Sara, mas sim uma van branca.
Quando ficou estabelecido que Sara tinha sumido "do mapa", sem deixar vestígio, intensa busca foi realizada. Para tristeza de todos, nenhuma pista do que aconteceu com ela, surgiu.
Agora, noventa e três dias depois, todas as buscas foram suspensas, pois não havia mais esperanças de a encontrar, pelo menos viva.
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Sara, não se parecendo nenhum um pouco com a jovem alegre e cheia de vida de três meses atrás, se deixava manipular, sem emitir um único protesto. Obedecia em tudo às ordens recebidas dos seus sequestradores. Para ela, nada mais tinha importância, a não ser as sessões, quase que diárias, em que era submetida as mais infames e torpes formas de abuso do seu corpo e de sua alma.
Os quatro casais, que nem sempre estavam na mansão, se revezaram em praticar em Sara, as mais absurdas formas de sadismo e fetiche. A jovem não pode resistir à eles e, totalmente submissa, vivia somente para satisfazer os monstruosos prazeres de seus algozes, que a usavam para satisfazem seus insaciáveis apetites sádicos pelo sexo da coitadinha.
Mas uma coisa eles ignoravam, se o corpo de dela estava presente, sua mente não. Ela era apenas uma "casca" que enlouquecia de prazer ao ser manipulada pelos monstros, em forma de gente.
Sara, agora, além de ser uma escrava do sexo, era também uma escrava para os serviços domésticos da mansão. Era obrigada a realizar todo o trabalho de limpeza dos quartos e dos banheiros. Podia circular por todos os recintos, até nos jardins da casa. Mas com a mente dominada por eles, jamais pensou em fugir.
Só parava de trabalhar quando era levada para o salão no porão, para ser submetida ao sadismo extremamente cruel deles ou então ao quarto que lhe fora reservado, onde passava noites inteiras sendo obrigada a fazer sexo coletivo, satisfazendo as taras dos homens e mulheres.
Submetida ao prazer da carne sem limites, Sara só conhecia prazer, se o sexo fosse violento e se sentisse dor. Ser invadida ao mesmo tempo por dois homes, numa dupla penetração, a levava ao delírio, ou então deixar que eles ejaculassem em sua boca, para poder sentir o sabor do esperma deles. Ela não podia mais agir e pensar por si só, dependia de um comando de qualquer um deles.
Sara foi escravizada pelo sexo sádico e não sabia mais viver sem ele. Estava totalmente submissa à vontade se seus "senhores", dos quatro casais. Para ela tanto fazia fazer sexo com os homens ou com as mulheres. Sara fora aniquilada em sua personalidade.
Num fim de semana, estando todos reunidos na mansão, chamaram Sara ao salão, eles queriam comemorar o que fizeram com ela. Nunca até aquela data. Eles tinham conseguido dominar tanto a mente e o corpo de uma de suas moças, e logo Sara, que no início se mostrou tão decidida a não se deixar dominar por eles. É certo que o seu processo de submissão demorou muito mais tempo do que com as outras. Foram quase cem dias, mas valeu a pena, pois agora ela não passava de um fantoche nas mãos deles.
- O que faremos com ela, pessoal? Vamos libertá-la, deixar que volte a viver a sua vidinha de merda? - Norma, eu acho que Sara não tem mais condições de viver fora do nosso clube.
- Sara, minha linda, o que você quer? - Continuar a morar nesta casa com a gente ou quer ir embora?
Sara levantou os olhos, que geralmente estavam voltados para baixo e ficou olhando para Norma e depois de algum tempo, com um fio de voz: - Não sei... o que você decidir eu faço.
- Vejam pessoal, Sara não passa de um lindo pedaço de carne, incapaz de tomar decisões por conta própria. Sei que esta não era a nossa intenção...mas o processo de submissão, para ela, foi quase que uma lavagem cerebral.
Acho que para o próprio bem dela, Sara tem de continuar aqui, nos ajudando nos serviços da casa e nos dando prazer... pois isso ela ainda faz muito bem. - Estão todos de acordo? - Então está decidido... Sara vai continuar a nos servir. - Sara querida, suba ao seu quarto e fique me esperando. Hoje estou cheio de tesão por você, pelo teu rabinho.
- Eu sabia Pedro... tanto interesse que ela ficasse com a gente...tinhas outras intenções! É logico Jorge...está menina aqui é uma boa foda! - Estou de acordo, mas eu também quero participar da festa. Afinal de contas ela já está acostumada a dar para dois ao mesmo tempo.
- Vamos subir para o seu quarto querida, vamos nos divertir um pouco. Marcelo e Paulo logo se manifestaram: - Vocês dois, favor não demorarem muito com ela! Nós também estamos com vontade de meter nesta bonequinha!
-Vocês homens são uns idiotas! Porque ficarem esperando...subam logo os quatro de uma vez e a usem a vontade...só tem uma coisa, eu também quero ir junto. Estou com uma tesão louca e com muita vontade de dar a buceta e o cuzinho. Eu e a Sarinha, podemos muito bem satisfazer vocês quatro - Então vamos logo, Adelaide...meu pau já está doendo de tão duro.
Durante toda noite Adelaide, Sara e os quatro sujeitos, fizeram a maior suruba do mundo, com todo mundo dando para todo mundo. Sendo que no fim da festança, Sara engoliu porra de cinco...sim de cinco, pois Adelaide fez questão de sentar no rosto de Sara e por muitos minutos ficou esfregando a bucetona, toda melada, na boca de Sara.
Já quase ao amanhecer, com os sete, amontoados na cama de Sara, exaustos pela noite de sexo, Sara foi acordada por Estela. - Venha ao meu quarto, querida. Eu, Camila e Norma ficamos a ver navios durante toda a noite enquanto vocês se divertiam e agora queremos matar a nossa vontade, com você.
Durante o resto da manhã, Sara fez sexo com as três mulheres, apesar de totalmente exausta, não tinha ânimo e coragem para se negar a nada. Chupou as bucetas delas e foi chupada. No início da tarde, levada a total exaustão física e mental, ainda tinha Norma sentada em seu rosto e Camila no meio de suas coxas, mordendo como uma louca os seus lábios vaginais. Os gemidos de dor, da infeliz, morriam dentro da vagina de Norma.
Quando tudo terminou, Sara foi levada, para o seu quarto, pois todos já tinham saído de sua cama. Ninguém notou, mas a garota, não saiu do seu estado de letargia e ficou deitada, durante o resto do dia, com os olhos abertos olhando para o dia de ontem.
Na manhã seguinte, quando duas das mulheres foram ao seu quarto, para a levarem para baixo, a viram na mesma posição em que fora deixada. - Acorde menina...está na hora de trabalhar, preguiçosa!
Por mais que sacudissem, Sara mesmo com os olhos abertos, não se mexia e nem falava nada, mesmo com os muitos tapas que levou no rosto. - Norma...acho que ela está em choque! Veja os olhos fixos no teto e o corpo todo mole! - Será possível isso? - Vamos chamar os outros… vamos ver o que eles podem fazer.
Durante os dois dias seguintes, Sara não saiu deste estado de choque. Parecia que sua mente tinha se desligado do corpo.
- Que tremenda merda! O que vamos fazer? Neste estado ela não nos serve para nada e ainda é capaz de morrer... é muito difícil a alimentar neste estado de quase coma!
- Pessoal…Sara já nos serviu por quase cento e dez dias...acho que está na hora dela ir embora. - Como vamos fazer isso Estela? Eu ainda não sei...deixem eu pensar um pouco a respeito.
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Numa fria manhã de inverno, numa cidade bem ao sul, uma jovem, enrolada num fino lençol, dormia a sono solto no gramado do lindo parque da cidade. Uma turma de jovens universitárias, aproveitava a manhã para tirar fotos dos pássaros e das árvores, a viram:
- Meninas, vamos fotografar aquela moradora de rua... ela bem representa a triste realidade de nosso país. Que coisa estranha Margô, geralmente esta gente se enrola em panos sujos, para se protegerem do frio, mas vejam bem...o lençol desta aí está mais branco do que o da minha cama! - Você tem razão Margarete... mas de qualquer modo, vamos fotografar a coitada.
- Gente! ... Está aí não é nenhuma moradora de rua, o rosto dela é muito bonito e ela está de olhos abertos!!! - Vai ver está é drogada! Vamos chamar um guarda do parque para dar uma olhadela nela.
- Que é isso turma, nós somos quase enfermeiras! Vamos examinar nós mesmo. Depois de alguns minutos, já com alguns curiosos em volta, o grupinho das cinco estudantes, chegou a uma conclusão. - Esta moça não apresenta nenhum sinal de que esteja drogada e não tem cheiro de bebida, está parecendo que ela está em choque ou numa espécie de coma. - Lívia, use o seu celular para pedir ajuda medica pra a coitadinha.
Sara, internada a quase uma semana, num hospital público, realmente estava em profundo estado comatoso, mas o mais estranho é que nos exames realizados, não apresentou nenhuma lesão cerebral ou no restante do corpo, apenas uns poucos machucados. Apesar das inúmeras tentativas de identificar quem era a jovem, sua identidade continuou sendo um mistério. Mais parecia que sua mente simplesmente se deligou do restante do corpo.
Margô e Lívia, com a colaboração das suas colegas da faculdade, conseguiram sua transferência para o hospital universitário, pois se interessaram muito em ajudar a jovem. Com autorização das autoridades policias encarregadas da identificação da misteriosa jovem, publicaram na internet o estranho caso da moça sem identificação, com fotografia de frente e de perfil.
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Oito meses depois do sumiço de sua noiva, Henrique estava inconsolável, pois a amava profundamente e até já pensavam em casamento. Mas o seu sonho fora bruscamente interrompido com a tragédia do desaparecimento de Sara.
Marta, sua amiga, não se perdoava, se sentindo culpada, por não ter conseguido chegar a tempo, para ajudar a amiga, apesar de Thiago, agora seu noivo, sempre lhe afirmar que a culpa não foi dela e sim da ponte que desmoronou, os obrigando a ir por um outro caminho, bem mais longo.
Marta, como sempre fazia, depois de voltar da faculdade, navegava um pouco pela rede, ler seus e-mails e ver algumas notícias. Chamou sua atenção, a chamada de uma notícia: "Quem conhece esta moca?"
Quando Marta entrou e viu o corpo da notícia, deu um tremendo grito, chamando a atenção de seus pais, que dormiam no quarto ao lado.
-O que aconteceu minha filha, porque gritou deste jeito, você nos assustou! - Papai, mamãe, vejam estas fotos aqui na tela! - Vocês reconhecem esta moça? - Acho que sim, minha filha, não tenho certeza...porquê? - Mamãe, esta é a Sara, a minha querida amiga, desaparecida a mais de oito meses! - Não é possível Marta, deves estar enganada. - Não, mamãe, eu tenho certeza que é ela, pois afinal de contas desde pequena a gente se conhece.
- Agora mesmo vou ligar para o telefone destas moças que colocaram o encarte na web. - É muito tarde minha filha, elas devem estar dormindo, espere até amanhã! - Não posso mamãe...tem de ser agora!
"Boa noite.... É a Lívia? Me desculpe por ligar tão tarde...Aqui é a Marta, eu falo de Belo Horizonte, Minas Gerais. Você não me conhece..., mas é que vi o que você colocou na internet, a respeito da jovem que vocês encontraram aí na sua cidade...ela é a minha melhor amiga, e o nome dela é Sara".
- Pelo amor de Deus, Marta... Que notícia espetacular! Vou agora mesmo ligar para as minhas amigas e avisar que tivemos sucesso, que a jovem foi reconhecida.
- Lívia, por favor... diga como é que está o estado de saúde de Sara. - Não vou esconder nada de você, já que és amiga íntima dela. Sua amiga está em profundo coma e os médicos não conseguem a tirar deste estado. Ela não tem nenhum ferimento físico...parece que a mente dela se desligou do corpo.
Lívia, agora mesmo, vou ligar para os pais de Sara e para o noivo dela... minha amiga está desaparecida a oito meses.
Sara, agora está internada numa clínica particular em Belo Horizonte, onde recebe os melhores tratamentos possíveis, mas inexplicavelmente ainda continua em profundo coma. Só Deus sabe o que aconteceu com ela.... Na verdade, mais quatro casais, também sabem.
Muito tempo depois, Sara saiu do coma, mas já não era a mesma moça de antes. Incapaz de se lembrar do que aconteceu com ela, sua cabecinha muita confusa, a fazia passar horas e horas, em absoluto silêncio, sentada no sofá de sua casa. Só quando se casou com Marcelo, o amor profundo que os unia, lhe trouxe significativa melhora.


FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:16 de agosto de 2015 04:52

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Comentários

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  • Black Tiger
    Postado porBlack Tigerem21 de dezembro de 2015 11:39

    Realmente mestre, percebesse facilmente q não convive c BM. Uma pena pq se assim julga e se excita saberia q tudo da forma real é melhor e não deturpado como vc escreve Marcel. Mas calma isso deve ser apenas desejo reprimido. Um dia vc participa e se acalma...

  • Marcela3
    Postado porMarcela3em10 de dezembro de 2015 14:54

    Mestre Ulysses

    Nunca fiz SM e nem pretendo faze-lo. Meus contos são pura fantasia e vou continuar escrevendo como eu quero e NÃO direcionada por terceiros.
    Marcela

  • Mestre Ulysses
    Postado porMestre Ulyssesem20 de novembro de 2015 17:30

    Não gostei. Parece q vc nunca fez SM real e não tem a menor ideia do que seja. É um estilo de vida livremente aceito que se baseia no SSC (são, seguro, consensual) e não uma exteriorização de psicopatia. Seus contos são sempre assim, desmoralizando a comunidade SM, como se fossemos um bando de estupradores, e não gente de bem que apenas aprecia uma forma diferente de sexo, como a Constituição nos garante ao assegurar o direito á privacidade. Procure conhecer e depois escrever.

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