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Sara, a Rebelde

Sara, a rebelde
Sara é uma moça muito bonita, com seus 20 anos e com um corpo maravilhoso de arrancar suspiros por onde passa. Cintura fina, coxas grosas bem torneadas, e bunda arredondada, levemente empinada, e seios lindos, tão firmes que parecem maiores que o normal, com mamilos eretos. Uma verdadeira beldade. Cabelos loiros compridos e olhos azuis, 1,65 m de pura tentação. Mora com a mãe e suas duas irmãs, Elizabeth e Carla, com 15 e 17 anos respectivamente. Sara, ao contrário de suas irmãs, sempre foi muito rebelde e voluntariosa.
Namorados, teve inúmeros, sempre casos passageiros. Volúvel em demasia, as vezes tinha duas paqueras ao mesmo tempo. Frequentadora assídua da noite, era fonte de eterna preocupação para dona Luiza, sua mãe, pois muitas vezes chegava em casa, totalmente bêbada já quase com o raiar do dia.
Já Carla e Elizabeth, eram duas mocinhas totalmente diferente da irmã. Tão belas como Sara, porém eram o modelo de garotas de comportamento exemplar, nunca acompanhando a irmã em suas travessuras pelas noites da cidade e ao contrário dela, ainda eram virgens.
Algo mudou na vida da desmiolada. De uns tempos para ca, ela agora gostava de ficar em casa e nunca mais saiu para as suas baladas noturnas. O único e verdadeiro amor de Sara, eram suas irmãs e sua mãe; o resto era apenas coisa sem nenhuma importância.
Nesta manhã de sábado, dona Luiza, resolveu passar o fim de semana no sitio da mãe, a avó das meninas. Bem cedinho, pegaram estrada e partiram. Sara ficou em casa sozinha. Não sabe porque, agora, o lugar onde ela se sentia mais à vontade, era em sua casa. Algo aconteceu com ela, para mudar tão drasticamente de comportamento.
Mas o pior estava por aconteceu e Sara, de uma hora para outra, se viu envolvida, em sua própria casa, em um mundo de dor e sofrimento.
12:30 horas, deitada no sofá da sala, escutou ruídos vindo da área de serviços. Curiosa foi até lá e abriu a porta. Recebeu um forte empurrão e caiu de costas no chão. Surpreendida e assustada, tentou se levantar, mas a coroa de um revolver a atingiu em cheio na testa.
Atordoada, percebeu o vulto de homens entrando na cozinha. Pelos braços, foi arrastada para a sala e em questão de segundos, estava com braços e pernas amarrados com tiras de panos.
Quando sua mente clareou um pouco, apavorada percebeu que 4 homens, todos negros e vestindo uniformes de prisão, tinham invadido sua casa e a agredido.
- Mulher... quem está na casa? Foi a pergunta de um deles. Tremendo de medo, não atinou em responder ao sujeito. Foi o suficiente para receber um forte tapa no rosto. - Responda puta de merda...tem mais alguém na casa?
- Não tem ninguém mais, eu estou sozinha. Pelo amor de Deus o que vocês querem?
Sara não recebeu nenhuma resposta dos homens, fugitivos do presídio, localizado no bairro vizinho ao dela. Criminosos, condenados a muitos anos de cadeia, por roubo, assassinato e tráfico de drogas. A fuga em massa, se deu nesta manhã. A grande maioria dos fugitivos, foi recapturada, mas estes quatros conseguiram pular o muro e entrar no quintal da casa.
Eles vasculharam os cômodos, em busca de dinheiro, joias e outros objetos de valor e depois, na cozinha, comeram e beberam tudo que encontravam pela frente. Sara, imobilizada num canto da sala, era a figura do terror.
- Caras, esta mulherzinha, realmente está sozinha em casa! Vamos ficar escondidos aqui e quando a coisa esfriar a gente dá no pé. - Esta zinha, não deve morar só aqui. Eu vi algumas fotos, com 3 mulheres.
- Coisinha linda, a gente quer saber quem mora aqui nesta casa? Quem são estas nas fotos? Só depois de alguns tapas, Sara foi "convencida" a lhes informar que eram sua mãe e suas irmãs e que elas estavam fora e que só regressariam no domingo à noite.
- Turma, vejam só, esta aqui é uma égua bem gostosa, A gente está na seca a muito tempo. Vamos nos aliviar nela e depois esperar por estas 3 das fotografias, para completar o serviço.
Sara não podia acreditar no que o cara estava propondo aos seus comparsas. Eles queriam a estuprar e esperar por sua mãe e irmãs, para fazerem o mesmo com elas. Era horrível demais, ela tinha de impedir isso, de qualquer maneira.
Um negro enorme, gordo como um porco, foi até onde Sara estava e a libertou das amarras. - Mulher, é o seguinte. A gente não vê uma buceta a muito tempo e decidimos que você será a nossa mulherzinha por estes dias. Não há nada que possas fazer para evitar quer a tua buceta e o teu cu seja nosso. Você é quem decide, pode dar para a gente, numa boa ou então levar muita porrada e ser fodida de qualquer jeito.
Para começar, vá tirando a roupinha e ficando peladinha para a gente ver o material que vamos comer.
Sara, chorando e se encolhendo num canto do sofá, olhava aterrorizada para os 4 negros que a rodeavam. Disposta a não tirar a roupa e ficar nua,
A saraivada de tapas, a fez berrar de dor. Eu avisei, mulher...tire a roupa numa boa ou vamos tirar na base da porrada. A surra continuou por mais alguns minutos, até que desesperada, ela gritou para os monstros:
- Pelo amor de Deus, parem de me bater. Eu tiro a roupa, mas não me machuquem mais! Chorando e gemendo, Sara foi tirando o vestido, a blusa e ficou só de calcinha e sutiã.
- Nossa! Que garota mais gostosa! Tire tudo, queremos ver esta bucetinha que tens aí. Em pé no meio da sala, atordoada pelas pancadas recebidas, Sara tirou a calcinha e o sutiã. Soluçando desesperada, levou as mãos para tapar o seu sexo, mas logo levou um tapa no rosto e foi obrigada a se expor totalmente. - Deixe de palhaçada garota. Queremos ver esta tua rachinha.
- Puta que pariu! Vejam só a bucetinha dela... gordinha e sem nenhum pelinho! E a bundinha, então nem se fala...coisa deliciosa! - Vamos nos acabar com nesta gostosa.
- Pessoal, eu quero ser o primeiro a entrar nas carnes da loirinha, tenho este direito, pois fui eu que organizou toda a nossa fuga. - Gordo, a gente pode foder a garota em grupo, numa suruba deliciosa! Foi o que contra argumentou um sujeito baixo e bastante magro.
- Nada disso, Meio Quilo, eu gosto de ter as minhas mulheres, bem sossegado. Vou levar a garota lá para o quarto e me fartar nela, Só quando eu autorizar, vocês podem fazer o que quiserem com ela. Não se atrevam a interromper o meu momento de "|foda" senão a porrada vai comer solta para cima de vocês.
O gigantesco negro, fazendo valer sua envergadura física e a posição de chefia do bando de fugitivos, agarrou os longos cabelos loiros de Sara e a arrastou para um dos quartos.
- Venha comigo, querida…vamos fazer um amorzinho bem gostoso. Você vai gostar do meu pau, tenha certeza.
Gordo jogou Sara sobre a cama de casal, do quarto da mãe dela e sem tirar os olhos do belíssimo corpinho nu, tratou de se despir.
Sara, quando viu o disforme monte da banha, com o monstruoso caralho, duro como um tronco, gritou em pânico e se encolheu sobre a cama. Ela já tinha visto e provado cacetes enormes, mas como aquele, nunca imaginou pudesse existir. Fechou os olhos e se preparou para o pior.
Um, dois minutos e ela sentiu Gordo se sentar na cama e nada mais. Tremendo de medo, mas curiosa, entreabriu os olhos e o viu a comer com os olhos, sem ao menos a tocar. Mais três minutos e ele continuou ali, somente a devorando com o olhar.
- Garota, eu quero saber tudo a seu respeito. Seu nome, idade e se ainda és virgem. Soluçando, Sara estremeceu quando sentiu as enormes mãos, a obrigar ficar deitada de barriga para cima. - Calma, garota, não tenhas medo de mim. Eu vou ser bem carinhoso e não vou machucá-la, mas quero que você colabore, não vai adiantar nada, você gritar, espernear e dificultar as coisas. Você será minha de qualquer maneira. Agora responda as minhas perguntas.
- Sara, que lindo nome! 20 aninhos e não é mais virgem! Tu és a coisinha mais gostosa que eu já vi neste mundo. Vamos fazer o seguinte, eu vou chupar esta bucetinha deliciosa e todo o teu corpinho e você vai mamar na minha piroca e eu não enterro o meu monstrinho em você. Sei que sou disforme e que nenhuma mulher me aguentou dentro delas, então me satisfaço desta maneira.
Sara, vislumbrou aí, um modo de escapar do estupro coletivo, programada pelos outros elementos do bando e então, mesmo titubeante, ariscou argumentar com o chefão.
- Eu lhe prometo ser bem carinhosa com o senhor, mas por favor, não permita que os outros 3, me estuprem.
- Trato feito, garota...se eu gostar dos teus carinhos, não vou deixar que eles toquem em você. Agora, abra as coxas que eu quero abocanhar esta bucetinha gordinha.
Sara sentiu a língua do negro, percorrendo o interior de sua vagina, chupando com intensidade o seu pequeno botãozinho. Nem o buraquinho do cu escapou da língua devoradora do Gordo. Mesmo com o terror que estava sentindo, não pode resistir e aos poucos foi ficando excitada.
Agora, ela gemia, sobre a agonia de um orgasmo extraordinário, coisa nunca sentida antes. E Ele continuou a mamar em sua xoxotinha, sem nenhum descanso. Sara enlouqueceu sob o mando de múltiplos orgasmos.
Nem teve tempo de se recuperar e já sentiu a enorme cabeçorra do pau do negrão, tentando invadir sua boquinha. Coisa quase impossível de acontecer, pois aquela coisa so cabia uma pequena porção entre seus lábios. Então, dominada por uma paixão avassaladora, sem ao menos saber o que estava fazendo, Sara iniciou a chupar, como se um picolé fosse, a cabeça do pau do Gordo.
Em questões de minutos, ele gozou e quando ela tentou sair, já era tarde. Gordo a segurando pelos cabelos, enterrou todo aquele monstro, boca a dentro, despejando todo o seu sumo, garganta abaixo.
Sara sufocou e perdeu os sentidos. Não sabe quanto tempo depois, recobrou a consciência e aí foi aquele inferno de dor e sofrimento. Estava jogada sobre a cama, com os 3 comparsas de Gordo a devorando. Tinha um caralho em seu ânus e outro na buceta, enquanto um outro, entrava e sai de sua boca, num ritmo alucinante.
Gordo ao lado da cama, dava risadas sinistras, vendo o estupro coletivo da loirinha. Aquela agonia durou toda a noite de sábado, com eles se revezando na violação de Sara, não lhe dando um minuto de descanso.
Domingo, já passando das 18 horas, Sara nua e toda amarrada no chão da sala, viu os cretinos se movimentarem pela casa, como se donos fossem. Gordo se aproximou e lhe deu um chute na barriga. - Loirinha, já te arrombamos de tudo que foi jeito, agora estamos esperando sua mãezinha e irmãs chegarem, para fazermos o mesmo com elas.
Questão de mais duas horas, todos escutarem o carro de dona Luiza estacionar na garagem e os caras se esconderam por trás das cortinas, deixando Sara, toda amarrada, bem à vista.
Você vai ficar aí, querida. Queremos ver a surpresa delas, quando a virem peladora e amarrada, vai ser uma delícia ver o medo nos olhos delas.
Carla e Elizabeth, entraram na sala, logo seguida pela mãe. As três demonstraram surpresa ao verem a bagunça que se encontrava a sala. Minha nossa o que foi que aconteceu aqui? Foi a exclamação de dona Luiza. Nossa casa foi invadida por ladrões enquanto estávamos fora, vou telefonar para a polícia
Escondidos pela enorme cortina da sala, Gordo e seus companheiros, nada entenderam. As mulheres nem demonstraram surpresa for verem a filha naquele estado, mas se preocuparam em ver a bagunça do local. O que estava acontecendo?
Quando saíram do esconderijo, para agarrar as três, viram, apavorados, que Sara estava ao lado delas, totalmente vestida e irradiando uma estranha luz branca. Flutuando ela se aproximou deles, com um sorriso enigmático no lindo rostinho.
Tratem de irem embora de minha casa e deixem minha família em paz, eu estou tomando conta delas e não vou permitir que lhe façam nenhum dano.
Dona Luiza, e as filhas, as jovens Elizabeth e Carla, deram gritos em pânico, quando viram o quarteto de homens, saírem em correria porta afora, dando berros apavorados.
Sem nada compreenderem com a inexplicáveis atitudes dos invasores, trataram de logo de telefonar para a polícia.
Quase duas horas depois, o detetive Alexandre, retornou e deu a boa notícia à família.
- Pronto senhoras, tudo resolvido, conseguimos prender os quatros meliantes. Eles eram os últimos que conseguiram escapar do nosso cerco, depois da fuga da penitenciaria. Os malandros se esconderam em sua casa e pelo jeito ficaram todo o fim de semana escondidos aqui. Ainda bem que não tinha ninguém em casa.
Naquela noite, Luiza, antes de se deitar, foi até o retratinho da filha mais velha, e vertendo lagrimas de saudades, o beijou carinhosamente. - Que Deus a tenha bem junto dele, filha querida. Ela pranteava a perda da filha, vitimada por um terrível acidente, quando retornava para casa, embriaga ao volante de seu carro.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:16 de maio de 2015 00:26

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Comentários

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  • MIranda
    Postado porMIrandaem20 de maio de 2015 11:09

    Gostei da estória. sucesso!

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