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SEM CONTROLE

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Meu nome é Adelaide, tenho 31 anos. Sou solteira e bastante liberal quanto ao sexo. Depois de estar noiva por quase dois anos de um filho da puta que me traiu com a minha própria irmã mais nova e, de ser estuprada pelo meu tio, perdi todo o meu romantismo de menina e me tornei uma pessoa ressentida e com vontade de me vingar do mundo.
Com apenas 20 anos vim morar na capital, sozinha, com raiva de Deus e do mundo. Aqui, comi o pão que o diabo amassou. Nas mãos de gente sem escrúpulos. Quando fui obrigada a trabalhar, para não passar fome, em uma boate de renome na cidade, como recepcionista. Fui gostando da coisa e em pouco tempo, era mais uma das meninas da casa, vendendo meu corpo para poder sobreviver.
Fui morar num dos quatro quartos, no andar superior da boate. O dono do local, disse que poderia morar lá, com comida e bebida tudo incluso. Pagaria com os clientes que levasse para o quarto. Pensei que poderia juntar uma boa grana e em pouco tempo deixar a vida de puta.
Muito bobinha e sem experiência nenhuma, não consegui juntar nem um centavo. Nos acertos semanais, eu sempre ficava devendo ao Pedrão, que cobrava até pelos lençóis da cama, pelo aluguel do quarto, comida e bebidas.
Meses depois, cansada de tudo aquilo, fui até o quarto dele e lhe disse que ele estava me explorando, pois por mais homens que levasse para a minha cama, nunca cobria o que ele me cobrava. Estava disposta a arrumar minha malinha e ir embora.
O safado virou uma fera, espumando de raiva, me deu um tremendo soco na boca do estomago, me derrubando sobre a cama. Montou sobre o meu corpo e gritou: - Você é uma puta dos diabos! Enquanto não me pagar tudo o que deve, não a deixarei ir embora e só para saberes que quem manda aqui sou eu, vou comer o teu cú.
Gritei de dor e lhe arranhei o rosto, tentando me safar. Deus do céu, nunca apanhei tanto em minha vida. Foram dez terríveis minutos em que Pedrão me encheu de porrada. Implorei que ele parasse, mas o animal nem ligou para as minhas súplicas.
Durante toda a noite, ele comeu o meu rabo e gozou em minha boca. Pedrão não me deixou ir embora e me mantinha quase como uma prisioneira. Tudo durou até o dia em que conheci Afonso.
Foi a foda mais gostosa que tive nos últimos tempos. O cara era um verdadeiro garanhão e sempre que vinha, fazia questão de só foder comigo, com nenhuma outra menina. Até que tomei coragem e lhe disse que estava ali, contra a minha vontade, pois devia muito dinheiro ao dono da boate e não tinha como pagar.
Afonso tomou as minhas dores e foi até Pedrão, não sei o que aconteceu, mas no outro dia, ele mandou eu arrumar minhas coisas e sumir da boate dele.
Afonso me ajudou muito nos meses seguintes e graças a ele, deixei de ser ovelha para ser lobo. Isto foi a mais de dez anos e hoje totalmente liberada trabalho numa ótima empresa, como vendedora de produtos hospitalares. Com a minha beleza e charme pessoal, costumo conquistar os eventuais compradores e quase sempre faço ótimas vendas; certo que as vezes, num negócio muito lucrativo, levo alguns deles para a cama.
Relacionamentos com homens, só para uma boa foda e nada mais. Às vezes eu pego umas garotas e me satisfaço com elas, adoro chupar uma bucetinha, mas também gosto de mamar numa rola e vou à loucura fazendo isso. Como vêm sou uma bi assumida e esta é a minha maneira de me vingar da vida que tanto judiou da minha inocência.
Hoje eu fiz uma venda muito espetacular e a comissão que vou receber me deixou muita animada e além disso, fiz uma chupeta no gerente de compra que deixou o velho louco. Este, daqui para a frente será meu cliente cativo, o bastardo filho da puta.
Há noite resolvi sair à caça, tanto faz se fosse de homem ou de mulher. Eu estava a fim de dar uma boa trepada. Sexta-feira, dias dos lobos saírem das tocas, pois muitas ovelhinhas também se aventuravam sair de casa.
No bar, no início de noite, foi que tudo começou. Conheci Alice, uma garotinha bem novinha. Ela já estava bem tonta, perdida na noite e completamente desorientada.
Passei por lá só para ver se encontrava Afonso, um dos meus passa tempo preferidos e que não prima por ter bom caráter. Ele é muito bom de cama. Juntos já tivemos muitas e loucas aventuras; a última a pouco mais de duas semanas, quando pegamos uma garota saindo do cursinho noturno a drogamos e fizermos o serviço completo nela. Bem feito, assim ela aprendeu que não deve andar sozinha, numa cidade como a nossa, tarde da noite e muito menos aceitar carona de estranhos, mesmo que seja de uma mulher.
Encontrei Afonso numa mesinha de canto bem discreta. Ele estava junto com a garota, que parecia bem abatida e chorosa. Ele, com os braços em volta dos ombros dela, tentava consolá-la.
Quando observei Alice bem de perto, tive um baque tremendo, nunca em minha vida, vi garota mais linda, parecia uma bonequinha, com um rostinho de anjo e um corpo de enlouquecer qualquer cristão.
-Boa noite Afonso. Quem é esta menina? O nome dela é Alice, eu a encontrei lá fora, chorando muito e com as roupas desalinhadas. Eu a socorri e a trouxe até aqui para a acalmar.
-O que aconteceu com ela? - O namorado disse que ia levá-la para uma festa da empresa dele, mas na verdade ele a trouxe para o motel aí do lado. Quando ela se recusou, ele a quis forçar a entrar e ela conseguiu sair correndo do carro e aqui está.
- Coitadinha da menina, estes canalhas safados! Alice nos olhava com os maravilhosos olhos azuis, cheios de lágrimas. A garotinha parecia completamente desorientada. Ela morava num bairro bem afastado e não sabia nem como voltar para casa e não tinha nenhum dinheiro com ela.
Eu me juntei a Afonso, para a acalmar e consolá-la, mas na verdade, estávamos ambos, cobiçando aquela frágil e maravilhosa garotinha. Nossos olhares se cruzaram e sem ao menos falarmos nada, entramos em acordo. Alice não voltaria para casa neste fim de semana
-Alice, meu anjo, fique sossegada. Eu e Afonso vamos levar você para a sua casa. Aos poucos conseguimos, com muita calma e tato, obter a confiança dela.
- Vamos pedir um tira-gosto e depois a levaremos embora. Eu e Afonso pedimos doses de uísque, mas Alice disse que já tinha bebido alguma coisa antes e estava um pouco tonta e que queria só um refrigerante.
Concordei com ela e antes que Pedro, o nosso garçom, nos atendesse, fui até o balcão e o dispensei, me prontificando a levar a bandeja com o nosso pedido. Sem que ninguém notasse, coloquei no copo de refrigerante de Alice o conteúdo de um pequeno envelope. Pedro viu e apenas piscou os olhos cumplices para mim, o safado.
Ficamos algum tempo, bebericando e obtendo de Alice alguns detalhes da vida dela. Filha única, morava só com a mãe e uma irmã menor. O pai tinha sumido no mundo. Frequentava uma escola do ensino médio, perto de sua casa. Estava com Eduardo, seu primeiro namorado, a menos de um mês e que apesar dele tentar, ela nunca o deixou passar de certo ponto.
Como ela já estava mais para lá do que para cá, com o meu pozinho mágico, iniciando a fazer seus efeitos, foi fácil obter todas estas informações, até que ainda era virgem.
Nossa! Com isso eu e Afonso nos deliciamos. Uma virgem, bobinha e inocente em nossas mãos. Este fim de semana prometia ser maravilhoso!
Alice, não mais chorava e bastante alegre, ria muito por qualquer besteira que falássemos. Estava em estado de "alfa" e isso era o que queríamos.
Combinei com ele, que não seria conveniente a levarmos para o meu apartamento, com porteiro e tudo o mais, na casa dele, também não, pois morava com a esposa e filho. Esperava que Afonso logo encontrasse um lugar para levarmos Alice.
Adelaide nunca tinha sentido nada igual. Aquela garotinha a fascinava por inteiro. Sua juventude e beleza a impressionaram de tal modo, que sentia brotar no peito uma paixão irresistível.
Chegou a pensar em a levar para o seu recanto secreto. Uma cabana encravada na região montanhosa do estado, onde nos momentos mais angustiantes, usava como descanso físico e espiritual, recarregando suas energias para enfrentar a vida miserável que levava, sem um verdadeiro amor, sem uma amizade sincera.
Logo descartou esta ideia, não queria que ninguém no mundo violasse o seu ninho, muito menos Afonso, seu companheiro de aventuras, nem sempre muito católicas.
- Vamos querida, está na hora de irmos embora. Com a pequena no nosso meio, quase não podendo andar, a levamos para o meu carro. Ela só fazia rir e comentou com a gente: - Eu estou bem tonta e não queria chegar em casa deste jeito. Mamãe vai ter um treco e brigar comigo.
- Deixe comigo, meu amor. Vamos dar umas voltas de carro e quando você melhorar, a levaremos para casa.
-Sabem de uma coisa? Vocês dois foram as melhores pessoas que encontrei hoje, nem sei o que queria de mim se não fossem vocês.
Chequei a ficar com um pouco de remorso das nossas intenções para com ela. Mas a vida é assim mesmo, lobo come ovelhas desgarradas e não há nada que possa mudar isso. Estávamos dispostos a usufruir o máximo possível daquela garotinha tão meiga e deliciosa e ainda por cima virgem. Era demais e já antevíamos os prazeres que aquela tenra carne nos daria.
Foi cheia de tesão, que coloquei na boquinha deliciosa dela, um pequeno comprimido dissolvido em água com gás. Beba isso Alice, você vai se sentir bem melhor. A idiota, sem pestanejar bebeu até o último gole, inteiramente confiante na gente.
Com Afonso ao volante e nós duas no outro banco, falei a ele: - Afonso, ela está nos braços de Morfeu e não vai acordar tão cedo. Só daqui umas dez horas. Para onde a levaremos? Eu estou muito excitada.
- Calma Adelaide, temos muito tempo para decidirmos o que fazer. Deixe-me pensar um pouco. Enquanto isso, vá de divertindo com ela aí atrás
Foi que fiz, Com Alice dopada, passei a lamber e beijar o seu rostinho, dando pequenas mordidas nos lábios entreabertos. Puta que pariu, fiquei louca com isso e não resisti, abri sua blusa, baixei o sutiã e o que vi me deixou tarada. Eram o mais lindo par de seios deste mundo, branquinhos e macios, firmes, com mamilos rosados e salientes apontando para o mundo.
Maravilhada, dei um gritinho entusiasmada e caí de boca, chupando, mamando e mordendo aquelas delícias. Minha vontade era ir até lá embaixo, entre suas coxas, mas Afonso interrompeu minha investida. -Pare com isso Adelaide, vamos ter muito tempo para nos deliciarmos com essa coisinha gostosa.
Já sei para onde levaremos a nossa caça de hoje. Tenho as chaves do atelier do Juca. Ele está viajando para a Europa e deixou as chaves comigo. Fica um pouco distante, a pouco mais de 1 hora daqui, pela rodovia principal. Mas vale apenas, é um lugar bem sossegado e sem vizinhos por perto. O lugar ideal para ficarmos bem à vontade com a nossa garotinha.
-O que está esperando cara, vamos lago para lá.
Foram quase duas horas, mas finalmente estávamos no atelier do amigo de Afonso. Um recinto bem amplo, com muitos cavaletes e mesas e algumas poltronas, e num canto uma cama de casal. Era tudo o que queríamos para o nosso fim de semana com Alice
A colocamos sobre a cama e ansiosos a despidos, a deixando totalmente nua. Era muita coisa para o nosso caminhão. Uma bucetinha gordinha e quase sem nenhum pelo, coxas grossas e maravilhosamente torneadas. A bundinha, então, nem se fala, nádegas bem redondas e levemente salientes. Os seios pareciam talhados por um artista genial, tal a sua perfeição. Um corpinho de deusa, a nossa inteira disposição.
Como dois tarados, não resistimos e passamos a disputar cada pedacinho daquela garotinha. Não ficou um só centímetro em que nossas bocas e línguas deixasse livre. Todos os buraquinhos dela foram devidamente visitados.
Alice foi virada e revirada de todo jeito, sobre a cama. Braços e pernas, abertos e fechados ao nosso bel prazer. Foram quase duas horas, que como lobos famintos, não deixamos nossa caça em paz, até nos cansarmos. Nosso tesão era tanta, que por muito tempo, eu e Afonso, nos engatamos, numa foda monumental, deitados na cama, com a garota ao nosso lado, ou as vezes entre nós.
Já era quase de manhã, quando exaustos e satisfeitos, ali mesmo, caímos num bom sono.
No meio da manhã, Afonso me acordou. Fizemos um bom lanche, usando a copa de atelier e voltamos para olharmos a nossa garota, quer continuava dopada sobre a cama.
- E agora, Adelaide o que faremos com ela? - Afonso, eu ainda não estou satisfeita e quero repetir tudo o que fizemos à noite com ela, mas com Alice inerte como está, não tem muita graça. Quero ela acordada e sentindo tudo. Tenho muito mais tesão assim.
- Mas Adelaide isso é muito perigoso! Ela depois pode nos dedurar. Não seja bobo Afonso. Ela não nos conhece, nem sabe onde estava ontem com o namorado. No bar, estava tão perdida e alta com a bebida que destes para ela, logo no início, que não será capaz de nos reconhecer, depois eu a dopei, por duas vezes. Duvido que a pequena idiota seja capaz de se lembrar de alguma coisa.
- Quando ela acordar, podemos a vendar e amarrar seus braços e ficarmos com ela por todo este final de semana. Se a família a procurar, a culpa será do namorado e não nossa. Depois a soltaremos, tal como fizemos com a outra, semanas atrás. Ela seguirá a sua vidinha de sempre, verdade que levará com ela uma vasta "experiência com toda a gama de sexo".
Está certo Adelaide, teus argumentos me convenceram. Vamos fazer como você quer. Mas eu tenho de ir até minha casa, ver minha mulher e filho e dar uma desculpa qualquer por ter de passar o final de semana fora.
Adelaide, qual a desculpa para sua ausência? Nenhuma cara, moro sozinha e não tenho de dar satisfação a nenhum bostinha. Se necessário for, posso ficar a semana inteira aqui e fonar para o meu chefe, lhe dizendo que resolvi tirar uns dias de folga, pois ele me deve umas férias atrasadas.
Tudo bem, sua safadinha... vou trazer alguma coisa para abastecer a dispensa e logo mais estarei de volta. Fique aí e se divirta com esta joinha.
- Pode deixar comigo cara, tenho algumas ideias na cabeça, de como fazer isso e vou colocar todas em prática.
Depois que Afonso saiu, fui até a cama e fiquei olhando para Alice. Já eram quase meio dia e já estava na hora dela acordar. Está certo que eu abusei um pouco das drogas que lhe dei, mas assim mesmo não devia demorar muito para a garotinha voltar.
Então resolvi fazer o que tinha imaginado antes. Amarrei seus pulsos, pelas costas, deixando pouco mais de um palmo entre um e outro. Nós bem fortes, com cordas de algodão. Não queria machucar seus pulsos e ao mesmo tempo deixar um pouco de mobilidade aos seus braços. Depois com uma tira de pano preto, a vendei.
Pronto a virgem e pura jovenzinha, estava pronta para a nossa festa. Alice demorou muito mais do que eu pensada para acordar. Acho que a bebida alcoólica que Afonso lhe deu, proporcionou isso.
Já eram 14 horas e nada da belezinha sair do entorpecimento. Para passar o tempo, procurei no atelier alguma coisa que servisse para depilar a bucetinha dela. Tive sorte, encontrei o necessário, está certo que não era o ideal, mas com os raros pelos loiros, tornou-se fácil fazer a bucetinha da garota parecer um bumbum de bebê.
Vendo tudo aquilo a minha disposição, não resisti. A coloquei de pernas abertas na beira cama, com os pés tocando o tapete e comecei a beijar e chupar a bucetinha, gordinha e fechadinha.
Alguns minutos depois, percebi que Alice começou a se mexer, sinal que estava acordando. Eu não queria parar de mamar naquela xoxotinha deliciosa e para não ser interrompida, prendi com tiras de panos os seus joelhos nos pés e na cabeceira da cama, fazendo com que ficasse com a bucetinha totalmente exposta para mim.
Continuei a chupar e a lamber a xoxotinha, agora bem suavemente, queria que ela ficasse sentisse o que estava acontecendo com ela.
A diabinha demorou muito a tomar ciência de tudo. Se mexia toda, tentando fechar as pernas e levantar o tronco, mas do jeito que eu a deixei, ficava muito difícil. Começou a balbuciar alguma coisa que não deu para entender e continuou a tentar se soltar.
Calmamente continuei a passar a língua bem no centro de sua rachinha, dando pequenos chupões no pequeno clitóris e indo até o buraquinho do cú.
Foi um berreiro só, quando Alice percebeu que estava nua, vendada e com os braços amarrados nas costas e que alguém lambia e chupada seus buraquinhos sagrados.
Gritou, berrou, chorou, pediu por socorro e soluçou bastante. Eu nem me importei com nada disso e continuei a passear com minha boca e língua nas coisinhas dela.
Puta que pariu, que coisa deliciosa, sentir o desespero dela. Aquilo me fez ficar mais tarada e não parei mais de a lamber. Subia meu corpo pelo dela e aboconhava os mamilos, dando pequenas mordidas. Alice protestava e chorava muito. Agora sabendo que era uma mulher quer fazia aquilo com ela.
Pela primeira vez, ela implorou para que eu parasse de a chupar e a soltasse. Pedia pelo amor de Deus, em desespero total.
Então resolvi que estava na hora de lhe informar o que estava acontecendo. Encaixei meu corpo no dela, buceta com buceta, peito com peito e com as mãos segurando o seu lindo rostinho, a informei com detalhes o porquê de ela estar ali, presa desta maneira.
- Alice, querida, quero que você fique calma e que não berre, grite ou chore. Não vai adiantar nada meu amor. Você está num lugar bem isolado e longe de tudo.
- Por favor me solte! Porque estão fazendo isso comigo? - Minha linda, não adianta pedir para ser solta, pois só a libertaremos dentro de alguns dias. Você voltará para sua casa sã e salva, não serás machucada, lhe garanto isso.
-Então o que querem de mim? - Não sejas bobinha, criança, você já sabe o queremos de você! Não sentiu a minha boca na tua buceta? Queremos fazer sexo com você.
Pelo amor de Deus, não façam isso, eu ainda sou virgem! Esse negócio de ser virgem é o que mais nos atraiu em você. Eu sou mulher, vou gozar em você de muitas maneiras, mas o meu amigo vai tirar a tua virgindade e depois disso poderás dar à vontade sem se preocupar com o selinho, isto é pura bobagem meu anjo.
- Você é uma doente mental, uma tarada.... Tenha pena de mim! -Doente mental, não, garota; mas tarara sim. Tarada por você, que é a coisa mais gostosa deste mundo.
Adelaide não resistiu e começou a beijar e lamber os lábios de Alice. - Você é pura tentação, Alice... deixe eu beijar esta boquinha de anjo. Com ódio e nojo, a garota tentava virar o rosto, mas segura com ambas as mãos de Adelaide em sua face, nada podia fazer, a não ser fechar bem os lábios.
A pressão nas maças do rosto era forte e ela se viu obrigada a entreabrir os lábios, foi o que bastou para Adelaide abocanhar um deles e o chupar à vontade.
Por muito tempo Adelaide ficou lambendo e beijando todo o rosto de Alice, que vencida e sem poder reagir, a deixou à vontade.
- Querida, você já está sabendo o que queremos, vou voltar para a tua bucetinha e a chupar até me cansar. Vou ser bem delicada e quero que você aproveite, tenho certeza que você irá gostar.
Alice sabia que impossibilitada de reagir como estava, nada podia fazer para impedir, então fechou os olhos, rezando para se ver livre daquela terrível mulher.
Adelaida sabia o que fazia, sabia muito bem como excitar a garotinha, a tocando nos lugares certos e com a pressão certa. Foi o que fez, com muita paciência e calma.
Em alguns minutos percebeu que a bucetinha de Alice estava ficando úmida, sinal que estava ficando excitada. Continuou a trabalhar com maestria e notou que a garota, mesmo tentando segurar, respirava rápido. - Pare... não faça isso. Você está me machucando. Parreeee! Nãooo. Uuiiii, aaiiii! O que é isssoooo?
Alice explodiu num orgasmo violento, o primeiro em sua vida e depois começou a chorar desconsolada. Ela não queria sentir aquilo, mas foi impossível resistir ao toque da mulher.
Adelaide, mesmo depois de Alice gozar, continuou a lamber a xoxotinha da garota, chupando todos os fluidos da molhada grutinha. Alice foi novamente levada a ter um outro orgasmo, bem mais calmo do que o primeiro.
Adelaide não se satisfazia só com isso, sua vontade era meter a buceta na cara da garota e a obrigar a chupa-la, mas sabia que agora não era hora para isso. Depois com a jovem, desmontada mentalmente, era faria isso, agora não.
Eram mais de 18 horas e Afonso nada de aparecer. Adelaida já estava preocupada, mas nada podia fazer a não ser esperar. Na copa do atelier, não havia nada para se comer e ela já estava com muita fome.
Tinha tirado as tiras que prendiam os joelhos de Alice na cama e agora a jovem apenas com os braços presos as costas e com a venda, estava sentada na beira do colchão, com a cabeça baixa e soluçando bem baixinho.
Somente às 21 horas, Afonso retornou e Adelaide o xingou à vontade pela demora. - Calma aí, mulher! Não deu para voltar antes! Tive de resolver muita coisa lá em casa. Foi até bom que ficasse na cidade, pois vi o tremendo "bafafá" que o sumiço de Alice causou. A mídia abriu a boca e a polícia levou, para depor, o namorado dela.
-Ele foi o último a estar com a garota e se complicou todo ao dizer que a deixou sozinha, nas imediações de um motel, altas horas da noite. A polícia acha que ele é o responsável pelo sumiço de Alice e o reteve para averiguações.
-Que maravilha Afonso! Foi o que lhe falei, ele será responsabilizado por tudo e nos poderemos ficar com ela o tempo que quisermos, sem maiores problemas.
- A garota acordou e eu a informei o que queremos dela. Berrou, chorou e implorou que a libertássemos. Foi a coisa mais excitante, ver o pânico dela, sabendo que ela perderá a virgindade em nossas mãos.
- Verifiquei e ela realmente é virgem. O mais louco de tudo é que eu a fiz ter dói orgasmos, só usando a língua.
-Adelaide, você está me deixando extremamente excitado ao fazer estes comentários. Vou agora mesmo tirar o selinho dela, estou taradão. -Agora não, Afonso! Eu estou com muita fome. Vamos fazer um lanche com estas coisas que você trouxe e depois vamos brincar com ela, nós dois juntos.
Alice, deitada de lado na cama, cochilava, exausta e com a mente bastante confusa. Adelaide e Afonso, no outro canto do atelier, fizeram um lanche reforçado e beberam algumas doses de uísque. Alice deve estar com fome e sede. Vamos levar alguma coisa para ela se alimentar?
-Nada disso, Afonso. O alimento dela esta noite será a tua porra. Vamos a obrigar a beber algumas doses de uísque somente para a amansar um pouco e ficar mais receptível para a gente.
O casal de sequestradores, se aproximou da cama onde estava a garotinha. Ambos tinham bebido bastante e estavam bem tontos. Levavam uma garrafa com eles. Cambaleantes, ficaram observando o belo corpinho nu da jovem
-Vamos soltar os seus braços e retirar a venda dela e a obrigar a engolir uma boa dose desta garrafa.
Alice só se deu conta do que estava acontecendo, quando foi virada de bruços e as cordas que prendiam seus pulsos foram retiradas. Em seguida, Adelaide, já sem roupas, montou sobre a barriga da jovem, segurando uma garrafa.
- Garota acorde. Está na hora de voltarmos a brincar. Quero que você beba bastante deste uísque, é coisa muito boa e você irá gostar.
Alice, apavorada fechou a boca e se negou. Mas o gargalho da garrafa já estava sendo pressionado com muita força, entre os seus lábios. Tentou virar o rosto, para impedir, mas sentiu que mãos fortes seguravam sua cabeça e os dedos de Afonso, apertavam as maças do seu rosto, a obrigando abrir os lábios.
Tossindo e se engasgando, foi obrigada a ingerir a bebida, que descia pela sua garganta abaixo. Adelaida só tirou o gargalho da boca da garota, quando a garrafa ficou vazia. A pobrezinha ficou toda encharcada de uísque, que vazou para o seu rosto e ombros, banhando o travesseiro e o lençol.
A venda que cobriu seus olhos foi retirada e ela pode ver, de forma um pouco confusa, os rostos da mulher e do homem sobre ela.
Eu quero primeiro comer o cú dela. Adelaide, a vire de rabo para cima. Alice se viu virada de bruços e Afonso montou sobre ela.
Alucinada, Alice fechou as coxas, para o impedir. Adelaide foi forçando a separação das pernas enquanto Afonso se ajeitava sobre a bunda da jovem.
A cabeça do pau, se encaixou bem no meio do buraquinho, que muito fechado e seco, não permitia o acesso, por mais que Afonso forçasse.
- Espere um pouco Afonso, assim você não vai conseguir nada, foi a observação de Adelaide. Deixe eu lubrificar o cuzinho dela e o teu pau.
Fazendo uso de um vidrinho de vaselina, Adelaide com os dedos melados, lambuzou o ânus da jovem, introduzindo dois dedos bem fundo no canal anal até então intocado. Afonso segurava firme as pernas da garota, que berrando como uma doida, tentava escapar.
Adelaide sentou sobre a garota na altura dos ombros, a imobilizando e Afonso fez o mesmo, porém pouco abaixo das nádegas. Nestas posições, ela lubrificou todo o pau dele, o massageando com volúpia.
-Chega de alisar o meu caralho, Adelaide! Assim eu vou esporrar antes do tempo.
Lentamente, praticamente deitado sobre a bunda de Alice, Afonso foi introduzindo a cabeça do pau no cú da garotinha, que gritava de tanta dor.
Adelaide, deitada ao lado da menina, com o rosto bem colado ao dela, se deliciava com a máscara de desespero e dor que transfigurava o rosto da pobrezinha.
Por mais de dez minutos, ele cavalgou sobre Alice, fazendo entrar e sair o caralho do buraquinho apertado da mocinha.
Alice não mais gritava de dor, apenas gemia a cada estocada recebida. Quando ele gozou, derramando uma quantidade de porra nas suas estranhas, se apertando ainda mais sobre ela, que voltou a gritar que não suportando o sofrimento perdeu os sentidos.
Ficou ainda um bom tempo deitado sobre Alice, até que rolando de lado tirou o membro coberto de porra e sangue de dentro do cú da garota.
Adelaide fez questão de examinar o estrago feito por ele no rabo da garota. - Nossa cara! Ela está sangrando pelo rabo! Teu pau é muito grande. - Não foi nada, apenas algumas pregas rompidas, Adelaide. Este foi o cuzinho mais gostoso que provei nos últimos tempos, um verdadeiro manjar dos deuses.
Mais tarde será a vez da bucetinha dela. Foder com uma virgem é o meu sonho de sempre. - Você é bem tarado mesmo, meu amigo... dois meses atrás, já arrombastes aquela estudante.
- Adelaide, estuprar um cabacinho é a coisa mais gostosa deste mundo. Se você continuar a me ajudar, quero continuar a comer muitas virgens. - Pode contar comigo, Afonso. Eu também adoro ter uma garota quer nunca viu pau... fico adoidada com isso.
Tiramos a venda dela, mas não tenho receio por isso. Vamos mantê-la acordada, porém cheia de álcool misturado ao meu pozinho mágico.
Na segunda-feira pela manhã, Alice, com o cérebro confuso, sobre o efeito do álcool e das drogas ingerida junto, se deixava ficar relaxada sobre a cama. Já fora estuprada pelo casal muitas vezes. Afonso tinha tirado sua virgindade, a penetrando tanto no ânus como na buceta. Foram muitas seções de sexo, agora, apática, não mais protestava ou chorava.
Sendo obrigada a ingerir bebida alcoólica, com as drogas, estava a quase 60 horas sem se alimentar. O pior de tudo é que apesar de sentir muita fome, não tinha ânimo para comer nada. Ao lado da cama, onde estava presa, pelos tornozelos, estava uma bandeja com diversos tipos de alimentos. Toda vez que levava alguma coisa à boca, tinha fortes ânsias de vômitos.
Seu estado emocional, definhava a olhos vistos. Afonso já tinha retornado à sua casa, deixando Adelaide decidir o destino da garota sequestrada. Ele já estava satisfeito e achou melhor que Alice fosse libertada, como ficou decidido antes.
Porem Adelaide, estava com um tesão sem controle sobre Alice. Sabia que teria de a libertar, mas como uma insana, não conseguia fazer isso.
Telefonou para sua empresa, informando ao chefe, que estava necessitando tirar uns dias de folga, por contas das férias vencidas.
Sentia uma estranha obsessão pela garota. Então numa decisão maluca, resolveu que manteria a jovenzinha como sua cativa.
Só não poderia ser ali, no atelier. Tinha de achar um outro lugar, que servisse de cativeiro para a sua garota.
Resolvida a fazer isso, encheu Alice de drogas e a levou para o porta malas de seu carro, bem amarrada e amordaçada. Telefonou para Afonso, o informando que tinha libertado a garota.
- Afonso eu fechei o atelier e deixei as chaves no lugar que indicaste. Libertei Alice bem perto da casa dela, nesta altura já deve estar nos braços de sua mãe.
- Fizeste muito bem Adelaide, a busca por ela está muito intensa e o namorado está bem complicado.
Adelaide, no volante de seu carro, deu uma pequena e sinistra risadinha e comentou com os seus botões: - Que se foda o namorado. Alice é minha e tão cedo ninguém terá notícias dela, da minha bonequinha querida.
Adelaide estava totalmente sem controle, só sabia que não poderia ficar sem a garota. Tinha de achar um lugar seguro e confortável, bem escondido aos olhos de terceiros. Nem Afonso poderia saber de suas intenções.
Rodou pela cidade, por muitas horas, com Alice no seu porta-malas. Até que tomou uma decisão, levaria sua queridinha para a sua cabana, para o seu recanto sagrado. Não havia outro meio.
Lá, Adelaide tinha tudo o que necessitava para ficar com a sua menina, o tempo que quisesse, mas assim mesmo abarrotou seu veículo de suprimentos extras.
Foram mais de 50 minutos, rodando e subindo por estradas nem sempre bem conservadas.
Já no sossego de casa, levou Alice para o único quarto, no andar superior do bangalô. Era o local ideal, com um banheiro e apenas uma janela, com grades de ferro.
Colocou no tornozelo direito da jovem uma comprida e fina corrente metálica e com cadeado prendeu a outra ponta, no pé da pesada cama de ferro. Alice poderia se movimentar por todo o recinto e até fazer uso do banheiro.
Exausta e extremamente excitada com o que estava fazendo, se deitou ao lado de Alice, abraçou o corpo nu da garota e adormeceu.
Acordou muito sobressaltada, com Alice fazendo o maior "escândalo" do mundo. Em pé ao lado da cama, tentava tirar a corrente que a prendia à cama, chorando muito alto.
Quando percebeu que Adelaide estava acordada e a olhava com atenção, correu para um canto do quarto com o coração aos pulos.
- O que estou fazendo aqui? O que aconteceu? Porque estou nua e acorrentada?
- Você não se lembra de nada, minha criancinha? Eu a trouxe para a minha casa, hoje pela manhã. Aqui eu a protegerei de todos que queiram lhe fazer mau.
- Meu Deus do céu! Eu não quero tua proteção. Por favor me solte e me deixe ir para a minha casa.
- Alice, minha querida, você já está na tua casa. Aqui nós faremos muito amor. Eu estou apaixonada por você e a quero para mim.
-Você não passa de uma louca, uma doente mental. Uma velha tarada. Exige que me solte.
Adelaide ficou furiosa ao ser chamada de velha tarada e fazendo valer seu maio tamanho, partiu para cima da jovem. Montada em sua cintura passou a dar tapas no rosto de Alice. Sem forças para reagir, a garota levou uma tremenda surra, com a cabeça rolando de um lado para outro, conforme a direção dos tapas.
Vendo as lágrimas e o choro de dor, parou de a surrar e ficou com os olhos fixos no peito de Alice. Não resistiu e passou a espalmar os seios com força, como se estivesse sovando massa de pão; rolando entre os dedos os mamilos salientes.
Meu amor, não adianta se rebelar, eu a quero para mim. Você me pertence e vais ficar morando comigo para sempre.
Alice apavorada e em pânico, pressentiu que estava lidando com uma louca.
Acovardada, não resistiu as investidas da mulher, que tomada por paixão sem controle, passou o restante da noite fazendo uso do seu jovem corpinho. Sentiu a língua e os dedos de Adelaide se intrometendo em sua xoxotinha e no ânus. Seus mamilos foram chupados, lambidos e mordidos.
Sabia que não teria como impedir Adelaide e se deixou ficar, inerte nos braços dela, a ser manipulada.
Nunca, em todos os seus 16 anos, imaginou que pudesse existir tanta tara numa pessoa. Apesar de muito ingênua, sabia que as lésbicas eram possessivas.
Agora estava ali, sendo violentada por aquela tarada e não tinha como a impedir. Maldita hora em que aceitou ir à festa com o seu namorado, que na verdade o safado queria era trepar com ela. Se tivesse aceitado ir para o motel com ele, nada disso teria acontecido. Tinha caído nas mãos de estranhos, embriagada, dopada e estuprada por um sujeito qualquer. Perdera sua virgindade para um estranho e nem vaga lembrança tinha do estuprador.
Com estes pensamentos na mente, voltou à terra, dando um gritinho de dor quando Adelaide passou a chupar e dar pequenas mordidas no seu botãozinho. O clitóris dela estava muito sensível, de tanto ser manipulado pela mulher.
Mesmo com muita raiva e medo, percebeu que estava ficando excitada. Era impossível resistir e Alice fechou os olhos e sem mesmo notar abriu mais as coxas e relaxou na boca de Adelaide.
Com um dedo enfiado no cú da jovem e com a boca enterrada na buceta, Adelaide com o rosto todo lambuzado, deixava escapar grunhidos, abafados pelos grandes lábios de sua garotinha.
Só se deu por satisfeita, quando sentiu as coxas de Alice, se fecharem com força, prendendo sua cabeça no meio delas e soltar um longo e sofrido gemido.
Que delícia, fez Alice gozar em sua boca! Alice foi acometida por um longo orgasmo e relaxou sob ela, chorando bem baixinho.

Cinco dias depois, Adelaide com uma cara de felicidade, se apresentou à sua empresa e reiniciou suas atividades de vendedora. Afonso a procurou em seu apartamento.
- Adelaide, você leu os jornais ou viu televisão. Todos continuam a procurar pela nossa garota! Você a soltou onde? - Depois que você foi embora do atelier, eu brinquei mais um pouco com ela e depois a libertei bem perto da casa dela.
- Alguma coisa aconteceu com a pobrezinha, pois ela não voltou para casa. - Você é bem safado Afonso, fodeu a menina a vontade, tirando o seu cabacinho e agora a chama de pobrezinha!
- É verdade eu comi a buceta e o cú dela, mas não gostaria que algo de grave tivesse acontecido com ela. - Adelaide, você tem certeza que fez o que diz, a levou até perto de sua casa?
- É lógico que sim, cara! Eu também a quero ver junto com a sua família.
Depois de uma longa noite de sexo com Afonso, na sexta-feira bem cedinho, Adelaide foi ao supermercado e fez grandes compras. Necessitada levar para a sua cabana mantimentos diversos, afinal de contas iria passar o final de semana com a sua menininha.
Dois meses depois, Alice acorrentada pelo tornozelo, tinha perdido toda a esperança de se ver livre e poder voltar para casa. O local de seu cativeiro era bem isolado e por mais que tentasse, não conseguia romper a corrente que a prendia.
Sozinha na cabana, com as visitas de final de semana de sua carcereira, Alice era puro desânimo. Sem rádio e televisão, não sabendo o que acontecia lá fora, só sabia chorar.
Somente quando Adelaide a levava para dar um "passeio" ao redor da cabana, podia sentir o calor do sol em sua pele. Por duas vezes tentou escapar, correndo para o mato que cercava o local, mas com a corrente que prendia seus tornozelos, era logo alcançada por Adelaide que a surrava muito para que aprendesse que não devia tentar a fuga.
-Alice, você é a minha mulherzinha querida e terás de aprender que não há modo de fugir de mim. Nas longas e intermináveis horas de sexo, aprendera que se não colaborasse com as taras dela, sofreria castigo severo.
Oito meses se passaram e o desaparecimento da garota, sumiu do noticiário da mídia. Adelaide e Afonso, deixaram de ser íntimos, pois ele percebeu que na cama, ela já não tinha o mesmo ardor de antes e então partiu para os braços de outras, mais ardentes.
Adelaide, não sentia mais necessidade de fazer sexo com outros, ela se sentia inteiramente satisfeita com a sua adorada garotinha. Para não deixar Alice tanto tempo isolada na cabana, resolveu fechar seu apartamento e morar lá, ao lado de sua amada. Cinquenta minutos de deslocamento não era nada, valia apenas.
Alice, nas longas noites nos braços dominadores da mulher, totalmente subjugada pela forte personalidade dela, aprendera a gozar imensamente com Adelaide e morria se esvaindo em intermináveis orgasmos.
Se sentia escravizada por Adelaide e até assentir prazer, quando era surrada por ela.
Quatro anos depois, Alice, agora com 20 anos, tinha poucas lembranças de sua vida anterior. Só vivia para dar satisfação a sua dona e senhora. Adelaide a viciou em drogas e bebidas e agora a garota era dependente destas merdas.
Não era mais prisioneira de Adelaide, que a levava para todo lugar e isso foi o fim de tudo.
Numa noite escura e chuvosa, voltando para a cabana, ambas bastante embriagadas, Adelaide parou o carro no caminho e furiosa mandou Alice descer do veículo.
- Sua cadelinha ordinária, pensas que eu não vi você dando bola para aquele cara? - Eu não dei bola para ninguém, Adelaide. Ele só queria dançar comigo e não vi nada demais nisso! - Bem sabes que eu só faço amor com você.
- Você é uma mentirosa de merda... eu vi você esfregando esta buceta suja no cara. - Venha cá, puta ordinária... vou te ensinar a me respeitar na frente dos outros.
Alice recuou apavorada, vendo Adelaide avançar para ela, empunhando uma barra de ferro. Sentiu a primeira pancada na testa e cambaleou tonta, com o sangue escorrendo pelo rosto. Estendeu os braços para se proteger e foi novamente atingida. Aturdida com a violência do ataque, apenas olhou para Adelaide e ainda teve forças de perguntar, incrédula: - Porque isso? Antes de mergulhar no abismo, que a engoliu por inteiro.
Alice não sentiu, mas rolou por mais de 200 metros na incline ribanceira abaixo, até seu corpo parar ao se chocar com uma árvore, que impediu que mergulhasse no rio furioso que corria logo abaixo.
Adelaide só percebeu o que fizera, quando retornou do seu ataque de fúria e berrando sem controle, pesquisou o abismo em que seu amor caiu. Por alguns minutos ficou olhando o negrume da encosta, ouvindo o rugido furioso do rio, centenas de metros lá embaixo
Como uma alucinada, voltou ao volante de seu carro e pisou no acelerador até o fundo. Quinhentos metros adiante, numa curva fechada, seu carro voou no ar e por quase 10 segundos, pode se ouvir um grito estridente, até que com um baque surdo, o ferro encontrou a água e a agua engoliu o ferro, que agora repousa no enlameado leito do rio, a mais de quatro metros de profundidade, com Adelaide dentro, olhando para o amanhã.
XXXXXX
Três rapazes e três moças, desciam o rio, num barco inflável, se desviando das pedras e curvas, num perigoso esporte, quando num relance, Marcela, a timoneira, deslumbrou algo fora do normal na margem esquerda e imediatamente gritou para seus companheiros de aventura:
- Pessoal, tem um corpo enganchado naquelas árvores ali atrás! - Tens certeza disso Ma? Tenho sim, não sei se era homem ou mulher. Roberto, o mais expedito deles, imbicou o bote para a margem e o prendeu aos galhos.
- Turma vamos ver se Marcela, tem boa visão. - Mas Roberto, são quase cem metros lá para trás! - Não tem importância, aqui tem onde a gente se apoiar, vamos com cuidado.
Roberto, Marcela e Thiago, em pouco tempo fizeram o percurso de pouco mais de cem metros. - Olhem ali, no meio daqueles galhos, eu não falei que vi alguém!
- Nossa Senhora! Tens razão garota! É uma mulher! Ela deve estar morta. Thiago o mais jovem de todos, com facilidade foi até onde o corpo repousava e depois de um rápido exame, alertou os seus amigos: - Ela ainda respira, mas tens muitos ferimentos pelo corpo todo.
Em questão de três horas, Alice foi resgatada pela equipe de resgate, que com muita dificuldade conseguiu levá-la ribanceira acima. Transportada no helicóptero dos bombeiros para o hospital de pronto atendimento, recebeu os primeiros socorros ainda dentro do aparelho.
O estado da jovem, era desesperador e havia poucas esperanças de que ela resistisse aos ferimentos, pois apresentava múltipla a faturas por todo o corpo, além de afundamento da parte frontal da cabeça.
Por mais de duas semanas ficou entre a vida e a morte, em coma profundo.
A identidade da paciente, tornou-se um grande mistério. Na cidade e em outras vizinhas, não havia registro do desparecimento de uma jovem loira, com idade aproximada de 20 anos.
Milagrosamente, Alice apresentava melhoras em seu estado de saúde, mas continuava em coma profundo.
Na delegacia especializada, a delegada Marta, se empenhou ao máximo para identificar a jovem, mas todos os seus esforços se mostraram inúteis. Tinha no seu currículo alguns casos insolúveis e este era mais um a ser somar.
Comentou o caso com sua auxiliar, entristecida por não conseguir: - Não é possível isso, Lúcia! A garota acidentada não veio de Marte! Uma mulher, jovem, bonita, com cabelos loiro natural tem de ter alguém procurando por ela!
Doutora, estamos procurando identificar uma jovem de 20 anos aproximados, não é verdade? E se ela sumiu a mais tempo? Só agora reaparecendo?
- Ótima ideia Lúcia, vamos rever os nossos arquivos de pessoas desaparecidas. Por mais de três horas, Marta e Lúcia, selecionaram dentro centenas de casos, pouco mais de vinte, para posterior exame.
Por exclusão, somente oito pastas restaram. Loira natural, com mais de vinte anos, mais duas fora. Meninas com menos de dez anos, mais 4 também descartadas.
Doutora temos estes dois casos. Mocinha de 18 anos, desapareceu de casa há cinco anos, hoje ela teria 23 anos e temos esta outra aqui, mocinha de 16 anos, loira e muito bonita. Foi passear com o namorado e nunca mais se ouviu falar dela. O sujeito foi indiciado, mas nada se conseguiu provar contra ele.
O caso aconteceu há quatro anos, portanto bate com a idade a nossa dorminhoca lá no hospital. O único problema é que as duas não se parecem nem um pouco, apesar de loiras e bonitas, Alice era mais cheia e nas fotos que temos dela, parecia que ria pelos olhos.
Isso não quer dize nada, depois de quatro anos, ela pode ter mudado um pouco e não conhecemos o seu olhar, pois a coitadinha escapou da morte por pouco e está toda enfaixada, na UTI do hospital.
- Dona Mônica, a senhora me desculpe por vir até sua casa sem avisar. Eu sou a delegada Marta, que tratou do caso do sumiço de sua filha Alice, há quatros. Eu ainda não fechei o caso da sua menina e se a senhora não se incomodar, gostaria de saber se Alice, quando pequena tinha algumas características física ou sinal que a pudesse identificar.
- Por Deus, doutora! A senhora encontrou minha filha? - Não, não, isso é apenas procedimento padrão, pois na época isso não foi levantado.
- Minha garotinha tinha sim, alguns sinais de nascença. Na coxa direita, bem junto do bumbum, quatros manchinhas preta em forma de estrela, bem juntinhas umas das outras e na sola do pé esquerdo, uma pequena mancha vermelha, que a gente brincava com ela, dizendo que era o mapa do Brasil.
- Muito obrigada dona Mônica, tudo irá para o arquivo de Alice, mas qualquer novidade, eu manterei informada. - Doutora eu tenho fé em Deus e sei que algum dia, encontrarei minha menina.
- Lúcia, amanhã bem cedo vamos ao hospital visitar a misteriosa paciente. Veja só o que obtive da mãe de Alice. São sinais que poderão resolver o caso. - Não seja tão otimista Marta, talvez não seja a mesma pessoa.
- No meio da manhã, Marta e Lucia saiam do hospital dando pulos de alegria. O caso fora solucionado, Alice era Alice. - Nossa como pode ser isso! A jovem some aos 16 anos e agora, quatro anos depois reaparece, às portas da morte! O que aconteceu com ela nestes 4 anos?
- Acho que a mãe dela vai ter um ataque, ao saber que sua filha está viva e que foi localizada por nós.
Realmente, Mônica ficou em parafuso total ao receber a notícia e até a irmã mais nova de Alice, agora uma linda mocinha, tão linda como a irmã, chorava sem parar.
O caso tomou conta da mídia e foi notícia até no estrangeiro. Porém o mistério continuou, pois Alice continuava em coma profundo e mesmo depois de voltar, muitos meses depois, não tinha nenhuma lembrança do que tinha acontecido com ela. Não sabia nem o seu nome, todo o passado sumiu de sua mente e seu mundo novo teve início no momento em que acordou no hospital saindo do coma.
Somente Afonso, sabia parte da história da jovem, mas com o estranho sumiço de Adelaide, não decifrou o que tinha ocorrido com ela e não podia se pronunciar a respeito,

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:16 de agosto de 2015 05:05

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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