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UM MERGULHO NA BOCA DO INFERNO

Um Mergulho na boca do inferno
Meu nome é Janaina, tenho 16 anos e a quase um ano estou fazendo tratamento psiquiátrico, pois depois dos terríveis acontecimentos, em que me vi mergulhada em um abismo de horror, fui acometida de profunda depressão, dominada por sentimentos de medo, insegurança, desespero, desamparo e um enorme vazio dentro de mim.
O acontecido comigo, foi por demais dantesco, cruel, repugnante e obsceno, mas agora, depois de tanto tempo, com a dedicação e eficiência da doutora Clara, minha psiquiatra, estou curada. Isto é o que ela disse à minha mãe, na última visita ao seu consultório. Fato é que, trancada no meu quarto, estou escrevendo, em detalhes, a minha história, para que vocês tenham conhecimento de todo o meu drama.
Sexta-feira, eu e minhas colegas, estávamos saindo da escola, alegres e tagarelas, nos encaminhando para o ponto de ônibus. Eu, muita mais entusiasmada do que todas, pois na próxima semana farei 15 anos e as meninas e meninos, meus amigos, estavam convidados para a festa que meus pais me ofereceriam.
Carlos, um garoto que andava de olho gordo pra cima de mim, me ofereceu carona. Simpático e bem educado, ficou empolgado quando eu o convidei para ser o meu "príncipe encantado", no meu baile de debutante. Eu não tinha namorado e resolvi convidá-lo. Tão empolgado ficou, que não deu teve tempo de frear e o seu carro bateu na traseira de um caminhão, que diminuiu a velocidade bruscamente.
Foi uma batida forte. Carlos se feriu na cabeça e ficou um pouco zonzo e eu muito assustada e bastante nervosa. A frente do carro ficou pouco danificada, mas o caminhão, com o seu forte para-choques, nada sofreu.
Como sempre acontece nestes casos, formou-se um tremendo tumulto, com interrupção de transito e tudo mais. Felizmente o motorista do caminhão e seus dois ajudantes, foram muito gentis e se ofereceram para nos ajudar.
Ao verificarem que somente eu e Carlos, estamos no carro, eles logo fizeram uma proposta, que Carlos com um corte na cabeça e ainda meio tonto, aceitou de imediato, pois ele estava sem habilitação. Nunca soubemos o porquê agiram desta forma, provavelmente, também, por não estarem regulares e queriam evitar contato com a polícia.
- Garotos, vamos dar o fora daqui, antes que os "caras" venham nos encher o saco. Com a concordância do meu amigo, dois deles entraram no nosso carro e pediram para irmos para o banco de trás. Com um dos sujeitos ao volante e o outro no banco do carona, saímos bem rápido da confusão formada, com o caminhão vindo alguns metros atrás. Com um lenço, consegui limpar o sangue que saia da testa de Carlos e fiquei aliviada ao notar que ele sofrerá apenas um pequeno corte na testa. Eu e ele, bastante nervosos, nem percebemos para onde estávamos indo.
Carlos notou que estávamos em alta velocidade e saindo da cidade. Bastante assustado, falou com os dois: - Agradeço a vocês, mas eu estou bem e peço que parem o carro, já posso dirigir.
Foi aí que o meu drama teve início. O carona se virou, com um revolveu apontado para a gente, dando uma risadinha debochada: - Fique calado moleque, daqui a pouco a gente vai parar. Foi o que aconteceu uns 10 minutos depois. Com eu e Carlos tremendo de medo, os dois desceram e ordenaram que saíssemos do carro. Com muito medo, pensei que eles iriam nos matar.
Apavorada, assisti quando eles deram uma tremenda coronhada na cabeça de Carlos e o colocaram de volta ao veículo, tombado sobre o volante. Despejaram sobre o coitado, uma garrafa de aguardente. Quase em estado de choque e me mijando de tanto medo, fiquei olhando, como uma pateta, o carro se ser empurrado ladeira abaixo, descendo desgovernado uma incline encosta.
- Pronto lindinha, quando o teu namoradinho for encontrado, já estará fedendo. Agora seremos só nós, você e a gente. Vamos nos divertir uma enormidade e você vai gostar muito do que faremos com este corpinho delicioso.
Com isso, sai do meu estado de apatia e em pânico total, dei um tremendo berro e sai em disparada pela estradinha de terra batida. Quando avistei o caminhão vindo em minha direção, pensei que estava salva das mãos daqueles dois assassinos, mas quando o motorista desceu e sorrindo veio em minha direção, fiquei apavorada: - Como é garotinha gostosa... onde você pensa que vai?
Quando me virei, para fugir em outra direção, levei dois violentos tapas e cai no chão de barro, gritando de dor. Com sangue saindo do meu nariz e do canto da boca, percebi quando eles me levaram para a carroceria do caminhão e fui amarrada pelos braços, presos pelas costas. Eles amarraram, também, minhas pernas, na altura dos joelhos e tornozelos. Depois de amordaçada com um pedaço de pano enfiado na boca, me cobriram com uma pesada lona, destas que os caminhões usam.
Por horas intermináveis, acho que por mais de 10, percebi o caminhão rodar em velocidade, por estradas irregulares, pois eu era muito "sacudida" na carroceria do veículo, sofrendo pelo calor e me sentindo sufocar com a bola de pano em minha boca e presa à nuca por grossas cordas.
O pavor me dominava por inteiro, pois assisti os canalhas matarem, a sangue frio, o meu amigo, só por pura maldade. Não conseguia esquecer das palavras deles: "Você vai gostar muito do que faremos com este corpinho tão delicioso".
Que o céu me ajudasse, pois percebi perfeitamente, que os três safados pretendiam me estuprar. Apavorada, não entendia porque Deus estava deixando isso acontecer comigo, uma garota que ainda ia fazer 15 anos, que nem namoradinho tinha e que se orgulhava de nunca ser sido tocada por nenhum rapaz, permanecendo virgem. Achava que Deus tinha me esquecido.
Não podia imaginar, os terríveis dias, de puro horror e dor a que fui submetida, das torturas e da enormidade dos sofrimentos que passei nas mãos daqueles três infames. Naqueles momentos, confesso, cheguei a duvidar da existência de um Deus.
Quando chegaram em algum lugar, que depois, achei que poderia ser a porta do inferno, me levaram como saco de batata, para dentro de um galpão. Retiraram a mordaça e as cordas que me prendiam. Depois de tantas horas amarrada, sentia braços e pernas totalmente dormentes e fiquei estirada no chão duro, sem poder me mover.
Os animais me davam chutes, me vendo inerte no chão. - Será que a garotinha não aguentou o tranco e morreu? - Que nada, veja o peito dela se movendo! Vamos a reanimar com uns alguns baldes de água.
Gargalhando ou rosnando como bestas, eles jogaram sobre o meu pobre corpinho, alguns baldes de água. Com isso, meu torpor foi passando e abri os olhos e tossi muito, sem forças para nada.
- Acordou franguinha? Então ta na hora de ser depenada. No primeiro momento não percebi o que queriam disser com isso. Mas quando, ainda caída no chão, toda encharcada, começaram a tirar as minhas roupas, compreendi tudo. Gritei e esperneei bastante, pura besteira, levei muitos tapas enquanto minhas roupinhas eram tiradas aos pedaços de meu corpo.
Os três monstros, aparentemente não tinham nenhuma pressa em me estuprarem, pois me colocaram sentada numa suja poltrona e lá fiquei, toda encolhidinha, tentando, com as mãos e com as pernas encolhidas, esconder minha nudez, com o terror me dominando por inteiro, com eles, calmamente me observando, sentados à minha volta.
Não pude classificar o que ia em minha mente naquele momento; era medo, terror, pânico, vergonha! Numa confusão total, fiquei sentada, enquanto eles faziam comentários sobre o meu corpo. Foram mais de dez angustiantes minutos, e eu agora os observava, sendo sacudida por forte tremor, tal a dimensão do pavor que me dominava.
Depois de mais alguns minutos, eles se aproximaram e o que parecia ser o chefe do bando, com o rosto medonho a pouco palmos do meu, disse o que para mim, parecia a minha sentença de morte.
- Garotinha, você apesar de ser bem novinha, não é nenhuma idiota. Deves perceber muito bem o que nós vamos fazer com você. Vamos te comer à vontade, nossos caralhos vão entrar na tua buceta, no teu cu e na tua boca. Na maioria das vezes, terás dois ou três paus dentro dos teus buraquinhos.
Sabes que não terás outra opção, a não ser bem boazinha com a gente e gozar junto, senão será muito pior para você. Se queres sair viva daqui, terás de ficar bem quietinha enquanto a gente te fode. Lembre-se que o teu namoradinho já era e que poderás seguir o mesmo caminho dele.
Com os olhos esbugalhados e os lábios tremendo, escutei tudo o que o sádico falou, sabendo que não teria nenhuma chance de sair com vida, daquele covil. Minha concordância, com os atos obscenos e repugnantes que pretendiam fazer comigo, não teriam nunca. Preferia mil vezes a morte. Foi o consegui responder a ele: - Covardes, assassinos... prefiro morrer do que ficar inerte, com voc..... Não consegui terminar a frase e comecei a gritar de dor.
O miserável, me atingiu com um violento tapa, que me fez ficar atordoada, mas ele não parou por aí, e continuou a me dar seguidos tapas, enquanto gritava, como um louco: - Pois bem, putinha de merda, se não queres dar por bem, vamos te comer na marra, embaixo de muita porrada, e eu serei o primeiro.
Com a mão espalmada, não parava de me estapear, fazendo meu rosto ir de um lado para outro, conforme o lado de meu rosto era atingido. Fui arrastada, pelos cabelos, para um colchão imundo, jogado num canto do galpão. Com a saraivada de tapas, nem percebi, quando ele tirou a roupa e totalmente nu, sentou na minha barriga, com aquela coisa enorme e preta, entre os meios seios. Mesmo com o sangramento de minhas narinas e lábios, pude sentir o fedor do pênis enorme do negro.
Nem sei como, mas agora meu rosto era atingido pelo pau, rígido como um tronco, que atingia minha boca com força, com a ajuda da mão dele. Cerrei os lábios o mais que pude, com ele se esfregando. A fedetina era muito forte e ele me lambujava com o fluido saindo de sua ereção. Ele forçava, tentando enfiá-lo em minha boca.
Com o nojo que senti, ainda tive forças para manter minha boca fechada. - Vou te foder pela boca, queira você ou não. Ele com dois dedos, fechou minhas narinas e quando, quase sufocando entreabri os lábios, em busca de ar, de um só golpe, introduziu toda aquela enormidade em minha boca.
Ainda tentei expulsá-lo, mais ele estava bem fundo, chegando à minha garganta. O membro era muito grosso e ele segurava com força os meus cabelos, enquanto fazia movimentos rápidos com o pênis, tirando a metade e enterrando novamente. Eu estava quase perdendo os sentidos, com a falta de ar e o peso dele no meu rosto. Mas o mais repugnante foi quando ele, dando um enorme berro, arriou todo o seu peso no meu rosto e o pau entrou fundo minha garganta a dentro e despejou uma enorme quantidade de porra, que desceu goela abaixo. Não resisti e desmaiei.
Quando acordei, seria preferido que estivesse morta, pois agora, era o mulato baixinho que tinha o pênis em minha boca, gemendo como um louco, enquanto o outro ajudante, lambia, chupava e mordia minha bucetinha. Ainda pude escutar o negro, gritar com o outro. -Tire a boca da buceta desta vadia, você está a muito tempo chupando esta putinha. Eu quero meter no rabo dela.
Alguns minutos depois, fui virada de bunda pra cima e ai o que sofri, não posso descrever direito, mas parecia que um ferro em brasa estava queimando todo o canal do meu ânus. A dor que senti foi dantesca, não resisti a sodomia e apaguei de vez.
Gemendo de dor, acordei, ainda estava deitada nua, no imundo colchão, todo sujo do sangue. Meus lábios e a garganta estavam doendo muito, bastante machucados. Tentei tossir e uma gosma, que enchia minha boca, foi expelida, com muita coisa ainda ficando lá dentro, parecia leite condensado estragado, pois tinha gosto e cheiro horríveis. Me virei de lado e vomitei muito e aquela gosma nojenta, sujou meus rosto e ombros.
Somente o baixinho estava no local. - Acordou garotinha? Demorou muito dormindo, acho que umas sete horas. Foi uma pena você botar pra fora um pouco da nossa porra, mas tenha certeza, você engoliu muito leitinho da gente. Só eu esporrei na tua boquinha três vezes, mais o negão foi muito mais, fora o que entrou pelo teu rabo. Tivemos muitas horas para nos divertimos com você.
- Fique sossegada, a tua bocetinha ainda não foi batizada, a gente só quer fazer isso, com você acordada, senão perde toda a graça. Mas não perdes por esperar, logo mais à noite, com a volta dos dois, será a vez dela.
Eu nem conseguia raciocinar direito, totalmente arrasada e muito machucada e me sentindo suja, com o gosto deles entranhado em minha boca e no meu corpo e com o ânus, parecendo estar muito machucado nas paredes do canal anal,
- Menina, eu e você vamos ter muito tempo sozinhos, mas tu e este colchão estão fedendo muito, nem tenho coragem para chegar perto de tu. Vamos fazer o seguinte, vou botar este colchão fora, pois ele não presta para mais nada, todo manchado de sangue e sujo de merda, tu cagaste um bocado nos nossos caralhos. Depois vou te levar ali fora, pro modo de te dar um banho.
Ele teve de me levar no colo para o os fundos do barracão, fui jogada dentro de uma espécie do tanque retangular, de madeira, cheio de agua. Se não é ele me segurar, eu afundaria, pois meus braços e pernas não me obedeciam mais. Por quase vinte minutos, fiquei parecendo um bebezinho, toda inerte nos braços dele. Baixinho me segurando pelo pescoço me banhava toda, passando as mãos em minhas partes intimas, tirando todo o sangue seco, lavou meus seios, meu rosto e cabeça.
Ficou por muito tempo "lavando" meus peitos, alisando os mamilos e olhando muito sério para o meu rosto. - - Nossa! Vendo você toda nuazinha e molhada, é que pude ver que não passas de uma criança... uma criança com peito e bunda lindos...mas ainda assim uma criança. Quantos anos você tem, criatura? Com muita dificuldade, disse que tinha 15 anos.
- Quinze aninhos! Assim como está, parece ter bem menos! Vamos, vou te levar pra dentro. Baixinho me levou no colo, toda molhada e me colocou numa pequena cama, com colchão nu, e sentado na cama, ficou observando. Você pode ser uma pirralha, mas tem uma bucetinha linda de morrer.... Gordinha, bem fechadinha e quase sem pelo. É uma pena, que quando eles voltarem, vamos te arrombar toda. Mas o pior de tudo é que já temos uma cova pronta para tu, ali nos fundos.
Ao ser lembrada deste fato, que estava condenada à morte, começei a chorar, como uma criança de colo. Quando Baixinho, se deitou no meio de minhas coxas e começou a lamber minha vagina, levei um susto e me preparei para o pior. Mas baixinho não usou de força e nem de violência, ao contrário, sua lingua percorria toda extensão de minha buceta indo até a porta do cuzinho, Ele fazia tudo bem suavemente, mas a sua língua não parava de me penetrar e eu comecei a gostar daqueles carinhos. Baixinho não se cansava nunca e ficou me lambeando e chupando por muito tempo.
Até hoje, tenho vergonha de confessar, mas a verdade é que, aos poucos fui ficando excitada e ele sentiu isso com a umidade em minha buceta e passou a me chupar, com mais força. Foi inevitável, em alguns minutos eu estava tenho um violento orgasmo, o 1º em minha curta vida. Porem ele não saiu de dentro e sendo assim, os orgasmos se sucederam em onda sucessivas e eu não conseguia para de gemer, mais agora de puro prazer.
Quando os dois cumplices retornaram, o meu tormento não teve fim. Durante horas intermináveis, fui estuprada pelo trio, que mesmo com os meus berros, não cessarem de me foder, usando de Extrema violência. Com o dia quase chegando, estava deitada no chão sujo do barraco, com um deles por cima, todo encravado em minha bunda. Não tinha mais forças, nem para chorar e apenas abriu a boca, em busca de ar em cada enterrada que o negro dava em meu sofrido cuzinho.
Durante os quatro dias que fiquei em poder dos três estupradores, sofri as maiores violências que jamais supus pudesse existir. Vivia num mar de sofrimento e dor, sendo torturada de forma cruel e sádica.
Quando fui encontrada, jogada no meio de uma estradinha de terra batida, estava quase à morte, com todo o corpo massacrado e sangrando por múltiplos ferimentos e com infecções generalizada, agravada por doenças sexuais que eles me transmitiram. Neste estado, foi natural que abortasse, pois os filhos da puta, tinham me engravidado.
Meus quinze anos, passei hospitalizada, com os médicos lutando para me salvar, com poucas esperanças de sucesso. Mas, muitas semanas depois de uma dura batalha, eles informaram aos meus pais, que eu estava fora de perigo.
Tive duas ótimas notícias, Carlos, o meu amigo e colega, não morreu, como eu pensava. O carro não desceu a encosta, ficando preso entre algumas árvores e os três miseráveis estupradores foram mortos pela policias, alguns dias atrás. A doutora Clara, minha psiquiatra, afirma que estou curada e que posso voltar à escola e retornar a minha vida normal. Hoje, eu e Carlinhos somos namorados firmes e ele não liga para o que me aconteceu e disse que quer se casar comigo, mesmo sabendo que eu nunca poderei se mãe.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:19 de agosto de 2015 14:16

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 19/08/2015.

Comentários

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  • Antonio
    Postado porAntonioem15 de junho de 2016 20:30

    PARABÉNS PRA VC E SEU AMIGOS POR SOBREVIVEREM E SEGUIREM JUNTOD E E TER MUITO PRAZER JUNTINHOS . ABRAÇOS

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