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ZÉ PEDRO, O CHUPADOR DE BUCETAS

ZÉ PEDRO, O CHUPADOR DE BUCETAS


- Diná, você não quer vir com a gente? Será um fim de semana maravilhoso! - Gostaria de ir, mamãe, mas não vai dar. Tenho de estudar, nestes dois dias, pois a partir de segunda começa as provas semestrais, e minhas notas não estão muito boas.
- Está certo filhota. Na geladeira tem tudo o que você vai necessitar no sábado e domingo. É só usar o micro-ondas. Por favor Diná, não abra a porta para ninguém. - Tudo bem, fique sossegada, domingo a noitinha vocês três já estarão de volta. Até parece que eu antes não fiquei sozinha em casa!
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Sexta-feira, 18:00 horas, a mãe de Diná e suas outras filhas, Dora, de 20 anos e Ana, com 17, partiram para a casa de campo dos avôs das meninas, um lugar maravilhoso nas montanhas. Diná, a filha caçula, resolveu ficar em casa e meter a cara nos estudos. E foi o que fez.
Tomou banho, fez uma refeição ligeira e depois foi para o seu quarto, no segundo pavimento, onde tinha uma escrivaninha e por mais de quatro horas se esqueceu do mundo, mergulhada nos livros e cadernos. Já passava da meia noite, quando cansada, resolveu se recolher, depois de beber um copo leite.
No meio das escadas, levou um tremendo susto ao ver na sala, um vulto de homem mascarado, com uma lanterna na mão, vindo ao seu encontro. Diná recuou apavorada e tropeçou nos degraus. O mascarado invasor, parecendo tão surpreso quanto ela, focou a lanterna na garota e exclamou:
- Que tu ta fazendo aqui? A casa devia estar vazia... eu vi todo mundo saindo de carro! Diná tremendo de medo... abriu a boca para gritar por socorro...mas engoliu o grito, quando viu o mascarado lhe apontar um revólver: - Se gritar morre... fique calada!
- Puta que pariu... quem é tu? Engolindo o choro, Dina, balbuciou ...eu moro aqui. ... pelo amor de Deus... o que você está fazendo aqui na minha casa? - Não seja idiota menina, não está vendo que sou um ladrão. Não era para tu estar aqui... atrapalhando o meu serviço.
- Vamos fazer o seguinte, eu prendo você, enquanto faço a limpa na casa. Sob a mira do revólver, foi obrigada a retornar ao seu quarto e lá o bandido, fazendo uso de tiras de lençol amarrou seus braços e tornozelo na cama e a amordaçou, enfiando um pano em sua boca.
Imobilizada sobre a cama, Diná, tremia de medo, enquanto o assaltante revistava, primeiro, o seu quarto, colocando sobre um lençol estendido no chão, o seu smartphone, o relógio, o notebook e a pulseira que ganhou da avó quando fez 13 anos. Depois foi aos outros quartos e voltou trazendo os notebooks de suas irmãs e as joias que encontrou. Até duas malas grandes que encontrou no armário do quarto de sua mãe.
Abarrotou as malas com tudo que encontrou na casa toda. Já passava das 4 horas quando ele terminou de recolher tudo que encontrou de valor na casa.
-Meu anjinho, eu vi lá na garagem uma camionete que vai me servir muito bem para eu levar as "mercadorias", é muita coisa para transportar. Por favor me diga onde estão as chaves do veículo.
Sentou na cama de Diná e passou as mãos em seu rosto, fazendo uma espécie de carinho e tirou mordaça. - Vamos garotinha, diga logo onde estão as malditas chaves. Acovardada, soluçando, disse onde estavam as chaves do carro de sua irmã Dora.
O invasor passou muito tempo levando as malas e diversos outros objetos para a camionete. Demorou tanto que Diná, pensava que ele já tinha ido embora. Pela janela, podia ver que já estava amanhecendo o dia. Puro engano seu, ele voltou ao quarto.
- Minha nossa, estou exausto, entupi a camionete de mercadoria, de tudo que podia levar; agora vou descansar um pouco e ir embora. - Me diga uma coisa garota... dá para você ficar presa aí até o teu pessoal voltar?
Diná suspirou aliviada, ele iria embora e não lhe fez nenhum mau, pois estava receosa que ele abusasse dela. Já estava amarrada à cama a mais de 9 horas, até seu pessoal retornar, seriam aproximadamente 45 horas.
Ela apenas olhou para ele e mexeu com a cabeça, numa espécie de resposta afirmativa, pois ainda estava amordaçada. Mas o cara lhe tirou a mordaça e reformulou a pergunta. - Me diga, quando eles voltam? Diná disse que ela podia esperar, que podia ir embora.
- Eu quero saber é quando eles voltam! - Pelo amor de Deus, vá embora... mamãe volta domingo à noite... pode ir e levar tudo que desejares.
- Que bom, garota... que dizer que posso voltar mais tarde e fazer uma nova viagem. Ao ouvir o comentário dele; o coração de Diná disparou.
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Diná viu o relógio do criado mudo apontar 23 horas do sábado. Por quase 24 horas amarrada à sua cama, estava com o corpo dormente e com muita sede e com vontade de fazer xixi, mas contente, pois o miserável ladrão, não voltou, como disse que faria.
Agoniada, fechou os olhos e dormiu. Acordou quando o sentiu ao seu lado, com o coração aos pulos, escutou ele falar: - Boa noite garota, estavas com saudades de mim? Demorei a voltar porque estava malocando o material que levei daqui.
Eu não ia voltar, mas depois pensei: Pô cara! Você tem uma garotinha amarrada na cama, sozinha e muito triste... vá lá e lhe faça uns carinhos. Diná quis gritar e protestar quando o sentiu, com o auxílio de uma tesoura, cortar a sua camisola e a calcinha.
Estava acontecendo o que ela mais temia, que ele abusasse dela. Diná sabia que seria estuprada pelo homem, e isso a horrorizava, mas nada podei fazer para evitar que isso acontecesse. Ela ainda era virgem e fora uns amassos com Betinho, um menino lá do colégio, que por duas vezes, mamou em seu peitinho, ainda era pura de corpo e ama. Fechou os olhos e pediu ajuda aos céus, esperando o ataque do homem a qualquer momento.
Depois de longos minutos, abriu os olhos e o viu contemplando o seu corpo, todo exposto para ele, mas sem a tocar. - Nossa! Como você é gostosinha... um corpinho feito para dar prazer a um homem. O terror que passava pela cabecinha da garota, aumentou de intensidade quando sentiu as mãos deles apalpando os seus seios e ventre.
Ele agia sem afobação, alisando Diná em todos os seus recantos. Desde o rosto até a ponta dos pés. De olhos arregalados, espelhando o pânico que a invadia, percebeu quando ele tirou a mordaça e pareceu estar admirado ao ver seus lábios tremendo e de tão secos, com pequenas fissuras.
- Eu sou um estúpido, deixei a garotinha sem água por todas estas horas e ainda por cima com um pedaço de pano na boca! - Vou lá na cozinha, lhe trazer um pouco de água... espere por mim... não saia daí!
Diná bebeu voraz, água que ele levou aos seus lábios. - Por favor.... Mais água... estou toda seca! Ele foi buscar mais um copo de água e o ofereceu a ela.
- Está melhor, gostosinha? Agora vamos continuar com a nossa brincadeirinha.... Mas por favor, não grite... senão eu vou colocar o pano novamente em sua boca. Juro que não vou machucar você. Vou somente fazer uns carinhos... nada mais do que isso. Meu caralho, não sei porque, não fica duro de jeito nenhum…. Acho que foi resultado do tempo que fiquei com aquela vadia e peguei doença dela. Agora só o que funciona em mim é a língua.
- Você tem muita sorte, garota.... Se não fosse isso está tua bocetinha iria engolir o meu cacetão esfomeado!
Diná, com a cabecinha muito confusa, sem poder pensar direito, ainda assim pode compreender que o homem não podia tirar a sua virgindade... ele era impotente. Quando ele começou a lamber o seu rosto e lábios, se sentiu aliviada. Ela já tinha visto alguns filmes pornôs em que os homens apenas lambiam as mulheres, sem as invadir.
A boca do homem, dentro da sua, sugava toda a sua saliva e ela abria o máximo que podias seus lábios, para ele não a machucar. Como um louco ele a lambia toda, mamando seus mamilos com força e depois desceu para a bucetinha virgem e por um tempo que lhe pareceu interminável, ficou chupando sua xoxotinha.
De boca aberta, respirando rápido, no meio do tremendo medo que a dominava, começou a ficar excitada, com a boca do bandido toda enterrada em sua vagina. Tentou resistir ao que estava sentindo, mais isso lhe foi impossível. Minutos depois, dominada por uma forma de prazer, totalmente desconhecida para ela, começou a gemer de prazer, com a boca do invasor, lhe sugando o clitóris, ininterruptamente, sem nem parar para respirar.
Ele continuou a chupação, sabendo que a garotinha, estava em excitação total, preste a gozar e chupou com mais força o pequeno botão de sua indefesa garotinha.
Quando Diná, explodiu em um incrível orgasmo, quase que perdeu os sentidos, pois a descarga de adrenalina foi demasiadamente violenta. Assustada com o que sentiu, começou a chorar, pensando que estava tendo um ataque qualquer e que iria morrer, pois todo os nervos e músculos, lhe pareciam estar doloridos.
Mas o mascarado, continuou a com a boca dentro de Diná, que enlouquecida de gozo, explodia em seguidos orgasmos.
Cinco horas, o domingo já despontando no horizonte, Diná, ainda presa à cama, dormia um sono tumultuado, cheio de sobressaltos, com a mente e o corpo extenuados, pelas horas de intenso prazer que lhe foram expostas pelo invasor, até a quarenta minutos atrás. Ele dormia, também, fazendo das coxas de Diná o seu travesseiro.
Dez horas do domingo. A garota já acordada, há alguns minutos, não se atrevia a se mexer, com medo de o acordar e ele iniciar tudo novamente. Levou um tremendo susto quando o telefone fixo, no criado mudo, ao lado da cama, começou a tirilintar. Ele deu um pulo e saiu das pernas dela, olhou o display e viu nele, piscando a palavra "mamãe".
- Garota você vai atender, e dizer para sua mãe que está tudo bem, que não necessita se preocupar. Ele encostou no pescoço de Diná a ponta de um punhal. Se falares qualquer besteira, eu enfio este punhal no teu pescoço.
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- Bom dia minha filha... está tudo bem aí em casa? Tuudoo beem.... mãeeezinha. - Você está estranha minha filha! - É porque estava dormindo e acordei com o telefone. - Pelo que percebo, você estudou até tarde... não foi? - Mamãe, neste fim de semana não necessito estudar... as provas só começam daqui a alguns dias. - Agora vou desligar e dormir mais um pouco... dê um beijo na titia Adélia.
Quando Diná desligou, recebeu um tapa no rosto e ele, furioso, enterrou os dedos em sua garganta, fazendo força, parecendo que a queria enforcar. - Você é uma putinha muito safada...eu vi na tua caderneta escolar, ali na mesinha, que tens provas agendada a partir desta segunda-feira e você deu a dica para sua mãe que nem tudo estava bem com você.
Tua mãe deve ter percebido tudo, vou dar o fora daqui agora mesmo e você por ser tão metida a esperta vai comigo. Vou te ensinar que não se brinca com Zé Pedro. Percebeu então que tinha revelado o seu nome para a garota; mas agora já era tarde, para ele e para ela.
Aos tapas soltou Diná da cama e ordenou que ela vestisse qualquer roupa. Apavorada, vestiu uma calcinha e um vestido e aos empurrões, foi sendo levada para a garagem. La, a garotinha recebeu duas bofetadas no rosto e saiu no chão, quase sem sentidos.
Zé Pedro, usando restos de fios elétricos que encontrou na bancada da garagem, amarrou os pulsos de Diná nas costas e tornozelos e joelhos. Enfiou um pedaço de pano na boca e o prendeu com fios, à sua nuca.
Sentiu dor quando ele a jogou, violentamente no piso do carro e a cobriu com um cobertor e por cima colocou alguns objetos roubados da casa.
-Agora, menina, teu pessoal para a ter de volta... vai ter de desembolsar uma grana preta. Eu não queria nada disso, mas você me obrigou, se metendo à esperta comigo.
Zé Pedro, rodou por mais de duas horas, até chegar ao seu barraco, já abarrotado do saque efetuado na casa de Diná.

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Dona Marcia, ficou com o fone na mão, olhando para o mesmo, já em pânico. - Meu Deus! Ela desligou na minha cara! Algo de muito grave está acontecendo com minha filha! Ela disse que não necessitava estudar porque as provas só teriam início daqui alguns dias e mandou um beijo para a tia Adélia.... Ela não tem nenhuma tia!
Dora pulou da cadeira onde conversava com sua avó: - Deus do céu...alguém está lá em casa e ela está pedindo socorro, falando essas coisas. Mamãe vamos ligar para a polícia e voltar para nossa casa, agora mesmo.
Dirigindo numa velocidade acima do permitido, Márcia, Dora e Ana, em questão de duas horas estavam chegando em casa. Lá já encontraram muitos carros da polícia e o delegado Antônio veio ao encontro delas.
- Infelizmente, senhora Marcia, sua residência foi invadida e saqueada. Não encontramos sua filha e achamos que ela foi sequestrada pelos ladrões. Vamos fazer uma perícia minuciosa para ver se descobrimos alguma pista.
Na terça-feira, já ao anoitecer, o laudo pericial indicava que foi somente um homem o responsável pela invasão da casa e que ele usou o próprio veículo das vítimas, para levar o produto do roubo. Para tristeza de todos, a mancha de sangue encontrado, no piso da garagem, era da mocinha sequestrada, de Diná.
Oito dias depois, foi possível identificar de quem eram as impressões digitais encontradas por toda a casa. Eram de José Pedro, um conhecido meliante, com uma folha corrida enorme, de roubos a residências e pequenos furtos... nunca por sequestro ou ataque as suas vítimas. Este caso fugia ao padrão de ação de Zé Pedro.
Agora, dez dias depois, uma enorme busca estava em curso...da menina sequestrada de casa, da camionete rosa e do ladrão Zé Pedro.
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Diná vivia trancada num pequeno quartinho, nos fundos do barraco de Zé Pedro, de onde só saia para fazer suas necessidades básicas e para ser levada por ele, ao seu quarto, onde se fartava, usando boca e língua no corpinho dela.
Nem por um momento ele tentou estuprá-la e agora ela estava certa que não sofreria este tipo de violência. Mas levava muitos tapas, quando se recusava a deixar ser usada por ele, quando se atirava sobre ela como um louco, beijando, lambendo e chupando cada recanto e cada buraquinho da coitadinha. Duas semanas depois, convencida que de nada adiantaria lhe resistir, se entregou a sua sanha, pois seu rosto e corpo, já tinham muitas marcas das surras que levava.
Com isso, já habituada com a sua estranha forma de fazer sexo com ela, Diná passou a ter, novamente, prazer com as taras do homem.
Quarenta dias depois, Diná enlouquecia de tanto gozar com a língua dele a lamber seus buraquinhos. Mas nunca deixou de buscar um meio de fugir daquele lugar maldito. As saudades da mãe e das irmãs estavam suplantando em muito, o prazer que sentia com a Boca do tarado.
Enfraquecida e doente, sem alimentação adequada, se recusava a ficar com ele e só usando de muita força e tapas, ele a tinha em sua cama.
Mas acima de tudo, devemos confiar em Deus. Quando Zé Pedro, tentou vender a camionete para um atravessador, três meses depois, foi denunciado pelo fulano, que tinha conhecimento da busca policial por ele e que possivelmente tenha assassinado a mocinha que sequestrou. Em busca de pontos com a polícia, o atravessador o dedurou.
Zé Pedro, foi seguido até o seu barraco, escondido no meio de um matagal, nas cercanias da cidade. Lá Diná foi encontrada, extremamente fragilidade, doente e com o corpinho apresentando diversos hematomas. 90% de tudo que roubou de sua residência, ainda estava lá, no barraco dele. Por incompetência policial, Zé Pedro, conseguiu se embrenhar no matagal e nunca mais foi visto.
Diná, depois de quase 30 dias de rigoroso tratamento numa clínica, estava de volta à sua casa para os braços de sua mãe e de suas irmãs. Ficou comprovado, pelos exames realizados, que Diná não foi estuprada e que sua vagina e ânus continuavam intatas, para felicidade de sua mãe e irmãs.
Por pura vergonha, ela nunca revelou para ninguém o que Zé Pedro fez com ela, nestes meses de cativeiro, o acanhamento e a timidez, a obrigavam a ficar de boca calada. Mas nas suas noites, sempre lhe vinham à mente o louco prazer que sentiu quando ele a lambia, lá embaixo, na sua grutinha.
Diná perdeu o semestre, porém estava de volta às aulas, mais estudiosa do que nunca, mas com uma única diferença, uma vez por semana ia estudar na casa de "uma amiga", onde passava toda a tarde.
Nestas tardes, numa pensão de segunda categoria, tinha sua bucetinha, na boca de Zé Pedro, que incansável mamava o clitóris de Diná, a garotinha virgem, filha caçula de dona Marcia. Que enlouquecia em orgasmos múltiplos e depois voltava para casa, risonha e satisfeita, beijando a mamãe querida e abraçando suas irmãs mais velhas.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:16 de agosto de 2015 04:59

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Dia do Sexo

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 16/08/2015.

Comentários

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  • Marcela
    Postado porMarcelaem10 de maio de 2016 02:02

    Diná é 1 ano mais nova que Ana sua irmã de 17, portanto nossa heroina t 16 aninhos bem feitos
    NB.: Da autora

  • Dinorá
    Postado porDinoráem9 de fevereiro de 2016 13:05

    Acho que a autora devia ter mais cuidado com a idade da menina. Não vi apologia ao sexo com menores, mas o texto pode chamar a atenção dos pedófilos de plantão. Será o caso de apenas corrigir a idade da menina para 16 anos e tudo fica resolvido. É só uma sugestão para os próximos textos.

  • Vivelka
    Postado porVivelkaem5 de fevereiro de 2016 15:56

    Adorei esta historia me deu muito tesão pois adoro ser chupada por horas não sei se a historia e verídica ou não mas que inveja dessa jovem Diná ela é sortuda porque encontrou um chupador compulsivo que é impotente ai meu sonho pois também sou virgem quem dera estar no lugar dela. Mas só diria a ela para ter mais cuidado pois um dia ela pode ser seguida por seus familiares e a casa cair para ela,
    A autora esta de parabéns pela escrita e pela bela historia

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