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A NÁUFRAGA - parte II

A NÁUFRAGA - parte II

PEÇO DESCULPAS AOS MEUS LEITORES. EU PUBLIQUEI ESTE CONTO EM DEZEMBRO DE 2014 - A Náufraga - parte I - POR ALGUNS MOTIVOS, SÓ AGORA ESTOU PUBLICANDO A PARTE II. Usei o avatar Marcela


Capitulo VI - Sem escapatória
- E o meu colete-salva vidas... eu estava com ele! - Moça, já lhe falamos, você não vestia nada, nem roupas e nem colete! Marcela sabia que era mentira deles, mas nada podia fazer a respeito. Quando foi informada que eles eram oito pescadores, que igual a ela naufragaram e que agora estavam numa pequena ilha, no meio do oceano, todos eles esperando para serem regatados, Marcela ficou apavorada... sabia o que iria acontecer. Nua, na companhia de oito rudes homens, isolados de qualquer civilização... não era necessário ser gênio para adivinhar o desenrolar dos acontecimentos, 
E assim foi, algumas horas depois, dormindo sob sua "cobertura" ela escutou passos que se aproximavam. Receosa, abriu os olhos e viu que dois homens, um negro e um mulato se inclinavam sobre ela. Se encolheu toda, com os braços envolvendo os joelhos, com olhos arregalado e com os lábios tremendo de medo, ficou olhando para a dupla.  - Moça, nós tiramos a sorte para ver quem seria os primeiros a ficar com você... eu e o meu amigo aqui, fomos os felizes ganhadores e agora por toda esta noite, você será de nós dois. Marcela sabia que isso iria acontecer, mas ficou indignada e com medo deles, de um só pulo ficou em pé e saiu em desabalada corrida, peladora, pela mata a dentro, sendo seguida pelos dois, que as gargalhadas, a seguiam de perto.
Marcela, sempre foi boa atleta e com os seus 28 anos, sabia podia vencer na corrida os dois marinheiros pesadões e desajeitados que a seguiam. Só que ela não contava que ainda estava extremamente debilitada, pelo longo tempo que ficou à deriva no mar. Em pouco tempo, exausta, se deixou cair ao chão e respirando com dificuldades, viu os dois brutamontes e em pé ao seu lado, com as mãos nos joelhos, também estavam exaustos.
- Upa! Que canseira você nos deu, moça! Não adianta fugir da gente...esta ilhota pode se tornar muito perigosa e se machucar correndo como uma doida por aí. Venha com a gente.... Você não tem escapatória, moça! Você é a única mulher nesta maldita ilha e será a nossa diversão, enquanto estivermos aqui.
Marcela, compreendeu, que realmente não tinha como escapar da sanha dois oito homens e que seria violentada por eles. Gritar, espernear, e protestar, sabia que seria inútil, pois só os nove estavam isolados na ilhota.
Se não podia resistir aos marinheiros, pelo menos não facilitaria as coisas para eles e não os acompanhou como pediram. Deixando-se ficar caída no chão. Foi uma coisa tola, pois ali mesmo, caída sobre a úmida relva, os dois, loucos de tesão, se atiravam sobre ela. Por horas infindáveis se viu estuprada pela dupla, que a fizeram de depósito de esperma, nos seus dois buraquinhos.
Rudes e abrutalhados, a fizeram sentir muita dor, quando da dupla penetração e com os violentos chupões em todo o seu corpo. Era quase o fim da noite, quando eles a deixaram. - Moça, esta foi a melhor foda de minha vida…nunca comi uma branquela como tu, só putas de beira de caís. Este foi o comentário do marinheiro negro, que se afastava, ao lado do moreno; os dois comentando a deliciosa a foda com a mulherzinha.
Marcela, chorando e com o corpo todo dolorido, ficou estirada no mesmo local, não sabendo como escapar deste inferno, sabendo que seria estuprada por todos eles. Mais tarde, perambulando sem rumo, tentando ficar o mais longe possível dos homens, tendo ciência de que a ilha não era grande e que seria relativamente fácil eles a encontrarem.
Numa pequena praia, mergulhou na água e ficou por muito tempo, deixando o mar limpar um pouco as machas que eles fizeram em seu corpo, pelos chupões e mordidas. Ao sair da língua de areia, teve a tremenda sorte de encontrar o seu colete salva-vidas, que fora escondido pelos pescadores. Pensou em vesti-lo, mas desistiu, eles a tirariam dela novamente. Então o escondeu em outro lugar.
Com muita fome e sede, foi até a pequena lagoa, queria encontrar alguma fruta para comer e beber um pouco da água fresquinha que lá encontraria. Realmente, comeu e bebeu, mas também foi localizada pelos marinheiros. Eles rindo se aproximaram dela, zombando da tentativa dela de esconder suas partes, com algumas folhas, seguras por cipós, em volta de sua cintura.
Ali mesmo, sem nenhuma consideração, um deles a segurou pelo braço. - Venha moça agora é a minha vez. Eu não quero sócio.... Gosto de foder minhas mulheres bem sossegado. Marcela foi sendo empurrada para trás de algumas árvores e como um bicho do mato, o enorme marinheiro ruivo, a estuprou. Ele era um só, que a possuía naquele momento, mas a brutalidade com que a usou, valia por muitos e ela gemeu muito, não de prazer, que não era nenhum, mas de dor. O animal ruivo, ficou a invadindo pela bunda, subindo e descendo como um louco sobre Marcela, que com o corpo contra as folhagens e pedregulhos, sentia que não poderia aguentar por mais tempo ficar em poder deles.
Capitulo VII - De volta aos braços de Poseidon
Na calada da noite, depois de mais três marinheiros a devorarem, com igual brutalidade. Decidiu que seria melhor morrer do que ficar ali, com eles. Em pouco mais de uma hora, andando pelo breu da mata, conseguiu chegar até onde tinha escondido o seu colete salva-vidas. O vestiu e entrou nas frias águas da madrugada, de volta aos braços de Poseidon, ela o preferia, aos braços dos oito marinheiros.
Fazendo uso de sua condição de maratonista, nadou pouco mais de uma hora, saindo das águas que arrebentavam nas costas da ilhota. Já dia claro, com o sol, ainda fraco, se deixava boiar, sabendo que o Deu supremo do mar, a levaria em pouco tempo.
Mas não era está a intenção de Poseidon. Ele queria proteger sua valente discípula e a fez entrar numa fortíssima correnteza marítima, que a levou por centenas de milhas mar afora, até o centro das rotas de navegação.
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Os dois casais, a bordo do veleiro, curtiam as delícias do oceano, com as velas estufadas pelo forte vento de proa os levando veloz. Rita, a jovem esposa de Marcelo, ao lado de Ana Carolina, com os binóculos pesquisava as águas, em busca dos botos, que nesta época nadavam nesta região aos bandos.
Riu feliz, quando a estibordo, vislumbrou alguns deles, nadando a pouco menos de meia milha, em grupo de uns quatro ou cinco. Depressa, Carol, lá estão eles, use a filmadora! Empunhado a máquina, a moça focou os graciosos mamíferos. Mas alguma coisa não estava como devia ser. Os botos nadavam em círculo, em torno de alguma coisa de cor vermelho vivo. Curiosa, acionou o zum, aproximando a imagem que via.
Deu um grito, que chamou a atenção de Guilherme, o marido e dos outros três tripulantes. - Deus do Céu! Isso não é possível! Tem uma mulher lá, no meio deles! Em questão de pouco mais de 20 minutos, manobrando com perícia o veleiro, Marcelo e Guilherme, levaram o barco, com velas arriadas, até onde a náufraga, se encontrava. Ela vestia apenas um colete salva-vidas com a berrante cor vermelha e parecia estar morta,
Recolhida a bordo, viram que a mulher ainda estava viva, sem nenhuma roupa no corpo e que estava em péssimas condições, tanto pela ação do sol como pelo salitre oceânico. Com os lábios rachados, parecia estar boiando a muito tempo. Ana e Rita a cobriram com um leve lençol e procuraram hidratar o seu corpo e lhe molhar os lábios com um pano embebido em água. A mulher, ainda jovem, era muito bonita e apesar dos primeiros socorros, continuava inerte, sem dar sinais de que iria acordar.
No seu colete puderam ver a inscrição: "veleiro Anny Mary". - Que coisa mais estranha, eu sei que este veleiro é da marina da Associação Náutica Poseidon e, eles não relataram que este barco tenha naufragado.
Pelo rádio, Marcelo entrou em contato com a Associação Náutica, narrando que tinham recolhido uma jovem do mar, que estava usando o colete salva-vidas do Anny Mary e que ela estava em péssimas condições, necessitando de cuidados médicos com urgência.
Capitulo VIII - A afilhada de Poseidon
Todos, a bordo do magnifico iate do Comodoro Henry, não podiam acreditar que aquilo fosse possível, devia ser algum engano. Marcela, que todos passaram a admirar, por sua beleza e inteligência, infelizmente devia estar morta, perdida há mais de dez dias, no mar sem fim. Era totalmente impossível que a mulher encontrada, fosse ela.
Henry, sua esposa, filhos e todos os demais, por muitos dias vasculharam enorme área oceânica, na tentativa de resgatar o corpo de Marcela, só desistindo, quando as esperanças se foram por completo. Agora recebiam, pelo rádio esta notícia, entretanto sabiam que ninguém sobreviveria por dez dias, usando somente um colete, como flutuador.
Foi com assombro que receberam a notícia da guarda costeira, que realmente a moça encontrada era Marcela e que apesar de estar quase à morte, ainda dava sinais de vida.
Quando a lancha, que foi recolher a náufraga, aportou na marina, uma verdadeira multidão la estava, incrédulos com o assombroso acontecimento. A notícia se espalhou como fogo ao vento e todo os meios de comunicações mandou pessoal para cobrir o espantoso acontecimento. Até sua patroa. Adelaide, lá estava, pois a muitos dias estava chorando a perda de sua funcionária e amiga. Na verdade, a existência de uma ilha, perdida naquela região do oceano, não constava em nenhuma carta náutica e o mundo inteiro estava acreditando que Marcela, realmente tenha ficado à deriva por todo este tempo. Um autêntico milagre, impossível de ser explicado de outra forma.
Marcela ficou algumas semanas hospitalizada, sem condições físicas e mentais de se comunicar. Quando finalmente, pode falar com os seus médicos, não se lembrava dos dias que passou no mar e nem da ilha onde passou dias infernais, com os oitos marinheiros. Em sua mente, só tinha lembranças do momento em que caíra ao mar e ficou muito tempo boiando e nadando, até que tudo se apagou, até acordar aqui no hospital.
Poseidon a admirava sua afilhada e resolveu que assim seria melhor, para a sua saúde mental, que ela não tivesse lembranças da ilha e dos marinheiros.
Capitulo IX - De volta à rotina
Quando recebeu alta hospitalar, Marcela foi convencida pelo pessoal da Associação Náutica Poseidon, a ficar mais uns dias com eles, se recuperando. Mas quando chegou, teve uma grata surpresa. Todos a bordo do iate de Henry estavam reunidos e lhe prepararam uma belíssima recepção. Não sabe o porquê, mas no meio deles, ela se sentia como se fosse um membro da família. Foi facilmente convencida pelo casal, Marta e Henry a ficar e, ela foi ficando, nem bem sabendo o porquê.
Na verdade, Marcela, não conseguia tirar da cabeça, o incrível prazer que os filhos do casal lhe proporcionaram, a bordo do Anny Mary e desejava loucamente, que isso acontecesse novamente, apesar dos gêmeos serem onze anos mais novos do que ela. Não tendo nenhuma noção de que, tanto Marta como o próprio Henry, a cobiçavam.
O casal sabia que existia entre os seus filhos, uns desejos juvenis pelo corpo de sua belíssima visitante então resolveram facilitar as coisas para eles, sem saber que o desejo de Marcela pelos meninos tinha reciprocidade e do ocorrido no veleiro entre eles.
Descaradamente, depois uma bela refeição, regada a muito vinho, Marta chamou Marcela até o seu camarote e lhe pediu que ela iniciasse os seus garotinhos na arte do amor. Falou que sabia que os gêmeos ficavam de olho gordo para cima dela e que preferia que fosse Marcela a iniciar os garotos nesta "arte" do que qualquer vadia, atraídas pelo dinheiro da família.
Ignorava a mulher, que Marcela já dera as primeiras lições aos seus três meninos, sendo uma professora excelente e que os gêmeos receberam nota máxima, na pratica sexual.
- Marcela, eu e Henry a apreciamos muito e se você nos fizer este favor, nós a indenizaremos regiamente. Marcela ficou de boca aberta... Marta estava lhe oferecendo dinheiro para que ela dormisse com os seus filhos...que coisa de louco! Ela também queria voltar a fazer sexo com os danadinhos gostosos, mas se fingiu de indignada com a oferta dela.
- Senhora Marta.... Eu jamais farei uma coisa destas…seus garotos não passam de fedelhos que necessitam namorar e conhecer mocinhas da idade deles.
- Me desculpe, Marcela... eu não a quis ofender... sei que és uma moça honesta, mas é justamente por isso que insisto na minha proposta. Veja este cheque querida; ele será todo seu se fizeres o que pedi.
Quando Marcela viu o valor registrado no cheque, engoliu em seco. Era mais do que ela ganhou desde que começou a trabalhar com Adelaide. Sem pensar duas vezes, aceitou a oferta e guardou o cheque. Emocionada, Marta a abraçou e lhe deu uma enormidade de beijos, que ela retribuiu timidamente, sabendo que suas desconfianças a respeito dela, tinha certa razão de ser.
De volta ao seu camarote, Marcela, refletia assustada com a sua atitude. - O que foi que eu fiz? Que coisa absurda.... Aceitei dinheiro, como uma puta qualquer, para vender o meu corpo! Mas ela não teve forças para recusar a oferta da mulher. Nunca em sua vida, vira tanto dinheiro, entrando em seu bolso! Além do mais, a tesão que sentia pelos garotinhos, a dominava por completo. Que Deus me desculpe... mas vou embolsar uma grana fabulosa e ainda por acima gozar com os três diabinhos gostosos.
Capitulo X - A professora de sexo
Marcela, agora estava contratada para ser …. Para ser a professora de sexo dos filhos de Marta e Henry. Ela, tinha certeza, iria desempenha suas novas funções com esmero, disto Marta podia ter certeza.
Para espanto de Anny Mary a filha mais velha do casal, foi reservado para Marcela, um luxuoso camarote, tudo preparado por Marta, para ser a "sala de aula" de seus filhos. E assim foi, quase todas as noites, ela recebia um dos meninos e os ensinava tudo o que sabia a respeito de sexo. Ela enlouquecia com os moleques incansáveis a chupando como bezerrinhos esfomeados. Mas não estava totalmente satisfeita. Louca de desejos, Marcela tanto fez que conseguiu que os três taradinhos a visitassem ao mesmo tempo. Agora a coisa estava como ela queria, tendo um enterrado em sua bunda, enquanto o outro invadia a bucetinha. Para não deixar o terceiro a ver bandeira, ela se contorcia toda e conseguia chupar a bela piroca do garoto.
Marcela, sem mesmo notar, tinha se tornado uma mulher insaciável por sexo e quando Marta indagava como estavam indo as coisas com os seus filhotes, ela apenas dava uma risadinha marota e lhe respondia que tudo corria as mil maravilhas, que os gêmeos, agora eram capazes de endoidar qualquer mulher na cama.
O que Marcela não sabia, era que, Marta e Henry estavam perfeitamente a par de tudo que acontecia dentro do camarote. Por três micro câmeras camufladas, o casal não perdia uma só cena, a vendo se comportar como uma louca, tendo os três rapazotes ao mesmo tempo a satisfazendo sexualmente.
Isto despertou, ainda mais, o desejo deles, pelo corpo de Marcela e então decidiram que eles também iriam usufruir daquela autentica deusa do sexo. Não sabiam como, pois, todas as tentativas anteriores de aproximação, foram rechaçadas por Marcela. Resolvidos a tê-la, armaram uma, cilada para ela.
Capítulo XI - Embarcando no mundo da luxúria
Nem uma semana depois, o casal organizou uma disputa náutica entre alguns veleiros da marina. O Dragão do Mar, o Anny Mary e mais alguns veleiros, se fizeram ao mar. O veleiro Anny Mary, será tripulado pelos filhos de Henry e o Dragão do Mar, pelos seus quatro amigos.
O Comodoro Henry e sua esposa, Marta, engrenaram tudo de tal modo, que a bordo do luxuoso iate, só ficassem os dois e mais Marcela. Na sala de estar, com os ouvidos atentos aos comunicados rádio, agiam com profissionalismo. Com cuidado, Marta, voltou a tocar no assunto do relacionamento dela com os seus meninos.
- Como é Marcela, você ensinou tudo o que sabe a respeito de sexo aos garotos? - Sim, Marta, eles agora estão prontos para dar prazer a qualquer mulher. - Se é assim, você está liberada de ser a "professora de sexo" deles. Mas se tiver vontade e tesão, podes continuar a fazer sexo com eles.
Mas eu e Henry, estamos pensando em te contratar para outra empreitada e se você aceitar, nunca mais na vida vais ter problemas financeiros em sua vida.
Sem mais delongas, Marta disse para Marcela o que queria dela, fazer sexo com o casal. Esta revelação, realmente a fez ficar indignada e profundamente chocada. Decidida a ir embora, voltou para sua cabine e começou a arrumar suas malas para partir.
Marta e Henry, o respeitável casal, admirados por todos na marina, não passavam de dois safados, que a queriam contratar para dormir com eles. Em grande parte a culpa por isso foi dela mesma, pois aceitou fazer sexo com os filhos deles, por dinheiro.
Nem bem terminou de terminou de todas as coisas naa malas, os dois entraram em sua cabine e Marcela, apenas ficou os olhando com ar sério, sem nada falar. Henry, se aproximou d moça e lhe entregou um cheque.
- Marcela, se você ficar e fazer sexo com a gente, este cheque será seu. Com raiva, pegou o tal cheque disposta a rasgar na frente deles, mas quando viu o valor ali inserido, arregalou os olhos. Era três vezes maior que o primeiro que receberá para ficar com os gêmeos.
Algum tempo depois, Marcela passou a ser mais um tripulante a bordo do luxuoso iate do comodoro. Função não oficial, levar prazer na cama para cinco membros da família. Ela se adptou tão bem as novas funções, que mesmo sem nada receber, passou a fazer sexo, também com a filha do comodoro e do namorado dela. Se era para foder com cinco, porque não com sete.
Marcela ficou sete meses morando no iate, distribuimdo amor para todos a bordo, e só resolveu deixá-los, quando ficou gravida. Não sabe de quem, se de uns dos gêmeos, do velho Henry ou do namorada da filha dele. Eram cinco potenciais a pais, só tinha certerza de uma coisa, dos quatro marinheiros com quem dormira, não podia ser, pois com eles, ela sempre usuo camisinha.
Agora, morando num luxuoso apartamento e com carro do ano, cria o seu filho, a quem deu o nome Henry Filho e recebe todo mês um vultoso cheque do velho comodoro, que imagina que o filho é seu ou de um dos gêmeos, pai ou avô, tanto faz, não tinha como escapar desta responsabilidade.

FIM

Sobre este texto

Marcela4

Autor:

Publicação:21 de novembro de 2015 18:17

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:BDSM

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