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Assunto de mulheres parte III

O vinho começara a fazer efeito. Eu, com meus 21 anos e uma ingenuidade que muitos achavam excêntrica, até, estava me soltando... Não conseguia esconder meu desejo. Seu andar, o jeito como arrumava o cabelo, o olhar sedutor, seu sorriso de canto dos lábios.
Encaminhou-se para o banheiro. Por uma força indescritível, levantei-me, sabendo que meus passos seriam meu êxtase supremo.
O segui, trancando a porta. Ele não tirava os olhos de mim. Eu, claro, com o coração acelerado, fiquei vermelha. Deu mais gole no vinho. Cada vez mais se aproximava de mim. Quando percebi estava colada à parede com seu corpo me pressionando. Como numa cena de filme, ele me virou com uma agilidade indiscutível de costas para a porta. Pude sentir o gelado batendo contra meu rosto. Tirou meus cabelos da nuca, começando com mordidas e chupadas em torno. Uma mão segurava minha cabeça, outra estava acariciando meus seios por cima do meu vestido. Minha calcinha já encharcara-se. Eu gemia baixo em meio aquela sedução toda. Pude sentir seu membro rígido roçando em mim, o que me deixava mais ofegante. Virou-me e beijou-me forte. Senti sua língua quente procurando desesperadamente pela minha. Chupava minha língua enquanto suas mãos desciam para minhas coxas. Ele as apertava, fazendo movimentos leves como uma pena com a ponta dos dedos. Eu tremia. Sua respiração ofegante contra a minha boca enquanto abria meu vestido me fez gemer mais uma vez. Eu estava ali vulnerável para aquele homem poder fazer tudo que desejasse. Sua língua explorava cada parte do meu corpo: da minha boca desceu para meu pescoço, aonde lambia com força; contornava a língua pelo biquinho do meu seio e com a mão apertava o outro, me fazendo sussurrar palavras obscenas em seu ouvido; mordiscava minha barriga alternando entre lambidas; desceu lambendo minha virilha, ah!; pude sentir sua língua quente chupando o interior das minhas coxas e eu, levando meu sexo de encontro àquela boca... ele se afastava e sorria, me torturando mais.
Até que colocou todo meu sexo em sua boca, fazendo movimentos circulares com a língua no meu clitóris, enquanto me penetrava com seu dedo. Eu agarrava seus cabelos e gemia alto, pedindo para não parar. Ia explorando a língua de cima para baixo, depois o contrario. Num movimento brusco enfiou toda língua dentro de mim. Senti meu corpo tremer por inteiro. Gemi alto como nunca antes havia feito. Eu rebolava pornograficamente em sua boca, molhando todo seu rosto. Ele não parava. Eu nunca mais queria parar.
Meu corpo estava quase desfalecendo naquela boca divina, de repente...
- Quando aprender a se controlar mais eu termino. Para a primeira vez você ficou bem safadinha!
- Mas...
Não pude dizer mais nada.

Quando me dei conta estava sozinha no banheiro, em meio a uma interminável sensação de ser possuída novamente e buscar o insaciável do prazer.

Sobre este texto

Marimar

Autor:

Publicação:31 de julho de 2013 15:46

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Dia do Orgasmo

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