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Conte-me seus pecados

Nina sempre tivera uma fantasia, digamos, um pouco perversa. Na verdade era obscena até demais: passava os dias se masturbando, pensando naquele pênis grosso a penetrando com tanto desejo que seus orgasmos não demoravam mais de cinco minutos. Tirava os dois dedos dentro de seu próprio sexo e os chupava, lambendo todo seu gosto, sentindo-se mais excitada ainda.
Estava andando pela vizinhança e avistou aquela figura que fora palco de tantos sonhos. A imponente Igreja já lhe deixava molhada. Hesitou por um momento. Sabia que era errado, mas seu desejo a levou...
O barulho do salto denunciava sua chegada. Cinco passos e sentou-se no majestoso banco de madeira, que rangeu ao fazê-lo, chamando atenção do padre que concentrava-se no altar a preparar a missa de domingo.
Ela então tirou a jaqueta mostrando no seu decote em v aqueles seios fartos com os bicos rígidos pedindo, implorando para serem chupados. Ajoelhou-se na madeira, fixando seu olhar na batina do padre Inácio, que, atentamente separava as folhas da reza que começaria a pouco.
Percebeu que havia apenas uma mulher e ele precisava fechar as portas por dez minutos, pois era seu ritual desde que começara as orações por ali. Gostava de um tempo para se preparar antes de cada missa e, assim, como dizia “...tenho meus dez minutos com Deus. É nossa conversa. Eu e ele dialogando. Eu sendo perdoado por meus pecados.”
- Bom dia, minha senhora. Chamo-me padre Inácio e, como é meu costume, fecho as portas dez minutos antes de cada missa, para assim ter meu momento com Deus.
- A senhora se chama Nina, muito prazer. Ela levantou-se, estendendo as mãos colocando seu busto para frente, o que fez com que toda atenção do padre fosse direcionada para seu decote.
- Eu estou me sentindo muito mal, padre. Preciso desesperadamente me confessar. Meus pecados estão me consumindo. Como era uma ótima atriz, seu cinismo a levou às lágrimas, fazendo aquele inocente homem de Deus sentir pena por aquela linda mulher.
- Abrirei uma exceção, minha querida. Mas não posso demorar muito, tudo bem?
- Ok. Eu adoro rapidinhas. Sorriu maliciosamente caminhando-se para o confessionário.
Quando o padre fechou a porta e abriu a cortina da janela, sua calcinha já estava encharcada. Ela não conseguia evitar.
- Perdoe-me padre, eu pequei.
- Conte-me seus pecados. Não há nada que Deus não possa fazer para ajudar-lhe.
- Eu venho tendo sonhos, sabe? Sonhos que são incontroláveis, que me deixam ansiosa demais.
- Conte-me mais desses sonhos, querida.
- Sonho que um padre está dentro da Igreja, me penetrando com força. Não estamos completamente pelados. Ele veste sua longa batina e eu apenas coloco minha calcinha de lado. Eu rebolo descontroladamente no seu pênis grosso enquanto ele mete mais fundo. Você me entende, padre? Nesse momento Nina penetrava sua própria vagina com três dedos, fazendo o barulho de seu sexo deixar o padre com um tesão que nunca havia sentido.
- Nossos desejos têm de ser controlados, Nina. Nem sempre podemos fazer o que nossos sentidos nos mandam. Dizia o padre com a voz fraca, controlando-se para não se tocar (o que não fazia há dez anos, quando decidiu seguir sua vocação).
- Mas eu não consigo. É tão gostoso. Você sente isso? Ela tirou seus dedos completamente molhados levando para a janelinha.
O padre colocara o rosto tão colado à madeira que lhe doía o ato. Sentiu o cheiro do sexo lhe invadir os sentidos.
Nina, num movimento rápido, chegou de encontro ao padre. Seu pênis estava tão duro que sua cabeça já o havia molhado. Ela ajoelhou-se em sua frente, dizendo:“Desculpe padre, mas eu estou pecando!” e sua boca lhe chupava tão perversamente que ele gritava segurando seus cabelos, levando a cabeça pra trás e sussurrando palavras pornográficas nunca antes despejadas.
A missa naquele domingo com certeza começou atrasada.

Sobre este texto

Marimar

Autor:

Publicação:28 de julho de 2014 23:51

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Concurso Literário

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