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A tentação veste terno - IV/V

Tudo, e com você? – cumprimentei, com um sorriso amarelo.
Tudo bem. – respondeu sorrindo. E que sorriso! - Pode parar ali. – indiquei a vaga com a mão. Não dava para ter dúvidas de que eu estava completamente sem graça. Minha expressão revelava isso claramente. Quando ele desligou os faróis, caminhei devagar até o carro, tentando não demonstrar todo o meu nervosismo.
Notei que era um carrão, digno de um chefe, mais propriamente, digno DELE, feito para ELE, a sua altura: um Cruise grafite, modelo do ano. Nunca liguei para a posição social de Felipe. Gostava dele por sua personalidade forte e seu caráter. Mas também não posso negar que ser rico era um de seus atrativos. Fiquei impressionada.
Apareci no vidro do passageiro.
- Oi. Posso entrar? – sorri. Ele destravou as portas.
- Pode.
- Com licença.
Nem bem havia entrado, senti um cheiro maravilhoso invadir minhas narinas. Nesse assunto, sou especialista: era um perfume marcante, masculino, muito sensual, importado e caro. Logo reconheci: Ferrari Black. Caramba! Estava certo que aquele “pedaço de homem” havia pensado em tudo. Queria me impressionar. Além do perfume, usava um relógio de marca cujo modelo chamava atenção por seu requinte, assim como uma camisa social azul da Victor Hugo com alguns botões abertos, que mostravam seu pescoço másculo, grosso, longo e branquinho, com o pomo de adão proeminente. Como eu gostava daquele tipo de pescoço! A calça social era preta, assim como os sapatos. Adorei a roupa, definia bem seu corpo esguio e forte, de ossos largos. Estava com a barba feita e usando o cavanhaque de que eu tanto gostava. Em suas mãos, descansadas sobre o volante, não havia nenhuma aliança. Fiquei aliviada e contente ao presumir que, se não usava um anel, era porque não gostava tanto assim da esposa para ostentar sua relação, que deveria estar em segundo plano, visto que o trabalho ocupava a maior parte de seu tempo e na rede social não constava nada acerca de seu envolvimento amoroso, nem mesmo o nível de seu compromisso.
Como você está? – ele me despertou da contemplação. Coloquei a bolsa no chão e comecei a conversar.
Ao contrário de como nos comportávamos no ambiente virtual, ficamos bem tímidos conversando pessoalmente. Ele continuou com as mãos sobre o volante e eu me mantive à distância, super constrangida devido ao clima, assim como ele. Afinal, estava em um carro, sozinho, com a irmã do amigo, sendo que tinha formado família e todos sabiam. Rapidamente, ele me perguntou sobre meus parentes, falou da amizade de Sandro e dos bons tempos em que freqüentava minha casa.
O clima só piorou, quando começou a falar de nós. Comentou desde a primeira conversa até o seu sentimento, sem se esquecer de me pedir novamente para esclarecer o fato de gostar dele. Se, durante o assunto, desviei o olhar várias vezes, nesse último momento passei a evitar encará-lo. Logo percebeu e chamou minha atenção educadamente, de modo que fui obrigada a fazê-lo.
Eu, que estava me controlando, comecei a fazer o que mais tinha vontade: tocá-lo. Virei o corpo de lado no banco e fiquei de frente para ele, acariciando seu ombro com a ponta dos dedos.
- Eu gosto de você simplesmente porque gosto. Foi algo instantâneo, desde a primeira vez em que te vi na Internet. Seu jeito e as conversas só me fizeram gostar mais. Não tem muito a explicar. – disse, totalmente trêmula. Ele percebeu:
- Eu te entendo. Também me senti assim. Nossa, como você está nervosa! – ri, me sentindo uma tola por deixar transparecer.
- É porque estou perto de você. - confessei.
Ele deu o sorriso mais lindo e sincero do mundo. Foi maravilhoso contemplar um sorriso daquele tão de perto, me senti diante de um paraíso. Os dentes alvos e grandes, ornamentados pelo aparelho fixo somente na região superior, pareciam ter sido desenhados por mãos cuidadosas, de tão perfeitos. Gelei e me esqueci de tudo para me fixar somente naquela boca de lábios finos e vermelhos, tão linda. Tantas vezes me imaginei beijando-a com ardor! Como seria aquele beijo? Será que teria línguas entrelaçadas? Lento ou ágil? Rápido ou demorado? E o gosto dos lábios, então? Seriam quentes? Qual seria a textura deles?
Como em um conto de fadas, nós nos encaramos sorrindo, ele chegou perto de mansinho e fechou os olhos, com os lábios entreabertos. Foi a cena mais linda que já vi. Instintivamente, fechei meus olhos e esperei pelo beijo.
Ele me beijou. Não da forma como eu imaginava, porém com ternura. Muita ternura. Sem língua. Devagarinho, provou meu lábio inferior, depois o superior... abriu um pouco mais a boca e prensou seu lábio inferior entre os meus. Finalizou com dois selinhos.
- Desculpe-me por ter roubar um beijo. Eu avisei que era o que eu mais queria.
- Nossa... Você sabe que eu também queria muito.
- Posso te dar um abraço?
- Claro, quantos você quiser. – entreguei.
Ele me abraçou de um modo que eu nunca antes tinha sido abraçada. Enlaçou meu corpo suavemente e, com mãos ágeis e toques precisos, fortes, deslizou pressionando meus braços, meus ombros e minhas costas. Foi delicioso sentir sua força física misturada à suavidade do gesto. Aproveitei e dei leves beijos em seu rosto, incluindo o canto da boca. Pena que o celular tocou. E ele atendeu.
- Perdoe-me, vou abaixá-lo. Não repare, vida de advogado é assim: clientes atrás em todos os momentos. Mas não vou mais atender. Deixarei ligado e depois retornarei as ligações. Agora estou contigo, não é justo. Droga! Interromperam nosso abraço, será que podemos continuar de onde paramos?
- Sim. – foi o que consegui dizer. Estava encantada demais por ele, excitada demais também. O cheiro, o toque, a voz, o sorriso, o jeito: tudo me fazia desejá-lo de forma louca, desesperada; ele era simplesmente perfeito, uma tentação para qualquer mulher. Não conseguia entender a crise de seu casamento, apesar de me sentir feliz, pois, devido a ela e ao fato de ter se encantado, estava comigo, como sua amante, algo que foi deixado claro assim que entrei em seu carro. Ainda bem que não entrou em detalhes, por medo de estragar nosso momento juntos.
Ele recomeçou os movimentos. Com o nariz grudado ao seu colarinho, não perdi seu cheiro nem por um segundo. Apertei seu corpo com mais força, para ver como reagiria. Ele também me apertou mais e, de tão perto, senti seu coração acelerado junto ao meu. Para agravar a situação, arfante, disse próximo ao meu ouvido, em voz baixa e rouca, típica de um apaixonado:
- Quero ter sua companhia.
- Como assim? O que isso significa? – perguntei, zonza.
- Ter sua companhia pode significar muitas coisas: conversar... te olhar... te abraçar... te beijar... enfim... muitas coisas.
Sua fala melodiosa aliada ao seu cheio, a sua postura e ao seu toque me “tiraram de órbita”. Nenhum dos dois se prontificava a desfazer o abraço, apenas intensificando-o. Ele me puxou tanto que, àquela altura, quase estava sentada em seu colo. Comecei a naqueles braços másculos, desejando nunca mais sair dali: no primeiro momento discretamente, depois, também arfante. Nunca havia me sentido tão mulher somente com um abraço, que me provocou tantas sensações. Aquele abraço foi “o abraço”, foi tudo. Podia jurar que seria as preliminares com ele seriam melhores do que sexo, somente pela energia que ele transmitia. Tudo naquele homem era extremamente convidativo: parecia que era muito ativo sexualmente, pois cheirava a sexo, o que me deixava com uma vontade louca, insana. Ele me chamava de “minha menina” e me fazia elogios, mas eu não consegui me atentar a mais nada do que dizia. Definitivamente, estava fora de mim.
- Não fale assim. Você está me deixando louca...
- Hmmm... pena que tem algo entre nós. – fiquei confusa.
- O quê?
- O câmbio e o freio de mão.
Voltei à realidade. Senti que havia algo me machucando enquanto eu o abraçava, mas, na hora, nem pensei em me afastar, assim como não pensei em nada que não fosse naquele momento mágico. Ainda abraçada a ele, grudei em seu pescoço com beijos, lambidas e mordidas. Desci um pouco, onde os botões abertos expunham parte de seu peitoral. Recebi reprovação. Não acreditei.
- Não faça, isso!
- Por que não?
- Porque se eu começar, vou querer terminar.
- Como assim?
- Você me entendeu. Se começar, não vou resistir. Vou querer fazer com você para ficar conversando depois.
Claro que ele se referia a sexo. Sabia que, apesar de virgem, eu não era boba, era mulher. E eu estava adorando. Tanto que não parei apenas porque ele me pediu, até que me interrompeu.
- Olha, você está muito tensa. Posso te fazer uma massagem nas costas?
- Aqui dentro?
- Sim, algum problema? Vire-se para mim e relaxe de verdade, você vai gostar. Isso, arqueie mais o corpo.
Ele se virou de lado no banco do motorista e me virou de costas para ele.
- Apenas relaxe. Solte o corpo sem medo.
Obedeci. Foi uma delícia sentir aquelas mãos pesadas. Primeiro em meus ombros, depois fazendo pressões suaves em minhas costas. Será que era tão carinhoso daquela forma com a mulher dele? Claro que não! Disse a mim mesma, procurando espantar os pensamentos. Como poderia pensar em algo assim em uma hora daquela? Ele desceu para a base de minha coluna e, por um momento, pensei que fosse apalpar minha bunda, pois seus toques estavam ficando mais fortes.
- Nossa, você tem um corpão!
- Gosta?
- Adoro.
Soltei uns gemidos disfarçados e mexi a cabeça para os lados, a fim de mostrar o quanto curtia o momento. Eu estava com um vestido rosa de malha, sem decote, comprido até o meio das coxas. Bem justo encima, definia meu corpo: seios fartos e bem redondinhos, barriga chapada e cinturinha fina, que cabe em uma mão. Embaixo, se abria em uma sainha estilo colegial, também justa, mas não tanto quanto a parte de cima. A partir disso, começou a putaria. Segurei as mãos dele para afastá-las de meu corpo e voltei à posição original.
Ele entendeu o recado. Beijei-o com ardor, deslizando nervosamente as mãos por seus cabelos e por seu pescoço. Felipe parecia que iria me engolir, tal era sua fome dos meus beijos. Sua língua fazia um exame completo em minha boca, invadindo-a mais e mais, enquanto uma de suas mãos agarrava meus cabelos com força, puxando-os. Desfiz o beijo e desci sua boca para meu pescoço, de modo que, enquanto o beijava, deslizava a mão livre por minha coxa, por debaixo do tecido do vestido. Àquela altura, tudo o que eu imaginava era como seria a sensação daquela língua gulosa invadindo meu sexo, encharcado, no momento do ato.
Dei uma pausa para respirar. Se não parasse, me entregaria ali mesmo para o doutor.
- Nossa. Você é uma mulher e tanto!
- Você acha? - perguntei, suspirando pesadamente deitada no peito dele.
- Sim, com certeza.
Recomeçamos a nos beijar avidamente e, dessa vez, fui mais ousada: desci a mão por sua barriga, levantei a camisa e procurei por seu pau. Tive dificuldade por estar na calça social, mas logo o encontrei. Estava virado para a direita, marcado para cima, super duro. Apertei para sentir a masculinidade em minha mão. Comecei a masturbá-lo por cima da roupa mesmo.
- Meu Deus, o que você está fazendo? – ele disse, com a respiração entrecortada.
- Gosta?
- Muito. Você é muito gostosa.
- E você mais ainda. E como está excitado, hein?
- Estou para você.
Ele levantou de leve meu vestido para acariciar minhas pernas. Elogiou a maciez da pele. Apertou minha bunda e beijou meu pescoço. Abaixou o vestido e ficou um tempo comigo, abraçado por trás, sentindo minha cintura.
- Posso ver sua calcinha?
Levantei o vestido e deixei que vislumbrasse minha calcinha.
- Branquinha com flores, não vou me esquecer. Posso levá-la para mim? Vou ficar cheirando, lembrando-me de você, me masturbando para você.
- Não posso dá-la a você, estou de vestido.
- Por favor!
- Não posso, garotão. Desculpe-me.
Voltei a masturbá-lo com toda empolgação.
- Você está delicioso... imagine minha calcinha aqui. disse, apertando a cabeça daquele pau.
- Eu imagino outra coisa... e essa calça está muito apertada. - ele disse.
Tentei desesperadamente abrir o zíper, porém não consegui.
- O que espera? Abra-a.
Ele abriu. Estava com uma cueca boxer preta e branca, o pau apontando para o céu de tão duro. E parecia bem dotado! Mais do que depressa, peguei nele através da cueca. Como era grosso, que sensação maravilhosa! Quando iria tirá-la, ele me impediu.
- Deixe-me ver primeiro a sua menina. Abra as perninhas.
Puxei a calcinha e deixei que ele me visse. Como sempre, usou de toda sutileza para me masturbar. Senti-me no céu, mas voltei a ficar tensa por me lembrar de que estava em um estacionamento e que era virgem. Ele estava tão excitado! E se ele pusesse os dedos dentro de mim com toda excitação? Fechei as pernas abruptamente.
- Calma!
Ele beijou minhas pernas e subiu para a gola do vestido. Foi decidido:
- Quero seus peitos.
Levantei todo o vestido e tirei os peitos para fora do sutiã. Um por um, ele lambeu, beijos, mordeu os bicos e engoliu o quanto pode, além das carícias. Ver aquele homem ali, mamando em mim, como em um sonho, quase me levou ao céu. Minha buceta piscava e eu percebi que a lubrificação havia ultrapassado a calcinha. Baixei o vestido com medo de ser surpreendida.
- Quero ele,agora.
Ele abaixou a cueca e o pau pulou do tecido com tudo, pulsando. Era enorme, com grandes testículos, as veias saltadas e a cabeça bem rosinha. Além de tudo, percebi ser operado de fimose, o que lhe deu um aspecto de boa higiene. Cheiroso, macio e cada vez mais duro na minha mão.
- Isso, faz assim. Ele é seu. Imagina penetrando em você, rasgando a sua carne? Eu imagino a toda hora. Delícia, faz assim, bate bem gostoso para mim, vai, minha mulherzinha.
- Goza para mim, tesão, goza para a sua mulherzinha, vai?
- Vamos para o banco de trás? Lá eu vou gozar muito para você. Eu te quero agora, não posso mais esperar, é urgente, preciso de você!
E eu também precisava dele, muito. Felipe estava completamente maluco. Sua respiração entrecortada, misturada com a pele ruborizada, era o sinônimo do tesão. Veio para cima de mim, deitando-me no banco do passageiro e me obrigando a abrir as pernas. Tentava chamá-lo à razão, mas era inútil. Também não aguentava de tanto prazer, contudo não imaginava minha primeira vez daquela forma, no estacionamento de uma empresa e no banco de trás de um carro.
- Melhor ficarmos por aqui mesmo. Estamos em uma empresa, no estacionamento e está cheio de guardas. Já pensou se nos pegam? Precisamos nos cuidar!
- Então, porque não saímos? Vamos para o motel, lá ninguém vai nos atrapalhar!
- Não posso, infelizmente. Para essas coisas é preciso tempo e o meu está se findando. Dei uma desculpa para meu chefe e ninguém sabe que estou contigo.
- É, tem razão. Mas vou morrer de tesão. Nossa, você está me matando! Venha cá.
Fui e ele me puxou o banco, deixando espaço para que eu ficasse de joelhos a sua frente. Fez– me engolir todo seu pau. Fiz questão de engolir cada centímetro para demonstrar minha satisfação. Tossi um pouco, porque me deu ânsia, mas chupei desde a base até a cabeça, olhando para ele. Masturbando-o, lambi o buraquinho do xixi e suguei só a cabecinha, mantendo-a entre meus lábios.
- Safada, sua tesuda, gostosa... sua cadela! Vagabunda, delícia!
- Seu pau é muito gostoso! – disse, batendo com o membro dele em meu rosto e em minha língua.
Rapidamente, ele me agarrou pelos cabelos e me fez engolir novamente todo o seu pau. Não consegui mover a cabeça, apenas senti a glande latejar e 4 fortes jatos de esperma na garganta, bem quentinho. Fiquei completamente enlouquecida. Eu o olhei e ele estava mordendo os lábios e virando os olhos, todo vermelho, suado e com as pernas tremendo como gelatina. Não resisti àquela visão e gozei. Quase desfaleci. Revirei os olhos e gritei. Minhas pernas tremiam como nunca antes. Ele se recuperou logo e me ajudou, pois não conseguia nem me levantar. Percebi que minha lubrificação sujou o tapete de seu carro.
- Sinto muito!
- Não se preocupe, logo darei um jeito nisso. Nossa, foi maravilhoso, você é incrível! Há muito tempo eu não me sentia assim. Por que nunca fez amor?
- Porque não encontrei a pessoa certa nem o momento. Hoje eu sei que você é essa pessoa. Quero me entregar para você.
- Está certa. Uma menina como você merece que seja muito especial. Terei o maior prazer, serei seu príncipe. Não me importaria se não fosse o primeiro. Sei que me esforçaria para ser o melhor de todos. Do que eu gostaria mesmo era de ser o primeiro e o último.
- Isso é tudo o que eu mais quero, meu amor. Confio em você. Você não se importará, por exemplo, se sangrar?
- Lógico que não, o importante é que seja bom para você e que sinta prazer.
- Só quero fazer com você. Vamos nos encontrar quantas vezes mais?
- Quantas você quiser.
- Quero me encontrar para sempre!
- Fale sério!
- Estou falando.
Nós nos beijamos e eu tive que me despedir no mesmo instante, pois meu tempo havia acabado. Agradecemos um ao outros e prometemos que nos veríamos ao final daquela semana.



















Sobre este texto

Menina Mulher

Autor:

Publicação:18 de julho de 2014 22:32

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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