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Homem dos sonhos, dote raro, primeira vez inesquecível - parte II

Conforme havíamos combinado, Renan e eu nos encontramos no shopping da minha cidade. Ele me ligou dizendo que iria se atrasar por conta da forte chuva e do trânsito da rodovia naquele horário de pico e eu aproveitei para ir retocar a maquiagem e ficar ainda mais bela para aquele homem incrível. Quando eu já não me aguentava mais de tanta tensão - porque sou muito ansiosa e na noite anterior não dormi direito me masturbando gostoso e imaginando como seria o Renan da vida real, sua aparência, seu toque, seu cheiro, seu beijo e todo o seu feitiço - ele me apareceu na escada rolante, lindo apenas de camiseta branca de malha - marcando seu belo corpo forte sem vulgarizá-lo -, bermudão jeans e tênis, e eu comecei a tremer com o coração disparado.
Por todos os nossos momentos de tensão, pensei que ele fosse me atacar, me dar um beijo de tirar o fôlego e depois de uma conversa qualquer querer sair correndo para algum lugar íntimo, mas não foi o que aconteceu. Ele rapidamente me reconheceu e veio sorrindo em minha direção, dando-me um abraço apertado e um beijo no canto da boca, que aconteceu meio que por "insistência" minha, que não me conformei com a naturalidade da decência dos gestos daquele sensual e até então "homem virtual". Sim, o Renan não era um tarado de Internet, ele era tímido, e isso me cativou. Só depois de uma hora de conversa que ele começou a me beijar e a andar abraçado comigo. Sempre cavalheiro - do tipo que puxa a cadeira e paga a conta da dama - e olhando-me nos olhos durante as conversas, notei que quando estávamos nas filas ou no elevador, ele me olhava com olhos insistentes e cheios de desejo, embora muito discretamente, de modo que não tentou nenhum gesto mais ousado, pelo menos durante o tempo em que estivemos em público, respeitando-me. Isso foi me deixando louca de desejo por imaginar se ele era realmente o tipo que tratava a mulher como "uma dama perante a sociedade e uma puta na cama". Sem contar que as imagens dele e daquele pau enorme em frente a webcam pareciam um flashback - não saíam da minha cabeça -,menos ainda a grande excitação que ele demonstrava nas conversas e o jeito como ele se masturbava loucamente, ficando louquinho para derramar leitinho por todo o quarto e também no corpo da sua "putinha virtual", que se deliciava acariciando livremente o grelinho a cada gesto seu.
Como, apesar de tudo, não notei volume em seu bermudão, resolvi tentar a sorte e provocar. Não conseguia mais me conter, precisava agir rápido, porque estava tudo muito estranho. Queria atitude, não somente beijos, abraços e carinhos ingênuos. Esperava há meses por esse encontro. Havíamos comprado ingressos para assistir a uma famosa comédia, com direito a pipoca e doces diversos. Quase na metade do filme, me desvencilhei do abraço dele comecei a cochichar em seu ouvido:
- Amorzinho, meu gostoso... - sussurrei com a mão no peito dele, encostando os lábios em seu ouvido.
- Fala, minha linda... - respondeu ele, trêmulo por conta do meu gesto anterior.
- Eu amei te conhecer, sabia? É como um sonho realizado. - disse com a voz doce, ao encará-lo e percorrer minha mão pelo seu rosto, pelos seus lábios e descer devagar para o pescoço.
- Pois saiba que para mim também é. Você me agradou muito. É mais do que eu pensava... Você é muito linda, inteligente, e... - retrucou, agora encarando-me com o rosto bem próximo ao meu e olhos brilhantes. Senti seu nervosismo ao fim da frase.
- Pode falar, meu amor. Somos íntimos. Não precisa haver segredos só porque antes nos conhecíamos apenas através da Internet. - Respondi, beijando seu pescoço cada vez com maior intensidade, sentindo-o arrepiar-se todo e esticá-lo mais e mais em um gesto de quem está totalmente entregue.
- Você é minha gostosa. Minha delícia. Minha mulher. – Respondeu ele em meu ouvido com um sussurro de excitação e o rosto colado ao meu, quente e ruborizado, da maneira como eu via pela webcam.
- Sou o que sua? – Perguntei, sem descolar o rosto do dele, mordendo os lábios de leve e deslizando a mão por sua barriga até chegar ao zíper, que percorri com a ponta dos dedos abrindo-o um pouco para depois apertar seu pau, que senti em “ponto de bala” dentro da bermuda e virado para a esquerda e que não coube nem a metade em minha mão. Notei que ele quase gemeu de prazer na poltrona, e o morder de lábios serviu-lhe para que pudesse evitar o som.
- Minha mulher. Você é minha mulher. – Respondeu ao me encarar e alisar meus cabelos, dando-me vários selinhos rápidos e leves na boca. Ele me abraçou com o nariz em meu pescoço, buscando sentir meu cheiro. Começou a retribuir os beijos e chupadas que eu lhe havia dado, fazendo-me gemer baixinho de prazer e chamar seu nome entre sussurros, como a despertá-lo e, como um gato, desceu a mão até o meio das minhas pernas e começou a procurar minha calcinha com os dedos por debaixo da saia do meu vestido, algo que me tirou completamente do sério, porque era tudo o que eu queria.
- Chega. Estamos no cinema. Por enquanto. – Aleguei, fechando as pernas de imediato e arrumando a saia, o que o fez se comportar.
- Depois eu quero sair daqui com você, te roubar, te levar para um lugar em que estejamos a sós. Quero você só minha. – dizia, entre um selinho e outro, que tentava tornar beijão ao meu puxar cada vez mais para o encontro do seu peito, fazendo-me quase delirar de prazer ali mesmo, em frente ao cinema inteiro.
- Vamos sair agora, não podemos esperar o filme acabar. Eu quero você agora.
- Mas... Como?
- Não me faça mais perguntas. Confie em mim e venha.
- E para onde iremos? Quero ir a um lugar bacana com você, mas não tenho algum em mente. Não conheço essa cidade. Ainda mais com esse tempo que faz hoje, já chove torrencialmente há três horas, desde antes de chegarmos!
- Eu sei que não podemos nos arriscar. Aqui onde moro é muito fácil ocorrer enchentes, melhor não facilitar. Vamos para o seu carro e depois veremos o que fazer.
Deixamos as pipocas e os doces com um casal de idosos da primeira fila, pedindo-o para que os guardassem porque tínhamos que dar uma rápida saída. Concordaram meio sem entender, e fomos apressados para o carro.
Escolhemos uma música e começamos a nos beijar, a cada vez com mais ardência. Renan beijava com maestria, e eu tinha a impressão de que sua boca fora feita para a mim. Seus beijos eram molhados e sua língua macia tocava cada pedaço da minha boca com muita intimidade, sensualidade e calma, o que me arrebatava. Sentir a carícia daquela língua esperta e molhada em meus lábios, era uma delícia, e ficou mais ainda quando ele engalfinhou a mão nos meus cabelos, puxando-os de maneira forte, uma “pegada de macho” gentil. Íamos para os amassos, quando o celular dele tocou e ele relutou para atender, até que viu que o número pertencia a um dos amigos que moravam com ele.
- Ah! Não acredito. Quem quer estragar esse momento? – disse, irritado.
- Não sei amor. Mas atenda. Sei lá, pode ser importante.
- Ah, não vou atender.
- Veja ao menos quem é e depois você poderá retornar, ao menos.
- Ok. Ah, é o Mariano, que mora comigo.
- Atenda, então.
- Alô? Sim. Ainda estou aqui. Não sei, não tem um horário. Não acredito! Tudo bem, tem razão. Fique tranquilo, eu vou esperar. É complicado mesmo. Tchau, obrigado. Falou!
- Era importante, não?
- Sim. Há vários pontos de enchente lá na minha cidade. Não poderei voltar tão cedo, ou me arriscarei a ficar preso em um.
- Isso sim que é uma boa notícia! – exultei. Quem sabe não possamos passar essa noite juntos?
Notei que, ao mesmo tempo em que seus olhos brilharam de excitação com meu comentário, ele ficou ligeiramente sem graça. Encarei-o por alguns instantes até que ele começou:
- Minha linda, precisamos conversar. Tenho algo muito importante para te dizer. – disse, em tom sério.
- Agora você me assustou. O que foi? Diga, sou “toda ouvidos”.
- Bem, mais cedo ou mais tarde se eu não te contasse você acabaria por desconfiar mesmo, se não é que já desconfia. E como sempre conversávamos sobre sexo pela Internet e eu te homenageava em todas as vezes, creio que temos intimidade suficiente, apesar de ser difícil para mim como homem te confessar...
- Pode confiar em mim. Essa conversa não sairá daqui. O que você tem de importante para me contar?
- Bem, é que apesar de ter 31 anos, eu sempre tive dificuldades em encontrar uma namorada por ser superdotado, e eu ainda não... – calou-se envergonhado, abaixando a cabeça.
- Não tenha medo, estou preparada para ouvir o que for. Você ainda não o quê? – perguntei, beijando-lhe suavemente a face e acariciando seu rosto.
- Eu sou virgem, nunca comi ninguém. Menti para você porque fiquei com medo do que você fosse pensar e de você me deixar. – confessou, abraçado a mim.
Por incrível que pareça, não fiquei tão surpresa. Intimamente, algo me dizia que ele nunca tinha transado, pelo seu jeito travado de conversar e por sempre estar louco para bater uma punheta, com o mesmo tesão de um adolescente que acaba de descobrir o corpo.
- Não precisa ficar assim. Eu não ia pensar nada de mais. Isso é normal. Idade não significa nada. Não fez antes por que não estava preparado?
- Sim, tive poucas namoradas e não me sentia preparado para fazer com nenhuma delas, a não ser com a última. Mas não transei. Ela teve receio com o tamanho do meu pau e eu fiquei meio que complexado. O meu tamanho me deixa inseguro, tenho medo de machucar alguém. Ainda mais depois que umas meninas me chamaram de cavalo, como te contei..
- Mas você nunca teve uma experiência? – Sondei.
- Sim, com essa última. Nós nos masturbamos juntos depois de uma semana sem nos vermos por conta de uma viagem que fiz a casa dos meus pais. Nunca ninguém tinha batido para mim, e eu achei tão bom – e ao mesmo tempo estava nervoso, querendo agradá-la e há uma semana sem punheta – que em menos de 10 minutos soltei uma roda de porra na cara dela. Ela não gostou muito, achou que eu fui rápido demais, e eu simplesmente não aguentei o tesão e explodi com vontade, tremendo todo, me segurando nas coisas. Para mim foi a “gozada do ano”, mas depois disso o relacionamento foi definhando e fiquei sozinho mesmo.
- Não ligue para isso. Ela não te merecia. Você é especial e eu posso fazer de você o homem mais feliz, com ou sem sexo, porque gosto de você pelo fato de ser quem é, e não pela quantidade de mulheres que dormiu. E não se esqueça de que experiências vêm e vão, e a prática está aí para que você se aperfeiçoe...
- Como eu te disse pela Internet, você não é só a minha putinha, nós nos gostamos. E tem razão. E é com você que eu quero...
Fomos para o banco de trás, ele me deitou e veio para cima de mim com tudo, segurando meus cabelos soltos com as mãos para poder ver melhor o meu rosto e me tirando o fôlego com os seus beijos e sua língua, que passava também pelo meu queixo e meu pescoço, em um movimento de vai vem maravilhoso. Correspondi engalfinhando a mão em seus cabelos e apertando sua nuca, fazendo-o sentir o toque das minhas unhas compridas. Todo desajeitado, levantou a saia do meu vestido – o branco e lilás da foto que mostrei para ele, que vesti de propósito para instiga-lo no encontro - até a altura da minha barriga e beijou minhas coxas com vontade, colocou minha calcinha branca de renda de lado em um gesto brusco e começou a dar lambidas rápidas e profundas na minha buceta, abrindo-a cada vez mais com o dedos, que também metia, desajeitado. A essa altura o mel escorria pelos poucos pelos da minha xota e eu comecei a me contorcer e gemer de prazer, com o rosto pegando fogo, estimulando-o a continuar. Eu estava tão relaxada que não fiquei com medo de sentir dor por ser virgem, e deixei rolar.
- Aiiii... Isso amor, aí mesmo. Não para... Lambe o meu grelinho,vai... Vai gostoso, tesão! Que delícia! – gemia, enquanto acariciava os cabelos dele.
Percebia que ele estava com o zíper da bermuda aberto, se acariciando por cima da cueca boxer preta, e antes que eu gozasse, me levantei, sem me preocupar com o jeito como eu estava. Coloquei –o sentado, abaixei sua bermuda e nem precisei abaixar sua cueca, porque seu pau de tão duro pulou para fora quando abaixei a bermuda. E ele era realmente tudo aquilo que aparecia na Webcam: Gigante, grosso, as veias saltadas e com a cabeçona totalmente para fora da pele, vermelha e rachada, da qual saia o líquido lubrificante que o fazia brilhar, além de estar duro com uma tora. Olhei com muito tesão para aquele pau e me ajoelhei com as pernas abertas em frente a ele, sem me sentar em seu colo. Desabotoei o sutiã e ele veio depressa brincar com meus seios por debaixo do decote do vestido, apertando-os com vigor. Não aguentei e comecei a beijá-lo desesperadamente, sentindo seu mastro rígido na minha barriga. Ele rasgou o decote e, colocando meus seios de fora, tentou chupar os dois de uma só vez. Coloquei os peitos em sua boca e ele chupou meus biquinhos, como queria. Interrompi sua ação e me abaixei no assoalho do carro. Comecei a masturbá-lo com força e rapidez, espalhando o lubrificante que saia por sua cabecinha com os dedos. Enquanto fazia isso, beijei e passei a língua pela cabeçona, dando linguadas rápidas e intensas. Assoprei e suguei a cabeça com toda força, olhando dentro de seus olhos e dando risadinhas safadas com os lábios entreabertos, para que ele pudesse ver seu pau latejando dentro da minha boca. Tentei colocar aquele pau gostoso todo dentro da minha boca, até me engasgar. Quando fui brincar com as bolas, coloquei uma por vez na boca e depois chupei as duas juntas. Sou tarada por bolas, e as dele eram bem redondinhas e também grandes. Notei que ele se contorcia, fazendo o possível para não gozar. Estávamos descobrindo o sexo.
- Ooooooooooow sua vagabunda! – Gritou, com o rosto em fogo.
Nesse momento, ele apertou a cabeça – como a querer controlar o gozo – e se vestiu apressadamente, pedindo-me para que fizesse o mesmo.
- O barulho da chuva diminuiu. Vista-se,por favor, vamos sair desse estacionamento. Quero ir a um lugar apropriado. – ordenou, todo ofegante dando-me um rápido beijo.
Vesti-me rápido e o guiei até o motel mais próximo, que ficava a 6km do shopping. Ao sairmos do estacionamento, enquanto ele dirigia, abaixei –me segurando os cabelos para trás e retomei o boquete, toda sedenta. Ele tentava gemer discretamente e ia empurrando minha cabeça de encontro ao seu cacete, que babou todo em minha boca.
- Isso. Chupa mais vai. Engole ele todo. Tesão. Ahhhhh gostosa! Putinha! Ahhhh! Delícia.
Antes de entrarmos no motel, ele puxou meus cabelos com força, levantando meu rosto e me beijando, enquanto fechava a calça.
- Vamos ter uma primeira vez inesquecível. Você vai ver. Vou te pegar de jeito e te foder todinha. Delícia. – disse, apertando meu queixo e me encarando.
Eu me limitei a me masturbar discretamente. Puxei a calcinha de lado e fiquei esfregando a buceta no banco até o momento de irmos para o quarto. Quando desci, percebi que estava com a calcinha tão molhada, que molhei todo o banco. Ele adorou e me disse que não havia problema.
Já no quarto, jogamos nossos pertences em um canto e ele, me abraçando e me beijando, me jogou na cama, me dominando. Fiquei de quatro e ele ajoelhou-se a minha frente com o pau na mão, se masturbando gostoso, com um desejo fatal nos olhos.
- Vamos. Eu ordeno que você termine o que começou. Vai gostosa.
Abocanhei aquele pau com vontade e o senti latejar como nunca antes. Ele empurrava minha cabeça com tanta força que eu me engasgava, tirando-o de dentro da boca com certa agonia. Todas as vezes em que isso acontecia ele batia com seu instrumento em meu rosto e o colocava novamente dentro da minha boca. E eu sempre o encarando. Até que não aguentou mais.
- Aiiiiiiii caralho! Aiiiiiii! A porra tá viiiiiiiiiiindo. Vou gozaaaaaar putinha!
- Goza meu macho, goza na sua putinha. Dá o seu leitinho, vai...
Segurei os dois peitos e ele gozou neles. Era tanta porra que escorreu para a minha barriga. Queria gozar na boca, mas não deu tempo. Quando fui ver, ele já tinha soltado tudo. Respirando fundo, suando e todo trêmulo, deitou-se sobre mim, que o abracei.
- Foi muito gostoso, minha putinha. – disse, arfante.
- Demais. Você é um homem e tanto. Quanto perdi nesses meses em que te conhecia apenas pela Internet.
- Eu quero te satisfazer. Eu te disse que, mesmo sem eu ter experiência, você não se arrependeria. Quero fazer tudo o que via nos filmes.
- Eu tô morrendo de tesão por você, eu quero que você me foda todinha, como tinha me prometido.
Ele terminou de rasgar o meu vestido e me deixou somente de colar, brinco e de salto. Eu o deixei apenas de camiseta após arrancar sua cueca com os dentes. Fizemos um papai e mamãe, primeiro com ele por cima, o que me ocasionou um grande desconforto no início porque ele teve dificuldade de enfiar o pau na minha buceta e metia de forma desajeitada. Depois de umas dez estocadas eu comecei a sentir prazer – também porque ele imobilizou meus pulsos com as mãos, como se eu estivesse algemada a cama, beijando meu pescoço, mordendo minha orelha e beijando minha barriga -, arranhei as costas dele e quis ficar por cima. Eu me senti muito bem por cima, porque controlava a penetração e podia ver seu olhar safado para mim, seu rosto ruborizado e sua boca sedenta por meus beijos. Ia beijando todo o peitoral e a barriga dele como uma leoa e aquilo me excitava tanto que eu gritava de prazer, sem me importar. Ele disse que queria que eu desse pra ele de ladinho, bem gostoso, então nos viramos e eu abri bem minhas pernas – sentindo-as meladas pelo mel da bucetinha e do pauzão -, ajudando-o a se encaixar. Ele metia bem rápido quando encaixava o pau, e aos poucos ia diminuindo o ritmo, mas colocando mais força. Molhados de suor, ofegantes e com os corpos queimando feito brasas, falei que agora era a vez dele de fazer o que eu queria.
- Acaba comigo, vai delícia. Me come em pé de frente pra você, realize a sua mulher, a sua putinha. – implorei, fora de mim.
Ele me virou de frente para ele, se encaixou em mim e me pegou em seu colo, levando-me até a parede do quarto. Ele metia gostoso e eu rebolava no pau dele, esbaforida, do jeito que podia. Sentir aqueles ovos batendo na minha bunda era o paraíso. Às vezes aquele cacete enorme sai de dentro de mim, e ele batia um pouco de punheta e punha de novo.
- Vai amor, mete bem gostoso. Vou gozar,tesão! – eu pedia, não me aguentando de prazer, ora arranhando as costas dele ora me segurando na parede.
- Você gosta do meu caralho, gosta? É grosso e grandão,né? Goza na minha pica, vai deliciosa. Ahhhhhh! Vaii tesão.
Enquanto ele falava senti meu coração acelerar e a xota piscar como nunca antes, ao mesmo tempo em que contrações involuntárias se espalhavam pela minha barriga e uma tensão gostosa me fez abrir e fechar as pernas rapidamente por várias vezes, na posição em que eu estava com ele. Soltei gemidos sentidos. Gozei gostoso,como nunca antes. Ele me colocou no chão e eu fiquei de 4, acariciando meu grelinho e de boca aberta, esperando que me banhasse com um litro de sua porra branquinha e quente, como já tinha banhado.
- Me dá leitinho, vai...
- Owwww gostoooooooosaaaa!
Ele gozou fartamente em minha boca, também nos meus olhos e no meu pescoço. Tinha a impressão de que nunca iriam cessar aqueles jatos generosos, descontrolados. Arrepiava-me ver o rosto contorcido e os espasmos no abdômen de Renan, e eu pensei que era impossível alguém não sentir prazer com ele, um amante dedicado e tão bom de língua, capaz de deixar qualquer xota molhada com apenas um toque.
Abraçados, fomos para o banheiro.
- Que tal um banho a dois? Deixe-me te relaxar agora, meu homem.
Preparei um sabonete cheiroso, coloquei-o embaixo do chuveiro para que a água quente banhasse seu corpo e comecei a beijar e a esfregar suas costas, descendo suavemente. Abracei-o de modo que ele sentisse meus seios arrepiados do banho e ele se virou para mim. Deu-me um beijo doce e começou a me ensaboar carinhosamente, primeiro o pescoço, depois seio por seio, enquanto eu esfregava seu peitoral e seu pescoço dando beijinhos. Ele tirou a esponja da minha mão e beijou o meu corpo todo da cabeça aos pés, dando uma linguada em minha buceta e subindo com a língua para meu umbigo. Levantei-o e me abracei a ele, esfregando-me suavemente em seu corpo, rosto com rosto, até que ficamos em brasa novamente, afogueados. Foi quando senti sua ereção, que me afastava de seu corpo.
- Que tal mais uma? Eu quero muito. – sussurrou em meu ouvido.
- Eu também quero. Vem. – completei.
Masturbei um pouco seu pênis, engolindo – o com vontade. Ele me levantou e me virou de costas, beijando meu pescoço e me abraçando por trás, me fazendo sentir seu volume imenso.
- Sempre quis transar no banho, sabia? – eu disse.
- Muitos têm esse desejo. Posso te fazer um pedido?
- Sim.
- Eu posso meter no seu cuzinho? Ele parece ser tão gostoso... – Disse, me apertando como se já estivesse me penetrando.
O calor da água, a vontade e o corpo daquele homem eram demais para mim. Estava sentindo que em breve gozaríamos. Não disse nada, apenas curvei a bunda e me com vontade no pau dele. Primeiro ele me cravou dois dedos, fazendo-me ver estrelas. Aos poucos, foi agilizando o movimento e afundando mais os dedos no meu cuzinho virgem, até que me pegou no colo por trás e penetrou o cacete em mim, que parecia mais um ferro de tão duro. Com o cuzinho apertado, senti um imenso desconforto e implorei, entre a dor e o prazer:
- Amor, você não vai por tudo não,né?
- Não. Se bem que dá vontade. Está tão bom! Que cu mais gostoso você tem!
- Ah, por favor!
- Tudo bem.
Ele passou a meter com toda força e eu já não estava mais aguentando o desconforto, mas ao mesmo tempo morrendo de tesão com a atuação dele.
- Ai amor,tá machucando. - dizia, com a voz agoniada.
- Por favor, só mais um pouco. Tá muito gostoso, tô quase gozando.
- Vai amor, goza gostoso.
Ele me colocou de 4 no box e continuou a meter, me dando tapas na bunda e puxando meus cabelos com toda força.
- Vagabunda,cadela,gostosa!
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Foi o que deu tempo de dizer. Ou melhor, de gemer. De dor e de prazer. Renan perdeu o controle e enfiou o pau inteiro no meu cu para gozar, arregaçando-o e me lavando toda de porra por dentro, me fazendo chorar de um prazer masoquista. Depois que gozou, tirava e metia o pau com força, até que saísse a última gota de porra. Ele me pegou no colo de frente e chupou meus seios, alisando meu cu. Depois me masturbou gostoso com a língua, enfiando- a toda dentro da minha buceta, que eu abria e encaixava em sua boca, fazendo movimento de vai vem enquanto ele metia os dois dedos no meu cu. Comecei a sentir as contrações, o coração disparado e o excessivo calor no corpo e gozei mais uma vez, a melhor de todas. Nós nos beijamos e tomamos um banho normal, exaustos pela nossa primeira vez inesquecível, e como um disse, para mim foi com o homem dos sonhos e com um dote raro de se encontrar. Nós nos trocamos e cada qual foi para a sua casa, com promessas de novos encontros. Até hoje conversamos, virtualmente, e pretendemos nos encontrar no mês que vem, quando ele entrar em férias e puder viajar para me ver.

Sobre este texto

Menina Mulher

Autor:

Publicação:14 de dezembro de 2013 00:24

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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