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Fui corna no carro

Bom, tudo começou em uma festa de aniversário do amigo de meu marido. Meu nome é Ana (todos os nomes são fictícios) e meu marido Everton. Antes de continuar o conto, sempre fui bonita e atraente porém muito tímida. Everton, oposto de mim quando o assunto é timidez foi meu segundo homem na cama. Estamos casados a 4 anos sendo que eu tenho 30 e ele 31. Sou morena clara e vaidosa, olhos verdes , 1,69 de altura, magra e cabelos compridos. Meu marido é bonitão também com o corpo atlético mais pra magro definido do que bombado. Sempre chamei atenção dos homens mas nunca dava espaço para nenhum pois como disse, sou tímida e reservada. Meu marido e eu sempre transamos mas no estilo papai e mamãe variando vez em quando e ele sempre queria que eu fosse mais atirada na cama.
Enfim, voltando a festa, não conhecia ninguém. Meu marido ficou comigo até certo tempo e depois foi beber com alguns amigos e amigas e eu fiquei sozinha. Estava bem atraente neste dia a pedido do meu marido com uma calça cós baixo, calcinha fio dental e blusinha bem decotada. Sou tímida mas gosto de me vestir de forma atraente para meu amor. Logo percebo uma garota, mais ou menos com a mesma medida que eu, talvez um pouco mais alta e com olhos castanhos toda atirada pro lado do Everton e logo cheguei junto.
Tomei algumas pra descontrair e entrar no clima. Não sou de beber mas resolvi abrir uma exceção. Quando bebo fico excitada e levemente mais ousada mas nada que chegue perto do que o Everton queira em termos de safadeza. Após algumas bebedeiras e a garota ficar se insinuando para Everton na minha frente e eu já meio alcoolizada fomos embora. Perto do carro, a garota que dava em cima do meu marido pede uma carona já que os amigos dela foram embora e ela não queria dormir no local. Everton e até eu concordamos pois a festa era em um lugar afastado com estrada de terra e aquela altura da madrugada não tinha como ela ir embora além de ser longe da cidade também.
No meio do caminho começou a chover forte e Everton parou em uma entradinha na estrada de terra pois a chuva era forte, a visibilidade era pouca e estávamos bêbados. Com o carro praticamente escondido e fora da estrada fomos esperar a chuva passar ou diminuir.
A garota que até pouco não sabia o nome se chama Julia sugeriu para eu e Everton irmos para o banco de trás conversar um pouco para passar o tempo. Eu fiquei na direita, Everton no meio e ela na esquerda. Sem o que fazer começamos a conversar e o assunto foi ficando picante e todos estávamos a vontade, principalmente ela e Everton falando besteiras e eu dando risadas. Com o clima esquentando ela foi aproximando levemente do Everton e eu apenas observando a cara de pau dela vendo até onde ia. Ela, esperta, me olhava disfarçadamente e a cada momento que eu não falava nem demonstrava nada mais ela se aproximava. Ela disse que estava triste pois foi lá pra dar e não conseguiu uma foda. Como estávamos bêbados e falando sacanagem o nível do vocabulário era este mesmo. Julia me disse que reparou na minha calcinha fio dental preta e disse que eu teria sorte a noite prevendo que eu e Everton iriamos transar e que ela nem um boquete conseguiu muito menos um beijo.
E esperta disse que não deu em cima de ninguém pois nenhum cara era atraente e o mais bonito era casado. Que indireta hein? Mais uma vez fiquei quieta, observando e Everton só gostando de ser paparicado por duas gatas, talvez as duas mais bonitas que tinha na festa.
Logo, ela em tom de brincadeira bebendo uma garrafa de vinho que dividíamos no carro, mais eu e ela já que Everton dirigia, disse que estava carente e para não ter uma noite frustrante se eu não emprestava o Everton pra ela só par ela não ter se produzido tanto em vão. Everton na hora riu em um claro tom de excitação e me disse: tadinha amor, deixa mas tudo em tom de brincadeira pois até ele imaginava que Julia estava brincando. Eu, também no clima amistoso entrei na brincadeira e disse: ta bom, aproveita um pouquinho do meu gostosão pois eu tenho ele todo dia mesmo.
E não ela que ela partiu para o colo dele e lhe lascou um beijo de língua? Eu pasma, apenas observei. Não sei por que mas não reagi. Vale lembrar que quando eu bebo me solto mais, fico com mais tesão e foi estranho e gostoso de ver aquilo. Depois de um grande beijo, a safada no colo dele me diz: agora falta um boquete né? Como eu não respondi ela entendeu como um sim, tirou o cacete do Everton e começou a chupar. Everton olho pra com e fez um sinal do tipo que não estava entendendo nada e eu só olhei. Logo os dois estavam pelados e ela chupando e olhando pra mim me dizendo que eu tinha sorte de ter um pau daqueles só pra mim mas que eu não deveria ser egoísta e dividi-lo também. Nunca vi um boquete tão molhado e intendo como aquele. Enfim ela parou de lamber e chupar, olhou pra mim e pediu um favor, para que eu fosse para o banco da frente. Eu, calada e inocente obedeci. O motivo? Era pra ela sentar e ter mais espaço pra foder com meu marido. Sou tímida e meio parada quando o assunto é sexo mas tenho meus limites e não me aguentava mais vendo aquilo e logo comecei a “brincar” com os meus dedinhos na minha xaninha que já estava molhada vendo aquilo. Normalmente não sou assim e era pra mim estar aos tapas com Julia mas algo me impedia de fazer qualquer coisa a não ser assistir aquilo com um grande tesão. É como se eu estivesse assistindo um filme pornô e nem lembrava quem eram eles.
Depois de cavalgar no cacetão do Everton que estava mais duro do que nunca, ela vira de lado pra ele fode-la por trás. Como o carro era pequeno, era difícil fazer o movimento e a cara de pau me diz: chega o banco pra frente pra mim foder melhor corninha, faz favor. Não sei se ela era caruda assim, não sei por que eu concordava com tudo mas eu estava submissa, ela dona da situação e os três excitados. Ele fodeu ela meio que de quatro já que não tinha muito espaço e ela olhando pra mim com cara de prazer. Não resisti e me levantei um pouco para ver por cima e o pau do meu marido estava duro, firme forte metendo nela. Vi que ela tinha uma marquinha de biquíni fio dental algo que meu amor curtia muito em mulheres mas eu não tinha.
Depois de muita foda, ela voltou para o boquete e em seguida Everton gozou. Nunca vi tanta porra. Maior parte foi na boca mas uma boa parte foi no rosto dela. É estranho dizer isso mas ela ficou bonita, tipo meiga safada me olhando com aquela cara gozada. Logo que terminaram Everton saiu pelado mesmo pra fora pra respirar todo machão iponente. A essa altura a chuva já tinha passado. No carro, ela pediu pra mim olha onde tinha porra pra ela limpar. Mostrei, ela limpou e se trocou. Everton entrou, se trocou e fomos embora em silêncio. A única fala foi de Julia nos oferecendo um Halls que só ela degustou. Chegando na cidade, ela mostrou o caminho da casa dela e Everton a deixou. Ela desceu do carro, despediu de mim e Everton a levou até a porta da casa dela já que era bem tarde. Só vi os dois se beijando antes dela entrar, como se fosse dois casais pré adolescentes.
Em casa, tomamos um banho e eu já estava mais normal, sem tanta excitação e mais sóbria. Logo briguei com Everton sobre o ocorrido e ele me disse que a culpa era minha por ser morna na cama e ter deixado Julia tomar conta da situação. Também me lembrou que fui eu que autorizei o beijo e a partir dali que tudo começou e que se eu tivesse impedido que nada daquilo teria acontecido. De certa forma ele estava certo e eu o amo muito. Fiquei insegura pelo fato de velo foder de um jeito que eu nunca vi e me deu um medo de perde-lo. Pedi desculpas e logo fizemos as pazes mas antes impus uma condição: que ele me fodesse igual uma puta, igual ele fodeu Julia, que gozasse na minha cara. Claro que ele concordou e logo trepamos como nunca. Ele me comeu forte de quatro e foi muito gostoso. Depois cavalguei e pulei gostoso. Pedi pra ele me foder em pé por trás. Ele me comeu e tive um ultimo pedido: pra ele continuar metendo e me chamar de sua corninha. Fiquei espantada com o meu pedido e foi meio que sem pensar. Ele continuou metendo e ficou quieto. Antes do gozar ele disse: ajoelhei pra mim te esporrar minha corninha. Eu sorri e prontamente obedeci. Assustei um pouco com o jato de porra. Foi minha primeira de muitas gozadas e adorei o gosto também. Tomamos outro banho e na cama ele disse que estava muito feliz com tudo que aconteceu. Disse pra ele, que da próxima vez eu não quero ficar só de espectadora mas quero entrar na brincadeira também. Espantado ele disse: então teremos uma próxima vez? Respondi; Mas é óbvio que sim. Se olhando foi uma delícia imagina participando. Desanimado ele respondeu de volta que não gostaria de me ver com outro homem e que não teria coragem de presenciar isso e nem participar. Acho que ele imaginou que eu queria foder com outro para ficarmos quites e eu também poder experimentar algo diferente. Disse pra ele ter calma pois não desejo outro homem e não é por que ele comeu outra que eu quero outro. Disse que tenho muito mais vontade de ver ele com outra depois do ocorrido e que quero um ménage feminino e que o único homem será ele. De fato fizemos um ménage tempos depois mas ai já outra história.
Este conto foi verídico, aconteceu já têm um tempinho e só agora criei coragem de contar e bateu um nervosismo descreve-lo. Confesso que sou um pouco tímida mas isso só no dia a dia pois na cama sou outra. Espero que tenham gostado.

Sobre este texto

mialvez

Autor:

Publicação:17 de julho de 2014 13:46

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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Comentários

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  • fabio
    Postado porfabioem17 de julho de 2014 16:04

    Adorei, estou no meio do trabalho e não sei se aguento mais. Preciso transar agoraaaaa!

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