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Do fundo do baú

o troco

Trabalho em Campinas em uma loja de ferramentas e ha pouco tempo entrou um novo vendedor moreno de traços delicados, simpático e de 1,60 de altura, por estes atributos nos corredores o chamávamos de mimosa...
Nunca deu pinta de ser gay, apenas era delicado.
Logo percebeu as brincadeiras mas nunca deu atenção, eramos de departamentos diferentes e eu saia mais tarde, até quem dia ao sair vi que ele ainda estava no ponto de ônibus, ofereci carona e o levei até sua casa, isso aconteceu umas três vezes em mais ou menos quatro meses, e falávamos de tudo, eu dava umas indiretas para ver se ele gostava de mulher e ele sempre deixava meio subentendido que sim, mas nunca declarado.
Um dia ele esqueceu a chave da casa dele, ao deixar ele na porta de casa ele me chama de volta enquanto eu manobrava e pede para eu levar ele até a casa da tia, mas a tia morava longe, mais uns 20 minutos, quando ele entrou no carro eu disse serio para ele que iria ficar caro, ele mais serio ainda disse que tudo tem um preço e um troco...
Levei na casa da tia, ele pegou a outra chave, e ja era por volta das 20 horas, chegando em frente a casa dele onde ha uma praça com grandes arvores, bem tranquilo, ele perguntou: E ai qual o preço?
Eu sem dizer nada abri as calças baixei ate o joelho e disse chupa, mas chupa bem, ele nem sorriu e nem fez cara feia, apenas disse: - Voce sabe que quem chupa é tanto viado quanto quem da o pau para ser chupado...
Eu disse apenas que era o preço, ai ele riu, e se abaixou e começou a chupar, a acariciar as coxas, lambia devagar e passa os dentes de leve, brincando com as bolas, pediu para baixar o banco, eu fiz isso e ele beijava e lambia ate chegar nos mamilos, mão leve e macia, e começou a chupar com força até eu gozar.
Terminou e disse que para tudo tem um troco, e eu fui embora sem entender bem o porque.
Houve outras caronas mas sem nada acontecer, até que um dia, meu combustível acabou, era um sábado e eu estava ha um quilometro da cada dele, era tarde e eu voltava de um aniversario, sem alternativa bati na casa dele, o pai me arrumou a gasolina, e o carro não pegava, arriou bateria, e eles me ajudaram a levar o carro até a casa, para eu resolver no outro dia, me emprestaram o dinheiro para taxi, nisso fui embora cansado e esqueci minha jaqueta na casa dele.
Fui buscar o carro no outro dia, apenas ele em casa, o carro estava funcionando pois seu pai tinha dado um jeito, ele muito cínico disse: - fiz uma chupeta e funcionou...
Agradeci sem dar muita trela, e pedi a jaqueta, ele aparece 5 minutos depois nu e vestindo minha jaqueta, e passou um perfume que não sei o nome mas tinha cheiro de mulher, um tesão de perfume.
E disse que iria devolver na empresa na segunda na frente de todo mundo, se eu não desse o troco para ele...
Falei um monte de coisas, xinguei, e ai ele calmo disse em meia hora meu pai chega, vou dizer um monte de coisas, inventar historias, quero meu troco...
Mas que porra de troco é esse ?? perguntei sem paciência, ele me pediu para seguir ele, nisto virou e empinou a bunda, redondinha linda, gostosa, fiquei de pau duro e o segui a te a sala.
Me pediu para sentar, desabotoou a minha calça e a tirou junto dos tênis,fiquei de camiseta e ele começou a chupar mais gostoso ainda, e se esfregava em mim, e sentava no meu colo, e eu ria dizendo é esse o troco, ha bom...
Mas ai quando eu iria gozar ele parou ficou na minha frente e disse chupa gostoso, agora é minha vez, ai entendi o troco, o pau dele era médio, fino e delicado como todo ele.
E ele dizia sou sua putinha de pirulitinho... Tudo ira ficar entre nós, é só para gozar tranquilo.
Nunca chupei ninguém, comi uns meninos da faculdade, e nem tenho preconceito, mas nunca houve algo direto assim, fiquei ali sem saber o que fazer, ele me deitou no sofá e sentou colocando minha cabela entres as pernas e passando o saco e o pinto muitos cheirosos e macios no meu rosto, ai deixei seguir a coisa toda, chupei ele, fizemos um meia nove, gozei, na boca dele, ele gozou na minha, eu pensava em mil coisas ao mesmo tempo e meu coração disparava.
Ai coloquei ele de quatro e o comi, segurando pela cintura colocando devagar, ele rebolando, gozei de novo.
Sai da casa dele, não dissemos nada, levei a blusa, e no portão ele disse, pode cobrar quando quiser, mas eu sempre vou querer um troquinho.
Temos nosso segredo agora...

Sobre este texto

Moreno

Autor:

Publicação:10 de janeiro de 2013 01:26

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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