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Do fundo do baú

Cedendo ao desejo para viver um amor.

A Campainha tocou e quando atendi era Osvaldo assim que o vi tentei fechar a porta e ele a empurrava de volta dizendo que precisávamos conversar, eu dizia que já tinha tomado minha decisão e não havia nada para conversarmos. Não consegui conte lo, Osvaldo empurrou a porta e entrou dizendo que me amava e que eu não podia me casar com Fernanda, eu ia me afastando dele tentava não olhar em seus olhos dizendo que aquilo tudo era passado, que eu não sentia mais nada do que ele dizia e que eu amava Fernanda e não ele.
Me afastei o maximo que pude ate que encostei em um aparador que ficava na sala, não tinha mais para onde fugir ele estava a centímetros de mim sentia sua respiração ofegante, ainda não olhava em seus olhos, sentia seu perfume e aquilo me perturbava ainda mais.
_ Saiiiiiiiii, vai embora você não entende? Esta tudo acabado! Eu não te amo mais, vou me casar amanha com Fernanda e ponto final, não há nada que você faça que vá mudar isso! _ Disse eu gritando.
_ Vou embora quando você olhar nos meus olhos e dizer que não sente nada por mim, vamos Marcos diz!
Ele se aproximou mais ainda encostando seu peito no meu, tentei empurra lo, mas quando toquei seu peito e olhei em seus olhos cheios d’agua, não consegui dizer nada, ele olhando no fundo dos meus olhos se aproximou ainda mais e me beijou um beijo intenso forte, eu não consegui resistir, retribui o beijo, um calor imenso tomou conta do meu corpo um tesão enorme me consumiu, eu o agarrava o puxava mais para perto, arranhava, passava a mão no seu corpo. Osvaldo desabotoou sua camisa a tirou rapidamente, lançando longe alguns botões que pela ânsia não conseguiu desabotoar, puxou minha camisa, levantei os braços para facilitar a retirada, beijos no rosto mordidas, beijos e chupões na boca pescoço, no peito, eu o arranhava as costa, mordia seu corpo beijava, lambia. Osvaldo me levantou e me colocou sentado no aparador, desabotoou e rancou minha calça juntamente com a cueca fora, beijou minha barriga, lambeu minha viria, meu cacete o abocanhou e me fez um boquete forte chupado e babado me arrancando gemidos de prazer, eu tentava agarrar em seus curtos cabelos, ate que o empurrei e fui o conduzindo para que ele caísse deitado no sofá, deitei por cima dele beijei sua boca, sugando sua língua, beijei seu peito, chupei e mordi seus mamilos, senti o perfume de suas axilas e as lambi, mordisquei e beijei sua barriga como ele fez arranquei sua calça e cueca, lambi suas coxas, sua viria, seu saco, coloquei cada uma de suas bolas na boca mamei gostoso seu cacete, deixei ainda mais duro, subi e sentei em cima cavalgando como nunca fiz antes com uma vontade louca com muito desejo, gritava de prazer sem me importar se alguém iria ou não ouvir. Rebolava em seu cacete, levantei me apoiei no aparador e o chamei pedi para que ele me enrabasse de pé intenso, forte e gostoso como somente ele sabia fazer, Osvaldo não perdeu tempo como um cachorro no cio em questão de segundos estava engatado em meu rabo bombando deliciosamente, puxando meu cabelo, beijando minha nuca e mordiscando minha orelha gozou feito louco no meu cu, me virou de frente me beijou forte sugando minha língua, sorriu com um imenso sorriso e disse que sabia que eu o amava, sem dizer uma palavra me desviei de Osvaldo catei sua roupa joguei em cima dele e disse:
_ Agora sai, se era por falta de despedida já tivemos já me comeu, agora pode ir.
Sai da sala me tranquei no banheiro liguei o chuveiro e chorei, desabei em lagrimas com raiva, com fúria de mim, de Osvaldo e do meus sentimentos.
No dia seguinte me arrumei era tantas coisas acontecendo, pessoas me chamando, falando mal conseguia pensar, quando me dei conta de mim ela estava entrando com as trombetas, Fernanda, Linda toda de branco, parecia uma princesa, mas não conseguia tirar Osvaldo da minha cabeça. Quando o padre perguntou se alguém presente teria algo contra o casamento meu coração disparou eu conhecia Osvaldo se ele estivesse ali ele não resistiria ele iria me entregar iria acabar com tudo, mas um silencio total tomou conta da igreja meu coração deu uma acalmada veio o sim mutuo e após as assinaturas estava finalmente casado. Após a semana de núpcias nos mudamos, pois Fernanda havia passado em um concurso publico em outro estado, mais rápido do que eu esperava nosso casamento se tornou monótono, cansativo e estressaste, como de uma hora para outra nossos gostos pareciam tão diferentes? Nos que combinávamos tanto nada mais parecia agradar um ao outro, Fernanda que antes sempre estava linda e arrumada não se arrumava mais, suas habilidades domesticas se resumiam a lavar uma louça e a varrer uma vez ou outra a casa, manchou varias de minhas roupas, tudo era motivo de briga discussão, ate minha família que ela parecia gostar tanto era diariamente bombardeada. Confesso que também mudei, antes era super caseiro agora mal parava em casa, um pouco para fugir das brigas me esconder daquele casamento falido, arrumei dois empregos e quando não estava trabalhando saia com os colegas de trabalho, o que gerava mais discussão, por fim comecei a sair com caras, homens, solteiros, casados, mas tudo em vão não era aquilo que eu queria, nada daquilo me preenchia. Não agüentei mais, pedi a separação após apenas seis meses de casamento e voltei para minha cidade.
Aluguei um apartamento, entrei em um novo emprego, minha família estava arrasada com minha decisão, minha mãe chorava pedindo para que eu reconsiderasse que era apenas questão de adaptação, mas eu estava convencido que não era aquilo que eu queria.
Em uma noite sai e fui para uma boate com alguns colegas de trabalho chegando lá a primeira coisa que vi, fez meu coração gritar de dor, era Osvaldo beijando um outro cara. Meu chão se abriu eu queria ir para cima dos dois afastar aquele idiota do meu homem o agarrar e trepar com ele ali no meio da boate na frente de todos gritando que ele era meu mas não fiz nada estava sem forças destruído por dentro e sabia que a culpa era toda minha. Resolvi não ficar e ir embora, mas quando me virei dei de cara com um amigo antigo que começou a conversar comigo fomos andando cumprimentado outras pessoas e juro que sem querer acabei tropeçando em uma latinha no chão e para não cair me segurei em alguém e para minha surpresa era Osvaldo.
_ Marcos você voltou? Esta tudo bem com você? Onde esta a Fernanda?
_ Estou bem na medida do possível, mas percebo que você esta melhor, eu e a Fernanda nos separamos e eu voltei para morar aqui.
_ Que pena que seu casamento não durou bom este aqui é Marcelo meu namorado.
Aquilo foi como uma punhalada em meu peito recebi o golpe, engoli a seco sorri cumprimentei e o mais rápido que pude sai dali. Chorei toda a noite bebendo sozinho em meu apartamento.
Os dias passaram e para minha surpresa Osvaldo havia se mudado para o mesmo prédio que eu, passei a vê lo todos os dias, varias vezes e muitas delas acompanhado por Marcelo e cada vez me doía mais. Não suportei por muito tempo e o procurei, porem foi em vão ele não quis voltar para mim, pouco tempo depois soube que ele havia se separado de Marcelo, mas ninguém sabia o motivo, não podia deixar passar esta oportunidade, sabia do que ele gostava e esta era minha chance de reconquista lo.
Os valdo me evitou um pouco se fez de dificio, mas aos poucos foi cedendo e passamos a sair cada vez mais juntos, cinema, festas, sem muita intimidade, Osvaldo mal me tocava, preferia manter uma certa distancia porem com o tempo fui me reaproximando, achei por bem ir aos poucos, com calma, não poderia espanta lo, ate que um dia não me contive e o beijei ele não resistil me puxou pelo pescoço prolongando o beijo agarrou meus cabelos me afastando de sua boca olhou dentro dos meus olhos e disse:
_ Eu sabia que você era meu Marcos, era questão de tempo para você voltar para mim e perceber que seu amor sou eu!
_ Me desculpe, me perdoe, tentei ser feliz longe de você, tentei agradar a todos, mas agora vejo que só poderei ser feliz ao seu lado e nada mais me importa, preciso de você junto de mim com ou sem a aprovação alheia!
Nos beijamos, abraçamos, corremos para o carro sentei em seu colo de frente para ele beijei mais sua boca seu pescoço, retirei sua camisa e a minha acariciei cada pedacinho de seu corpo, beijei e mordisquei arranhei suas costas. Osvaldo me colocou no banco do carona após vários beijos e chupões e fomos para meu apartamento, já entramos nos agarrando e sem camisa que nem voltamos a colocar, ja descendo as calças trancamos a porta, me imprensando em cada parede, me beijando porte e pegando em cada parte do meu corpo fomos ate meu quarto, Osvaldo me jogou na cama e pulou em cima de mim, mais e mais beijos, lambeu cada pedacinho do meu corpo, pescoço, peito axilas, barriga me virou de costas e começou pela minha nuca e foi descendo ate minha bunda, abriu com as mãos e enfiou o maximo de sua língua em meu cu, literalmente me fudeu com a língua, meu pau babava de tesão, me colocou de quatro e intercalava chupando meu rabo e meu pinto, eu gemia de prazer, dedou e alargou novamente meu cu e cravou sua deliciosa pica de uma só vez, senti novamente meu macho me invadir, puxava meu cabelo, e me bombava o cu, nossos corpos suavam, parava e me lambia as costas, e como um raio um arrepio percorria todo meu corpo, me deitou de barriga para cima e de frango assado me comeu e antes de gozar tirou seu pau do meu cu e me fez mama lo gozando fartamente em minha boca, bebi toda sua porra e depois foi minha vez de comer aquele rabo gostoso e peludo que agora era só meu e de mais ninguém, o fiz me chupar e gozei também em sua boca.
Faz dois meses que estamos juntos morando no mesmo apartamento, para evitar problemas nos mudamos para outro estado, minha família como esperado não aceitou bem. Estou feliz me sentindo realizado e completo ao lado de alguém que realmente amo, saímos juntos para o trabalho, alguns dias almoçamos juntos, após o trabalho nos encontramos e vamos juntos para a academia, tenho prazer de ficar junto de Osvaldo, de falo rir, de rir com suas brincadeiras, tenho orgulho de suas qualidades, gosto de seus carinhos, tento ser o mais carinhoso, tenho desejo por ele e vejo seu desejo por mim em seus olhos, em suas atitudes, em suas mãos quando me pegam e me trazem para junto dele. Temos defeitos, temos nossas discussões e desentendimentos como qualquer casal, mas sempre resolvemos, sempre toleramos, cedemos, superamos e o mais importante nos amamos.

Autor: Mrpr2

Sobre este texto

mrpr2

Autor:

Publicação:20 de novembro de 2013 18:53

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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