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Chantagiado no trabalho

Chantagiado no trabalho
Meu nome é Carlos trabalho em uma empresa a algum tempo e ate então ninguém sabia que eu era homosexual. Eu trabalhava no período da noite as outras pessoas já eram conhecidas por estarem naquele horário há muito tempo a maioria já um pouco mais velhos eu era um dos poucos jovens que trabalhavam no horário e mulheres apenas duas enfrentavam o horário. Meu gerente iria sair, pois se aposentaria todos ficaram na expectativa de quem o substituiria logo o nome foi definido e os boatos do por que da escolha também seria Valmir que apesar de competente era muito safado mesmo casado assediava as funcionárias e como tinha a afinidade dos patrões continuava na firma e como o horário dificultaria suas ações a decisão foi tomada. A empresa havia contratado um pedreiro para realizar umas reformas e para não atrapalhar o trabalho diurno os concertos eram feitos a noite. Jorge já era conhecido sempre fazia os reparos devido o horário era um negro muito bonito de corpo forte na dele educado sempre que passava por ele era cumprimentado e claro não perdia a oportunidade de contemplar aquele corpo ébano trabalhando movimentando seus braços fortes o admirava principalmente quando ia com regatas deixando seu peitoral mais a mostra nossa meu tesão ia a mil e parece que pelo menos por ele não passou despercebido pois alem do cumprimento sempre que eu estava por perto Jorge passou a coçar seu volume ajeita lo em meio a suas pernas ou simplesmente dar aquela pegada servida enchendo a mão do que parecia ser um grande instrumento. A obra deveria terminar na sexta feira último dia do atual gerente, porém devido a alguns imprevistos seu termino foi adiado para segunda feira. Valmir o sucessor tomaria posse do cargo terça feira. Jorge não demorou muito na conclusão do reparo na segunda feira fui ao banheiro e ouvi o chuveiro ligado lá na firma tinha um chuveiro que tinha uma separação sem porta para os funcionários utilizarem não resisti e como se atraído fui ate a porta do box.
_ Hoo me desculpe Jorge não é comum ninguém aqui neste horário muito menos tomando banho pensei que haviam esquecido o chuveiro aberto.
_ Acabei meu trabalho e resolvi tomar um banho antes de ir algum problema?
Disse Jorge ensaboando seu cacete duro e a água caindo em seu corpo esculpido.
_ Nenhum fique a vontade ate uma próxima.
_ Ei Carlos por que não me da uma ajudinha aqui?
_ Claro com o que?
Me olhando com uma cara de safado Jorge balança seu caralhão para mim me indicando sua intenção.
_ Que isso cara...
_ Carlos hoje é meu último dia aqui ficou me despindo a semana toda com os olhos vai dizer que não ta afim de mamar na minha rola de senti lá no teu rabo que deve estar piscando destro desta calça?
_ Mas aqui é meu trabalho e...
_ Você mesmo disse que não vem ninguém aqui neste horário é melhor se apressar antes que comecem a dar vontade de mijar.
Ao terminar de falar Jorge que estava se secando com a toalha me puxou para um beijo sua língua invadiu minha boca seus lábios grossos sugavam os meus e suas mãos enormes percorriam meu corpo. Jorge me conduziu para baixo e colocou seu cacete em minha boca fazia movimentos de vai e vem fedendo meus lábios enquanto eu olhava para cima e contemplava aquele macho gostoso com cara de safado e sorriso sacana. Jorge me levantou beijou novamente minha boca e me virou de costas empinou minha bunda e foi enfiando aos poucos seu cacete enorme estava quase todo dentro e ele parou vez um vai e vem devagar alisou minhas costas aproximou sua boca da minha orelha a enfiou sua língua estava viajando quando ele segurando em minha cintura me puxou de uma vez entrando tudo senti minha bunda encostar sua Pelves lisinha sem pentelho algum e seu saxão seu cacete como se estivesse em brasa me penetrou completamente doeu pra caralho. Jorge beijou minhas costas e mordiscou minha orelha aliviando a dor e iniciou estocadas rápidas retirava deixando apenas a cabeça e enfiava tudo me levando a loucura quando de repente .
_ Mas o que esta acontecendo aqui?
Gritou Valmir tentei desengatar de Jorge, mas ele me segurou e acelerou as estocadas gozando fortemente e enchendo meu cu de porra. Valmir me mandou ir para a sala da gerencia me vesti e fui chegando lá ganhei aquela catracada porem no final disse que depois me daria uma punição. Os dias foram passando e Valmir sempre me ameaçando. O comentário que se espalhava pelos corredores era que Valmir estava stressado por falta de mulher, pois seu horário estava desencontrados com o da sua esposa e no trabalho as duas mulheres que haviam não eram de longe seu estilo. Fui chamado na gerencia Valmir estava uma pilha de nervos disse que precisava descarregar não curtia viado, mas eu era sua melhor opção eu disse que não estava entendendo Valmir então me chamou para perto ficou de pe me empurrando para baixo pelos ombros já me mandou abrir a boca abriu a braguilha tirou sua rola branca e dura para fora me puxou pelo pescoço e enfiou ate minha garganta me fazendo engasgar.
_ Isso putinho engasga com a pika do teu macho!
E voltou a enfiar tentei sair mas Valmir me deu um tapa na cara e me mandou voltar a chupar. Para me livrar logo daquilo resolvi colaborar chupei com vigor a cabeça de sua rola masturbando a base lambi suas bolas engoli tudo duas vezes e voltei a masturba lo com maior velocidade e mama lo com maior pressão em meus lábios percebi que ele iria gozar tentei tirar da boca mas Valmir segurou minha cabeça me obrigando a receber toda sua porra em minha boca quando acabou puxou minha cabeça pelos meus cabelos e me mandou engolir.
Sai dali me sentindo humilhado abusado, mas ao mesmo tempo um pouco excitado com a sensação de submissão. Ao longo da semana Valmir me chamou mais duas vezes e fui obrigado novamente a chupa lo. No sábado tínhamos que ir com numero reduzido de funcionários e era minha escala Valmir se aproveitando disso me abordou no corredor me mandou entrar em uma sala nos trancou lá dentro e antes que eu dissesse algo Valmir me virou de costas continuou me imprensando com uma mão nas costas e com a outra desceu minhas calças quando eu ia dizer algo levava um tapa na cara e a ordem para calar a boca Valmir cuspiu em sua rola e meteu de uma vez só em meu cu tapando minha boca abafando meu grito e já foi bombando, bombava forte e rápido e as vezes me dava tapas em minha bunda me chamando de puta safada. O puto do meu gerente encheu meu cu de porra me obrigou a limpar teu pau mamando nele e me mandou sair.
Valdir passou então a me perseguir sempre que tinha a oportunidade de me pegar sozinho me fazia pagar boquete para ele em qualquer lugar, fomos quase pegos varias vezes, Meu gerente me comia sempre que queria enchendo meu cu de porra abafando meus gemidos com a mão e me fazendo limpar seu cacete no final com a boca e me ameaçava a espalhar para toda a empresa que eu era um viadinho, alem de me despedir e tentaria faze lo por justa causa para que eu não recebesse nada. Eu não poderia aceitar aquela situação, mas já tinha um nom tempo de firma perderia muito se eu pedisse para sair e claro que me usando daquela forma Valmir não me despediria e percebendo minha vontade iria me pressionar de todas as maneiras ate me fazer sair. Então conversando com uma amiga do RH sem dar muitos detalhes ela resolveu me ajudar disse que colocaria a folha de aprovação para que eu participasse de um processo seletivo da empresa, pois sem a aprovação do gerente eu não poderia participar e assim foi feito sem perceber Valmir aprovou minha participação agora eu deveria me esforçar para ser aprovado. A entrevista chegou e a resposta seria dada no outro dia com apresentação imediata para o treinamento do novo cargo.
Sheila minha amiga do RH estava indo em bora quando cheguei e me disse que tinha uma ótima noticia para mim eu tinha passado, mas era informação confidencial ainda iriam passar para meu gerente. Estava livre, mas deveria ficar calado por mais alguns instantes. Logo encontro com o safado do Valter que me manda entrar na sala e já ficar de cu pra cima, entro na sala mas digo que desta vez eu iria mostrar como eu viado satisfaz um macho. Deitei ele na mesa abri suas pernas e chupei vigorosamente seu cacete retirando gemidos lambi seu saco e passei a língua em seu rego. Valmir quis reclamar então disse:
_ Vai gritar para todo mundo saber que estou lambendo teu cu?
Gesticulou com a cabeça negando então mandei com que ele ficasse quieto. Lambi mais seu cu e logo ele relaxou deixando seu cuzinho aberto e eu enfiei minha língua fazendo com que ele se contorcesse de prazer seu pau ficou duro feito uma rocha então subi e cavalguei em seu caralho apertando seus mamilos ate Valmir gozar em meu cu.
_ Cada dia mais devasso ne seu puto viado!
_ Mas esta será a ultima vez que sentira meu cu.
_ Vai pedir demissão pois eu não vou demiti lo e ainda espalho para a firma inteira que você é viado e faço com que te comam ate esfolar esse rabo.
_ Vamos ver então.
Pelo vidro da sala vi que Valmir ficou vermelho de raiva quando descobriu, bateu na mesa e fez vários telefonemas, mas pelo jeito em vão não tinha justificativa para me manter ali. Fui transferido, mas por meio de amigos descobri que meses depois Valmir foi despedido pois estava arrumando confusão com todo mundo e extremamente nervoso ainda mais quando descobriu que sua mulher estava o traindo com um rapaz da metade da sua idade.
Em meu novo cargo conheci Emanuel um rapaz de 22 anos lindo, educado e pirocudo kkkk, estamos namorando a dois meses em sigilo e já estamos pensando em morar juntos.

Autor: Mrpr2

Sobre este texto

mrpr2

Autor:

Publicação:25 de agosto de 2014 16:59

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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