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Entre os irmãos Bravanes 3 - Liberdade.

Entre os irmãos Bravanes 3 - Liberdade.
Artur tinha acabado de sair me deixando todo machucado não queria que Gilberto me visse, então pensei em me mudar e terminar com ele por telefone, porem quando eu fui guardar o carro Gilberto estava chegando. Gilberto e eu estávamos conversando quando Artur entra gritando, ele estava de tocaia. Artur empurra Gilberto que cai no chão e quando se virou vê que seu agressor é também seu irmão que já preparava um soco.

_ Artur é você? O que faz aqui?
_ Eu que te pergunto, como você conhece o Edney, é você quem esta roubando ele de mim?
_ Ninguém rouba namorado de ninguém Artur, além disso você é casado. Espera ai você é o ex do Ney que esta perseguindo e agredindo ele assim?

_ Ninguém tem nada haver com minha vida se sou casado ou não, não sou o ex do Ney ele é meu e você colocando coisas na cabeça dele me afastando dele.

_ Tá maluco cara? Volta para tua mulher e deixa o Ney em paz ele não quer nada com você!

_ Isso mesmo você foi um erro que quero esquecer.

_ Cala a boca você é meu e você Gilberto fica longe do Ney vai procurar outro porque este é meu!

Artur deu um soco em Gilberto e iniciou uma briga de socos e chutes eu tentava afasta los apartar a briga mas Artur me empurrava e Gilberto me defendia. O celular de Artur caiu no chão foi ai que tive uma ideia peguei o celular e ameacei ligar para a esposa dele e contar tudo. Artur se afastou de Gilberto disse para ele ir embora e ele foi nos ameaçando.

Gilberto me abraçou e eu chorei em seus braços. Entramos e tomamos banho juntos. Gilberto todo carinhoso me ensaboava com calma pois meus machucados doíam depois o ensaboei. Depois do banho ele fez curativos em mim dando um beijinho em cada lugar dizendo que era para sarar logo e eu nele.

Gilberto e eu deitamos e dormimos de conchinha um acariciando o outro eu seus braços e ele meus cabelos. No dia seguinte fui ao trabalho para ver a possibilidade de transferência para outra cidade ou um acordo para que eles me mandassem embora. Quando eu fui entrar no carro para ir embora sinto algo gelado nas costas e um aviso:

_ se gritar, correr ao menos fazer algum movimento brusco eu atiro! Era Artur que apareceu do nada e me obrigou a dirigir. chegando na esquina me mandou descer do carro se certificou de que não havia ninguém na rua e com a arma escondida mas apontada para minha cintura me levou a sua casa chegando lá me amarrou e me obrigou a chamar Gilberto. Assim que Gilberto entrou, Artur que estava escondido o imobilizou e o amarrou deu uns socos em sua barriga e na cara eu pedia para ele parar mas ele me ameaçava com a arma na mão para não gritar e dizia que iria mostrar para o irmão quem era o meu macho. Me tirou a roupa mas deixou minhas mãos amarradas liberando apenas as pernas e disse que se eu corresse me mataria e Gilberto também. Artur tirou sua roupa ficou de pe em minha frente puxou meu cabelo me obrigando a engolir seu pau me sufocando com ele, segurava minha cabeça com seu pau em minha garganta e eu engasgando. Gilberto dizia para ele parar com aquela loucura mas quanto mais ele pedia mais Artur fazia batia em minha cara e dizia para eu mamar me colocou de quatro e socou com tudo e puxando meu cabelo para traz bombava sem do no meu cu. Eu precisava fazer algo mas o que eu poderia fazer?

Artur puxando meus cabelos me levou mais para perto de Gilberto me obrigando a dizer que meu macho era ele Artur que eu o amava e um monte de besteiras. Vi que perto havia um vaso pesado em cima da mesinha seria arriscado poderia ser nossa sentença de morte eu sabia que só teria uma chance. Esperei o momento certo e mesmo com as mãos atadas peguei o jarro e com todas as minhas forças acertei a cabeça de Artur com o jarro corri na cozinha para pegar uma faca e libertei Gilberto ele cortou minhas cordas vesti a calça peguei a camisa e saímos correndo estávamos no portão quando escutamos Artur vindo gritando atrás de nós. Atravessamos a rua e corremos para esquina em direção a meu carro. Artur meio tonto com a arma em uma mão e segurando a calça que vestiu mas não abotoou com a outra mão vinha tentando correr meio grogue pela pancada atravessava a rua quando um carro veio e o atropelou Gilberto pensou em voltar mas viu que o cara que atropelou Artur foi dar socorro e já desceu do carro ligando provavelmente para a ambulância. Corremos para casa e logo o celular de Gilberto toca, era a mulher de Artur o comunicando do acidente. Gilberto achou melhor ir ao hospital eu não queria que ele fosse mesmo assim Gilberto disse que era o irmão dele apesar de tudo e que voltaria o mais breve possível.

Eu estava nervoso preocupado com Gilberto e se alguém tivesse nos visto saindo da casa de Artur? E se pensassem que fosse nossa culpa o acidente? O telefone toca era Gilberto me dizendo que seu irmão não aguentou os ferimentos e morreu a policia estava investigando, mas pelas cordas encontradas na casa o vaso quebrado e a saída desesperada de Artur cogitaram tentativa de roubo a mulher de Artur disse que ele costumava dormir pelado e deveriam ter invadido a casa pensando que ele não estava por ele estar dormindo. Fiquei mais aliviado mas um pouco tenso por ainda estarem investigando. o tempo passou e a policia fechou o caso ninguém nos viu saindo os vizinhos disse apenas que escutaram gritos, mas preferiram ficar em casa. Para não sujar a imagem do irmão Gilberto nada disse sobre o acontecido para a cunhada.

Gilberto e eu continuamos a namorar no sigilo, minha vida voltou ao normal com faculdade e trabalho. Gilberto as vezes dormia na minha casa e aos poucos foi se mudando um ano depois ele já estava praticamente morando na minha casa. Resolvemos assumir nossa relação e contamos aos familiares de Gilberto que já suspeitavam de nossa relação afinal nos sempre estávamos juntos não foram contra e ate nos apoiaram. resolvemos fazer uma viagem de lua de mel por uma semana.

Viajei pela primeira vez de avião segurando firme a mão de meu amor, minhas mãos suavam gelada. O hotel lindo a beira mar, acordei com o sol entrando pelas janelas e com o lindo sorriso de Gilberto com uma bandeja com nosso café da manha.

_ Te amo Edney Bravanes!

_ Não sabia que eu tinha mudado de nome?

_ Não quer meu sobrenome?

_ Sabe que isso não é possível, além do mais para mim só o que importa é você ser meu, meu homem para sempre!

Gilberto subiu em cima da cama me abraçou e beijou forte e foi deitando em cima de mim se colocando em meio as minhas pernas com seu pau ja duro enfiou em meu cu e começou a socar fundo segurando em minhas mãos com meus braços abertos olhando no fundo dos meus olhos dizendo que me amava e queria para sempre ver esse meu sorriso esse meu desejos nos olhos enquanto nos amarmos. Glberto pediu para eu entrelaçar minhas pernas em seu corpo e segurar em seu pescoço me levantou sem tirar seu pau de dentro de mim e me encostou as costas na parede com ele em pe e voltou a me foder.

_ Ta vendo toda essa imensidão de mar? não é nada comparado ao amor que sinto por você! quero que sinta e guarde para sempre essa sensação maravilhosa de estarmos aqui juntos com esta vista espetacular.

Gilberto beijava meu pescoço e socava rápido e fundo em mim eu estava extasiado com suas palavras aquela vista com meu amor entrando e saindo de mim me dando um prazer indescritível gozei em com meu pau esfregando em sua barriga peluda beijei intenso meu macho e disse olhando em seus olhos.

_ Você é e sempre será meu homem, meu macho meu amor!

Fim.

Autor: Mrpr2

Sobre este texto

mrpr2

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Publicação:23 de novembro de 2014 16:05

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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