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Do fundo do baú

Finalmente dei

Ola a todos espero que gostem dos fatos que irei relatar para vocês. Sou Matheus o mais novo de três filhos, meu irmão mais velho se chama Mauro e o do meio Marcos. Mauro era o mais tarado de todos estava sempre de pau duro dentro do calção sem cueca se exibindo através do volume que mais parecia uma tenda de circo, meu irmão do meio só ficava rindo achando engraçado e eu morria de vontade de abocanhar aquele cacete, mas nada dizia.
Meus pais se separaram, mas devido nossa insistência resolveram darem mais uma chance um ao outro e para tentar um recomeço acharam por bem mudarmos para outra cidade. Quando vi meu vizinho Fabrício me apaixonei de pronto, moreno claro, olhos verdes 1,60 de altura, era mais baixo que eu, mas uma gracinha meu coração disparava sempre que o via e mais ainda quando me contou que sempre que chegava em casa e tinha uma oportunidade batinha uma punheta, me imaginei depois desta confissão varias vezes batendo esta punheta para ele segurando seu pau macio e firme, fazendo movimentos e sorvendo seu néctar mamando naquela mamadeira de carne deliciosa. Minha grande chance veio quando seus pais viajaram e devido seus compromissos ele ficou em minha casa. Dividíamos meus irmãos e eu o mesmo quarto e com nosso hospede eram quatro em um único lugar. Mauro meu irmão mais velho já roncava, Marcos o do meio tinha começado a dormir e a luz do celular de Fabrício não apagava sabia que ele fazia algo, estava certo, Fabrício batia uma punheta e seu cacete já estava duro. Cheguei perto e sussurrei em seu ouvido para que ele metesse seu pau em mim e me virei de costas abaixando meu short, como eu ainda era virgem e ele também, não estava conseguindo enfiar, ficou apenas roçando seu cacete em mim, sugeri irmos ao banheiro, mas ele não quis então dormimos. No outro dia morri de vergonha, pois Fabrício contou aos meus irmãos que havia me comido na noite anterior, meus irmãos passaram a me zuar e a partir daí Mauro que sempre foi muito tarado sempre me sarrando quando via possibilidade, já o Marcos ficava de camarote assistindo e alisando seu pau.
Meus pais resolveram voltar a nossa cidade natal reencontrei então um amigo que se chamava Admilson estava muito feliz por reencontra lo e louco para perder com ele minha virgindade. Disse a minha mãe que iria à casa do meu amigo e fomos Admilson eu e sua irmã em uma moto, eu no meio dos dois com o pensamento a mil. Era à noite tudo escuro eu enviei a mão na sua calca logo o seu pau ficou duro como pedra porem tive que me controlar, pois sua irmã estava com a gente. Chegamos em sua casa, conversamos jantamos e na hora de dormir sua mãe jogou um colchão no chão para eu dormir na sala, todos apagaram as luzes ouvi o apenas o silencio eu sabia que ele estava me esperando,eu abri a porta do seu quarto bem devagar entrei e deitei em cima dele, senti seu corpo quente já estava com seu cacete duro como pedra aquilo me levou a loucura, dei um selinho em seus lábios macios , desci e tirei sua cueca como seu cacete estava grande 20 cm, não circuncidado, arregacei a cabeça e lambi sugando aquela babinha deliciosa, e fui aos poucos colocando seu cacete todo dentro da boca o quanto conseguia engolir, mamei muito, lambia toda a extensão, chupava só a cabeça hora o masturbava com a boca quase me engasgando quando tocava em minha garganta mas não parei ate que ele gozou em minha boca, engoli um pouco e passei o resto em nosso corpo e fiquei me esfregando em seu corpo. Admilson achou melhor não em penetrar naquela noite com medo de que seus pais acordassem tive que ter um pouco mais de paciência, mas ficar com ele daquela forma recebendo vários beijos e abraçadinho foi maravilhoso, coloquei meu celular para despertar as 5:30 da manha para voltar para a sala para que ninguém percebesse.
No dia seguinte após o café da manha sua mãe nos pediu para irmos colher pequi, pensei ser minha grande oportunidade apenas nos dois no meio do mato, não perdi tempo e a cada pequi colhido passava a mão em seu cacete ate que perceber que já estava duro, desabotoei sua calça, mamei um pouco deixando bem babado, abaixei meu short e pedi para que ele me comece. Admilson começou a me sarrar, eu estava louco para me entregar, já arfava sentindo a cabecinha do seu pau brincar na entradinha do meu buraquinho ainda virgem, porem Admilson sussurrou em meu ouvido disfarça e levanta o short que vem gente. Que raiva que me deu nossa, parecia que algo estava indo contra eu dar o cu.
Antes de chegarmos à casa de Admilson comprei um lubrificante, estava decidido nada iria me atrapalhar na proxima tentativa. Almoçamos comi muito pequi que gosto muito kkkk, a mãe de Admilson foi levar sua filha mais nova para a escola e disse que iria passar na casa da irmã dela, o pai de Admilson que almoçava em casa voltou para o trabalho deixando apenas nos dois na casa. Quando o portão fechou dei um tempo para ver se alguém iria voltar, fui conferir la fora, tranquei o portão e entrei correndo dentro da casa pulei em cima de Admilson me pendurando em seu pescoço e envolvendo o com minhas pernas em sua cintura, Admilson foi me levando para seu quarto me beijando a boca o rosto e o pescoço, como era gostosa sua boca de lábios carnudos e macios, chupava sua língua, mordiscava em seus lábios, intercalávamos os lábios sugando hora o superior hora o inferior, tirei minha camisa e a camisa de Admilson que me encostou na parede do seu quarto me fazendo sentir seu corpo me pensando contra a parede e me beijando de uma forma que perdi o fôlego, lambeu meu pescoço e disse com aquela voz grave de macho olhando no fundo dos meus olhos castanhos.
_ Agora você será meu.
Me jogou na cama e veio por cima de mim me beijou a boca , me virou de bruços, passou sua língua em minhas costas e tirou meu short e minha cueca de uma só vez, passou a beijar e mordiscar minha bunda que eu empinava para facilitar. Admilson então separou minhas nádegas e me mandou segurar, me arrepiei todo quando senti sua língua na porta do meu cu querendo me invadir, me lambeu todo o rego, deixou firme sua língua e enfiou em meu cu me fazendo um maravilhoso cunete que retirava gemidos que vinham do fundo do meu ser, estava mais que entregue aquele desejo aquela vontade de ser penetrado.
_ Me come meu macho, quero sua rola toda dentro do meu cu! _ Gritei.
Admilson colocou uma almofada por baixo de mim para empinar mais minha bunda, lubrificou meu buraquinho com o lubrificante colocou o preservativo, posicionou seu cacete na portinha do meu cu e começou a me penetrar, por mais vontade que eu estava, por mais que estivesse lubrificado por sua saliva e lubrificante senti seu cacete me rasgar, doeu muito mais que eu imaginei, Admilson enfiou tudo de uma só vez parando apenas quando sentiu suas bolas na entrada do meu cu, então com tudo dentro ficou quieto me beijando a nuca pedindo para que eu relaxasse que o prazer viria em seguida, que meu cu era maravilhoso quente e gostoso, e que me foderia muito ainda que me comeria todos os dias se pudesse, dizia que eu era lindo, safado e gostoso, que eu seria só dele, com todas aquelas palavras ditas com aquela voz forte e grave do meu macho fui me acalmando, ate passar a rebolar na rola cravada em meu cu, então ele começa a socar devagarzinho acelerando aos poucos ate começar um bate estaca em meu cu que ardia feito brasa mas estava alucinado, tarado e com muito tesão pedia mais e mais rápido , segurava no lençol, mordia no travesseiro, gemia e gritava de dor e prazer. Sentia nosso suor escorrer frio sobre meu corpo, meu suor e o dele que pingava enquanto ele socava em minha bunda, anunciou o gozo gozando fartamente, enchendo o preservativo, se posicionou na posição de frango assado colocou novamente seu pau em meu cu e me punhetou ate que eu gozasse minhas pernas bambearam. Finalmente eu tinha transado e foi maravilhoso, doeu mais que o esperado, mas o tesão compensou. Voltei para a casa passei uma semana para me recuperar, nem permiti as encochadas de Mauro neste período. Voltarei e contarei novas aventuras aguardem.


Autor: Mrpr2 \\ co autor: matt31

Sobre este texto

mrpr2

Autor:

Publicação:25 de outubro de 2013 14:15

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 25/10/2013.

Comentários

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  • Alaor
    Postado porAlaorem27 de outubro de 2013 10:09

    Sou de Minas e também gosto de pequi só que no arroz. Ardeu?

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