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O casado e o negão da academia

O casado e o negão da academia

Meu nome é Miguel tenho 25 anos cabelos castanhos claros, olhos verdes, pele branca, sem nenhum pelo no corpo, casado com Ana de 23 loira, seios e bundinha pequena, branca, olhos castanhos, toda depilada. Sempre me relacionei com mulheres nunca tive nenhum caso ou experiência homo anteriormente, mas confesso que sempre fui um pouco atraído por homens másculos porem nunca tive coragem de me aproximar ou deixar que algo acontecesse ate então.

Eu estava um pouco incomodado com minha barriguinha, principalmente pelo fato de estarmos planejando férias na praia no final do ano. Estávamos em abril resolvi entrar na academia Ana dizia que era bobagem minha que amava minha barriguinha fazia coseguinhas e a beijava sempre fomos muito brincalhões e carinhosos um com o outro.

Eu entrava no trabalho as 9 hs passei a treinar das 7:30 as 8:30 não tinha muitas pessoas neste horário começavam a chegar quando eu estava indo embora o que era ótimo pois como eu era iniciante inibi um pouco aqueles estilo rato de academia do seu lado com aqueles pesos enormes ou levantando pilhas de peso e você ali com seu pesinho mas tudo tem que ter um começo.

Quando eu chegava já estava na academia Cléber um negão alto de 1,80 de altura, corpo esculpido não bombadão mais pro estilo slim, mas com uns brações e pernas principalmente as cochas, cara de enlouquecer e quando ele levantava a camisa mostrando aquele tanquinho eu me perdia naquele caminho da felicidade que descia do seu umbigo e sumia em seu calção que sempre estava com um delicioso volume.

Fiquei constrangido pensando que ele notou meus olhares quando veio falar comigo e logo disse que era casado. Cléber se mostrou muito simpático, agradável e disposto a me auxiliar em minha preparação uma vez que era mais experiente e disse que não me deixaria desistir ate trincar meu abdômen disse me dando soquinhos de brincadeira na minha barriga. Meu corpo se arrepiava toda vez que Cléber chegava e punha suas mãozonas em meu ombro, pedia para ver se eu estava evoluindo no tanquinho e passava a mão em minha barriga ou quando eu estava malhando e ele dava tapinhas em minhas pernas bom começou nas pernas, mas foi subindo subindo e já estava em minhas cochas.

Ana desde que casamos gostava de brincar com minha bunda dizia que tinha tara por bunda de homem apertava mordiscava e ate me fazia fio terra (enfiava o dedo em meu cu) eu ate curtia, mas com medo dela pensar algo sobre mim pedia para ela parar permitindo apenas algumas vezes fazendo com que ela insistisse um pouco, porem aquela situação com Cléber me fazia fantaziar e eu acabava pedindo para Ana me penetrar ela curtiu, mas para tentar fazer com que ela não desconfiasse disse que o motivo era que ela era minha esposa, que eu estava sendo machista em negar um desejo simples e que sabia que ficaria só entre nós.

Sabe quando você acorda super excitado de pau duro e não é só vontade de minar é um tezão que vem lá de dentro? Acordei assim Ana acordou atrasada e nem deu para transarmos fui para a academia.

Cléber já estava lá e especialmente lindo. E por incrível que pareça também parecia excitado alem do normal era uma sexta feira e a academia estava deserta somente nos dois treinando Cléber estava especialmente sexy com uma regata branca, um calção largo azul e com seu volume mais explicito o que demonstrava que também acordou excitado. Depois de alguns exercícios Cléber se aproximou puxando assunto e veio corrigir meus movimentos com a mão no meu peito disse para

eu deixa lo mais reto aberto menos curvado. Foi para traz de mim me encostando seu cacete duro nas costas. Alisou meus braços dizendo acertar a posição fazendo com que meu pau pulsasse dentro do meu calção. Na tentativa de esconder minha ereção ate que meu amigo fosse embora resolvi fazer um exercício onde eu ficasse deitado percebi que enquanto fazia seu exercício Cléber me comia com os olhos. Meu amigo terminou e ate relaxei pensei que iria embora, mas ele veio e ficou ao meu lado percebi que não tirava os olhos da minha bunda enquanto brincava com a pontinha da pelinha do cacete por cima do calção me deixando louco de tesão com seu pau na altura da minha cabeça. Logo terminei o exercício e disse que iria embora pois precisava organizar algumas coisas antes de ir ao trabalho e fui para o banheiro.

Estava tentando mijar, mas com tamanha excitação não saia, Cleber entra no banheiro e ao meu lado tira sua mangueira de 20 cm para fora dura. Tento não olhar me concentrar para mijar logo e sair dali, porem como se atraído por um imã meus olhos contemplam aquela maravilha.

_ Difícil ne mijar nessa situação, no seu caso ainda é mais fácil logo sua mulher da um jeito, mas e eu vou precisar arrumar alguém para descarregar você me da uma mãozinha?

_ Hã ... eu... é ... que isso Cleber sou espada cara, casado meu!

_ Estava perguntando se poderia me dar uma mãozinha para encontrar alguém cara, uma ex namorada uma amiga sua ou da sua mulher e olha do jeito que eu estou não espalha, mas ate um carinha discreto eu encaro na boa sabe branquinho boquinha macia assim conhece algum?

_ Eeee ... não, não conheço ninguém não mas qualquer coisa te dou um toque. Bom vou nessa porque aqui não vai sair nada mesmo.

_ É eu também vou nessa, olha aqui ta ate babando já.

Disse Cleber colocando o dedo na ponta do cacete e fazendo um fio com o pré gozo. Novamente involuntariamente passo a língua nos lábios, meu amigo percebe da um sorrizinho maroto e eu termino de abotoar o zíper e saio dali ate tremendo.

Estou no passeio quando percebo um carro diminuindo a velocidade ao meu lado.

_ Ei Miguel te dou uma carona é caminho não estava querendo chegar logo para arrumar as coisas?

Tentei argumentar, mas tudo em vão, argumentos rebatidos por Cleber e para não ser pego na mentira resolvi aceitar a carona afinal, ele não me agarraria ali no carro no meio da rua ne?

De repente Cleber entra em um prédio.

_ Vamos passar aqui em casa rapidinho bom que você conhece meu ap. e prometo que te levo em casa é rapidinho preciso mesmo ir perto da sua casa só vim pegar o que preciso entregar. Ate tentei argumentar, mas nada veio em minha cabeça.

Cleber entrou e a primeira coisa que fez foi tirar a camisa deixando seu peitoral a mostra, aquela barriguinha perfeita, pegou água perguntou se eu queria respondi que sim afinal minha boca estava seca. Cleber me entrega o copo e diz que estou tremendo, digo que deve ser cansaço da academia fiz muito esforço,

_ Parece que esta comedo de algo.

_ Não, não nada disso.

_ Desde la na academia parecia que estava me evitando.

_ Deixei o copo em uma bancada e me afastava a cada passo de Cleber mas ele dava passos maiores que eu e acabei enconstando na parede tendo aquele monumento coladinho em mim bem na minha frente.

_ Tem certeza que não tem nada te incomodando?

_ Te.. te tenho

_ Que bom!

Mal terminou de falar fui surpreendido por sua boca na minha, Cleber segurou meus braços contra meu próprio corpo, sua língua quente áspera grande invadindo minha boca seu corpo suado quente com cheiro de macho se esfregando no meu seu cacete duro feito rocha querendo rasgar aquele calção esfregando em minha barriga, me rendi e o beijei. Cleber soltou meus braços e apertou minha bunda eu alisava suas costas sentia sua carne firme seus músculos.nossas línguas duelavam em nossas bocas, seus lábios chupavam os meus fomos caminhando ate cairmos no sofá Cleber sobre mim, me tirou a camisa e chupou meus mamilos saiu de cima de mim desceu minha calça eu ia falar algo mas ele me virou me empinou a bunda e começou a mordiscar, beijar e lamber minha bunda massageava como se fosse uma massa de pão, sentir sua língua em meu rego me fazia delirar, quase gozei quando senti sua língua invadir meu cu parecia que estava me comendo com ela. Então depois deste cunete maravilhoso Cleber se levantou e me fez agachar e chupar seu cacete, meio sem jeito tentei fazer como as mulheres dos filmes que assistia e orientado por meu amigo logo peguei o jeito, mas colocar aquela imensa jeba na boca não foi tão fácil, mas consegui tirar lhe gemidos de prazer. Cleber sentou se no sofá e enquanto eu o chupava, lambia seu saco e sua viria ele massageava meus cabelos ate que me puxou e beijou minha boca sentindo o gosto dela misturado com o do seu pau.

Cléber se levantou e pediu para eu ficar de joelhos no sofá e empinar bem a bunda. Meu amigo abriu bem minha bunda enfiou a lingua dentro e Babou deixando bem lubrificado encaixou a cabeça do seu cacete na entrada do meu cu direcionando com uma mão puxou meu rosto de forma que pudesse me beijar com a outra mão colocou no meu peito como em um abraço enquanto me beijava enfiou seu cacete senti uma dor me invadir e o desejo de escapar, sua mão propositalmente no meu peito me impedia comprimindo me fazendo colar minhas costas em seu peito seus lábios não me largavam e fui relachando ao perceber nova investida e outra ate que todo sei cacete estivesse dentro de mim feito uma lança incandescente. Aos poucos fui relachando mais e me acostumando com aqula invasão com a as Judá de seus beijos, dos seis carinhos em meu peito e apertos em meus mamilos. Cleber iniciou os movimentos de retirar e colocar seu cacete em meu cu bem devagar de inicio e apenas um pouquinho, aos poucos foi tirando mais e almentando a velocidade. Cleber beijava minha nuca e apertava meus mamilos cada um com uma mão. Sem tirar seu pau do meu cu foi me virando ee colou de frango assado enfiou tudo achei que entraria ate as bolas então me beijou a boca sugando minha lingua terminando chupando meus lábios em cima em baixo depois iniciou as estocadas segurou as minhas pernas e olhando no findo dos meus olhos metia rápido e cada vez mais rápido ate eu sentir seu pau querendo crescer ainda mais em meu cu Cléber meteu fundo gemeu forte e começou a inundareu cu de porra gemia seu pau pulsava dentro de mim começou a bater uma punheta para mim e com toda a excitação em que eu estava gozei logo espirrando no peito dele e no meu.

Fomos para o banheiro sem dizer uma palavra Cléber apenas sorria e meu Buraquinho descia porra como se eu estivesse mijando pela bunda. Cleber me beijou muito durante o banho me ensaboou

tirando toda a porra e o suor do nosso corpo. Meu anus ardia muito e ele disse para eu não me preocupar iria comprar uma pomada para eu me recuperar.

Não consegui me concentrar no trabalho assim que deu a hora voei para casa. Ana já tinha chegado tomei um banho, mas parecia que o cheiro de Cléber estava entranhado em mim o gosto de sua boca e seu pau em minha boca. Sai do banheiro e Ana no corredor me deu um beijo e perguntou como foi meu dia eu disse que senti muita saudade segurei seu rosto com as duas mãos e a beijei um beijo quente forte com minha língua invadindo sua boca e sugando sua língua como Cléber fez comigo retirando o folego de Ana levei ela para cama deitei sobre ela e mais beijos fui descendo beijando seu corpo, acariciei seus seios e mamei em cada um deles fazendo Ana gemer ela queria pegar em minha bunda mas não deixei segurei cada uma de suas mãos e me apoiei na cama para meter em sua buceta metia forte e rápido ate suar. Diminuía um pouco a velocidade a beijava retomava o fôlego esfregava meu corpo no dela e voltava a meter a virei de costas empinei sua bunda cheguei a pincelar meu pau em seu cu mas voltei a penetrar sua buceta passei meus braços por debaixo do teu corpo colando o meu no dela e meti forte mexendo apenas meus quadris ate gozar dentro de minha esposa. Não me desgrudei dela ficamos agarradinhos ate adormecer e foi assim que me tornei bissexual. Confesso que pensei naquele momento que nunca mais iria transar com homem que tinha sido apenas um momento, pois eu amava minha esposa e não queria perde la, porem a vida é cheia de surpresas mas esta é uma outra história.

Autor: Mrpr2

Sobre este texto

mrpr2

Autor:

Publicação:22 de setembro de 2014 16:07

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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Comentários

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  • soraia
    Postado porsoraiaem7 de dezembro de 2014 02:21

    que delicia sou uma mulher tenho 19 anos e fiquei muito excitada com essa historia

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