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Do fundo do baú

O casal e o negão da academia.

O casal e o negão da academia.
Bom pessoal sou eu Miguel novamente para contar o que aconteceu depois da minha primeira experiência homo. Como vocês sabem sou casado com Ana não resisti ao meu amigo da academia e acabei transando com ele mal consegui trabalhar no dia depois do acontecido e quando cheguei em casa trepei como nunca havia feito com minha esposa. No fim de semana transamos loucamente, mas não permiti que Ana tocasse em minha bunda o que a deixou um pouco chateada, pois era sua tara bunda de homem, mas como estava mandando muito bem nas outras coisas ela aliviou um pouco, porem continuou a insistir e eu a não permitir e depois de mais uma transa bem quente de domingo para segunda dormi exausto.
Me virei na cama e senti uma mão ser colocada em minha cintura abri os olhos e vi Cléber deitado ao meu lado me olhando.
_Bom dia amor!
Disse Cléber Me dando um beijo. Aqueles lábios grossos chupando os meus, sua língua invadindo minha boca e sugando a minha, sua mão percorrendo meu corpo acenderam meu tesão matinal.
Cleber se descobriu alisou seu cacete já duro apontando para o teto e me disse que era hora do meu leitinho. Abocanhei aquele caralho mamei feito um bezerro massageando suas bolas masturbava o que faltava entrar na boca e logo fui alimentado com muita porra quentinha direto do cacete do meu negão. Cleber me colocou de lado empinou minha bunda para seu lado e foi introduzindo seu pau ate eu sentir suas bolas e iniciou o vai e vem. Saia e entrava forte me mordiscava a orelha dizia que meu cu branquinho era delicioso. Me virou de bruços e por cima de mim, metia vigorosamente enquanto eu gemia feito puta nova. Cleber disse que iria gozar e começou a repetir
_ Ta vindo amor, ai amor, ai amor, ta vindo, amor, amor, amor ...
Mas sua voz foi ficando diferente afinando de repente era como se fosse Ana minha esposa dizendo amor e realmente era acordei todo molhado de suor.
_ Era pesadelo amor? Você estava gemendo.
_ sim era, mas nem lembro o que era já passou.
Ana me abraçou me deu um beijo disse que iria trabalhar e como eu continuei na cama minha esposa me perguntou se eu não iria a academia o que disse que não Ana estranhou pois estava super animado para definir minha barriga para a praia e disse que não permitiria minha desistência que iria me apoiar, diante disso sem poder dar uma justificativa plausível, levantei e fui.
Cléber já estava lá mal conseguia olhar para ele que percebeu meu constrangimento e ficou apenas de longe me observando. Quando ia embora parou perto de mm e disse que não queria perder minha amizade que já me considerava um irmão me deu um abraço só com um braço e uns tapinhas em meu
peito e foi embora ficamos uns dias assim mas aos poucos voltamos ao normal na sexta feira iria ter um corte de energia no setor do escritório onde eu trabalhava e conhecidentemente onde também ficava a empresa que Cléber trabalhava. Neste dia chegamos junto e na saída Cléber me ofereceu uma carona e me convidou para dar uma passadinha em seu AP. Já que não tínhamos compromissos e ele disse que era sem segundas intenções e também sem pressão. Chegamos ao AP. Começamos a conversar era impossível não lembrar o que tinha acontecido ali. Cléber tirou a camisa aquele seu cheiro de suor de macho se espalhou pela sala, a visão daquele peitoral perfeito sendo alisado por suas mãos grandes fizeram minha barraca armar e não teve como disfarçar pois estava com uma regata. Meu amigo me perguntou se eu queria água e aceitei quando veio me entregar olhou no fundo dos meus olhos colocou o copo na divisória entre a sala e a cozinha colocou uma mão em minha bunda e deu uma apertada colocou a outra mão em minha nuca e me puxou para mais um de seus beijos quentes não consegui resistir logo estávamos tirando nossas roupas eu de quatro na cama e Cleber metendo vigorosamente em meu cu ate enche lo de porra.
_ Porra Cleber sou casado cara eu amo minha mulher ela não merece ser traída assim.
_ Eu sei Miguel, foi mal cara eu disse que não iria fazer nada, a culpa foi minha, mas não resisti foi mal ai.
_ Não, a culpa é minha eu sou casado você não.
Conversamos e fui para casa e quando Ana chegou transamos como loucos novamente e depois da transa confessei o que tinha acontecido, pedi perdão disse que a amava e que não deveria ter acontecido novamente, mas que eu lhe prometia que tinha sido a ultima vez. Pensei que Ana iria me deixar, brigar, me expulsar de casa, mas pelo contrario me deu um beijo e disse que não tinha nada de que me perdoar que desde antes de nos namorarmos ouvia rumores que eu era homo, mas me achava atraente e gostava do meu jeito, aproximou mais de mim se encantou ainda mais comigo com minha forma carinhosa de tratar as pessoas, respeitoso, educado, namoramos, casamos e não se arrependia nem por um instante em ter se casado comigo me confessou que sempre teve um pouco de medo deste meu lado homo aflorar e eu a deixar perguntei se era por isso que ela insistia em mexer em minha bunda, fazer fio terra Ana disse que também mas que realmente achava bunda de homem bonita sempre gostou e se sentia realmente realizada já que nenhum de seus namorados anteriores permitia a brincadeira.
Depois de uma longa conversa Ana disse que queria conhecer Cleber como era sexta feira disse que no outro dia o chamaria para um almoço. No sábado chame meu amigo para um almoço em casa ele estranhou, mas aceitou depois de ver e conversar um pouco com Cleber Ana me chamou para dentro com uma desculpa e disse que realmente ele era muito bonito e parecia ser bem legal e me perguntou se realmente o cacete dele era grande e gostoso, percebi a excitação de Ana e ela que eu tinha notado e me confessou que tinha duas vontades antes de se casar comigo que tinha ficado guardadas uma era de transar com um negro bem dotado e a outra era de transar com dois homens ao mesmo tempo e ver um comendo o outro disse então que não eram duas mas três desejos e que conversaria com meu
amigo para ver se ele topava, Ana ficou euforia e me deu um beijo ardente coloquei a mão em sua bucetinha por debaixo da saia e vi que estava molhadinha de tesão.
Voltamos para sala e enquanto Ana fazia um suco eu conversava com Cleber contei a minha conversa do dia anterior confessando sobre o que tinha acontecido entre nos e a de hoje dos desejos de Ana. Cleber precisou de alguns minutos para processar tudo, mas seu pau olhando a bundinha de Ana quando ela entrou na sala com o suco o denunciou Ana nem disfarçou olhando seu volume e Cleber se desculpou tentando cobrir com a almofada voltamos a conversar e Ana sentada entre eu e Cleber disse que estava muito calor que não sabia como estávamos agüentando ficar com aquelas camisas que se fosse homem já teria tirado a dela também Cleber tirou logo a sua e disse que ela poderia tirar a dela também poderia ficar a vontade afinal ela estava na casa dela era o sinal de que ele topava. Ficamos os três sem camisa Cleber já atacou um dos seios de Ana e começou a chupa lo, Ana passou a alisar o cacete de Cleber por cima de seu short e o meu também. Ana retirou nossos cacetes para fora eu levantei e minha esposa passou a chupar meu pau enquanto era masturbada por Cleber que enfiava seus dedos em sua buceta afastando sua calcinha e ao mesmo tempo mamava em seus seios. Cleber se levanta e me beija Ana se reveza em mamar o cacete de Cleber e o meu e diz que esta louca para sentir aquele cacetão enorme em sua buceta vamos então para o quarto e Cleber sacia o desejo de Ana a comendo de frango assado enquanto ela me chupa Ana então pede para eu come la e enquanto eu a como pede para Cleber comer meu cu. Cleber vai para traz de mim e começa a introduzir Ana assiste tudo pelo espelho do guarda roupa.
Ana deitada eu por cima dela metendo em sua buceta e Cleber em pe metendo em meu cu não demoro muito a gozar e Cleber a gozar em meu cu que aperta seu cacete deitamos os três na cama e ficamos nos alisando e beijando. E assim incia a nossa amizade a três regada a muito carinho e sexo.
Autor: Mrpr2

Sobre este texto

mrpr2

Autor:

Publicação:29 de setembro de 2014 20:18

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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