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Do fundo do baú

De olhos vendados


Marcou o encontro. Não precisou de muitas tecladas para o tesão aflorar. As palavras fluíam, quando, sem combinar, eles se encontravam naquela sala de bate-papo. Para ela, o que havia de mentira ou verdade não importava, o risco que a deixava excitada. Ele era intenso, ela era envolvente. Ele queria relacionamento, ela queria relação. Sentia-se uma mulher indecente naquelas madrugadas. Fantasiava encontrar aquele estranho de olhos vendados. Já tinha o roteiro, chegando à sua porta, colocando as vendas, tocando a campainha, pernas tremendo, coração saltando em seu vestido esvoaçante.

Lembrou-se que novinha, ainda virgem, fez algo parecido. Por telefone foi seduzida e, às cegas, foi ao encontro de um estranho num prédio ao centro. Que perigo correu por apenas um beijo. Sorte.

Tempos depois, ela se repetiu. Dessa vez no avião com o passageiro ao lado. Não provocou a situação (ao menos assim pensava). Doze horas de vôo. Com as mãos apalpou e foi apalpada, sem um olhar, nenhuma palavra, tampouco despedida.

Mas não era isso que ela queria contar! É o próximo momento em que sentirá a mulher indecente que tem em mente.

Abrindo a porta ele a puxa para dentro lhe metendo um beijo na boca. Sente o gosto, o clima, a música que toca. Com os sentidos despertos eles se agarram. Como é perfeito o encontro imponderado. Ele também tinha um roteiro esperando. Se jogou no sofá agarrado nela que cai em seu colo. Cheirando-se, lambendo-se. Despindo-se ao embaraço dos olhos vendados e na rapidez do desejo a ser realizado, começam o ato:

Ele tinha dito suas preferências. Colocou-a de quatro e começou a passar seu cacete na boceta para lubrificar onde, de fato, tinha a intenção de penetrar. Ela arrepia. Geme, tensa, sabe que precisa relaxar para não sentir dor.

- Meu nome, diga meu nome...

- Vagabunda, puta. É esse o seu nome...

Silêncio. Transe.

Não era aquilo o que ela queria?

Pegando seus cabelos, batendo em sua bunda ele enfia o mastro naquele buraco apertado. Ela urra. Sente dor, prazer, sente-se fêmea.

Cavalga.

- Ai...ai...

- Ai o quê?

- Devagar!

- Você disse que gosta!

- Ai..

- Vou te foder todinha.

- Até quando?

- Até que desmaie.

- Mais o quê?

- O que mais quiser.

- Quero tudo, quero a noite inteira.

- É mesmo insaciável?

- Te disse que era, eu não minto...

- Eu também não minto..

Desvendados.

Sobre este texto

Nádia

Autor:

Publicação:27 de janeiro de 2013 12:31

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Este texto foi lido 607 vezes desde sua publicação em 27/01/2013. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • paulo magalhaes
    Postado porpaulo magalhaesem24 de março de 2013 13:55

    um lindo conto que muitas vezes acontece no dia a dia

  • pablo
    Postado porpabloem8 de março de 2013 00:04
    pablo é um autor no História Erótica

    Nádia, teu conto é lindíssimo...PARABÉNS!
    Me inspirei em você e escrevi uma poesia...Está publicada nesta página, de título VERMELHO.
    Leia as iniciais, è um ACRÓSTIMO : TU ÉS NÁDIA.
    Tomara que gostes...
    BjS. do colega PABLO.

  • Nádia
    Postado porNádiaem2 de fevereiro de 2013 19:01
    Nádia é uma autora no História Erótica

    Olá, Sheila,

    Obrigada por seu comentário! Não precisa de muita coragem para escrever uma história, é só dar o primeiro passo que ela vem, tente.
    Bjim

  • Sheila Carvalho
    Postado porSheila Carvalhoem30 de janeiro de 2013 15:16

    Nossa moça, que delícia de conto. Tenho umas histórias ótimas o que me falta é coragem. beijos

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