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Do fundo do baú

Na mesa

O cenário é a cozinha de uma fazenda com um fogão de lenha e uma mesa de madeira. Mexo com vigor uma panela, meu corpo mexe junto. Estou suada, de camiseta, sem sutiã e de saia. Cabelo preso, descalça, distraída.

Ele chega em silêncio e me vira bruscamente. Pela cintura me suspende e me coloca sentada na cabeceira da mesa.Sedento, beija meu pescoço e vai descendo com a língua, abaixa as alças da minha camiseta e passa a língua em meus seios que viram dois bicos duros. Começa a mamar, a sugar, a dar mordidinhas. Fico sensível mas ele continua chupando. Penso em como meus seios ficarão amanhã. Gosto que ele deixe marcas em meu corpo, isso me dá a sensação de pertencimento.

Pára, empurra levemente o meu corpo, levanta minha saia e dobra minhas pernas. Fico aberta. Ele tira o cinto, abaixa sua calça e coloca para fora o cacete já duro. Com dois dedos abre minha xota batendo com o pau na portinha. Levanto meu corpo e peço que me penetre.
-Calma, estou só começando, coloca e tira...

Quase implorando, peço a ele que enfie tudo. Ele responde:
-Fique quietinha ou não vai ganhar hoje...

Minha boceta úmida lateja de vontade, escorrega, brilha. Ele passa a língua, secando-a, com voz rouca me diz:
- Gulosa, como é gulosa...

Continua em provocação.

Vulnerável, pronta para ser metida e ele se esfregando, fazendo que vai penetrar e não penetrando.Com o corpo agitado abaixo e levanto o quadril, tento me levantar mas ele não permite, pega o cinto e amarra meus braços para trás, dizendo em pleno controle:
-Se você se mexer não meto meu pau em você.

Começo a suar de desejo e fraca, imploro:
-Por favor, não suporto mais....
-Fica boazinha, não se mexa, se submeta, se entregue para mim.
Respondo já estar.
-Não, você ainda não está entregue, ainda não se rendeu, não totalmente. E lambendo minhas coxas coloca um dedo e torce ele lá dentro.

Exausta, numa profusão de sentimentos e desejos solto meu corpo, ou é meu corpo que me solta. Tudo que estava tenso, relaxa. Começa a descer lágrimas em meus olhos, não de choro, talvez de esforço, não sei, não penso.

De repente ele enfia o pau de uma só vez. Arrepio e me surpreendo, ele não faz o movimento de entra e sai. Fico louca.

Deitando seu corpo sobre o meu faz um carinho em meu rosto.
Num lamento, numa voz que nunca me ouvi, olhando em seus olhos, digo:
-Mete...enfia.. .fode...vem...

Ele me manda fechar os olhos.
-Não, não... minha voz não sai mais, meu corpo não reage, sou só minha boceta, sou toda boceta, uma xoxota, um buraco querendo ser penetrado, tomado, estuprado....
....e meus olhos se fecham. Ele vira meu rosto e me dá um beijo, seguidamente, um tapa, que estala, ecoa, silência.

Em rápidos gestos e com a respiração ofegante, ele solta o cinto que me prende. Se levanta. De pé e com a pelve toda movida à frente, braços soltos e pernas firmes, mete o pau com tanta força em mim que suas bolas batem em minha bunda, a mesa se mexe, range, acompanha os movimentos, meu corpo vai e vem em cima dela, e, a cada pistolada, estocada, aperto forte a ponta do pau com minha boceta e grito:
-Não goze agora, não goze agora (é minha vez de sacanear)

O cacete pulsa, sinto a veia, um ferro, um macho, a cada investida funda aperto e como aquele pau. Quero prendê-lo, quero não deixá-lo sair nunca mais...

Enfim, mando:
-Enche minha boceta de porra...
Ele geme alto, agudo, gostoso, profundo, numa esporrada divina em quantidade que escorre em minhas pernas...na mesa...no chão....

Sobre este texto

Nádia

Autor:

Publicação:27 de janeiro de 2013 12:27

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Este texto foi lido 385 vezes desde sua publicação em 27/01/2013. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • paulo magalhaes
    Postado porpaulo magalhaesem24 de março de 2013 14:07

    parece uma historia real!

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