Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

A Trosoba de Raimundo Escopeta

Por Narceja®


Chamava-se Raimundo Escopeta. - Da onde saiu isso? Do Ceará, de uma cidadezinha chamada Canindé. Cabra da Peste que se mudou para São Paulo e foi morar no meu prédio em dezembro do ano passado.

Tinha 38 anos. Era engenheiro mecânico e trabalhava o dia inteiro em uma fábrica da região. Soube de seu apelido pelo porteiro fofoqueiro. Este contou-me que havia recebido uma carta com esse nome “Raimundo Escopeta... “ Como os nordestinos gostam de apelidos! Eu claro, bem sabia que um apelido desses não era a toa não senhor! Tinha coelho naquele mato!

Estava sem namorado há uns 4 meses e o pior... Sem sexo! Não que eu pense nisso o dia inteiro, mas grande parte do dia sim! Há de haver alguém que me acuse erroneamente de ninfomaníaca, mas não, não sou! Eu escolho as minhas próprias vítimas!

Enquanto ninguém consegue capturar-me brinco de caçar homens. Alguns em especiais tornaram-se inesquecíveis, ou pelo sabor de seus fluídos ou pelo aroma de seu sexo. Enfim, Raimundo Escopeta me chamou a atenção pela postura que apresentava.

Um homem baixo, não mais de 1,60, mas forte e pesado. E o pesado em questão não se trata de gordura, mas de ser um homem com pernas grossas, braços musculosos, sem exageros, bundinha de soldado americano e uma barriguinha...

- Ah... Narceja, como vou saber se ele tem namorada? Perguntou o Porteiro Deríca.
- Você passa a noite aqui, presta atenção no movimento! Viado!
- Ah, é? E a senhora pode me dizer o que eu ganho com isso?
- Ué... Ver sua amiga feliz! Satisfeita... Respondi sorrindo.
- Ver minha amiga bem “folgada”! Isso que você quer dizer! Por que, querida, com aquele apelido que eu vi na carta, Raimundo Escopeta, não deve ser coisa pouca não. Será que você tem chance? Sei não guria...
- Oh meu filho... Se enxerga! Já me viu pedir chance a homem? Quando eu quero não pergunto, vou lá e pego!
- Eh... Se serve de ajuda, sei que ele fica na piscina no domingo de manhã, mas bem cedo, das 9 às 11.
- Agora você me disse alguma coisa útil!
- Eh, essa quero ver querida! Dizem que todo Raimundo tem a “trosoba” descomunal!
- “Trosoba”? Indaguei.
- Devo ter lido isso em algum conto erótico dessas devassas que escrevem por aí... Disse olhando de rabo de olho para cima.
- “Hic”! Abafa o caso! Engoli a seco.

No Domingo, levantei cedinho a muita custa, vesti o biquíni cortininha
que deixava o volume da minha “boca de baixo” bem visível. Passei antes o dedo na rachinha para verificar a quantidade de mel que dela brotava. Cheirei e provei...

Era gostoso sim e isso me dizia se era à hora de dar ou não. E sim, estava na hora de dar! Desci em direção à piscina. Passando pela recepção, cumprimentei a mocréia que lá trabalha e fui para piscina. Assim que avistei a água azul vi também as cadeiras todas vazias! Super! Lá estava eu de salto alto, biquíni cortininha, depiladinha, cabelo na chapinha, óculos Paris Hilton e nem um ser vivo, a não ser a cara de bolacha do Porteiro, que insistia em sorrir de longe para mim.


- Cadê? Perguntei fazendo gesto com as mãos!
Deríca então apontou sorrindo para mim e quando me viro dou de cara com o Raimundo Escopeta segurando a toalha e uns livros na mão.
- Bom dia... Disse tímida.
- Bom dia. Respondeu passando por mim e indo se sentar a beira da piscina em uma cadeira afastada de mim.

Ele vestia uma bermuda colorida até o joelho e uma camiseta branca de alguma marca esportiva. Olhei para os lados perdida, sem saber o que fazer e me sentei na primeira cadeira que vi pela frente.
O sol estava queimando São Paulo nesse dia, fazendo-me suar e sentir o suor escorrer por entre minhas coxas grossas.

Protegida pelas lentes escuras dos óculos, pude ver a hora que Raimundo tirou a camisa mostrando um peito todo cabeludo e bem definido, peito forte e moreno, bronzeado do sol. Uma delícia Nordestina de fino trato. Pronto, “ela” começou a suar também quando viu aquele exemplar nato da raça masculina e dali em diante, já sabia que entraria na sua rola na primeira oportunidade que tivesse. Mas claro, precisava fazer a minha parte.

Para uma moça tímida, é sempre uma dificuldade provocar um homem. Mas quando fecho os olhos e me imagino deitada de perna abertas levantadas para cima, e sentindo-me mulher enganchada com um homem, toda a timidez desaparece e a ousadia toma-me por inteiro.
Respirei fundo, olhei para a bocetinha pidona e caminhei em sua direção.
Raimundo já havia saído da piscina e deitava na cadeira tomando sol.
Passei pelas cadeiras brancas que nos separavam e cheguei na cadeira vizinha a dele:

- Posso ficar aqui? Perguntei com segundas intenções.
- Mas é claro, disse sentando-se na cadeira. E olhando para meu busto.
- Olá, me chamo Narceja e você?
- Raí, prazer! Disse me estendo a mão juntamente com um lindo sorriso.
- O prazer é todo meu. Mas é Raí de Raimundo? Disse sentindo seu beijo molhado em minhas bochechas.
- Sim, é sim! Mas então está quente não...
Então meus caros leitores, vou lhes poupar do diálogo inicial que traçamos em alguns minutos.
Raimundo se mostrou bem mais audacioso do que eu esperava. Confesso que não esperava dele tal atrevimento, o que me deixou bastante encabulada, principalmente com seus olhares e cantadas.
- Então Narceja, o que você acha de vir hoje ao meu apartamento tomar um vinho e me conhecer melhor? Perguntou com visíveis terceiras intenções.
- Não sei se posso, amanhã preciso acordar cedo para ir trabalhar! Queria sair dali o mais rápido possível, de tímido aquele homem não tinha era nada.

- Que isso... Não se preocupe, é só uma visita! Coisa rápida, prometo que te levo para cama cedo... No bom sentindo! Disse sorrindo.
- Não sei mesmo Raí... Havia perdido o interesse com suas investidas... Gosto sempre de estar sobre o controle da situação e percebi que Raimundo era um caçador assim como sou.

- Vamos fazer o seguinte? Eu vou colocar uma música bem legal para nós acompanhado de um bom vinho. A gente conversa e prometo que você vai embora em 2 horas, o que acha? Não vai negar! Sou um homem solteiro, estou me sentindo tão sozinho...

- Se é assim... Então ficamos combinados para a noite.
Com tanta insistência acabei aceitando o convite do vilão. Da arte da sedução entendia bem e sabia do seu plano maquiavélico para me faturar. Comecei então a achar interessante armar um bom esquema para dar-lhe uma lição.

De volta ao meu apartamento, pensei em um bom plano a tarde inteira. Fui até o closet e me olhei no espelho, sempre o faço para pensar. Tirei o biquíni e fiquei nua me olhando, apreciando meu corpo, desejando-me de certa forma. Mentiria se negasse que não pensara em seu pênis dentro de mim, sim pensei! De tal forma que apertei meus seios e o vi ali atrás de mim, encostando o pau duro na minha bundinha macia.

- Quer? Ele perguntava no meu sonho.
- Quero muito! Estou precisando! Respondia já com uma mão molestando o clitóris.
Embriagada por esses pensamentos, caminhei até minha cama e deitei-me abrindo as pernas, escancarando-as por inteiro para receber a estocada imaginária de um pênis, que poderia ser sim o dele, mas também o de um desconhecido.

E nessa hora, enfiei dois dedos dentro com força e rapidamente. Tirei-os de dentro de mim e cheirei profundamente sentindo-me no cio. Voltei a molestar meu clitóris melando meus dedos em meu mel e gemendo baixinho, falando palavras desconexas, me chamando de nomes vulgares e profanos, me imaginando em lugares proibidos e situações inusitadas onde sempre era coberta por tora de carne grossa e pesada.

- “Vou gozar...” Disse baixinho rebolando na minha mão.
- “Goza na minha rola”, disse alguém em meus delírios masturbatórios.
Apressei o movimento e gozei gostoso me contorcendo de tesão e acalmando minha xotinha, para poder jogar e ganhar de meu oponente, logo mais a noite.

A verdade é que meu plano já estava bem arquitetado: O excitaria a tal ponto de deixá-lo com a ferramenta ereta e pronta para o abate, mas depois sairia do apartamento, deixando-o literalmente na mão. O que seria bem mais aprazível, (Para mim) claro, vê-lo subir pelas paredes e nada fazer... Se ele estava acostumado a esses joguinhos de comer meninas a custa de investidas, iria se dar mal comigo!

Ás 19hs da noite já estava bem arrumada e cheirosa, pronta para a batalha e bem disposta a brincar com meu semelhante. Vesti um vestido soltinho vermelho, bastante simples até os joelhos, mas com um decote generoso que ressaltava os meus seios grandes e bicudos. Coloquei um pouco de perfume entre as coxas e um batom vermelho leve. Soltei os cabelos loiros que batiam no final das costas e segui em direção a sua porta, no 5º andar do prédio, apartamento 501.

- Boa noite, Narceja! Está linda! Disse ao abrir a porta.
- Boa Noite, Raí... Entrei olhando-o de soslaio.
Raimundo me olhou com fome e trancou a porta me apresentando o sofá de sua sala. O apartamento era muito bem decorado, com perfeição e cuidado raros para um homem solteiro. A sala possuía móveis brancos, assim como o sofá. Na mesinha do centro se encontravam duas taças e um vinho já aberto, esperando-nos.

- Por favor, sente-se! Pediu sentando-se ao meu lado e pegando a garrafa de vinho para encher as taças.
- Obrigada! Lindo o seu apartamento! Estou admirada, tem tão pouco tempo aqui no prédio e já mobiliou tudo tão perfeitamente. Olhei sem disfarçar para o volume de sua calça.

- Tenho um gosto requintado, gosto do que é bom e belo. Principalmente quando se trata de receber mulheres tão belas quanto você. Cantou-me olhando para meus seios enquanto me entregava a taça de vinho.
Tomei um pequeno gole de vinho, olhei para seu volume com a intenção de ser flagrada por ele. Cruzei as pernas, sorri e disse:
- Obrigada, Raimundo Escopeta.

- Como? Como sabe do meu apelido? Indagou surpreso.
- Tenho minhas fontes... Mas confesso que fiquei bastante curiosa, por que o apelido afinal?
Ele riu bastante e ficou um pouco sem jeito. Era o ponto que eu queria chegar! Desarmá-lo!

- Então, me explica essa história de Raimundo Escopeta! Insisti.
- É melhor mudarmos de assunto! Disse em tom de me instigar.

- Não, estou curiosa, conta a historinha, quem sabe eu gosto! Disse desafiando-o e sentindo-me mais uma vez no controle da situação. Por pouco tempo! Caros leitores, por que não esperava nunca em minha vida de caçadora uma resposta tão insolente de um macho:
- Não é um caso para ser contado e sim para ser demonstrado! Então Narceja, queres ver o motivo pelo qual me apelidaram de Raimundo Escopeta?

Desarmada e sem reação de ataque, recuei por alguns segundos sorrindo encabulada e recuperando a coragem disse:

- Mostra! Que eu te mostro a pequena “Narceja” também!
Raimundo sem acreditar no que havia acabado de ouvir, sorriu com os olhos, se levantou e já vi o volume alterado de sua calça. Tirou o cinto, abriu a calça, abaixou a cueca e vi...
- Muita calma nessa hora...

Vi o maior pênis que meus olhos já haviam visto na minha vida! Raimundo tinha um espetáculo de cacete, deveria ter realmente uns 20 a 21 centímetros, não sei ao certo, sei que era grosso, bastante grosso, um rolão de fazer inveja ao kid Bengala (Ator de filmes pornôs).
- Então, gostou? Disse segurando no cacete!

Seu pênis era bastante carnundo, de veias bem visíveis e grossas, verdes que desenhavam todo o corpo do pau. Não era circuncizado, mas possuía pouca pele, que ficava na metade da tora de carne.

A cabeça da “trosoba” era vermelha e bastante grossa, escorria dela um líquido denso de cor transparente, pegajoso. Os testículos de Raimundo Escopeta, também não ficavam atrás, formando um conjunto precioso com o pênis. Uns bagos grandes que batiam em suas coxas, formando duas bolas cheias, onde uma parecia bem maior que a outra. A fina linha que separava os testículos se assemelhava a uma costura frágil de veias finas, porém firmes e intensas.

Diante daquele monumento, fechei os olhos por alguns segundos e senti o cheiro de macho vindo do saco preto de Raimundo. Meus planos tinham ido por água abaixo, por essa eu não esperava! Já excitada, com vontade de dar para aquela rolona, ainda teimei em tentar controlar os comandos de minha xotinha e provoquei.

- Agora senta e olha a minha! Disse levantando e empurrando-o para o sofá com o intuito de que ele sentasse, o que ele fez prontamente.
Raí sentou-se com aquela tora de carne na mão se masturbando e sem acreditar muito no que estava acontecendo.

- Mostra, que eu quero ver se aguenta isso aqui! Disse balançando o pau.
Olhei nesse momento para a porta de saída, e lá estava a chave... Mesmo com tesão, iria provocá-lo e tentar me manter no plano; o de excitá-lo e sair fora!

Minha xotinha que me perdoasse, mas era uma questão de honra vencer aquele jogo de sedução, afinal, Raimundo era um adversário forte.
Com as pernas suadas pelo líquido que escorria da bocetinha, levantei o vestido mostrando a mini calcinha vermelha com rendinha na frente desvendando a olhos vistos uma rachinha depilada e carnudinha.

- Olha e vê se gosta! Disse puxando a calcinha para o lado e mostrando a xotinha para ele, correndo em seguida em direção a porta de saída.
Nesse exato minuto, antes de chegar a porta, Raimundo se levanta apressado e me agarra me impedindo de chegar até a mesma.

- Me solta... Pedi.
- Não vai embora me deixando assim não! Gritou falando grosso!
- Me solta agora ou vou gritar! Ameacei.
- Vai fazer essas putarias com os manes daqui! Comigo não, minha filha! Olha a tora como está? Está pensando que vai brincar com homem? Ao dizer isso me virou e me beijou a força enquanto me debatia tentando me desvencilhar dele.

Raimundo de pau duro me puxou até o sofá beijando-me e abafando meus gritos, vencendo a minha resistência.

- Calma... Calminha que comigo é só amor! Disse me jogando no sofá e caindo por cima de mim, tirando meu vestido, apertando meus seios.
Suas pernas prendiam as minhas e sentia o pênis encostar em minha calcinha, abri involuntariamente as pernas para sentir o roçar da escopeta em minha gruta.

- Parece que você vai levar um tiro de Escopeta hoje... Disse ao me beijar forte.
Raimundo parecia ensandecido de tesão me pegando, enfiando a mão em meus seios, me beijando, enquanto me entregava toda para ele.
Sem mais poder resistir e já sentindo a xota chorar por rola, deixei rolar... Fingi então rejeitá-lo:
- Me solta, não quero dar para você!
- Mas vai dar para aprender a não provocar homem, safada!
- Não! E empurrei-o com força chamando-o de viado.

- Viado?! Você vai ver agora o “Viado” Cachorra Safada! Ao dizer essas palavras, Raimundo pegou no cabo duro e puxou minha calcinha para o lado enfiando a tora com toda a força me fazendo gritar alto e ter a boca tapada por sua mão. Senti sua rolona devastar meu canal vaginal arrombando minha entrada a tal ponto de me fazer gemer em alguns minutos, já na quarta bombada que dera.

- Geme na minha rola, geme... Pediu.
- Ai... Gostoso... Ai... Como é grossona... Disse abrindo e agarrando suas costas com minhas pernas.
Ele me deu umas roladas intensas e fortes e me comeu rapidamente sem se importar com mais nada. Eu nessa altura já gemia encaixada em sua vara sentindo as deformidades do pau se confrontarem com as paredes de minha xotinha. Fechei os olhos e permitir-me gozar em sua rola.

- Vou gozar... Mais rápido, só mais um pouco... Enfia essa rola, enfia!
- Gosta não é? Sabia que iria gostar dela safada. Essa lição você nunca mais vai esquecer, é para aprender a não provocar homem macho!

Relaxei espetada em sua vara e senti meu orgasmo forte molhar seu pênis e quietar-me o quadril veloz. Meu corpo todo se arrepiou e tremi por completo pela intensidade da gozada. Um dos grandes prazeres da vida, gozar na rola de um homem...

- Gozou, gostosa! Agora é minha vez! Você vai ficar bem esfolada na xota. Para não mais esquecer de minha escopeta.
Raimundo usou minha xotinha gozada por mais alguns minutos dando umas estocadas fortes enquanto apertava meus seios fartos.

- Goza gostoso, goza... Pedi.
- Quer leitinho? Pede leitinho pede!
- Me dá leitinho, me dá... Eu mereço!
- Vou dar sim, na xota e nos seios, para a putinha aprender.

- Vai... Vai... Enche... Pedi tendo o saco de Raimundo encostado em minha bundinha e sendo devorada por aquele macho, senti a temperatura de seu leite chegar a minha xotinha folgada.

Ele assim que gozou, tirou de dentro de mim e posicionou o pênis para meus seios sujando-os de gosma branca e quente.

- Ah... Faz tempo que não gozava tão gostoso numa putinha igual a você! Ao dizer isso, me abraçou e me levantando do sofá carregando-me para seu quarto, deitou-me em sua cama, onde me comeu o resto da noite, em várias posições.


Nos amamos a noite inteira e nossa disputa terminou com um nos braços do outro, depois de uma noite intensa de sexo, nos conhecemos realmente. Pude decansar em seu peito, abraçando-o e sentindo o calor de seu corpo, sua respiração ofegante, seu cheiro de homem...

A arte da sedução cabe na entrega da exposição livre do desejo profano do corpo ao outro, apenas nesse momento, permitimos uma breve visão de nossa alma, seja pelo prazer da carne, seja pelo amor.

E assim, mas uma vez, no barulho dos corpos se amando, conseguiram chegar até mim através da doação dos corpos e ouvi, numa voz carinhosa e doce, estas palavras que jamais esquecerei:

- Eu te quero por todo o sempre! Quero cuidar de ti, te amar e te proteger de tudo.

E me abraçou enquanto sentia sua carne descansar dentro de meu corpo exausto de amar e se doar.
******************************
Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, desta obra sem a autorização da autora, segundo versa a Lei nº 9.610/1998. Violar os direitos do autor constitui crime e está sujeito as penalidades de acordo o art. 184 do Código Penal Brasileiro.

[email protected]

Sobre este texto

Narceja

Autor:

Publicação:4 de abril de 2014 10:58

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Dia do Sexo

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 04/04/2014.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*