Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Uma noite no Castelo

Tudo começou com um sonho. Natasha estava numa convenção internacional, na Europa, hospedada em um hotel que fora um antigo Castelo. As paredes altas, as cores, os tapetes na imensidão daquele lugar, tudo muito vermelho. As luzes que pareciam sempre semi-apagadas deixava a experiência daquela estadia única. Parecia que tivera viajado para outro século. Assim avistava, maravilhada, todo o cenário no lobby daquele castelo, enquanto fazia seu check-in e entregava seus documentos. Nome completo, estado civil casada. A saudade do marido apertava. Já era o décimo primeiro dia longe de casa ministrando palestras sobre Psicologia. Sua carreira incrível lhe proporcionava muito conforto, mas a sua aparência era simples: 1,70m, 66 kg, cabelos cacheados na cor natural, castanho claros, como seus olhos. Lábios grossos, como as pernas. Quadril largo, um corpo tradicionalmente brasileiro. Sem nenhuma jóia, nem salto. Apenas um sapato preto bico fino e uma calça e camisa preta. Os seios fartos, porém naturais, eram possíveis de serem vistos com o botão que desabotoara sem querer, deixando a moça num decote que não era comum de usar. Nada vulgar, mas possível de perceber as curvas de seu corpo, quente, em meio àquele inverno tenebroso. O sobretudo nas mãos. O frio lá de fora abaixo de zero graus não se estendera para dentro do Hotel, onde a caleifação deixava a sensação maravilhosa. Sentiu então um calor maior que se aproximava. Era ele: Ruan. Um colega da primeira faculdade onde estudara. O perfume era o mesmo. O que a fez relembrar de beijos que há mais de 10 anos trocaram no passado. Sorrisos que se abriram. Os dois sempre foram muito parecidos em matéria de jeito. Ambos carinhosos, quentes e intensos. Ruan não mudara quase nada. Exceto que estava mais calvo, mais grisalho e com uma barba que lhe dava todo aquele ar de homem mais velho. A esta altura não mais 25, mas 35 anos. A experiência cada dia maior. Natasha podia imaginar como podia estar ainda mais ardente seus beijos. Jogaram alguma conversa fora, ele ainda solteiro, ela não tocara no assunto. Ele também a trabalho numa feira de automóveis, onde sempre trabalhou e o que sempre foi sua paixão. Estaria hospedado no mesmo hotel pelo mesmo tempo. Que mundo pequeno. Quantas coincidências. E assim se dirigiram ao hall do elevador à espera para subirem. O quarto dela, 144. No 14º andar. O dele, 18. Logo ali no primeiro. Despediram-se e combinaram de assistirem juntos a uma Ópera que estrearia no Teatro dentro do Castelo, lugar lindo, mais reluzente que o Teatro Municipal de São Paulo e do Rio de Janeiro juntos.
Cada um foi para seu quarto.
Ruan, com a barba desenhada, tomou um banho e não exitou em passar o mesmo perfume de sempre. Pôde se lembrar dos beijos no pescoço do único dia que estiveram juntos. Se perguntava sem conseguir respostas porque não continuaram a ficar, se aquela noite tivera sido de fato, tão inesquecível. Não entendera o porquê de tantos nãos para que pudessem ter se tocado muito mais que naquele bar, por onde estiveram por horas e horas, trocando beijos. Lembrou das músicas. Lembrou do calor do corpo de Natasha. Lembrou do seu peito que tocavam em seus seios por debaixo de uma tomara que caia que nunca caira. Lembrava do calor que vinha de suas partes quando ele a tocava ereto, cheio de desejos por uma noite completa de amor. Noite esta que nunca acontecera. Penteou o pouco do cabelo que lhe restava, preocupado com a aparência e sem saber que aquilo o deixava ainda muito mais atraente. Homem maduro. Que se de jovem já sabia como pegar uma mulher, quiçá agora, com tantas noites vividas.
No outro quarto estava Natasha. A tomar seu banho. Excitada. Não conseguia parar de pensar nos beijos de Ruan no auge de sua juventude. E lembrou de quanto temeu se entregar a ele naquela época. Logo em seguida Ruan foi morar em outro país, por onde esteve por muito tempo, até voltar e encontrar Natasha casada. Colocou sua calcinha menor, cheia de desejo. Não demorou muito para que a sentisse úmida, um sinal de que aquela noite iria muito além de uma simples Ópera.
Chegaram ao Teatro. Natasha não quis jantar. Era tarde quando almoçaram. E Ruan não podia pensar em comer outra coisa que não fosse ela. Perder qualquer tempo a mais com outras futilidades era bobagem. O Teatro estava vazio. Ninguém deve de fato gostar de Ópera. Na plateia meia dúzia de europeus, cheios de dinheiro, que pagavam por estarem ali, espalhados, acompanhados de sua solidão. A música, tocante e intensa. Como Ruan e Natasha. Que em menos de 5 minutos já estavam ali, olho com olho, boca com boca. Natasha vestia um vestido vermelho, curto por debaixo de seu sobretudo preto. A calcinha fio dental adentrava os lugares onde Ruan queria estar. O perfume os faziam relembrar de anos atrás. Era o mesmo perfume. De ambos. Intensos e autênticos. Sempre foram muito parecidos mesmo. A mão de Ruan, mão de homem, grande e aveludada, estava onde uma mulher deseja, tocando Natasha. Por debaixo do sobretudo. E para preparar um beijo ainda mais ardente, ele já começou a tocá-la, como se soubesse exatamente onde era o ponto que a fazia gozar. Não foram precisos se quer cinco minutos. Natasha gozou na mão de Ruan por pura saudade. Por puro prazer de sentir aquele cheiro, aquele roçar de barba de Ruan, aquele toque em sua vagina. Louca, uma mulher gozada é capaz de qualquer coisa para continuar gozando. Natasha sofria deste mal: orgasmos múltiplos. O bater forte do coração podia ser sentido pela outra mão de Ruan, que a esta altura estava com o pênis no seu maior tamanho e derretendo de prazer. Tocando os seios de Natasha Ruan pôde senti-la ofegante e com o palpitar intenso do coração. Ela aproxima seus lábios carnudos do dele. Ele pergunta: “você está sozinha?” E ela diz com a cabeça que não. E sussurra ser casada. Ele tira as duas mãos que até aquele momento tomavam seu corpo e sugere que parem. A vagina de Natasha palpita mais que seu próprio coração. E num ímpeto de desejo ela tira seu sobretudo no fundo do Teatro. Dos poucos velhos que estão no Teatro, alguns deles atentos à Ópera que no palco muito distante à frente acontece, não percebem. Outros dois, continuam a dormir. E o que diagonalmente consegue observar o que se passa, se põe a homenagear aquele momento, tocando a si próprio. O que ele queria era exatamente tudo aquilo: Natasha praticamente despida, de pé, à frente de Ruan. O vestido curtíssimo, quase um baby doll vermelho, mostrava as curvas da linda mulher em que se transformara. E Ruan, de braços cruzados, mordia os lábios e a olhava com o mesmo olhar de anos atrás, de quem quer toma-la em seus braços e penetrar o mais profundo que conseguir. Mas faz-se de difícil. Garoto bom, homem bom. Não iria ficar com uma mulher casada. Mas ela levanta um pouco do vestido, que já está justo e acima de suas coxas, e arranca o pouco de pano que cobria seu sexo. A entrega a Ruan, que a cheira, cheiro de sexo com misturado ao perfume de Natasha. Enlouquecido ele levanta e vai embora. O velho que observara de longe aquilo tudo, de longe goza como há anos não gozava.
Natasha vai embora atrás. Pega suas coisas furiosa. E Vai pro seu quarto. Olha no espelho e toma a decisão de viver a grande noite de sua vida. Desce. De escadas. Procura desesperadamente pelo número 18 na porta. Ruan abre a porta ao ouvir os toques impacientes. Era Natasha. Ele sussurra no seu ouvido: “Não serei capaz mais uma vez de impedir você de errar.” Ela a empurra quarto a dentro com o maior beijo que já dera nele em sua vida. Ali ela acha que mataria todos seus desejos. Que poderia beijar seu corpo inteiro, sentir seu pênis em sua mão, eu sua garganta, dentro de si. Mas ao olhar pro lado, ela pôde ver no quarto de Ruan duas belíssimas moças. As mesmas que estavam na feira de Automóveis em que ele trabalhou o dia todo. Modelos. Dessas garotas de programa de luxo. Natasha ficou ainda mais furiosa. E num ímpeto de ciúmes, deu meia volta desistindo daquela grande loucura, quando teve seus braços tomados em um puxão de Ruan. Não adiantava. “Como ele teve coragem? “ Ela pensou. Em alguns minutos ter dado o jeito na noite dele sem se quer pensar na possibilidade de vivermos enfim nossa grande noite de amor?” Estava decidida a ir embora. Mas ele se aproximou ainda mais, ela podia sentir em suas costas o peito de Ruan, o calor de seu sexo e o sussurrar em seu ouvido: “Fica. E será a melhor noite de sua vida.” E a barba roçou seu pescoço. Naquele minuto sua bunda já empinara dando a resposta. Ela se rendeu à força e ao carinho de Ruan.
Naquele tapete felpudo se entregaram. Ruan rasgou a sua roupa. Beijou cada parte de seu corpo, como sempre havia sonhado. Pescoço, boca, seios, barriga, sua vagina, suas coxas, seus pés. As modelos prostitutas a esta altura avistavam aquela cena de pura entrega e se renderam ao clima de pura sedução e ao cheiro de sexo que emanava pelo ar. Uma tocando à outra. Loiras. Perfeitas. Natasha num impulso de paixão se pôs por cima de Ruan e inverteu todo o jogo: beijou sua boca, louca e ardentemente, desceu pelo pescoço, onde sentia o cheiro de seu perfume, único e eterno, o mesmo cheiro que se estendia por todo o peito, que beijava enquanto era acariciada por Ruan, com sua mão enorme e suave, alisando o corpo arrepiado de Natasha, que descia seus beijos até o tão sonhado corpo, que a esta altura explodia de paixão. Foram horas de toque e beijos. Natasha chupou Ruan loucamente. Olhando para seus olhos enquanto o chupava e vendo, em seu olhar todo o prazer que por anos se escondia numa saudade sem fim. Natasha chamou então as meninas, loiras, que estavam sendo pagas para proporcionar prazer naquele quarto. Uma delas substituiu o lugar de Natasha, que se pôs sentada sobre a boca de Ruan, que a chupou loucamente enquanto também era chupado. A outra loira, ainda sem muitos afazeres, olhava tudo de longe e se punha a se masturbar. Era um calor no quarto que seria capaz de derreter toda a neve que lá fora estava. Assim gozaram juntos, Ruan e Natasha, Natasha na boca de Ruan e Ruan na boca da bela loira, escrava daquele casal que se amava verdadeiramente, realizando um desejo de mais de dez anos atrás.... Ruan pegou Natasha no colo, deixou as contratadas a se beijarem naquele chão, levou-a para a cama, abraçando-a de lado, em conchinha, deitada em seu braço forte, roçando sua barba até que ela pegasse no sono....
E foi assim, que pegando no sono no sonho, que Natasha na vida real acordara.
Tinha tudo sido apenas um sonho!...

Sobre este texto

natasha

Autor:

Publicação:24 de julho de 2013 00:36

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Exibicionismo

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 24/07/2013.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

  • Kelly Crisitina
    Postado porKelly Crisitinaem24 de julho de 2013 08:55

    Ou amei seu texto e sabe que já senti isso, kkkkk
    "A vagina de Natasha palpita mais que seu próprio coração."

    bejios

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*