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TRAÍ A SAPATA

Sou Anthony, negro simpático, 50 anos, 175 m, 88 kg, bem distribuídos e muito tesão para partilhar. Eu não escrevo contos, eu transcrevo minhas experiências. O que relato aqui aconteceu realmente, local e nome das pessoas foram trocados por motivos óbvios de discrição e sigilo.
Quando conheci Cristiane, em 2006, ela era casada com Murilo. Cris, uma negra linda de 165m, 60m kg, corpo curvilíneo, delicioso, e para mim, muito metida, até por que sabia o poder de sedução que exercia sobre homens e também sobre as mulheres.
Foi em 2011, que voltei a ter contato com ela, numa sugestão de amizades, no Facebook. Foi também aí, que descobri que a mesma havia largado o marido, para viver com uma outra mulher. Fato que me deixou muito excitado, pois morro de tesão, ao ver duas mulheres se pegando gostoso. Mas pensei quê, um mulherão daqueles não podia ficar sem uma pica de verdade, o que seria um desperdício e, que fosse a minha pica.

Num destes bate-papos convencionais, entramos na questão e ela me contou como tudo aconteceu; As violências do marido; a atenção da amiga, a indiferença do marido; o carinho da amiga, o desencanto pelo marido; o encanto pela amiga, a separação e uma nova vida. Tive a liberdade para desejar-lhe felicidades, mas também para falar de meu tesão por ela há tempos, e de como ainda a desejava. Ela disse saber de meu interesse, mas que na época, andava muito ocupada. Me revelou que estava com praticamente 4 anos que não trepava com um homem e, mesmo gostando da companheira, sentia falta de um caralho. Foi a deixa. Durante cerca de 15 dias ficamos namorando virtualmente, trocando fotos, vídeos, desejos, frases e conversas recheadas de tesão e intenções luxuriosas. Então resolvemos que iríamos nos encontrar, pois a ansiedade e o desejo falaram mais alto.

Por sugestão dela, indo a frente, chegaria primeira no Motel, me esperaria de olhos vendados. Eu levaria um par de algemas e a dominaria, podendo fazer com ela o que bem entendesse, e a venda só seria retirada com minha permissão. Tudo combinado, no dia Cris me ligou informando me esperar, já preparada. Levei uma caneta com “tinta” comestível, algumas bolinhas eróticas, algemas, filmadora, lubrificantes aromatizados.

Ao entrar no quarto, Cris, antes de tudo, mesmo vendada, me atracou,buscando sofregamente minha boca num beijo devasso, luxurioso. Senti teu corpo, ela usava calcinha e soutien, me deliciei no beijo, enquanto minhas mãos buscavam sua bunda, sua cintura, suas coxas.., depois afastei-a com determinação e muita tara, virei de costas e algemei suas mãos, para trás. Guiei-a até a cama e a fiz ficar de quatro, o rabo prá cima e a cabeça nos travesseiros. Ordenei que ficasse naquela posição, enquanto eu tomava um banho, mas não antes de puxar a calcinha de lado e meter a língua em seu cuzinho quente, que se contraiu na hora, mordendo minha língua.., sua buceta já estava ensopada. Banho tomado, ajeitei a câmera e fui até a cabeceira da cama. Ajoelhado ao lado de sua cabeça, peguei ela pelos cabelos e conduzi sua boca, ao meu pau duro, os travesseiros, compensando a altura da cama com a minha virilha, deixando seu rosto vendado, na altura certa. Enquanto me chupava safadamente, eu dava uns amassos gostoso em seus seios fartos, então a virei e deitei-a de costas, ainda algemada, enquanto dedilhava sua xana molhadíssima ela sorvia meu cacete intumescido, eu respondia punhetando seu grelo avantajado e duro de tanto tesão. Ela jogava sua pélvis para cima, gemia, se torcia, e meu pau pulsando em sua boca gulosa.Tirei seu soutien, sentei em sua barriga e coloquei meu pau entre seus seios tesudos, numa espanhola inebriante. Pincelei a caneta na cabeça de minha pica e dei para ela mamar com sabor morango, a saliva escorrendo pelos cantos da boca. Desci e arranquei sua calcinha, pintei os bicos dos peitos duros dela e fiz uma trilha, passando pela barriga, até o início de sua cona que exalava um perfume saboroso de vontade de foder. Fui chupando, os seios, a barriga, o umbiguinho. Ela serpenteava, ávida de tara e desejo, implorando para eu varar sua buceta, Mamei seu grelo bem devagarinho, meti o dedo em sua gruta minando tesão, desci a boca e bebi deliciosamente todo o gozo que que aquela rachinha quente ia vertendo. Nunca vi alguém ficar tão molhada. A gosminha gostosa brotava de sua buça como um néctar das ninfas, numa quantidade fora do comum. Eu bebia, engolia, me lambuzava em êxtase, naquele poço de prazer, tesão, volúpia e desejo. Ela chorava, gemia mais alto, sorria, se contorcia toda, implorando cada vez mais, para ser fodida. Ordenei que se calasse, que iria comê-la quando bem quisesse, pois quem mandava ali era eu..,chupava depravadamente sua buceta, e o cuzinho, que recebia o que escorria . Na portinha de seu cú, aparava o melzinho vindo da gulosa, metia para dentro com a língua e sorvia de volta, me alucinando depravadamente num prazer indescritível. Cuzinho bem lubrificado, recoloquei-a de quatro, cabeça nos travesseiros, bunda empinadinha. Lubrifiquei bem meu pau e enterrei em seu rabo, uma mão no seu ombro, outra na cintura, puxando com vigor seu corpo junto ao meu. Ela urrou, e começou a rebolar desvairadamente. Varei aquele cú tesudamente, aquele rabo delicioso, minhas bolas fazendo barulho, batendo em sua bunda ..,ela quase sufocando nos travesseiros, mãos algemadas para trás. Alucinei, e gozamos escandalosamente.., algo fantástico de tão gostoso, seu cuzinho contraindo e mastigando meu pau. Então tirei-lhe as algemas.

Mais do que rápido ela arrancou a venda dos olhos e segurou em sua mãos, meu cacete, começando a chupar-lo e punhetá-lo..,colocando-o de volta ao deleite. Deitei de costas na cama, ele colocou uma bolinha na perseguida e sentou devagar, engolindo cada centímetro de meu pau, com sua caverna tépida de vontade de meter. Estava tão encharcada que a penetração foi suave e ela, de cócoras subia e descia loucamente, enquanto, apertava os bicos de seus peitos suculentos e oferecidos. Não demorou muito e ela sentou de vez, urrando num gozo selvagem, frenético,lascivo. Sem sair de cima, ela virou de costas e começou a se esfregar como uma cadelinha no cio. Abri sua bunda e meti um dedo no seu cuzinho, ela se deliciava, pedia que eu a chamasse de sua putinha e assim gozou de novo, no meu cacete latejante; saindo de sua buceta, deixei-a deitada e inverso na posição, beijei sua boca, boca na boca, minha boca em seus seios, sua boca no meu peito.., língua minha em seu umbigo, língua dela no meu umbigo.., minha boca em sua buceta, boca dela em meu pau. Nos chupamos num delicioso 69 libertino, sem pressa, degustando cada gota de desejo, misturado ao sabor da bolinha estourada, tesão, tara, gostosa safadeza que brotava de nossos corpos, famintos um do outro. Explorando cada poro, mordiscando, mamando, sugando,, pincelando com a língua sem vergonha e chupando o grelo enorme e duro, invadindo seu rabinho com a safada da língua incansável e tarada. Quando senti seu corpo estremecer eu ainda tinha a língua em seu rabo, senti sua xana piscando e seu cú apertou a língua e gozei. Meu esperma quente, espesso e abundante inundou sua boca, ela lambia, engolia o que podia, o restante escorrendo pelo queixo..,eu mergulhava ensandecido em sua buceta , no gozo delicioso.

Fomos para o chuveiro, onde sentei no chão e a recebi em meu colo e fudemos muitos gostoso, entre espuma, muita água e fluídos corporais,Gozamos muito e muito gostoso, sem termos noção nem do tempo, nem do espaço.

Sobre este texto

NEGRO69

Autor:

Publicação:10 de fevereiro de 2014 19:54

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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Comentários

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  • Carla Juliana Silva
    Postado porCarly Greenem12 de fevereiro de 2014 18:47
    Carly Green é uma autora no História Erótica

    Que encontro delicioso...

  • ARIA BACK
    Postado porARIA BACKem11 de fevereiro de 2014 23:13

    Fiquei molhadinha de desejo..,me masturbei deliciosamente lendo este conto, amei

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