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Meu melhor amigo - parte 1

Meu melhor amigo - parte 1
Este é meu primeiro conto, e desde já, peço desculpas por qualquer erro. E esse conto é totalmente verdade, aconteceu em novembro de 2014.
Sou Nicolas, tenho pele clara, olhos e cabelo preto, um pouco magro, corpo lisinho, sem pelos. Tenho um amigo lindo chamado Myckael, ele é moreno claro com olhos e cabelo pretos, corpo magro mas bem forte, principalmente as pernas, suas pernas são grossas e fortes por causa do futebol, temos a mesma idade, 18 anos. Não somos nem sentimos atração por afeminados. Eu sempre desejei ele, mas ele é hetero e pega meninas lindas, então nunca tive esperança. Somos melhores amigos e sempre brincamos um com o outro, chamando de lindo, dizendo que somos namorados e coisas assim.
Nós planejamos viajar juntos para o Beto Carrero e Cascanéia com a escola. A viagem durava três dias, um dia no Beto Carrero, ao anoitecer fomos para Cascanéia posar lá, após um dia em Cascanéia, fomos em um hotel passar a noite, pra voltamos de manhã.
No dia da viagem, havia poucas pessoas, e elas sentaram-se na frente, nos deixando a sós no fundo do ônibus. O Myckael estava com uma camisa apertada, marcando bem seus mamilos, e uma calça de moletom, mostrando um grande volume.
Eu sentei no último banco, perto da janela. O Myckael veio do meu lado, olhou, e disse:
_Posso sentar na janela?
_Pode, claro.
Eu levantei e me encostei no banco da frente pra ele passar, e quando foi passar me encoxou, esfregou bem seu pinto na minha bunda. Olhei pra ele, e ele sorriu como se não tivesse acontecido nada. Não liguei, afinal, ele sempre fazia isso. Na fila pra pegar lanche, ele fazia questão de ir atrás de mim, e sempre ficava esfregando seu pinto em mim. Eu deixava, primeiro porque não tinha como eu fugir, pois a fila sempre ficava lotada, e segundo porque eu gostava. Mas sempre achei que fosse sem querer. O ônibus deu partida e começamos, então, a tão esperada viagem.
Durante a viagem eu falei:
_Mesmo com esse frio eu to com vontade de chupar um sorvete.
_ Sorvete eu não tenho, mas tenho uma pica bem grande, se quiser chupar eu deixo. Eu faço esse favor pra você, já que ta com tanta vontade de chupar assim.
_ Não fale isso que eu chupo mesmo.
_ Mas é pra isso mesmo que eu to falando. Quando quiser cair de boca numa pica, fique a vontade em chupar a minha.
_Bom saber hehe.
Passado um tempo, no meio da viagem, para que nós dormissemos o motorista apagou as luzes. Aquele dia estava frio e somente eu havia trazido uma coberta, mas era bem fina. Eu perguntei se ele queria se cobrir, ele disse que sim. Alguns minutos depois ele falou baixinho, sussurando:
_Nossa cara, mesmo coberto continuo com frio.
_Também estou com frio. Que pena que não tem um jeito de se esquentarmos.
_Mas tem um jeito, é só você sentar no meu colo, daí se cobrimos e esquentamos rapidinho.
Eu ri um pouco, e quando olhei pra ele, ele estava sério. até que perguntei:
_Você ta falando sério? Posso mesmo sentar no seu colo?
_Claro que pode.
_ Hum...acho melhor não. Vai que alguém vê. O que vão pensar da gente?
_ Ninguém vai ver, estão todos dormindo, as luzes estão apagadas e estamos no fundo, qualquer coisa você sai rápido do meu colo.
_Pode ser então.
Levantei e sentei nos joelhos dele. Até que ele disse:
_Desse jeito a gente não vai se esquentar nunca, sente aqui.
Dizendo isso, ele me puxou pela cintura me fazendo sentar nas coxas dele. De início eu pude sentir algo na minha bunda, o que acredito que fosse o pinto de Myckael, mas não dei importância. Logo após, me encostei nele, colocando as costas em seu peito. Se ageitamos de um modo onde conseguimos nos esticar nos bancos, mas não ficamos deitados.
Alguns minutos depois eu disse:
_Nossa, esquentou bem rapidinho.
_Eu não disse. Nico, posso fazer uma pergunta?
_Claro!
_Posso te abraçar? É porque não tem onde eu colocar minhas mãos.
_Pode sim, claro.
Nisso, com o braço direito ele abraçou minha cintura e com o braço esquerdo ele me abraçou na região do tórax, deixando a mão em meu peito. Coloquei meus braços sobre os dele, e ficamos ali, embaixo da coberta. Estávamos tão próximos, que pude sentir sua respiração quente em meu pescoço, causando um arrepio que se estendeu por todo meu corpo. Eu então encolhi o pescoço devido ao arrepio. Ele, percebendo isso, perguntou:
_O que houve?
_Você me fez arrepiar todo.
_Ah, desculpe. Não foi intencional.
_Sem problemas.
_À propósito, será que você poderia levantar sua bunda um pouco?
_Posso, claro.
_Pronto. Muito obrigado.
_Porque pediu isso?
_É que eu tive que ageitar meu pinto, tava numa posição desconfortável.
_Quer que eu saia?
_Não, não saia. Tá ótimo assim. Já ageitei meu meninão. E você tá realizando um sonho meu.
_Que sonho?
_Eu to encostando meu pinto nessa sua bundinha gostosa. A qual sempre imagino fudendo.
_Ah que bom que eu esteja ajudando um amigo. E quer saber, eu também imagino você fudendo minha bunda.
Logo que eu falei isso, senti algo duro em minha bunda. Assustado, levantei meu quadril e coloquei a mão pra ver o que era, agarrei então em algo, percebi que era o pinto dele quando senti pulssando em minha mão. Segurando aquilo perguntei:
_O que é isso?
_É meu pinto oras.
Após soltar do pinto dele, falei:
_Que é teu pinto eu sei. To perguntando porque ta duro?
_A culpa não é minha de você ter essa bundinha gostosa. E ele percebe que tem um cuzinho perto e já fica duro querendo entrar.
_Mas então, todas as brincadeiras que você fazia com isso...?
_Eu sempre falo sério, você que leva na brincadeira.
Ficamos um tempo em silêncio. Ele então pergunta:
_Você tá gostando?
Após pensar um pouco, abaixei o quadril, encostando minha bunda no pinto dele novamente.
_Isso foi um sim?
Respondi a pergunta do Myckael balançando a cabeça que sim, estava gostando.
Ele começou a fazer movimentos pra cima e pra baixo, esfregando seu pinto duro na minha bunda, e eu comecei a rebolar. Ele chegou perto dos meus ouvidos e disse:
_Você tá gostando, neh seu safado.
_Aham, muito gostoso sentir você, tão perto de mim.
Ele começou a beijar meu pescoço e foi subindo, até que me deu uma mordidinha na orelha, que me fez arrepiar.
_Te arrepiei devolta?
_Arrepiou.
_Aproveitando que a gente ta aqui, posso te pedir uma coisa?
_Pode, claro. Qualquer coisa.
_Faz um boquete em mim?
Todo tremendo respondi:
_O...q...que?
_Isso mesmo que você ouviu. Faz um boquete em mim.
_Não!
_Por que não?
_Vai que alguém vê, ou ouve.
_Ninguém vai ver. E eu não vou ficar gemendo. Vai faz. É só uma chupetinha rápida.
_Mas eu nunca fiz isso.
_É só você se ajoelhar e chupar meu pinto.
_Ahhh não sei não. Eu tenho medo que alguém veja.
_Ta escuro como que alguém vai ver?
_E se alguém ouvir?
_Eu já disse, não vou gemer. Vou ficar bem quietinho, prometo.
_Mas ta frio.
_E que isso tem a ver?
_Eu não quero passar frio.
_Tem a coberta.
_Ta, e o que acontece enquanto eu tiver te...
_Chupando.
_Isso. Eu vou ficar com vergonha, você vai ficar olhando pra mim.
_Eu coloco a coberta em cima de você. Aí não vamos nos ver. Enquanto você vai se concentra em fazer o boquete, eu aproveito pra senti-lo bem.
Fiquei em silêncio pensando.
_E então...vai me chupar?
_Beleza, eu chupo, mas você não pode fazer nenhum barulho.
_Eu prometo.
Me ajoelhei na frente dele, ele me cobriu e cobriu minha cabeça pra mim não ficar olhando pra ele. Só vi que ele abaixou a calça. Peguei nas coxas dele e fui subindo procurando a pika dele. Quando achei levei um susto, o Myckael tinha uma pika bem grande e grossa. Eu já tinha perguntado pra ele qual era o tamanho do pinto dele, ele afirmou que media 19cm, eu não acreditava, e ele disse: "Vou te provar um dia.". Comecei a punhetar ele, depois de um tempo comecei a linguar toda aquela rola, passar a língua em toda ela, desde a base até a cabeça e comecei a chupar. Quando fiz isso ele soltou um suspiro. Continuei chupando, eu senti um gosto diferente na boca, acho que era aquela gota pré-gozo. Continuei chupando, ele colocou a mão embaixo da coberta, então pegou na minha nuca e começou a forçar contra o pinto dele. Por sorte, eu, enquanto chupava, punhetava ele, controlando o ritmo das chupadas com a boca, e a profundidade com as mãos. Eu fui tentando engolir o máximo que pude, mas não conseguia colocar tudo na boca, era grande demais o pinto dele. Eu chupava o pinto dele como se fosse um picolé, até que ele me fez parar. Curioso, tirei a cabeça pra fora da coberta e perguntei:
_Por que fez eu parar? Não tá gostando?
_Não, tá ótimo. É que eu queria te avisar que eu to louco pra gozar nessa boquinha, e queria saber se posso?
_Ah isso. Pode claro, afinal, quero saber qual é teu gosto.
Myckael cobrindo minha cabeça disse:
_Então continue chupando que é hoje que você vai conhecer o gostinho do teu macho.
Voltei a fazer o boquete, e ele colocou a mão na minha nuca outra vez, mas dessa vez deixei ele fazer o que quisesse com minha boca. Ele começou a fazer movimentos pra cima e pra baixo com o quadril, como se estivesse fudendo minha boca. Eu estava sugando com vontade aquela rola, e
ele estava fudendo minha boca. Até que então sinto ele encher minha garganta com aquele líquido quente, eu, engoli aos poucos. Ele disse:
_Deixa minha rola limpinha, igual a encontrou.
Continuei sugando a pika dele até que não tivesse mais nenhuma gota.Tirei a cabeça pra fora da coberta e olhei pra ele. Com a luz da lua que passava pela janela, pude ver um sorriso de satisfação. Ele ergueu sua calça, me puxou pelo queixo e me retribuiu com um caloroso beijo, que provocou uma sensação maravilhosa, a qual nunca tinha sentido ao beijar uma garota. Após o beijo, sentei no colo dele novamente, me ageitei bem pra que o pinto dele encaixasse na minha bunda, nos cobrimos e dormimos. Mais tarde, pouco antes de todos começarem a levantar, ele me acordou dizendo que já eram 6h da manhã e havíamos chegado na praia, que fica próximo ao parque. Saí do colo dele e fomos tomar café da manhã, pois depois iríamos direto para o Beto Carrero.
(Continua...)

Sobre este texto

nicohf19

Autor:

Publicação:17 de maio de 2015 02:36

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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