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A ESCRAVA NOVATA - PARTE 3 - A CASA DO MESTRE

A ESCRAVA NOVATA - PARTE 3 - A CASA DO MESTRE
Quando chegamos, meu dono me mostrou onde ficaria, era um cercadinho em cima de um foço, o piso era de vigas de madeira espaçadas, parecia uma varanda coberta, tinha um poste e uma casinha de cachorro tão pequena que duvidei que coubesse alguém naquele espaço, no canto ao lado do poste tinha um buraco e na frente da casinha havia um colchonete e um par de potinhos para comida e agua.
- aqui é o canil que ira ficar cadela, no começo ficara amarrada ate conquistar minha confiança – falando isso me acorrentou ao pé do poste com uma corrente curta, me obrigando a ficar de quatro.
- fique ai e coma sua ração, logo virão te limpar e cuidar de seus ferimentos, como esta muito machucada, hoje poderá dormir no colchonete. - disse sumindo pela porta, me deixando ali amarrada e sozinha.
Logo vieram duas moças uniformizadas, arrastando uma mangueira grossa, mandaram que me esvaziasse antes de começarem a higienização, foi então que entendi a finalidade do buraco no canto esquerdo, fui obrigada a fazer minhas necessidades na frente das moças, que não esboçavam nenhuma reação, depois me mandaram ficar de pé sobre o piso espaçado e ligaram a mangueira, a pressão da agua gelada e a bucha dura acordaram minhas feridas enquanto a agua escorria para o foço abaixo de nós.
Quando terminaram me acorrentaram novamente ao poste e disseram que podia descansar, adormeci molhada e nua sobre o colchonete, porem feliz por ter um lar.
No dia seguinte conheci dona Gertrudes, a governanta da casa, ela me explicou que as escravas ali deveriam comer somente aquilo que lhes fosse oferecido, as porções de comida eram controladas e racionadas, as escravas também somente tinham direito a banhos frios e não tinham permissão de falar sem que lhes fosse ordenado ou perguntado algo, tinha muitas tarefas, incluído exercícios físicos diários.
Os únicos mimos seriam cuidados com a aparecia para que agradasse os olhos do mestre e cuidados especiais caso ficasse muito machucada em decorrência de eventuais castigos, no mais a minha vida seria de dor e sofrimento, pois infligir agonia dava prazer ao mestre.
As novatas eras sempre as cadelas da casa ou os castiçais da mesa de jantar, cuja função era permanecer com uma vela escorrendo cera quente enviada no cuzinho empinado para o alto em posição desconfortável durante todo o jantar do mestre ou enquanto o mestre desfrutava de uma leitura ou sendo servido por alguma escrava. Servindo de castiçal tive de presenciar o mestre usando e castigando suas escravas muitas vezes enquanto era ignorada.
Eu era a cadelinha novata, dona Gertrudes me deu uma tiara com orelhinhas que não deveria ser tirada em hipótese alguma, anexou dois bastões em mim, com uma ponta presa nos pulsos e outra nas coxas, o suporte me impedia de ficar em qualquer posição que não fosse de quatro, também colocou um rabo de cachorro em mim através de um consolo enfiado no cú e disse que o rabo deveria se mexer conforme andasse ou seria castigada, a partir daquele momento só andaria de quatro e rebolando, só me alimentaria nos potinhos, o suporte também me obrigava a fazer minhas necessidades como uma cadela, levantando uma perna e apanhando o corpo na outra, quando acabava devia me esfregar em um tapete felpudo que machucava minha buceta e cúzinho
O mestre gostava de assistir esses momentos, então não tinha permissão de usar o buraco sem permissão ou aviso prévio.
A rotina das escravas cadelas incluía beijar e devotar os pés do mestre, limpar os sapatos dele usando apenas a língua e quando não ficavam bem limpos éramos castigadas de joelhos no milho ou com surras de vara.
Entre nossas funções estava chupar o mestre enquanto ele via televisão ou degustava seu drinque, o mestre também nos usava para descansar os pés quando estava na poltrona, aguardávamos ansiosas por estes momentos.
Eu dormia daquele canil com outras escravas que tinhas a mesma rotina e sina que a minha, dividíamos o canil mas não podíamos conversar ou emitir qualquer som sem permissão, uma vez uma das escravas perguntou a dona Gertrudes se poderia ter uma porção extra de ração, ela não só ficou sem a porção extra como ganhou uma focinheira de ferro, que a impediu de falar e comer pelas 24 horas seguintes, segundo dona Gertrudes foram ordens do mestre para ela aprender a não falar caso não fosse solicitado.
Uma outra vez uma escrava soltou uma exclamação ao levar um tapa surpresa do mestre enquanto dava seu passeio matinal do quintal, e foi obrigada a passar o dia todo com um prendedor preso a língua que a obrigava a deixa-la pra fora
Teve uma vez também que uma das cadelas reclamou por ter de ficar de quadro o tempo todo, o que provocava fortes dores no joelho e ter de comer em potinho e sem direito a papel higiênico. o mestre ficou furioso, disse que ela era uma cadela de sorte, tinha direito a banho, agua limpa uma boa ração e banhos de sol, além de poder gozar da companhia do mestre.
O mestre disse que o castigo da escrava teria de servir para ela dar valor a sua condição, ela foi posta no calabouço a baixo de nos, acorrentada pelo pescoço com uma corrente curta bem em baixo do buraco das necessidades, ela não teria direito nem ao tapete felpudo para se limpar, além disse todos os nossos excrementos caiam em cima dela e ela não teria direito ao banho gelado ou comida pelos próximos dois dias.
na casa haviam também as escravas que faziam o trabalho domestico, elas cozinhavam e limpavam, nuas, para apreciação do mestre apenas com a coleira e sapatos de salto com numeração inferior aos seus, elas trabalhavam limpando e cozinhando o dia todo usando aqueles sapatos, dormiam em celas conjuntas com beliches estreitos, sem colchão, somente estrado, porem se tornar uma escrava domestica era um tipo de promoção dentro do castelo do mestre.

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Sobre este texto

NINNA

Autor:

Publicação:9 de fevereiro de 2015 23:49

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 09/02/2015.

Comentários

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  • Dom Alex
    Postado porDom Alexem1 de outubro de 2016 21:53

    Brochei na primeira frase. Fosso é com dois S, imagino o que não vem no resto do texto. Se pretende escrever na net, ao menos alfabetize-se primeiro.

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