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O FAMOSO IMENSO INSTRUMENTO DO IRMÃO MARCIEL OU ENTRE DUAS PICAS

O FAMOSO IMENSO INSTRUMENTO DO IRMÃO MARCIEL
OU ENTRE DUAS PICAS

Não faltava muito para se iniciar o culto, porém a igreja ainda estava quase vazia, uns cinco ou seis fieis muito bem vestidos ao fundo do salão.
Eu, - Catarina, é como me chamo - minha mãe e irmã mais nova naturalmente tínhamos chegado primeiro e estávamos nos primeiros bancos esperando; eu jogava olhares a Diogo meu namorado secreto, que estava em cima do palco junto a os meninos da banda que testavam os instrumentos musicais. Ele sorria de volta, disfarçando às vezes pra minha mãe não perceber, em vão, porque mamãe não tirava os olhos da Bíblia. Foi quando sua expressão mudou: o Diacôno Marciel tinha se sentado junto a mim e certamente Diogo sentia ciúmes, geralmente era esse sentimento que o garoto mais bonito da congregação nos causava outros garotos, quando não era desejo, é claro.
Mesmo acostumada com aquelas deliciosas feições, aquela boca tão bem formada, aquele queixo traçado tão lindamente desenhado e aquele... Como dizia mesmo acostumada com a presença do irmão Diacôno e eu já tendo dezoito anos, ainda era débil resistir a sua conversa, sempre conversávamos quando nos encontrávamos nos corredores entre um ou outro assunto que tínhamos em comum com pastor Duarte, era diferente dos outros da sua idade, dezesseis anos, tinha uma lábia, os olhos vivos e espirituosos encantavam; mas algo de dureza e de maldade transparecia...
Quando dei por mim, olhei de volta para o palco, Diogo não estava mais lá. O diácono Marciel, porém continuava a dizer-me:
- ...sabe, as vezes aquele abutre me incomoda um pouco.
- Abutre? - eu disse o encarando de volta.
- É não acha que ela parece um abutre? Quer sempre se alimentar da carcaça dos outros.
- Eu a vi ontem, ela estava acompanhada do irmão Elias, acho que para conseguir alguma dica de como conquistar-lhe.
Ele deu risada - Não sou carcaça, - disse irônico - e por que acha que Elias saberia conquistar a mim?
- O ouvimos falando algo sobre você, nos corredores, e mamãe quase ouviu, foi por muito pouco.
- Aquele merda... - exclamou Marciel, mas não parecia estar realmente bravo, na verdade sorria meio como se devaneasse com algo bem prazeroso e obscuro.
O irmão Elias era um homem de em torno trinta e cinco anos, alto, lindo aspecto, dentes lindíssimos, a maioria não tinha dúvidas de sua sodomia apesar de levar sempre consigo uma infeliz que dizia ser sua noiva, tinha certo dengue no mover a cintura e no andar, certamente pelo hábito de imitar as mulheres.
- Diga-me, ele já o possuiu? - não resisti, minha língua coçava querendo perguntar - Com seu lindo corpo e seus dezesseis aninhos, creio que você é de cativar um homem como esse!
- Acho que posso revelar oque praticamos juntos: conheço-te o suficiente para saber que não iria me censurar... Mas acho que aqui não seria o local.
Levantamo-nos em silêncio e seguimos para o pátio escuro do lado de fora; a lua nos viu e se escondeu na hora, de vergonha certamente.
- Geralmente amo e prefiro as mulheres, você sabe né; - continuou ele, sentando num degrau de pedra e eu também sentei - fico com caras apenas quando sou tentado por um homem excepcionalmente encantador. Nesse caso nada há que eu não faça... Não concordo com a ridícula atitude da maioria dos outros rapazes que respondem com agressividade a esses tipos de propostas. O homem é senhor de suas próprias inclinações? Não devemos jamais insultar os diferentes; os seus defeitos são defeitos da natureza. Eles não são culpados de ter nascido com gostos diferentes, assim como ninguém tem culpa de ser coxo ou bem feito de corpo. Aliás, quando um homem confessa que nos deseja, está nos dizendo, por acaso, uma coisa desagradável? Evidentemente que não; é um elogio que ele nos faz; para que responder com insultos? Só os imbecis pensam assim.
Concordei mas ele deu uma pausa na conversa quando um casal passava por nós; um homem de paletó, a mulher agarrada em seu braço, cabelos pretos num coque, vestido verde.
- A paz, Diácono Marciel - cumprimentou o homem e a mulher em seguida o fez também.
- A paz de Deus, irmão Valter, - respondeu Marciel, seu sorriso se transformando num de um garoto bom e ingênuo - A paz, irmã Helena.
O casal apenas acenou para mim e depois desapareceu dentro da Igreja.
- Corna! Galhuda! - debochou o Diâcono em alto bom tom em direção a porta, aquele semblante de santo dando lugar a um bem maldoso - essa é uma coitada, o santo do marido dela já deu pra mais de quinze da congregação, e vive tentando me seduzir é um santo mesmo!
Eu ria com gosto segurando no braço de Marciel para não cair da escada. Então ele continuou seu relato:
- Elias tinha sido informado por um dos meus amigos do enorme caralho que eu tenho, e fez com que o Davi, filho do pastor Feliphe, nos convidasse para tomar lanche. Davi tem dezesseis ou desses sete anos, não me lembro de ao certo, os cabelos castanhos rebeldes de comprimento abaixo da orelha quase até o pescoço, como bem sabe, e seus olhos verdes claros como a parte interna do limão, seu olhar tão acido quanto, sua bunda lindíssima, rechonchuda e macia, o engenho quase tão grande quanto o meu, não tão grosso.
Davi pagou uma pizza que comemos no salão do andar de cima da igreja, sempre sem uso durante a tarde. Então eles pediram para que eu mostrasse meu pau; pensei a princípio, que fosse apenas curiosidade, mas logo percebi que era outro o motivo quando Elias mostrou-me um lindo cu, pedindo-me que gozasse nele. Eu o preveni das dificuldades que talvez ele tivesse. Ele nada temia:
- Posso suportar uma berinjela de Itu, e não venha você pensar que o seu é o maior dos paus que o penetraram - dizia me mostrando o rabo e balançando.
O Davi nos estimulava, acariciando, apertando e beijando tudo o que colocávamos para fora. Preparo-me a colocar bem devagar meu imenso cassete, bem duro, na entrada daquele rabo rebolante... Mas o Davi me avisa: - Nada disso, você tiraria metade do prazer que Elias espera; ele quer uma violenta estocada, quer que o rasguem.
- Pois será satisfeito - exclamei, mergulhando cegamente no abismo...
Acha, irmã Catarina, que tive trabalho?; nada disso, meu pau enorme desapareceu sem que eu sentisse e eu toquei o fundo de suas entranhas sem que o irmão desse qualquer sinal de sofrimento. Tratei-o como amigo, me retorcia no auge dos prazeres, dizia palavras doces, e parecia felicíssimo quando o inundei.
Quando tirei meu cassete de dentro dele, ele levantou a cabeça com os cabelos todos bagunçada e o rosto em chamas: - Veja em que estado você me pôs querido - disse-me, oferecendo um pau seco e vibrante, muito longo e fino. - Suplico-lhe seu amor, me sirva como mulher depois de ter sido meu macho, para que eu possa dizer que nos seus braços divinos experimentei todos os prazeres do culto que venero.
Cedi a seu pedido achando tudo isso bastante fácil, mas antes o fiz jurar que não contaria a ninguém, caso o contrário prestaria contas ao pastor Duarte. Ele no momento estremeceu e jurou; e implorou que eu prosseguisse ainda mais agora para afastar a menção do pastor Duarte. Só que então, o Davi, tirando as calças, implorou-me que o enrabasse enquanto eu era fodido pelo seu amigo.
Tratei Davi como uma putinha, já sabia de seus gostos; ele ficou de quatro em minha frente, e meu adorado pau entrou com certa dificuldade, o irmão Davi pediu a ajuda lubrificante de escarradas; uma preferencia estranha que Davi cultivava, e pude ver seus pelos claros da bunda arrebitada se arrepiar quando a mucosa amarelada entrou em contato com o orifício, e ao mesmo tempo inclinava sua cabeça puxando com uma mão seus cabelos, como se domasse uma égua brava, Elias com as mãos na minha cintura me devolvia tudo que lhe dera por trás, só que se deixando levar pelos meus movimentos... ao fundo como cenário uma imensa cruz nos fazia sombra, com o nome do deus gravado em letras garrafais bem no centro... Até que Elias derramou no fundo do meu cu o celeste licor com que eu regava ao mesmo tempo as entranhas de Davi.
- Que prazer delicioso deve ser esse entre duas picas! Dizem que é gostosíssimo!
- Certamente que é, irmã!, é um orifício delicioso, mas tudo isso não passa apenas de uma singular experiência, sabe né, que eu prefiro ao prazer que me dão as bocetas.
- Claro, imagine! - o acompanhei na divertida risada.
Terminado o relato, nos levantamos, o Irmão Maciel abaixou disfarçadamente o volume na calça, eu desamassei comportadamente minha saia. A igreja tinha se enchido como de costume, as portas da frente entupidas de fieis. Assumindo de volta a postura de jovens exemplos de Deus, demos as costas para o pátio e entramos, a lua saiu de trás das nuvens, faces coradas, satisfeita.

Sobre este texto

Nobre Profano

Autor:

Publicação:29 de novembro de 2014 18:00

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Encontro a Três

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