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Do fundo do baú

A primeira vez a 3

Ela havia me provocado o dia todo, como só ela sabe fazer. Me mandou mensagens, e até fotos de seus seios e seu vestido curto durante o dia ainda no trabalho.
Era uma sexta-feira, já se aproximava das 10h da noite, estávamos só nós dois em casa. Eu estava sentado no sofá e ela montada sobre mim. Seus beijos molhados refletiam o estado de sua calcinha. Tirei minha camiseta e minha calça, ficando só de cueca. Ela se esfregava em minhas pernas, os movimentos de suas coxas grossas fizeram seu vestido subir até sua cintura.
Sua boca mordiscava um de meus mamilos e o outro era acariciado com leves movimentos circulares de sua mão.
Subitamente ela parou os movimentos me dando um último beijo:
—Chega, vamos sair para jantar.
—Não, agora vamos terminar o que começamos. – sugeri cheio de tesão.
—Nada disso, quem manda aqui sou eu!
Nisso rasguei sua calcinha com um puxão, ela estava molhada a ponto de ser torcida.
—Você sabe muito bem que estar sem calcinha não me impede de sair de casa.
—Tá ok então, você me convenceu, vamos jantar.
Me vesti rapidamente e peguei a chave do carro.
Ela ajeitou o vestido, soltou o cabelo e já estava pronta.
Fomos então até um restaurante, com uma iluminação baixa, próprio para casais.
Cada movimento de suas pernas me dava um frio na barriga:
— Vou até o banheiro dar uma retocada na maquiagem, tudo bem?
Ela nem estava maquiada, o que ela queria é desfilar sem calcinha.
—Claro meu amor.
Logo ela voltou:
—Seu vestido está molhado.
— Culpa sua, você que rasgou minha calcinha. Mas eu já resolvo.
Estávamos em uma mesa de canto, meio escondida, ela então levantou seu vestido sentando com seu corpo nu na cadeira.
Havia uma garçonete nos atendendo desde que entramos no restaurante.
—Quer apostar que virá um garçom nos atender, e não mais a garçonete?
—Por quê?
—Não olhe agora, mas tem um garçom olhando pra mim. Vou mostrar o que ele quer ver, tudo bem?
—Tudo bem. — Com o tesão que estava só podia concordar.
Ela abriu levemente as pernas. E em menos de 5 minutos lá estava o garçom perguntando se precisávamos de alguma coisa.
Continuamos o jantar, já se aproximava da meia noite quando pedimos a conta e pela segunda vez, recebíamos um bilhete de um garçom. Mas este dizia apenas: “saio em 10 minutos”. Pagamos a conta e ela escreveu algo no mesmo papel e deixou na mesa.
No caminho do estacionamento perguntei:
—O que você escreveu no papel?
—O modelo, a cor e onde esta nosso carro. — disse isso me olhando com uma cara muito safada.
—E agora? O que faremos? — disse após um longo silencio.
—Vamos ver.
Chegamos no carro, começamos a nos beijar intensamente. Ela abriu meu zíper tirando meu pau pra fora, joguei meu banco para traz e ela subiu em mim se esfregando sem me deixar penetra-la.
Logo olhei pela janela, lá estava o cara. Ela abriu o vidro, sem falar nada pegou a mão dele e colocou em seus seios. Ele apertava com vontade e ela gemia. Ela então abriu a porta de traz:
—Entre e não diga nada!
Ele obedeceu prontamente.
Fomos então até um motel a 2 quadras dali. Subimos os 3 para o quarto sem saber muito bem o que iria acontecer.
Ele foi o primeiro a tirar a roupa e se deitou na cama. Ela então cochichou em meu ouvido:
—Vem me comer — e ficou de quatro em cima do garçom fazendo um 69.
O pau dele que não estava totalmente duro, logo ficou e ela nem havia o colocado na boca. Em contrapartida ele já se deliciava com sua buceta. Comecei a penetra-la vagarosamente, ela gritava pedindo mais.
Ela se sentou no rosto do rapaz e começou a rebolar, pediu para eu ir na sua frente, começou a me chupar e masturba-lo.
Ela se levantou e falou ao seu ouvido:
—Vamos combinar uma coisa.... Você pode fazer tudo, menos me comer.
—Tudo bem — concordou.
—Vocês dois serão vendados.
E assim estávamos quando ela me deitou na cama e montou sobre mim:
—O que ele está fazendo — perguntei.
—Ele esta acariciando meus seios e roçando seu pau em minhas costas.
—E agora — seus gemidos haviam aumentado.
—Ele está com a língua em um lugar que você gosta muito.
—Ai amor... — eu não me aguentei e a enchi com meu tesão.
—Ai que delicia. — disse isso tirando minha venda.
Peguei a mão do garçom e coloquei em sua buceta, ele começou a acariciar seu clitóris.
Logo ela estava aos gritos novamente agora sinalizando seu gozo.
Ele retirou a sua venda, e ela se deitou do meu lado abrindo as pernas para ele. Para nossa surpresa ele literalmente caiu de boca nela sugando até a ultima gota que eu havia depositado ali.
Ele ficou de joelhos e ela o masturbou até ele gozar sobre seus seios.
O deixamos na cama e fomos tomar banho na volta ele já estava vestido. Nos vestimos, entramos no carro e sem dizer uma palavra ele desceu do carro próximo ao restaurante que foi nosso ponto de encontro.

Sobre este texto

Noivo

Autor:

Publicação:1 de dezembro de 2011 03:46

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Encontro a Três

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Este texto foi lido 494 vezes desde sua publicação em 01/12/2011. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Vivimilward
    Postado porVivimilwardem6 de junho de 2013 01:08
    Vivimilward é um autor no História Erótica

    Conto delicioso!

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