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Do fundo do baú

Do Bar para o Hotel

Era fim de tarde e bebíamos em um bar próximo ao hotel em que estávamos hospedados. O bar estava cheio, nos acomodamos em uma mesa com bancos altos num canto bem escondido espaço.
Depois de algum tempo, algumas cervejas e caipirinhas, um desconhecido pediu se poderia usar nossa mesa para deixar seu copo, fomos cordiais, não havia mais mesas livres.
Sempre que eu me distraia com a banda que tocava percebi que ele voltava os olhos para as coxas da minha noiva. Ela estava com um vestidinho curto sentada naquele banco quem estava a 5 passos dali conseguia ver sua calcinha com facilidade.
—Seu amigo está interessado em você. – disse ao ouvido dela
—A é?! Por que diz isso? – disse com cara q já tinha entendido.
—Ele não tira os olhos das suas pernas.
—É porque ele não tem nada melhor pra olhar. Vou melhorar isso então.
Ela levantou ajeitou o vestido e caminhou até o banheiro com um rebolado que não houve um homem ou uma mulher que não parasse para olhar.
Minutos depois ela voltou com o mesmo rebolado, ficou na ponta do salto para alcançar meu ouvido e disse:
—Você gosta disso não é, seu safado?
—Você sabe do que eu gosto. – Sempre fantasiei uma série de coisas com ela, mas a maioria nunca saíram da imaginação.
—Sabe aquela sua fantasia de me comer junto com outro cara? Acho que vamos realizar ela hoje.
Fiquei tão surpreso que emudeci.
Ela voltou para sua cadeira e iniciaram as suas provocações mais diretas, suas cruzadas de pernas eram mais constantes e seu vestido parecia cada vez mais curto. O rapaz se mostrava tão excitado quanto eu na situação quando resolveu mudar de lado da mesa ficando do lado oposto as outras mesas ela se virou para ele e abriu as pernas ele chegou mais perto para pegar seu copo na mesa e sem pudores minha noiva pegou sua mão, colocou entre suas pernas e lambeu seus dedos melados enquanto isso eu estava vendo tudo aquilo fingindo que não via e cheio de tesão. Ela se virou pra mim cruzando as pernas novamente, era possível ver sua buceta inteira, bebeu mais uma dose de tequila e pediu para que eu me aproximasse.
—Peça a conta. Vamos voltar para o hotel.
—Ah é?! Cansou de brincar com seu amigo?
—Não, ele vai junto com a gente.
Mais uma vez estremeci. Tinha fantasiado essa situação por diversas vezes, mas no fundo não imaginei que aconteceria algum dia. Fui até o caixa pagar a conta na volta ela já me esperava na porta sozinha. Caminhamos até o hotel sem muitas palavras. Chegamos cheios de tesão depois do showzinho dela no bar, ela estava completamente melada, arrancou a pouca roupa que ainda vestia e me deitou só de cueca na cama. Ela montou em mim, se esfregava em meu pau deixando minha cueca completamente molhada, de costas pra mim fazia questão de empinar sua bunda de maneira que eu pudesse vê-la toda aberta.
Nesse momento ouvi alguém abrir a porta.
— Acho que isso é seu, vim devolver. – Disse com a calcinha dela na mão.
—Olha como eu sou distraída. Vem aqui pra eu recompensar sua gentileza.
Ele se aproximou do pé da cama, era moreno, magro, 1,80m aproximadamente. Ela abriu seu cinto e seu zíper colocando seu pau pra fora. Era grande, mais de 20cm, ainda mole cabia com dificuldade na boca dela. Inicialmente ela se abaixou pegando seu pau com a boca, como quem não quisesse colocar a mão, mas logo que começou a endurecer ela e o segurou com vontade colocando sua cabeça para fora começou a lamber.
Enquanto o chupava seus movimentos cada vez mais intensos fizeram com que meu pau saísse da cueca e a penetrasse com facilidade.
Quando pensei que não aguentaria mais de tesão ela ficou de pé e puxou o rapaz para que lhe chupasse. Era possível ouvir o som de sua língua tamanha intensidade que ele a lambia, suas mãos apertavam ora sua bunda ora seus seios.
Ela se virou de volta para mim sentando novamente em meu pau e voltou a fazer movimentos agora que a deixava toda aberta pra ele.
— Está gostando do que esta vendo?
— Claro!
— E está esperando o que pra vir aqui me comer também?
Na hora ele terminou de arrancar sua roupa e se posicionou atrás dela.
— Aí ainda não! Eu quero os dois na minha buceta.
— E você vai aguentar?
— Claro que eu aguento! Mete logo esse pau em mim.
E assim ele fez. Tudo era novidade para nós, mas o tesão era tanto que parecíamos experientes. Fiquei imóvel enquanto ele metia. Ela já não gemia, gritava pedindo mais.
Alguns minutos nesse movimento ela se levantou e tentou abocanhar os dois paus de uma vez, mas viu que sua boca não é tão grande quanto sua buceta então passou a intercalar chupadas e punhetas em um e no outro.
Ambos os paus latejavam, o dele era notoriamente maior, coisa de uns 7 cm.
—Que delicia de pica que você tem. — Disse me deixando de lado.
Deitei na cama e passei a observá-los.
Ela ficou de 4 enquanto ele metia com muita força. O som das batidas em sua bunda eram tão altos quanto seus gemidos.
—Está gostando de ver sua putinha ser arrombada?... Vem aqui de pertinho.
Me posicionei debaixo dela fazendo um 69, ele metia em sua buceta que seu mel enchia minha boca e melava meu rosto.
Quando ela parou de me chupar e silenciou por um instante os gemidos já sabia o que aconteceria.
— Mete que eu vou gozar. — Disse ela quase num sussurro prendendo a respiração.
Seus gemidos contidos acompanharam seu corpo enrijecendo. Seu clitóris estava exposto em contato com minha língua, afastei-me para observar melhor e vi seus pequenos lábios se contraírem apertando o pau do rapaz. Quando ele retirou-o de sua buceta os movimentos continuaram e eu voltei a sentir ela escorrer em minha boca. Ela gritou e se esparramou sobre mim anunciando que havia gozado.
Sai debaixo dela e ficamos os dois afastados nos masturbando lentamente olhando ela tremer deitada na cama buscando a respiração. Em alguns instantes ela me chamava como uma menina sapeca fazendo sinal de “vem aqui” com o dedo indicador. Fiquei de pé na cama com ela no meio de minhas pernas. Coloquei as mãos em sua cintura puxando-a para cima deixando sua bunda empinada. Na hora o rapaz entendeu o recado posicionou-se atrás dela seu pau entrava fácil em sua buceta molhada e ele não resistiu e meteu mais algumas vezes, mas sabendo o que ela queria peguei seu pau e o coloquei penetrando uns 3cm em sua bunda ele ficou parado como quem esperava autorização para continuar. Com as duas mãos abri ela de uma vez para ele meter vi pelo espelho ela morder os lábios em silencio e sua cara não negava que estava adorando.
Ela vendo que ele não aguentava mais, pediu para que gozasse em sua bunda e ele a obedeceu prontamente. Retirou o pau e gozou de um jeito que nunca havia visto. 6 ou 7 jatos fortes e grossos de porra cobriram sua bunda e suas costas finalizando passando a cabeça melada em sua bunda.
Andando de 4 na cama ela contornou e chupou seu pau melado suavemente, aproveitando as ultimas gotas. Até ele amolecer a ponto de caber em sua boca. Ela cochichou algo em seu ouvido ele começou a se vestir enquanto ela deitada, olhando para ele me punhetava.
Quando ele saiu ela voltou a ficar de 4 e mandou q eu gozasse sobre a porra do macho q acabara de come-la eu claro atendi com um tesão que nunca havia sentido antes.

Sobre este texto

Noivo

Autor:

Publicação:14 de novembro de 2013 23:05

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Encontro a Três

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Comentários

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  • Joana
    Postado porJoanaem15 de novembro de 2013 12:21

    Adoro essas histórias de corno.Meu marido não topa mas um dia ainda apronto uma pra ele. beijos

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