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Do fundo do baú

No Calor do Nordeste

Viajamos para o nordeste no último feriado. Normalmente nas viagens ela fica mais safada. Acho que a segurança de estar longe de casa, não ter conhecidos por ali.
Conhecemos praias, pontos turísticos e no penúltimo dia fomos para um barzinho próximo da praia. O pessoal muito hospitaleiro foi nos integrando e fomos fazendo amizade...
Fomos assim a noite toda.
Já meio bêbados começamos a nos despedir do pessoal, então um casal perguntou como iriamos embora. Disse que chamaríamos um táxi até o hotel, eles não deixaram, ofereceram uma carona. Como estávamos todos juntos até ali, aceitamos o favor.
Até então nem sabia o nome dos dois, mas saindo do bar se apresentaram, ela Renata e ele Lucas. Me apresentei e minha também noiva Jaque.
Reparei que a Renata era muito gostosa. Loira bem branquinha seios grandes, bunda arrebitada, pernas finas. Exatamente o oposto da Jaque que era morena, seios médios, bunda grande e pernas grossas.
As duas foram andando na frente, estavam vestidas de maneira parecida, ambas de vestido, o da Renata mais justo e mais curto que o da Jaque. Vendo as duas tive um pensamento muito pornô, acho q era efeito da bebida, desviei o pensamento e logo chegamos ao carro.
No caminho percebi que Renata estava bem alterada. Ela ria alto, gesticulava muito ao falar. E Lucas ao volante só ria e as vezes olhava no espelho para ver nossas reações com os comentários dela, que fomos levando, rindo tbm.
—Nossa estou com um calor! Vocês ai atrás não estão sentindo?
— Estamos, mas está uma noite gostosa.
—Este banco de couro não é legal no calor, minha bunda está suada. — disse a Renata com uma risada debochada.
—Coloque-a na janela que refresca — aproveitei o clima da brincadeira.
—Boa ideia!
Sem pestanejar ela soltou o sinto e colocou a bunda na janela para quem quisesse ver. Senti que a Jaque apertou minha perna. Logo em seguida a Renata, que já estávamos chamando de “Rê”, colocou a bunda entre os bancos.
—É sério, sente como estou suada — não me mexi — Vai Jaque, pode passar a mão já que seu noivo não quer.
Jaque já gostando da brincadeira passou a mão.
—Aposto que a sua também esta suada Jaque — Disse Lucas que até agora só havia dado risada. — Coloque na janela também!
Ela olhou pra mim como quem pede autorização. Balancei levemente a cabeça indicando que podia. Ainda meio tímida ela se levantou e fez o que foi sugerido.
—Ah Jaque, isso eu fiz também, vc tem q me superar. — Desafiou Renata.
Ela retirou sua calcinha, entregou em sua mão e se posicionou entre os bancos com a bunda para frente.
—Olha se estou suada Rê? — falou isso olhando no meu olhou e mordendo os lábios.
Claro que ela sabia o que estava passando em minha cabeça. Já era possível ver que meu pau estava duro sob a calça.
Renata passava a mão na bunda e nas coxas de Jaque, que abriu meu zíper e começou a me chupar.
—Hum, está mesmo, bem suada!
—Aposto que ela não está só suada, também deve estar melada.
Renata se animou com meu comentário.
—Posso Jaque, mexer na sua florzinha? — Achei engraçado o “florzinha” sempre usei buceta depravadamente.
Ela não disse nada, apenas abriu levemente as pernas, e com as mãos deixou sua florzinha mais exposta.
—Nossa Jaque, que melada! Que delicia! Olha Lucas, ela é depiladinha do jeito que você gosta.
A perna dela tremia. Paramos em um farol e o motorista (que estava até se concentrando bem no trânsito), virou para observar o que sua esposa já se deliciava.
Jaque começou a voltar para o banco, mas Renata a segurou.
—Espera Jaque, deixa eu dar um gostinho pro meu marido. — Ao falar isso enfiou 3 dedos nela, retirando-os completamente melados.
Ela ficou brincando com os fios formados pelo mel de Jaque ao abrir os dedos. Logo pediu para seu marido abrir a boca e deixou ele provar.
Jaque voltou a sentar ao meu lado, seu vestido levantado fazia seu corpo molhar o banco de couro. Olhou para frente viu que Renata masturbava Lucas e passou a fazer o mesmo comigo.
Finalmente chegamos ao estacionamento do hotel que estávamos hospedados.
—Pronto, está dada a carona. — falou a Renata em tom de despedida — Foi um prazer conhecer vocês.
Descemos do carro e Jaque falou em meu ouvido algo que logo transmiti ao casal de amigos.
—Vocês não querem subir um pouco?
—Claro né amor?! — Percebi que Renata gostava de estar no controle e seu marido gostava de deixar tudo na mão dela.
Desceram do carro. Eu abri a porta para Renata. Ela abriu as pernas para descer, retirou a calcinha e deu em minha mão. Estava molhada a ponto de ser torcida.
—Guarde de recordação. — disse em meu ouvido.
Subimos o elevador discretamente, ao chegar no corredor dos quartos, Jaque foi na frente para abrir a porta.
— Ela tem uma bunda maravilhosa — comentou Lucas.
—Pode ir lá ver mais de perto. — autorizei.
Quando ele deu alguns passos pelo corredor foi a vez de Renata se aproximar de mim. Ela puxou seu decote deixando seus seios a mostra e colocou minha mão sobre eles.
Eles eram maravilhosos, firmes e grandes. Olhei no final do corredor, a porta já estava aberta, mas os dois ainda não haviam entrado, ele tinha levantado seu vestido e agora estava se esfregando nela.
Renata correu pelo corredor pegando na mão de minha noiva.
— Vem Jaque, vamos deixar esses dois babando.
Entramos todos no quarto, fechei a porta.
As duas começaram a se beijar e a tirar a roupa uma da outra. Tentei me aproximar, mas fui barrado por uma delas dizendo “vocês só daqui a pouco”.
Estavam completamente nuas quando começaram a fazer um 69 bem na nossa frente. Minutos depois fomos autorizados a entrar na brincadeira, Renata estava por cima, fomos um de cada lado, tiramos a roupa e começamos a roçar em nossas meninas. Elas gemiam alto quando se levantaram e nos mandaram para o sofá.
Sentei com Lucas ao meu lado. Logo Jaque estava em cima de mim e Renata em cima de seu marido.
Não sabia para onde olhar. Para a cara de safada da Jaque ou para os seios de Renata.
—Vamos trocar Jaque? — Disse Renata percebendo meu olhar.
—Claro.
Com Renata em cima de mim apertava seus seios e massageava seu clitóris. Ela estava a ponto de gozar. Ver a cara de minha noiva rebolando em outro pau, com o cara em gemidos intensos e ao mesmo tempo penetrar aquela delicia que estava em cima de mim estava maravilhoso.
—Rê, me empresta meu noivo de novo?
—Claro, mas só se for por um bom motivo, porque ele é muito gostoso.
—Eu nunca fiz uma DP, você poderia me ajudar?
Nisso Renata se levantou no sofá, deixando-me ereto, ajoelhou em meus ombros e segurando minha cabeça com as duas mãos e esfregou em sua buceta, agora mais melada e mais aberta do que nunca. Enquanto fazia movimentos que possibilitavam minha língua passar por toda a extensão de sua flor disse:
—Ah. Não é que a Jaque deu um bom motivo para pararmos um pouco. Já já continuamos.
Renata se ajoelhou ao lado de Jaque, colocou a mão em sua nuca e desceu até sua bunda. Percebi que ela se arrepiou.
—Empine essa bunda gostosa! — Disse Renata dando-lhe um tapa.
Ela obedeceu. Lucas já não se mexia mais. Eu esperava minha hora ao lado com o frio na barriga que começará no momento que as olhei no estacionamento do bar.
Ela estava toda aberta. Era possível ver TUDO: sua buceta molhada que escorria pelo pau de Lucas até o sofá e seu cu apertadinho porem entre aberto devido a sua posição.
Renata lambeu tudo o que estava exposto deixando seu cuzinho molhado com saliva. Em seguida me puxou e me posicionou a sua frente. Agora por trás de mim ela ditava o ritmo da minha penetração. Como se ela mesma estivesse metendo.
Jaque gemia freneticamente. Percebendo, Renata sentou ao lado de seu marido e começou a massagear o clitóris de Jaque que agora ditava os movimentos.
—Goza minha gostosa. — Cochichei em seu ouvido.
Ela gritou tão alto que certamente o andar inteiro do hotel ouviu. Levou as mãos à cabeça bagunçando seus cabelos. Contorceu suas pernas mudando de posição e caiu sobre mim. Ela se deitou no chão e ficou ali por alguns segundos com a respiração desordenada como a de uma criança ao final do choro, mas via um riso sacana no canto de sua boca. Ainda no chão, abriu as pernas, consegui ver sua florzinha pulsando.
—Sua vez de me ajudar! — Disse Renata enquanto me empurrava para o chão — Vem aqui atrás de mim Jaque.
Comecei a fazer um 69 com ela enquanto minha noiva acariciava seus seios e todo seu corpo até a penetrar com todos os dedos possíveis. Ela gemia gostoso deixando todos em silencio aguardando seu orgasmo que quando veio, nunca havia visto nada igual. Pensava ser mentira de filme pornô mulheres gozarem como homens. Porem não só havia descoberto que era verdade, como estava sentindo aquilo tudo em minha boca.
Ela se levantou se esparramando no sofá:
—Venham cá meninos. Hora da minha recompensa.
Ela começou a nos chupar e nos masturbar. Não demorou muito para que seu marido estivesse gozando em seus seios. Não resisti e montei sobre ela, apertei seus seios melados. Logo gozei em seu rosto, boca, seios e barriga.
Estávamos acabados. Jaque e Rê foram para o banho juntas. Lucas e eu nos vestimos. Quando as duas voltaram também já estavam vestidas.
—Bom... Agora vamos mesmo! Mais uma vez, adoramos conhecer vocês.
Acompanhamos os dois até o carro. Nos despedimos como velhos amigos. Com a promessa de que toda vez que viajarmos para estes lados entraremos em contato.
Passando o efeito da bebida pensei que bateria o arrependimento em mim ou na Jaque, mas nada disso. Lembramos ainda com muito tesão e dando muita risada de toda a deliciosa situação.

Sobre este texto

Noivo

Autor:

Publicação:23 de abril de 2012 22:34

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Swingers

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Este texto foi lido 611 vezes desde sua publicação em 23/04/2012. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • alexandre
    Postado poralexandreem6 de janeiro de 2016 09:38

    Muito bom o seu conto, mande mais fotos

  • laura Azevedo
    Postado porlaura Azevedoem31 de outubro de 2015 23:02

    Ki loucura gostosa tenho a maior vontade de fazer lucuras só levamos da vida oque vivemos kkkkkk

  • pessoa
    Postado porpessoaem14 de maio de 2012 14:08

    vcs sao é doidos kk

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