Conto Erotico | Historia Erótica

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Vou te contar uma historia que não acabou bem.

Vou te contar uma historia que não acabou bem.
Tenho uma história para contar e gostaria de que alguém soubesse. Não é uma história de amor, mas de paixão. Daquelas que explodem como uma supernova e desaparece na mesma proporção. Bem, comecemos então...
O nome que eu vou usar aqui é o mesmo que deu início a toda essa situação, Odin. Sim, a referência ao deus nórdico é evidente, mas gosto da sonoridade do nome e não os aspectos da persona. Uso outros nomes relacionados a história e a filmes, é um aspecto “nerd” da minha personalidade. Ainda sobre minha personalidade, muitos dizem que sou “frio”, inacessível mas não é bem assim, com o tempo ergui uma serie de barreiras a modo de quem realmente tivesse afim, chegaria e transporia essas barreiras facilmente. Nessa história há detalhes quentes, outros nem tanto. Mas é que importa é que é REAL.

Para começarmos, preciso que entendam detalhes de mim porque podem fazer alguma diferença para se entender o que passou. Tenho 1,76 de altura, peso 74 kg, sou branco, com tattos e um piercing no peito e tenho 30 anos. Sou uma pessoa com um biótipo bem comum, não sou sarado, tenho uma barriga uniforme ao corpo, olhos castanhos claros, levemente amendoados e cabelos pretos em suma, sou real. Em relação a minha sexualidade, sou bem resolvido, minha família sabe e meus amigos mais próximos também. Mas no geral, não deixo transparecer. Moro em uma cidade no interior do estado de Rondônia, uma cidade bonita com um ótimo clima. Como nasci aqui e por um longo tempo trabalhei em um órgão público, sou bastante conhecido na cidade e outros municípios. Mais conhecido do que eu queria.

Creio que todos sabem que as palavras cidade pequena e relacionamentos gay são dicotômicas. Mesmo que haja, não há paz e o preconceito é mais forte. Já me relacionei me com caras, a maioria de municípios e quanto aos nativo daqui eram apenas peguetes, mas nenhum durou muito por vários fatores e eu sempre sai machucado dessas histórias e por isso, aprendi a não cair em ciladas tão facilmente. Porém, a solidão e o tesão são coisas complicadas de se lidar, e uma forma que eu tenho que procurar alivia-las é realizando a tradicional caça a internet via chat da UOL. Quero deixar um adendo aqui não sou frequentador assíduo, uso poucas vezes e geralmente me alivio por conta mesmo, mas a momentos que faz falta um corpo. Quanto aos caras do chat, eu só parto para algo real quando vejo que não há a possibilidade de não ser uma pessoa que eu conheça e ela esteja dentro do armário ou que não seja uma daquelas pessoas desagradáveis.


Em uma dessas caças, eu com o meu Nick Odin acabei despertando o interesse de um cara com o Nick de Lukas, após uma boa conversa descobri que eu não nos conhecíamos. Nesse período eu estava só em casa, não perdi tempo e o convidei para vir até aqui. A primeira ironia é que éramos vizinhos de bairro, passei meu endereço e como Lukas não conhecia muito bem aqui, marquei de ir busca-lo em um estacionamento de um mercado próximo. Como era perto, fui a pé mesmo.
Assim que eu cheguei, vi um rapaz bonito, um pouco menor do que eu se aproximando e se apresentando:

- Oi, você é o Odin? –

- Sim, sou…. E você é o .......

- Lukas! Demonstrando ansiedade...

Pegamos o caminho de volta a minha casa, conversamos banalidades e já estabelecemos algumas coisas sobre sexo. LUKAS foi enfático a dizer que era apenas ativo e disse a ele que eu também. Ele se calou por um minuto, e logo disse:

- Sem problemas, eu não toco na sua bunda e nem você na minha. Mas o resto, eu topo tudo!

- Sem problemas então. Disse sorrindo.

- Vamos andar mais rápido.

Em poucos minutos chegamos em casa, como estávamos tensos e a noite fria, ofereci uma dose de whisky. Ele aceitou, bebeu em um gole só.... Ainda assim o clima entre nós não esquentou muito. Decidi partir para cima, deixei- o no sofá e fui ao quarto, peguei um colchão de casal e o coloquei no chão da sala. Lukas pediu para que deixasse o cômodo com pouca luz, fui ao interruptor e desligues a luzes e ao me virar encontro Lukas parado atrás de mim, me olhando fixamente. Lukas tinha 25 e era um cara bonito, 1,73 de altura, 71 kg... moreno claro, com várias tattos, pouco pêlos no corpo com exceção das pernas, com a barriga lisinha e aquele trilho de pelinhos que descem do umbigo e vão para dentro da cueca. Tinha um cabelo moicano desarrumado, barba por fazer, mas curta. E um par de olhos verdes….

Nesse momento eu senti que algumas barreiras tivessem sido superadas, fomos de encontro um ao outro, rosto próximo do outro .... Eu sentia a respiração dele na minha boca. Me aproximei um pouco e aconteceu nosso primeiro beijo. Eu me senti como se uma corrente elétrica suave e continua, percorresse meu corpo senti a temperatura corporal subiu, senti a face aquecer... e acho que ele sentiu o mesmo. Deitamos no colchão, tiramos as camisetas e Lukas deitou-se em cima de mim.

- Encaixe perfeito – disse ele no meu ouvido. Putz! Como isso é bom!

Realmente parecia que nossos corpos se encaixavam perfeitamente. Difícil descrever mas a sensação era ótima. Dito isso, já estávamos com as ereções a mil. Minhas mãos corriam devagar pela nuca, num quase toque de dedos, desci as costas dele lentamente.... Iniciando uma reação em cadeia, como arrepios e respiração alta.

Os beijos se tornaram mais quentes nossas as mãos já iam descobrindo o corpo um do outro. Ele chegou ao meu pau, parece que onda de choque se intensificou, retribui imediatamente o carinho. Em questão métricas, éramos bem parecidos... ambos com 19 cm, não muito grossas.... Cabeças rosadas. Com um detalhe diferencial apenas, o meu é meio torto para a esquerda e o dele para a direita. Tiramos nossos calções, nossas cuecas estavam levemente meladas.

Lukas deixou minha boca e partiu pro meu pescoço, beijos mordidas e lambidas que me faziam tremer. Ele continuou por meu ombro, desceu ao meu mamilo com piercing e deu uma leve mordida. Isso foi o suficiente para me deixar em orbita. Lukas foi descendo, alternando beijos, mordidas até que chegou na minha virilha. Ele parou por um momento, me olhou nos olhos, que mesmo com a pouca claridade notei que continham um brilho intenso. Deu um sorriso que começou a beijar meu pau por cima da cueca. Nesse momento, o frio que estava lá fora não era mais o suficiente para esfriar o nosso clima.


Os beijos dele em meu pau, por cima da cueca se intensificaram. Lukas parou, olhou para mim novamente e baixou um pouco da minha cueca deixando apenas a cabeça de fora e então começou com uma suave lambida. Aquilo foi como apagar fogo com gasolina e ele viu meu tesão, ali pulsando em frente a ele começou com o melhor sexo oral que eu já experimentei na vida. Alternava a velocidade, a intensidade da sução.... Ele sabia o que fazia, e via que estava em quase alpha, foi me dando prazer até o ponto que tive que segura-lo. Pois não queria que acabasse assim. Levantei me um pouco, puxei ele e o beijei senti o tremor dele e conduzi a deitar sobre mim novamente. Ele parou com o beijo, recuou a cabeça e repetiu:

- Encaixe perfeito!

- Sério? Eu perguntei

- Sim.... Nunca tive um encaixe desses. Disse e logo
ficou em silêncio me fitando.

- Hum...eu gostei do encaixe perfeito! Eu disse sorrindo.

- Isso nunca aconteceu comigo. Ele repetiu.

Puxei ele de volta ao beijo, senti a nossas peles úmidas... aquilo foi muito bom. Inverti ele de posição comigo. Comigo em cima dele, eu retribui tudo o que ele tinha me dado com o mesmo prazer em que recebi. Em uma situação irreal ambos gozamos... sem a necessidade de masturbação ou algo mais. Com nossos corpos agora melados ficamos deitados por um bom tempo, tipo uns 10 minutos. Sentimos as batidas do coração, o calor intenso dos nossos corpos já estava ficando intolerável (sem brincadeiras) e calados. Depois que recuperamos um pouco do fôlego, me levantei e perguntei se ele queria tomar um banho:

- Agora não... está tão bom assim!

- Quase não descolamos, Eu disse rindo.

- Verdade....

- Quer ao menos uma toalha? Estamos muito melados....

- Aceito.... Pode trazer. E se possível, eu quero agua...

Peguei duas toalhas, me enrolei em uma e outra dei a ele. Fui na cozinha buscar agua, e na minha volta ele já estava de cueca, terminando de vestir a bermuda. Entreguei lhe o copo de água, levantou e veio até mim com o lábios gelados e um abraço demorado e gostoso e me beijou. Ficamos assim por algum tempo.... Nesse momento, minha mente não estava normal. Eu estava em anestesiado ainda e estava achando boa demais aquela situação. Se soltamos e fomos ao meu quarto, apenas conversando. Ele pediu para usar meu PC, como não vi problema deixei. Nesse tempo eu fui na sala novamente ligar as luzes, ele veio atrás de mim em seguida e disse que precisava ir embora.

- Preciso ir.... Não trouxe a chave de casa. Se eu não for agora, vou dormir para fora. disse ele sorrindo, mas meio encabulado.

- Qualquer coisa, dorme aqui....

- Não. Não.... Realmente eu preciso ir. Disse ele rapidamente.

Pensei comigo, ele é daqueles que depois do sexo vão embora e não voltam mais. Perguntei a ele se ele estava bem.

- Sim... só preciso ir.

Quando ele terminou a frase me beijou de novo e foi embora. Eu perguntei a ele se nós veríamos de novo:

- Você é quem sabe!

Nesse momento meu celular toca e me distraio por alguns minutos e quando olho, noto que ele já se foi. Fui até o portão e nem sinal. Pensei que ele estava com pressa mesmo, porém havia esquecido de pegar o contato dele. E agora? pensei... eu queria mais. Mas como foi um pega de noite, logo me conformei... Tudo o que é bom dura pouco, disse em pensamento.

Arrumei a sala, laveis os copos sujos, coloquei as toalhas no cesto de roupa, acendi um cigarro e fiquei pensando nele. Decidi tomar um banho, para tirar aquela meleca e ainda pensando nele, bati uma. Parecia que meu corpo estava supersensível a cada passada de mão que eu dava com a esponja, a espuma, o cheiro do sabonete...tudo, tudo aquilo me deixou mais excitado e cada vez pensando mais em LUKAS. Decidi mudar a temperatura do chuveiro para frio para eu me “acalmar”.

Me sequei e voltei ao computador pois ainda tinha que terminar uns trabalhos da faculdade e noto que deixei meu Facebook aberto. Passou se um tempo e uma notificação que alguém que eu tinha convidado, tivera aceito o meu convite. Quando abro a notificação logo vejo o perfil do Lukas. Ele tinha usado meu perfil para adicionar o dele. Sorri mas estava exausto e precisava dormir e assim eu o fiz.

Acordei as nove em ponto, como era domingo eu geralmente dormia mais tempo, liguei PC e fui ao banheiro fazer minhas necessidades e higienes. Fui a cozinha passei um café, fiz alguns afazeres domésticos e voltei ao PC próximo as onze da manhã. Lá eu vejo o chat, piscando em vermelho, o Lukas me chamando. Conversamos o trivial durante o dia, ele me contou um pouco mais dele e eu de mim. Ele disse que havia gostado de ficar comigo e queria repetir o mais rápido o possível.

- Que tal hoje à noite? Eu sugeri

- Poxa, vou ter que esperar até a noite?? E o clássico: kkkkkkkkkkk

- Rsrsrsr sim, até a noite. Pode ser lá pelas 21:00?

- Pow.... É muito tarde... queria mais tempo hoje.

- Eu tenho compromisso das 18 às 21:00... é a colação de grau de amigos meus da universidade.

- Ah sim... blz então. Se vemos mais tarde!

- Combinado.... Abcs

- ;)

Como essa época do ano aqui da minha região é instável, os dias oscilam entre sol e chuva e nessa noite não foi diferente. Como chovia muito fui de carro na cerimônia mas tenho fobia de lugar lotado, fiquei firme até o fim, dei um abraço nos meus amigos e vim embora. A chuva já tinha parado e o clima mais frio do que antes aproveitei e dei uma organizada no meu quarto e deixei algumas músicas no gatilho, entrei no Facebook e vejo o status do Lukas com offline desde a última vez que conversamos. Não dei muita bola e continuei a terminar uns trabalhos que eu estava devendo da universidade. O relógio marcou 23:15 o Lukas entra e disse que estava vindo.

Perguntei se ele queria que eu fosse busca-lo. Ele disse que não mas era para abrir o portão porque já estava ali. Surpresa geral para mim, porque a chuva estava quase iniciando outra vez. E a temperatura mais baixa que o dia anterior.
Abri o portão e ele entrou e nessa hora com mais claridade e sem nada na cabeça para me distrair eu pude observa-lo melhor, realmente era um cara bonito. Ele estava com uma bermuda, camiseta preta e de chinelos. Simples, mas bonito. Assim que adentramos a casa, ele me abraçou por trás, estava com o corpo frio. Fui me virar e retribuir o abraço e ele disse:

- Não! fica assim e não me solte.

Eu abracei os braços dele entrelaçados na minha barriga e o trouxe para o meu quarto o deitei na cama e fiquei por cima dele. As sensações do dia anterior eram as mesmas, o mesmo toque, o calor....tudo. Dessa vez não demoramos muito e tiramos nossas roupas, notei que ele tinha aparado os pelos da virilha. Eu inicie a sessão dessa vez, lábios, pescoço, mamilos, barriga e virilha. Ele não conteve os gemidos, puxava meus cabelos, queria se desvencilhar o sexo oral que eu fazia nele. Quanto mais aumentava mais louco ele ficava.

Em certo momento, ele conseguiu se soltar e me puxou para um beijo daqueles, eu perdi o ar. Ele vendo esse efeito em mim arranhava suavemente as minhas costas. O arrepio era certo e ele parecia muito mais voraz do que o outro dia. Sentei me no colo dele e sentia o pau dele pulsar. Ele me beijava forte a pegada era mais agressiva. E eu quase enlouqueci com isso. Ele me tira de cima dele e deita –se de costas onde eu posso ver sua bunda, arrebitada com pelos. Ele me fez deitar em cima dele e de novo o encaixe foi perfeito. Os gemidos agora estavam mais altos ele rebolada e empurrava a bunda dele em mim. A situação ficou ainda mais quente. Desci com os lábios úmidos, do seu pescoço até a curva lombar. E quando eu ia avançar para sua bunda, ele disse com a voz seria.

- Não cara, não faz isso... lembra-se que a gente prometeu.

- Verdade, me desculpe

Coloquei ele de frente comigo ficamos nos beijando e se amassando até que um belo 69 rolou. As mamadas eram iguais, fortes e com bastante vontade. Fomos ao máximo e gozamos próximos dos nossos rostos. Como eu já havia preparado eu já tinha deixado duas toalhas próximo a cama. Peguei uma e limpei seu peito, seu pescoço, a cada limpada eu recebia um beijo... era tanta porra tanto em mim quanto nele, que com certeza não conseguíramos fazer mais nada naquela noite. Pensei que seria como antes que depois de gozar ele ia se vestir e ir embora. Ledo engano...
Ele me pediu para ficarmos, nus na cama... abraçados. Eu topei e nessa situação ficamos até as 04:00 da manhã. Ele me contou dos seus problemas com os pais, suas escolhas, seus medos, seus ficantes na cidade.

E por fim ele me disse que iria embora em breve e após isso ficou em silencio. Ok, eu tinha entendido o recado...não se apegue. Mas já era tarde... tanto para mim, e eu suspeito que para ele também, tínhamos se apegado mas ambos não tinham se dado conta. Ele acabou cochilando e eu fui na cozinha beber agua, fumar um cigarro e pensar no que aconteceu e já me preparar psicologicamente para um fim definitivo. Não sei quanto tempo passou mas o sol estava nascendo, então eu resolvi passar um café e fui para o jardim para observar o nascer do sol. Sentei e quando menos espero, Lukas surge na minha frente de toalha e corpo molhado recém saído do banho com uma xícara de café na mão, sentou se ao meu lado e pegou um cigarro e em silêncio vimos o nascer do sol.
Foi estranho admito.... Eu já havia entendido o recado de não se apegar, mas ele falava uma coisa e agia de forma oposta, como se não quisesse sair de perto de mim. Perto das 08:00 ele se arrumou e foi embora.

Então eu fui pro meu quarto e tirei um cochilo até as 10:00, tomei um banho e voltei para o PC. Lukas estava On-line e já no chat puxando conversa comigo. Mas senti que algo estava diferente, comentei sobre a noite e ele desconversou. Na hora achei que pudesse ter alguém por perto, mas como descobri mais tarde, não havia. Marquei algo para a noite, ele disse que não porque tinha compromissos. Tranquilo, eu disse.
Depois da segunda noite juntos não voltamos a fazer sexo, mas a situação que estava se tornando era real e boa e se tornou algo mais próximo do platônico mesmo. E assim foram os dias, papos intermináveis no Facebook, algumas vezes eu fui no aeroporto e o levei.

Clichês a parte mas geralmente a vista do aeroporto para a cidade é linda. Se beijamos apenas uma vez e outra não deu porque como eu disse acima nesse conto, eu sou bastante conhecido chegou um casal amigo meu e ficou lá empacando tudo. Estávamos se vendo todos os dias, conversávamos todos os dias, ele sempre puxava assunto. Achei legal isso, até a metade da segunda semana que estávamos “juntos”. Mesmo sem sexo e nem ficadas a sensação era de algo mais íntimo, como se fosse algo mais sério. Ele tinha me dito que não vinha ficando com mais ninguém e eu também não. Quem estava de fora assim como a minha mãe, achou que de alguma forma estávamos juntos. Eu ri quando ela me perguntou um dia, o por quê dele não vir mais vezes aqui em casa.

Eu não podia negar que estava apaixonado. Sou humano! E acho que era reciproco. No início da terceira semana, a mesma que ele iria embora. Então marquei de irmos ao Aeroporto de novo e lá eu perguntei a ele o que nós tínhamos até aquele momento isso em um tom descontraído e sem forçar nada. Afinal estava chegando o dia dele ir embora e eu queria ter certeza de terminar algo, caso tivéssemos alguma coisa. Esperei algo ameno sair da boca dele.

- Não temos nada..... ou você acha que temos?

- Não, eu... Eu fiquei sem ação.

- Não temos nada. Ele me interrompeu de forma seca grosseira.

- Calma, eu só estava brincando.... Relaxa. Tentei amenizar

- Não posso relaxar porque eu não sei se te disse, mas eu não tenho relacionamentos sérios com homens. Disse ele de forma mais branda agora, com uma frieza absurda.

- ...

Silencio da minha parte! Não sabia o que falar. Sabia que ele ficava com meninas de vez em quando.

- Se você achou que por algum momento, eu teria algo com você...se enganou complemente. Visivelmente indiferente

- Cara, eu só perguntei foi meio que zoando.... É que minha mãe achou graça nossa, e por acaso eu lembrei e fui apenas comentar. Não estou te cobrando nada.

- Hum sei....

Foram as palavras mais duras que o Lukas até então tinha dito para mim. De repente eu não entendia o porquê daquilo. Ele falava uma coisa e agia de outra, estava ficando confuso demais. Depois desse fora que eu levei, ficamos em silencio por algum tempo, ele acendeu um cigarro e pediu para que viéssemos embora, eu concordei, no caminho ficamos em silencio mas ele repousava a mão sobre a minha. Eu tirava e toda a vez que eu ia trocar a marcha do carro ele repetia e eu ia tirando. Mas a surpresa final ainda estava por vir.

Perguntei onde eu queria que eu o deixasse e ele disse que na casa dele estava bom. E assim eu o fiz, ele pediu para eu estacionar bem na frente da casa mas a luz não era muito boa e deixava o local um pouco escuro. Ele se despediu porque estava indo embora no dia seguinte. Eu dei um abraço como faço com amigos e ele me deu um beijo na boca, com aquele mesmo tesão de antes mas se afastou e me disse:

- Eu jamais namoraria um homem, muito menos você!

Pronto, se tivesse levado um tiro tenho certeza de que doeria menos. Eu fiquei tão sem graça o chão sumiu... ele entrou pelo portão e não olhou para trás. Eu liguei o carro e sai em terceira, desnorteado e sem entender o motivo daquilo tudo. Próximo a minha casa tem um posto onde sou cliente. Desci do carro sentei em uma mesa da conveniência e pedi uma cerveja. Tomei a cerveja, procurando por minha cabeça no lugar e entender o que foi tudo isso. Antes da cerveja terminar, decido evitar pensar nisso. Mas confesso que foram dias ruins...


Não sei mesmo o sentido disso tudo, é fato que eu me apaixonei, acho que fiz alguém se apaixonar e no fim terminar desse jeito. Da mesma forma que tudo começou, terminou. Não creio que eu vá entender tão cedo. Mas decidi que a experiência seria a minha melhor lição dessa história.

Sobre este texto

Odin (H)

Autor:

Publicação:11 de abril de 2015 18:37

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 11/04/2015.

Comentários

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  • Odin
    Postado porOdinem29 de abril de 2015 10:34

    Cris.Sergipe...
    não recebi nada, creio que o email que eu postei faltou algo
    [email protected], mande nesse.

  • cris.sergipe
    Postado porcris.sergipeem28 de abril de 2015 10:50

    Acabei de enviar um e-mail para vc

  • Odin - (H)
    Postado porOdin (H)em24 de abril de 2015 17:50
    Odin (H) é um autor no História Erótica

    oi Cris. sergipe.. por enquanto apenas e-mail
    [email protected]

  • cris.sergipe
    Postado porcris.sergipeem23 de abril de 2015 19:21

    Vou aguardar o contato

  • Odin - (H)
    Postado porOdin (H)em19 de abril de 2015 21:05
    Odin (H) é um autor no História Erótica

    Olá Cris.sergipe.. obrigado por seu comentário.
    Estou providenciando um meio de contato.
    abcs

  • cris.sergipe
    Postado porcris.sergipeem16 de abril de 2015 21:38

    Gostei do seu conto muito interessante , já vivi coisa parecida com isso.mas a vida tira das nossas vidas as coisas ruim o q não ia fazer bem a seu futuro.queria ser seu amigo será q podemos ser ?

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