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A Novinha Boqueteira do Expediente de Serviço

A Novinha Boqueteira do Expediente de Serviço
Olá, pra quem não me conhece, eu me chamo Pedro e já publiquei alguns contos aqui nesse site tempos atrás, por falta de tempo e por viver outra realidade (pois hoje namoro há quase 3 anos), não tive mais muitas aventuras assim, isso fez com que eu me afastasse nas postagens do site, mas quem não me conhece, é só clicar em meu perfil e verás meus relatos que postei ao longo dos anos, tudo que contei neles jamais foi mera ficção, foram todos eles vividos por mim realmente.
Bom, deixa-me falar um pouco de mim, eu hoje tenho 29 anos, sou branco com o corpo em forma, hoje estou mais fortinho do que era, sou baixo, com 1,70 de altura, não que eu seja gato, tenho um rosto normal, mas as meninas dizem que eu tenho um charme especial pelo fato de eu ser divertido.
O fato que passo a narrar aconteceu quando eu ainda estava com meus 26 anos e solteiro em Junho do ano de 2013. Eu atuo no serviço publico desde 2009 e nesse tempo foram poucas mulheres que me relacionei em meu ambiente de trabalho, junto com a minha antiga chefe que comi e até postei aqui o relato no site (o conto no qual vivi uma experiência com a minha chefe foi, Hora Extra com a Chefe), só foram mais 6 mulheres que me envolvi, já incluído esse fato que passo a relatar agora, e o que venho a relatar teve inicio em abril de 2013.
Na lotação do órgão em que eu atuava, havia tido a vinda de novos servidores ao decorrer do inicio do ano e no meio dessa vinda veio Nayane, uma menina de somente 19 aninhos, branquinha e cabelos negros, de estatura menor que eu, ela tinha uns 1,60 de altura e magra, mas é do tipo de magra que vira e mexe dar pra roubar a atenção com as pernas torneadinhas e uma bundinha desenhadinha com aquele voluminho e com um rostinho bonito, ninfetinha minhonzinho mesmo, parecia até que tinha uns 15, 16 anos. Nayane chegou em meu expediente de serviço no inicio de fevereiro desse ano de 2013, ela mal havia ingressado no serviço público e logo veio transferida de outra lotação, para a lotação na qual eu atuava naquela ocasião.
Quando ela chegou e se apresentou, juro que não tive lá esses encantos por ela, pois naquela ocasião, eu não era muito fixado em garotas novinhas, eu até cheguei a ficar com algumas novinhas, mas o meu forte sempre foi mulheres mais velhas e de inicio foram só apresentações e poucas palavras e no dia a dia foram só instruções que eu passava a ela para ajuda-la nas tarefas que ela se sentia com dificuldade. Eu me lembro muito bem que no fim do mês de abril daquele ano começou a rolar um boato entre os rapazes do expediente que Nayane adorava chupar um caralho de uma forma bem gostosa, pois um cara que trabalhava conosco disse ter pegado e colocado ela pra mamar o seu pau e que ela chupava um caralho de um jeito muito gostoso, que ela chupava como poucas sabiam, eu sei que esse bafafá deu uma merda lá na parte interna que é reservada aos funcionários do serviço e os dois discutiram e quase que ela agrediu ele, mas eu e os outros rapazes impediram disso dar mais merda como cair isso no ouvido da chefe e Nayane saiu chorando com medo de dar merda, pois ela era noiva e por mais que fosse animadinha, ela sempre havia se dado o respeito no setor de serviço e não queria sair dele por um escândalo sexual.
Depois desse episódio chato, mas que felizmente não deu muita coisa pra eles, Nayane passou a não ser tão mais aberta com todos no ambiente de serviço e nem olhava na cara do tal sujeito que a difamou e nesse tempo quanto mais ela pedia instruções para mim, mais ela puxava conversa e me disse uma vez:
- Pedro, por que você não brinca tanto comigo como brinca com as outras pessoas?
Fiquei um pouco sem graça, pois realmente naquela ocasião o meu contato com ela era somente profissional, eu nunca havia dado brechas a ela de sermos amiguinhos íntimos de trabalho e disse a ela que não era bem assim e ela completou:
- Ah, mas não parece, você brinca com as outras mulheres, ah, mas por acaso você não gosta de mim não?, Pode falar, eu não vou ficar chateada com você nao.
Eu embora brincalhão, sou um pouco tímido com quem não conheço muito e disse a ela:
- Gosto sim, que isso menina, pare de pensar assim, claro que gosto, apenas não tenho afinidade pra brincar contigo como brinco com as outras.
Ela disse então estar tudo bem e assim passamos a ter mais contato e a conversarmos mais conforme foram passando os dias, ela dizia que iria se casar na metade de julho de 2013, eu fiquei até espantado, pois ela era novinha com apenas 19 anos e com só 1 ano e meio de compromisso já estava para se casar, mas ela me disse que amava o seu noivo e assim não tive muito o que discordar, pois onde há amor não se pode discutir, mas apesar de novinha ela tinha o papo legal e queria saber também como eu tava de mulher, se eu namorava, essas coisas que mulheres são curiosas pra saber quando conhecem um cara, eu falei a ela que tava solteiro e assim queria ficar ate encontrar uma mulher legal, ela riu e disse pra mim que não seria difícil acontecer isso pra mim.
No inicio de Junho do ano de 2013, na primeira Sexta-Feira reunimos um pessoalzinho do serviço pra tomarmos umas cervejas e Nayane queria ir, mas quando soube que o cara que a difamou dizendo que ela mama de um jeito muito delicioso do serviço iria também, ela desanimou e uma colega nossa e eu incentivamos ela a ir e ela aceitou, mas que ela ficaria bem distante dele, nessa tarde ainda durante o expediente enquanto eu num canto distante de todos conversava com Nayane, não sei o que me deu que perguntei a ela do porque manter tanta raiva do cara e se o que ele disse sobre ela ter pagado um boquete para ele era verdade mesmo, ela ficou super sem graça e disse que não, mas quando estávamos na choperia e todos bebendo e ela um pouco desapontada com ela mesma, disse:
- Pedro, me perdoa, eu menti sobre aquilo que neguei hoje pra você a tarde.
Eu olhei Nayane e vi que ela ficou um pouco abatida com a confissão e eu disse a ela:
- Fica assim não, você não deve satisfação a mim garota.
Ela começou a rir e eu disse que ia no banheiro e enquanto eu mijava me peguei imaginando a boca de Nayane por tudo que o camarada disse da forma como ela chupava e acabei ficando de pau duro, quando saí do banheiro o garçom me entregou um bilhete e todos mandaram eu ler e quando li estava escrito “Cara, você realmente é uma graça de menino, preciso de um desse na minha vida”, todo mundo ria e eu resolvi buscar dinheiro no banco pra estender a noite na cidade e Nayane pediu para ir junto e assim fomos, no caminho ela pediu mais uma vez desculpa por ter mentido e ainda disse:
- Sabe, foi mal, é que fiquei com vergonha de admitir pra você.
- Entendo você por não querer ter contado, entendo também por que você teve vergonha Nay ?
- Não é nada, sei lá, você podia me achar uma piranha por ser noiva e não ligar mais pra mim por ter feito isso.
Eu olhei pro rosto dela e disse:
- Não, nada haver, você fez o que achou que deveria, e porque você acha que eu não olharia mais pra você ?
- É, achei que deveria, mas fiz com uma pessoa errada, um cara velho que teve esse lindo comportamento de moleque.
- Realmente um moleque mesmo Nay, ele não devia ter feito isso, mas quem perdeu foi ele.
- Perdeu mesmo, aquele babaca, o ruim é que agora estou afim de outro cara e ele não se aproxima de mim como eu quero.
Eu alisei o cabelo dela e disse:
- Talvez ele seja um bobo que não notou.
Nayane ouviu o que falei e se entregou nas palavras dizendo:
- Você é tão bobo assim ou somente se faz de bobo Pedro?
Eu fiquei rindo e ela completou:
- Pedro eu só escondi de você, porque to afim de ficar contigo, não queria que você pensasse o pior de mim, mas tudo bem se você pensar o pior, apenas queria fala isso só pra você.
Eu ri de forma surpresa, não sabia que ela estava afim de mim, e ela olhando nos meus olhos um sorriso surpreso sem que eu conseguisse expressar nada, me fez um pedido.
- Posso te dar um beijo?
Apenas dei um sorriso consentindo a vontade de Nayane e ela me deu um beijo na boca na porta do banco e ficamos nos beijando por uns 5 minutos pelo menos, e pra confessar ela beijava super bem, aí resolvemos voltarmos pro grupo e ela me disse que foi ela quem escreveu o bilhete que foi enviado para mim na choperia, rimos e ficamos conversando, mas no meio do Happy Hour eu não tirava os olhos daquela boca dela e imaginei comigo que se o beijo era bom, imagine aquela boquinha deslizando na minha vara, não deu outra e mais uma vez eu fiquei de rola dura. Nossos olhares vira e mexe se cruzava como de uma vontade de aprontar, ela já me olhava de um jeito malicioso e eu comecei a entrar no seu olhar, ela se levantou e junto com outra colega foi ao banheiro e na volta sentou-se onde estava e mais um bilhete chegou pra mim escrito “quero ficar hoje ainda com você novamente” e junto com a mensagem havia o numero do seu celular e ainda escrito abaixo “liga pra mim agora que eu gravo seu numero aqui”.
Ela se despediu do pessoal e conforme o pedido, esperei ela sair e liguei pra ela, ela confirmou que era ela e falou pra mim em meia hora encontrar ela em um certo ponto de ônibus e assim fiz, marquei uns 30 minutos para não dar muita bandeira ara o restante do pessoal e me despedi e fui ao encontro de Nayane. Chegando ao local indicado pela novinha, nós fomos pra outro lugar bem mais sossegado no centro do Rio de Janeiro, já eram quase 10 da noite e nos pegamos num canto tranquilo em um beco escuro, aquela boca nova me beijava tão bem que a todo momento eu também intensificava meus beijos querendo me igualar a ela, começamos a nos pegar com mais vontade e eu comecei a pressionar mais ainda ela contra a parede, meu pau era pura excitação, eu peguei a mão dela e coloquei em cima da minha rola e ela espantada disse:
- Caralho, gostei do tamanho.
Ela não se continha em alisar e começo a apertar com vontade a minha rola, ela me beijava sussurrando em meu ouvido e dizia:
- Pensa que não te vi olhando pra mim o tempo todo, quero ver falar pra mim que você não tava afim seu gostoso.
- Tava sim Nay, não parei de olhar pra essa sua boca tesuda.
Ela enfiou a mão dentro das minhas calças e alisou meu pau por dentro da sunga, percebendo não haver incomodo, ela o colocou para fora e meu cacete ficou pressionado entre a sua barriga e a minha, tava tão duro que eu tava vendo a hora de esporrar em nossas blusas, nós nos beijávamos de um jeito que parecia nos conhecermos há tempos, eu queria sentir a sua boceta também e enfiei a mão dentro de sua calcinha por dentro de sua calça jeans e senti na mão uma umidade sem igual, eu esfregava a mão e Nayane entre uns beijos e outros, sussurrava:
- Gostoso, faz assim que é muito bom, faz assim vai.
Eu me empolgava e quando encaixei um dedo na entrada ela reclamou:
- Não, assim não.
Eu questionei:
- Por que não delícia ?
Nayane me surpreendeu:
- Não, faz assim não, eu sou virgem Pedro.
Ao mesmo tempo que fiquei surpreso, também eu fiquei feliz, pois se realmente ela fosse virgem, eu teria uma chance pra arrancar mais um cabaço em minha vida e ela completou:
- Continua só esfregando que eu adoro o jeito que você estava fazendo.
Eu fazia o que a novinha pedia e trazia a mão até minha boca e sentia aquele cheiro gostoso da sua boceta, ela era uma cadelinha safada mesmo, ele levou minha mão até sua boca e chupava meu dedo do meio como se fosse um caralho de verdade, e percebendo que não havia um movimento capaz de nos atrapalhar, Nayane me encostou na parede e se agachou e deu um beijo na cabeça da minha rola e lentamente foi colocando a sua boca na cabeça dela e foi agasalhando com a sua deliciosa boca, toda cabecinha da rola, aquela boca que visualmente soava como uma boquinha, na verdade era bem elástica na forma de se encaixar numa pica e logo a seguir ela começou a deslizar a sua boca com leves movimentos no meu piru, que me fazia suspirar, Nayane tinha um jeitinho especial de chupar um pau, tão novinha, mas tão safadinha, ela deslizava a sua boca com o auxilio de sua língua por todo meu cacete, e de vez em quando dava uma suaves mordidinhas nele e degustava meu caralho com uma imensidão de vontade, eu sentia sua saliva lambuzar todo meu caralho, eu era grato por aquele momento, ao mesmo tempo que me sentia relaxado, eu sentia meu corpo acender de tesão pela boca daquela novinha, Nayane realmente era uma safadinha de carteirinha, eu tava pirando naquela boca gostosa, uma boca que mesmo nova, estava me mamando muito mais gostoso do que certas mulheres mais velhas com quem havia me envolvido nessa vida, e Nayane era ousada, passou a me levar ao delírio quando começou a mordiscar a cabeça do meu caralho, e mais enlouquecido ela me deixou quando começou a sugar as bolas do meu saco, que por eu mantê-las depiladas, pude sentir cada movimento da língua da novinha, Nayane não cansava de me boquetar, as paradas que ela dava era apenas pra me incendiar com suas palavras repletas de putaria, dizendo:
- Caralho que pica gostosa você tem cara, vou te mamar muito ainda.
Puta que pariu, aquele momento era tanto delírio para mim que eu só conseguia gemer baixinho e incentivar ela a me chupar mais:
- Caralho que boca que você tem branquinha, aquele filho da puta tinha razão, você é mesmo uma boqueteira safada, me chupa safadinha.
- É, eu gosto mesmo de dar uma mamada num piru, mas agora o único piru que vou mamar é o seu, não o daquele filho da puta.
Ela falava baixinho e nossa sintonia era das melhores. Nayane atendia meu pedido, ela dava sua aula de como chupar uma pica, ela batia com meu pau na cara dela, às vezes pegava só a cabeça do meu pau e batia na língua dela, a novinha dava um show de boca na pica, ela não se contentava, ela levantou pressionando o meu pau contra a minha barriga e começou a me beijar com sua boca que exalava o gosto do meu pau, era realmente uma putinha sem frescuras, me ganhava pelos seus deliciosos beijos e por sua forma gostosa e dedicada de mamar um pau, ela me beijava e sussurrava mordiscando meu ouvido:
- Só vou parar de mamar agora quando você me dar todo seu leitinho na minha boca.
A branquinha gostava mesmo de chupar e tornou a me levar extremamente de volta ao supra-sumo do prazer, cada vez caprichava mais na sua mamada, eu sentia em suas sugadas, a minha pica ficar seca de tanto que ela sugava a pele do meu pau, a sua pequena língua passeando na rola, era uma massagem da qual eu jamais gostaria que chegasse ao fim, mas sou um homem, não sou de ferro e junto com meu tesão, minhas forças iam embora e eu não estava mais sendo dono de mim, eu estava entregue àquela sensação maravilhosa que a novinha gulosa estava sendo capaz de me proporcionar e já me encontrando em um estado deslumbrado me rendi sussurrando:
- Vou gozar piranha, eu vou gozar.
Nayane ouvindo meus gemidos e sussurros, passou a me boquetar e a me masturbar ao mesmo tempo, foi morte súbita pro meu tesão, eu comecei a me apoiar contra a parede que eu estava encostado, pois minhas pernas ali, trêmulas ficaram e eu passei a transferir todo o meu líquido para dentro da boca da novinha, me perdi em fôlego, dava ali uma das mais deliciosas gozadas que já dei até hoje em minha vida, Nayane não me largou no caralho, até ele murchar em sua boca, quando a minha rola murchou, ela se levantou, me deu um beijo, molhado misturado de saliva e do restante da minha porra e me disse:
- Uma delícia seu leite, tomei tudinho.
Eu tava fraco, Nayane me disse que adorou chupar meu pau e disse que aquilo a levou num estado de tesão dos mais intenso, ela mandou eu enfiar a mão por dentro da calcinha dela e passar na boceta, eu fiz como ela mandou e nossa, no meu dedo quando tirei, havia bola considerável de secreção que havia saído da boceta dela de tanto que ela havia se excitado enquanto me mamava.
A novinha ajudou a eu me arrumar as calças e fomos tomar uma saideira só nós dois, antes de eu leva-la no ponto pra ela pegar seu ônibus, eu conversava com ela e olhando sua boquinha eu pensava como realmente uma boca tem poder, a levei pra pegar o ônibus e fui pegar a condução pra eu ir para a minha casa, quando cheguei em casa vi uma mensagem via SMS pro meu celular escrita: “adorei está com você, ainda vou mamar muito mais vezes essa pica gostosa”.
Realmente, não tinha motivos pra negar a vontade de Nayane e deixei ela cair de boca na minha pica, muitas outras vezes, infelizmente não tirei o cabaço dela, pois estava perto do casamento dela e ela reservou esse prêmio ao futuro esposinho corno dela, mas antes dela casar, ainda tirei o cabaço do cu dela, e depois do casamento, Nayane passou a me dar por completo. Em breve, talvez em uma outra oportunidade, falo mais dos encontros que tive com Nayane, a novinha especialista em boquete do expediente de Serviço.
E relembrando que isso tudo que aconteceu, eu só tive, ou melhor, só tenho a gradecer pelo companheiro idiota de serviço que eu tinha, pois se talvez ele não tivesse feito a burrada de explanar pros outras caras do serviço sobre a mamada que Nayane havia dado nele, talvez ela nunca fosse se aproximar de mim como ela fez, bem feito, apesar da idade avançada, foi um otário molecão, e quem agradece sou eu, assim sobra mais oportunidades pra mim com as mulheres rsrsrsrsrsrsrsrrsrsrs.

Sobre este texto

Pedro Cachorro (Cabeção)

Autor:

Publicação:7 de maio de 2016 17:49

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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