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Flagrei minha esposa dando para os pedreiros – parte I

Flagrei minha esposa dando para os pedreiros – parte I
(Esse conto é continuação do anterior, chamado “Contratei um cara pra comer minha esposa sem ela saber”)

Vou contar agora a história da segunda vez que vi minha esposa Alice me traindo. Com certeza essa não foi apenas a segunda vez que ela me traiu, deve ter havido várias outras, o que dá pra suspeitar pelo comportamento dela, mas nunca vou saber ao certo quantas vezes foram, porque nunca falamos sobre isso e até hoje ela não sabe que eu sei que ela me trai. Meu fetiche é justamente esse, mas isso eu já expliquei no conto anterior. O fato é que depois que eu tive a certeza de que a Alice era uma putinha sem vergonha, que me traía (inclusive, com o passar do tempo, sem mais nem um pingo de peso na consciência), eu ficava o tempo todo pensando em como eu ia fazer pra flagrar ela mais vezes, sem que ela percebesse. Não dava pra ficar repetindo o plano da primeira vez, porque saía muito caro, e poderia acabar dando bandeira.
A oportunidade surgiu uns seis meses depois do episódio que eu narrei no conto anterior, e me saiu melhor que encomenda, literalmente! Estávamos querendo reformar o quintal de casa fazia um tempo já. É um quintal grande, com piscina, churrasqueira, um pequeno gramado e uma edícula onde guardamos algumas coisas. Chamei um pedreiro que eu já conhecia, o Reinaldo, que disse que traria seu filho e seu sobrinho para ajudar. O filho se chamava Rodolfo e o sobrinho atendia apenas por Júnior. Os dois deviam ter entre vinte e vinte e cinco anos, tinham a pele bem morena, quase mulatos, e eram bem fortes por causa do trabalho como pedreiros. O Reinaldo já tinha me dito uma vez que nenhum dos dois tinha querido estudar e por isso foram trabalhar com ele, como pedreiros. Quando comentei isso com a Alice ela achou um absurdo, disse que eles eram uns idiotas, uns tapados, que ela odiava gente assim etc. (como eu já disse antes, ela tem pós-graduação, assim como eu).
As obras começaram, e o Reinaldo quase nunca aparecia, na maioria dos dias eram apenas os dois jovens que faziam o serviço. Um dia, depois que eles já haviam ido embora, a Alice colocou um biquíni e foi dar um mergulho na piscina, pois essa parte do quintal ainda não havia começado a ser reformada, e estava muito calor nesse dia. Mas o Rodolfo teve que voltar em casa para buscar uma ferramenta que tinha esquecido. Deixei ele entrar e disse que podia ir direto ao quintal, pois ele já sabia o caminho (os pedreiros sempre transitavam da frente para o quintal e vice-versa por um corredor que fica ao lado da casa, de forma que eles nunca entravam propriamente na casa), mas não avisei nada pra Alice e fiquei observado pela fresta de uma janela que dava para os fundos. Quando o Rodolfo teve que passar pela piscina para pegar a tal ferramenta, não tirou os olhos da Alice nem por um instante, não sei como ele não tropeçou. Ela olhou pra ele com uma cara de quem não estava gostando nem um pouco, mas não disse nada, e continuou na piscina. O Rodolfo voltou pelo mesmo caminho com a ferramenta e foi tudo do mesmo jeito. Então corri até uma das janelas da frente, e consegui ouvir o Rodolfo falando para o Júnior, que tinha ficado esperando no carro: “Você não sabe o que eu vi! Aquela gostosa da patroa tava só de biquininho na piscina! Que delícia!” e o outro respondeu: “Nossa, queria ter visto também, ela é muito delicinha...” e continuaram falando algumas coisas que eu não pude mais entender, mas dava pra imaginar. Alice ficou uma fera comigo por ter deixado o cara entrar sem avisar ela, mas valeu a pena, porque talvez eu tivesse encontrado a oportunidade que tanto queria. Reparei que os dois ajudantes não perdiam uma oportunidade de comer com os olhos a Alice; um dia, ouvi um pedaço de uma conversa deles: “...bati várias pra ela ontem”; outra vez ouvi: “já pensou, comer aquela bundinha deliciosa?!”.
Mas eu não sabia se a Alice iria se interessar por esse tipo de homem, porque quando eu contratei o cara pra seduzir ela (o que eu narrei no conto anterior) eu escolhi alguém com o perfil que eu sei que ela gosta. Era um cara boa pinta, bem vestido, educado, que passava uma imagem de bem sucedido e meio com ar de intelectual. Eu conheço a Alice, ela veio de uma família de classe média alta e sempre se interessou por caras mais ou menos com esse mesmo perfil, inclusive eu próprio. E mesmo quando eu ouvia ela conversando com as amigas sobre os caras que davam tesão nelas (também já contei isso), era sempre desse tipo que elas falavam. Nunca tinha visto a Alice demonstrar interesse por esse tipo rústico, pelo contrário: ela parecia até ter uma certa aversão, nunca peguei ela olhando pra alguém assim (e eu sempre fui de reparar pra onde ela estava olhando, sem que ela percebesse). Uma vez ouvi, sem ninguém perceber, uma amiga dela contando como o mecânico onde tinha levado o carro pra arrumar era gostosão, e a Alice disse que não curtia esse tipo, que ela preferia caras cheirosos e bem arrumadinhos. Será que ela iria se interessar por um tipo grosseirão como daqueles dois, mal vestidos, fedendo a suor depois do dia de trabalho? Fiquei realmente curioso pra saber se ela daria para um deles, ou até pros dois, por que não? A possibilidade disso acontecer começou a me deixar com muito tesão. Comecei a imaginar a cena dela de quatro e um daqueles brutamontes socando forte por trás, e ela gemendo alto. Imaginei o contraste da pele bem branquinha dela com aquela pele morena e tostada pelo Sol, as duas se esfregando uma na outra. Fiquei de pau duro só de pensar e decidi que precisava dar um jeito daquilo acontecer.
Um dia, a resistência do chuveiro queimou enquanto Alice tomava banho. Eu disse a ela que não tinha uma reserva, mas que ela poderia terminar o banho (ela ainda estava cheia de sabão no corpo) no banheiro da edícula. “Mas eu vou ter que passar na frente deles só de toalha”, ela disse. “Não tem problema, meu amor, eles não vão ver nada”, respondi, já planejando tudo. Ela me olhou com cara de brava, mas, sem outro jeito, atravessou o quintal enrolada na toalha, e os dois ficaram só olhando. O banheiro da edícula fica para o lado de fora, e não há comunicação interna, de forma que a porta dá direto no quintal. Assim que ela ligou o chuveiro, fui até os rapazes e disse que ia dar uma saída, que ia demorar um pouco porque iria a pé, e que não voltaria antes de eles terem ido embora, então se eles precisassem de alguma coisa, era pra falar com a minha esposa quando ela saísse do banho. Na verdade fui para um quartinho de fundo desocupado que temos em casa, que tem janela que dá pro quintal e fiquei espiando pela fresta da janela, como sempre fazia. Não deu outra, o Rodolfo foi correndo espiar pelo buraco da fechadura e o Júnior subiu em um cavalete para olhar pelo vitrô, que fica na parede lateral, bem no alto. Logo os dois colocaram seus paus pra fora e começaram a bater uma punhetinha de leve, enquanto olhavam minha mulher no banho. Depois de um tempo, os dois guardaram rapidamente os pintos dentro da calça e fingiram voltar ao serviço. A porta do banheirinho se abriu e Alice apareceu, de toalha, e ficou olhando para os dois com ar meio desconfiado, de quem tinha entendido tudo e tava gostando mas não queria admitir. “Cadê meu marido?” ela perguntou. “Ele disse que ia dar uma saída, e que ia demorar”, disse o Rodolfo. Minha esposa baixou os olhos pra região da cintura do Rodolfo e imediatamente fez o mesmo com o Júnior. Eles ainda deviam estar de pau duro e devia dar pra notar os volumes sob as calças deles. Eu não me aguentava de ansiedade no meu esconderijo, não via hora que aqueles dois comessem minha esposinha. Nessa hora, ela já tinha uma expressão meio de safada no rosto, e ficava passando o olhar do pau para o rosto, e do rosto para o pau de cada um deles, com um sorrisinho de canto de boca mal disfarçado. Ah, eu conheço essa cara dela, é de quando ela tá querendo ser comida de jeito.
Eles perceberam e começaram a gostar da situação, até que o Rodolfo perguntou: “Algum problema, Dona?”, e ela disse “Acho que esse chuveiro também está com problema, você pode dar uma olhada?”, e os dois foram entrando no pequeno banheiro da edícula, Alice na frente e Rodolfo atrás, até que bem na porta a Alice parou de repente pra falar alguma coisa. Como o Rodolfo estava apenas um passo atrás dela, e ela parou de repente, eles trombaram um no outro e o Rodolfo acabou encoxando ela. Claro que ela fez de propósito! Pensei “agora vai!” Depois da encoxada “acidental”, Alice não deu mais nenhum passo pra frente pra desencostar do Rodolfo, continuou com as costas coladas no peito suado dele, e com a bundinha encaixada no púbis do macho, enquanto falava alguma coisa que eu não conseguia ouvir (porque ela falava baixo e eu estava a uma distância de uns 20 metros deles). Mas mesmo de longe dava pra perceber que ela se ajeitava pra encaixar melhor naquela rola, que devia estar dura como pedra à essas alturas. Ele não fazia por menos e fazia uns movimentos pra frente com o quadril pra encoxar ela melhor. Aqueles movimentos foram aumentando cada vez mais, e minha esposa se deixando ser encoxada, até que, sem sair dessa posição, e sem desgrudar do macho que a encoxava (já com força a essas alturas), ela virou o rosto pra trás, e os dois ficaram conversando com as bocas muito próximas, quase encostando. Como eu queria saber o que eles falavam! Então, o Rodolfo foi até o Júnior, que estava mais próximo de onde eu estava e pude ouvi-lo dizendo algo do tipo “fica de olho lá na frente, pra ver se o patrão chega”, e em seguida, voltando para o banheiro da edícula, ainda ouvi ele dizer pra Alice “pronto, agora não tem perigo de seu marido pegar a gente”, e minha esposa sorriu de contentamento. Meu pau, que já estava duro, latejou na hora que ouvi isso e vi aquele sorriso na cara da vadia. Rodolfo ainda acrescentou “agora só quem vai te pegar sou eu”, e a vadia deu uma risadinha sacana e disse “humm que delícia!” e foi afundando pra dentro do banheiro. Rodolfo entrou em seguida e fechou a porta.
Tive que me segurar pra não gozar nas calças nessa hora, de ver a alegria com que minha esposa estava indo levar rola do pedreiro. Logo ela, que dizia não gostar desse tipo! Sem falar da preocupação dela de que fosse tudo escondido e eu não ficasse sabendo de nada. Eu não me aguentava de tanto tesão. Corri até a janela da frente pra me certificar de que o Júnior estava lá mesmo, e vi que ele estava todo preocupado olhando pra rua, pra ver se eu não “estava chegando”. Como eu não tinha nem saído, não ia “chegar” nunca, e ele ia continuar esperando lá, como tonto. Pensei “minha vez de espiar escondido”. Fui até o banheiro da edícula e espiei pela fechadura. Alice já estava mamando na rola do Rodolfo, sentada no vaso sanitário. A boquinha dela ia e vinha naquela rola morena e grossa e enquanto chupava ela olhava pra ele com cara de sacana. Ele gemia de leve e dizia “hmm que delícia... isso, chupa meu pau, vai... chupa bem meu pauzão...”, ela obedecia e chupava com vontade, sugava com força a rola do rapaz. Fazia umas pausas pra lamber aquela tora desde as bolas até em cima, passava a língua na cabeça, depois esfregava o pinto em todo o rosto, batia com ele na própria cara, e voltava a chupar, com mais força ainda. Depois de um tempo assim, ele disse alguma coisa que não ouvi e ela levantou, e tirou a toalha que ainda enrolava seu corpo, ficando completamente nua. Não dava pra ver tudo, mas eu deduzi que ele estava tirando sua roupa também. Então resolvi ir no vitrô, em cima do cavalete em que o Júnior estava antes. Ali a vista era bem melhor! Os dois estavam completamente nus, se agarrando e se beijando, ele apertando a bunda dela com as duas mãos, e puxando o corpinho branquelo dela contra o dele. Até que ele virou Alice de costas, ela apoiou as mãos na parede, e se inclinou um pouco, arrebitando aquela bundinha maravilhosa que ela tem. Ele veio por trás, segurou ela pela cintura com as duas mãos e enfiou bem devagar a pica na bucetinha rosada dela. Ficou indo e vindo devagar, por algum tempo, enquanto ela gemia baixinho. E ele começou a alisar o corpo todo dela com as mãos, primeiro a bunda, desceu pras coxas, voltou pra bunda, depois foi deslizando pela barriga até chegar nos peitinhos, e ficou metendo devagar e apertando os peitos dela, até que ele começou a acelerar as metidas e ela foi gemendo cada vez mais alto. Quanto mais rápido ele socava nela, mais alto ela gemia. Eu não me aguentava de tesão, e ficava batendo uma bronha enquanto me deliciava com aquela cena, minha esposinha com a bunda arrebitada, levando vara por trás de um servente de pedreiro. E ele falava coisas como “Tá gostando, é?? É assim que você gosta? Que te pegue com força?” e ela respondia “Isso, mete com força! ... mete com tudo... isso... assim!” e ele “Tá traindo o maridão hein... você gosta de por chifre, é??” ela respondia com uma risada de vadia “Gosto! Adoro!” Então ele tirou o pau de dentro dela, puxou ela pelo braço e disse “chupa meu pau”, ela obedeceu na hora, ajoelhou e caiu de boca naquela piroca com mais vontade do que antes ainda! E ele dizia “Ah, que delícia, chupa esse pau sua vadia! Esposa piranha, putinha...” Depois ela apoiou os cotovelos na piazinha, ficou de quatro, e ele veio por trás de novo, socando com força, e ela gritava de tesão. O macho bombou na bucetinha dela por um bom tempo e os dois gritavam de prazer. Até que ele tirou o pau pra fora e gozou na bundinha dela, foram vários jatos de porra, que chegaram até nas covinhas das costas e escorreram pelos dois lados da bunda.
Nessa hora eu tive que voltar pro meu esconderijo, se não seria visto por eles. Após uns dez minutos, o Rodolfo saiu do banheiro e se encaminhou para o corredor lateral, que leva à frente da casa. Mas a putaria do dia estava só começando...

Continua.

Sobre este texto

Pedro

Autor:

Publicação:21 de janeiro de 2015 18:01

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Fetiches

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Comentários

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  • edinho gody
    Postado poredinho godyem1 de agosto de 2016 12:27

    Me adicionem troca de fotos 12997546431

  • san
    Postado porsanem10 de março de 2016 19:07

    oi Samuel tudo bem escreve pra mim quero falar com vc quem sou casado vamos converser sobre esse assunto to esperando vcok

  • claudiosorocabasp
    Postado porclaudiosorocabaspem15 de fevereiro de 2016 09:01

    Oi vi seu anúncio e me interessei.MOro em sorocaba~sp pele clara corpo musculoso, ótimo nível sócio cultural, com local discreto em minha cidade.Também posso ir até vocês, depende de combinarmos.Tenho experiência em ménage masculino e seduzir mulher casada, sou paciente, conversador, cheiroso, sei analisar os gestos, os olhares e sei como me comportar nessas situações.Sou homem de confiança para mulher fogosa e casal liberal, gosto de toques sutis, clima de sensualidade, beijos demorados, longas preliminares e demoradas penetrações para a parceira gozar gostoso e voltar saciada para os braços do marido orgulhoso.Não gosto de baixaria, prostituição, tenho saúde perfeita comprovada por exames médicos preventivos e faço sexo seguro.
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  • samuel
    Postado porsamuelem19 de janeiro de 2016 13:20

    Eu li esse conto estou de rola dura. Quase gosei sem. Encostar no pau de tanto tezao. Gostaria de estar no lugar desse pedreiro cara de sorte comer una casada. Eu ja fiz muito isso muito bom mesmo. Hoje eu tenho muita vontade de ver minha mulher levando varias rolas e ja falei pra ela ela fica muito exitada e gosa muito quando estou metendo nela e fico falando que eu quero ver ela levando outras picas. Nunca aconteceu mas sei la quem sabe um dia encontro uns safados e vamos juntos fudet ela bem gostoso é o sonho dela kkkk meu numero. Watsapp 11944794952

  • André Rc
    Postado porAndré Rcem14 de dezembro de 2015 18:51

    Adorei!

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