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Flagrei minha esposa dando para os pedreiros – parte II

Flagrei minha esposa dando para os pedreiros – parte II
Continuando a história, depois que minha amada esposinha Alice foi fudida no banheiro da edícula pelo Rodolfo, eu voltei para dentro de casa, e fui até a janela da frente, de onde eu podia ver a rua e o Júnior, que ainda estava vigiando pra ver se eu não “voltava”. Logo veio o Rodolfo, que deu a volta pelo lado de fora da casa, e perguntou a ele “o corno ainda não chegou?”, e o primo respondeu “que nada, nem sinal dele... mas como foi lá?” E os dois entraram no carro e não pude mais ouvi-los, mas percebi que não deram a ignição no veículo, e ficaram falando e gesticulando lá dentro. Pensei “se esses dois não forem embora, não vou ter como simular a minha ‘chegada’ pra Alice”, e resolvi ir ver o que tinha acontecido com ela. Reparei que ela havia entrado novamente no banho, com certeza pra se limpar da foda, o que significa que o chuveiro da edícula não estava com problemas coisa nenhuma, a putinha inventou essa desculpa na hora, só pra poder levar ferro do pedreiro. Mas nisso, quem apareceu no quintal, vindo do corredor lateral, foi o Júnior. Imaginei que era isso que estavam discutindo no carro, agora era a vez dele comer a patroa e o outro vigiar. Fiquei louco de tesão de novo. Será que a Alice toparia?
Júnior bateu na porta do banheiro e chamou “Dona Alice!”, fez isso umas três vezes, até que a porta se abriu e minha esposa apareceu, novamente enrolada na toalha. “Ué, você ainda está aqui?” disse ela, pois já estava no horário dos pedreiros irem embora. Ele começou a enrolar e procurar desculpas, mas de um jeito muito atrapalhado. Alice, sem entender, perguntava “Mas afinal, o que é que você quer?”, e ele enrolava e não respondia, até que Rodolfo também apareceu e disse “Ele tá com vergonha de dizer”. Todos ficaram surpresos com a chegada dele: Alice porque achava que ele tinha ido embora, eu e Júnior porque achávamos que ele ia ficar lá na frente vigiando. Júnior disse “Não era pra você ficar lá na frente? Por que você está aqui?” Nisso, a Alice começou a entender tudo, e olhou feio para o Júnior, mas o Rodolfo apaziguou: “Não fique brava com ele... ele é jovem e tá cheio de tesão, é normal...” e deu uma risadinha sacana. Júnior também deu uma risadinha, ainda sem jeito, mas começando a se soltar mais... ele ficava olhando a Alice dos pés à cabeça, e até ensaiou umas carícias no cabelo dela. Alice estava de braços cruzados e com cara de adulto que pegou uma criança aprontando, mas não recusou as carícias do rapaz, que foi ganhando confiança, e foi aumentando o carinho, que antes era apenas nas pontas do cabelo, e agora já era tipo um cafuné na cabeça dela. Enquanto isso, Alice reclamava da cara de pau dos dois, e o Rodolfo (que era mais atirado) se explicando, sempre com aquele sorrisinho meio irônico e meio sacana. Júnior estava agora com a mão nas costas dela, na parte que a toalha não cobria, então desceu mais, chegou na bunda, e ficou bulinando a bundinha dela por cima da toalha, e ela olhava pra ele com cara de safada... o rapaz criou mais coragem, e enfiou a mão por baixo da toalha.
Claro que meu pau já estava duro de novo. Mas nisso a Alice disse “Chega! Chega de safadeza, vão embora, os dois... já se divertiram bastante, agora vão embora... logo meu marido vai chegar...” e começou meio que a empurrar o Júnior pra ele ir embora. Mas o Rodolfo, sempre mais atirado, disse “Calma, dona... se divertir nunca é demais... e o meu primo aqui ainda não se divertiu quase nada, ele também merece...” Alice estava com muita cara de quem estava afim, mas estava se segurando, talvez por medo de que eu chegasse. Ela repetia o tempo todo “Meu marido vai chegar”, e fazia gestos para que eles fossem embora. Mas não dizia que não queria! E eu tava adorando isso. O Júnior disse ao Rodolfo “Por isso que você tinha que ficar vigiando, pra não ter esse problema... eu vigiei pra você...”, mas o Rodolfo, que sempre tinha uma resposta, disse “Calma, cara, não vai acontecer nada, não... o maridão disse que ia demorar... e além disso, tudo que é perigoso é mais gostoso...”, e começou a se aproximar da Alice, que nessa hora não teve como segurar uma risada de quem tinha concordado com o que ele disse. O Rodolfo, ao lado da Alice, começou a passar a mão nela e tentar abraçá-la, e o Júnior aproveitou pra chegar pelo outro lado e fazer o mesmo. Alice falava meio rindo “Não, gente... pára... é sério...”, em uma última tentativa de resistir, mas já sem forças pra isso, e tentava se soltar deles, mas sem muita vontade. A cena era linda, minha esposa, com aquela cara de safada que ela não conseguia mais disfarçar sendo bulinada por dois machos, um de cada lado! Até que eles arrancaram a toalha que a envolvia, deixando ela completamente nua no meio do quintal, e foram passando as mãos por todo aquele corpinho branquelo, na bunda, nos peitos, na buceta, nas coxas, no rosto, na boca... eram quatro mãos que percorriam freneticamente o corpo de minha esposa, e ela apenas deixava rolar, seu rosto com uma expressão de êxtase que eu nunca tinha visto. Eles também começaram a beijar e dar chupões no pescoço dela, e o Rodolfo enfiou dois dedos no grelinho, o que fez com que ela começasse a gemer, enquanto o Júnior chupava um dos peitinhos. Ficaram assim um tempo, até que os dois rapazes tiraram as camisas, e abaixaram as calças e as cuecas, colocando os pauzões pra fora, que já estavam totalmente duros. Na mesma hora, Alice agachou entre eles, pegou nos dois paus e enfiou o do Rodolfo na boca, enquanto punhetava o do Júnior. Mas o pau do Rodolfo ela já conhecia, então logo virou pro Júnior, olhou bem pra cara dele, e disse “Quero experimentar o seu agora” e começou a chupar, lamber, e esfregar na cara o pau dele, como se quisesse conhecer cada detalhe daquela rola nova que estava experimentando, a segunda no mesmo dia. Chupava o pau do Júnior e punhetava o Rodolfo, depois trocava, e trocava de novo, e de novo... Rodolfo perguntou “Ainda quer que a gente vá embora?”, e ela deu uma risadinha sem tirar o pau da boca, e fez com a cabeça que não, mas ele insistiu “Tem certeza? Sei lá, acho que é melhor a gente ir, hein Júnior...”, e os dois riram e foram se afastando dela devagar. Alice, que ainda estava ajoelhada, disse quase gritando “Não!” e puxou os dois pelos pintos pra perto dela de novo. Mas eles gostaram do joguinho (eu também!) e ficaram negando pica, a Alice tentava abocanhar, mas eles tiravam o pau e deixavam ela com a boca aberta no vácuo, e eles falavam “Você não queria que a gente fosse embora?” e riam e repetiam isso, até que Alice, já sem paciência, disse “Eu NÃO QUERO que vocês vão embora, porra!”, e o Rodolfo “E o que você quer então, dona?”, e o Júnior “É, o que você quer da gente? Nós já terminamos o trabalho por hoje...” Alice, entrando no jogo, respondeu “Quero que vocês façam outro trabalho agora... é um trabalho extra, e vou precisar dos dois pra isso...” Os rapazes se entreolharam sorrindo e perguntaram qual era o trabalho, no que Alice levantou, fez um sinal com o dedo para que eles se aproximassem, e cochichou alguma coisa no ouvido de cada um. E eu sofrendo de ansiedade no meu canto, sem poder saber que safadezas ela disse pra eles! Mas pela cara dela, e pela cara que eles fizeram em seguida, dava pra imaginar. Rodolfo disse “É pra já, dona!”, e Júnior “A senhora é que manda!”, e os três começaram a se agarrar ao mesmo tempo. Até que Alice levou eles até uma espécie de varanda que há na edícula, onde temos um sofá velho, que não usamos mais. Ela deitou no sofá com as pernas abertas, e Rodolfo imediatamente caiu de boca em sua bucetinha, enquanto Júnior deu o pau pra ela chupar, mas na hora de meter Júnior disse “É minha vez de experimentar essa bucetinha”, e Alice concordou e disse que ela também queria provar um pau novo. Então eles trocaram, e Júnior enfiou seu pau na buceta da Alice e começou a bombar, enquanto Rodolfo pôs ela pra chupar. Ficaram assim um bom tempo, até que Rodolfo disse “Põe ela pra cavalgar”, e foi o que fizeram, Júnior sentou no sofá, Alice veio por cima, encaixou a xaninha na rola dele, e desceu até sua bundinha encostar nas pernas do macho, e ela começou a rebolar, gemendo alto de tesão (agora não tinha mais um pau na boca dela, então dava pra ouvir os gemidos). Rodolfo ficou um tempinho de lado, deixando seu primo aproveitar sozinho a putinha da minha esposa, que subia e descia no caralho do Júnior, gemendo muito. De vez em quando um dos dois rapazes perguntava algo do tipo “Estamos fazendo direitinho o trabalho que a dona queria?”, ou então “Era isso que você queria, sua puta? Queria chifrar o maridinho assim, é?” e ela sempre respondia “Sim, é isso mesmo que eu queria! Assim mesmo!”, sem parar de gemer e de rebolar no pau do Júnior, que começou a gemer muito alto também, anunciando que ia gozar, e a Alice, que já estava quase lá também, gritou “Isso, me enche de porra!”, e ele gozou tudo dentro, fazendo ela tremer da cabeça aos pés, o que significava que ela também estava gozando. Minha esposa adora que goze dentro, ela gosta mais do que no rosto ou nos peitos. Alice saiu de cima do macho, e todos ficaram rindo e comentando sobre a porra que escorria de dentro da bucetinha dela (infelizmente, eu não podia ver esse detalhe da distância que eu estava, apenas ouvi os comentários a respeito). Os dois estavam exaustos, mas o Rodolfo, que tinha ficado esse tempo só olhando sem fazer nada, ainda queria mais. Pegou a Alice pelo braço, dizendo “Ainda não terminei meu serviço... quando me passam um trabalho, eu faço direito e faço até o fim...”, e eles voltaram a se beijar e se abraçar, até que Rodolfo a colocou de joelhos em cima do sofá, com as mãos apoiadas no encosto e de costas pra ele, se posicionou atrás dela e perguntou “O que você queria que eu fizesse mesmo?”, ela respondeu algo que eu não ouvi, e o rapaz “Fala mais alto, que é pra não ficar nenhuma dúvida, e não poder reclamar depois”, e a Alice “Quero que você me coma”, e ele fazia ela repetir “Ah, então você quer que eu te coma, é? É isso mesmo? Esse é o servicinho extra que você quer que eu faça, sua vadia?”, e ela “Isso, me come!”, e o Rodolfo socou sua rola naquela bucetinha, e começou a fazer movimento de vai e vem, batendo com a virilha na bunda da Alice, sempre perguntando se era aquilo que ela queria, e ela repetindo “Isso, me come... me come... mete mais... que delícia... hmmm que gostoso... tá fazendo seu trabalho direitinho...” e ele bombava forte e rápido, os dois gemiam muito. Trocaram de posição, ela se deitou novamente no sofá e ele veio por cima, sendo que o Júnior, que já tinha ficado de pau duro de novo, começou a pincelar a cabeça do pinto no rostinho da Alice, e claro que não demorou pra que ela abocanhasse aquele caralho. Depois de um bom tempo assim, Rodolfo saiu de cima dela e mandou que ela ajoelhasse na frente dele, e enquanto batia uma punheta com o pinto bem perto da cara dela, disse “Esse é o arremate final do serviço”, e então urrou de prazer, e gozou gostoso, enchendo o lindo rostinho da Alice de porra, e ela disse “Isso sim é um serviço bem feito!” Em seguida veio o Júnior e enfiou o pau na boquinha dela novamente, Alice chupou por um tempo, enquanto batia uma siririca. Júnior pôs ela de quatro ali no chão mesmo e meteu sem dó, socava forte e devagar, e a cada estocada Alice dava um gritinho, Júnior acelerou o ritmo e a bundinha branca da minha esposa ia e vinha na rola dele, roçando nos pelos do saco daquele macho comedor. Alice gozou de novo e estava realmente exausta, disse que não aguentava mais meter. Então deitou de costas no chão e o Júnior deitou por cima, com o pau na direção do rosto dela, quase encostando, e batia uma punheta com a mão direita, enquanto se apoiava no chão com a esquerda e com os joelhos. Alice ficou apenas esperando, passando a pontinha da língua na cabeça do pau, até que o leite jorrou em sua boca, escorrendo pelos lados.
Nesse meio tempo eu já tinha gozado duas vezes também. Rodolfo ainda disse “Tá vendo como a gente sabe fazer um serviço direitinho?”, e Alice mal tinha fôlego pra falar, ainda estava deitada no chão, com a cara e a buceta cheias de porra dos dois machos. A única coisa que teve força pra falar foi “Droga, vou ter que tomar banho pela terceira vez hoje...” Os dois pedreiros finalmente foram embora, e Alice realmente entrou novamente no banho. Quando ela saiu, eu já havia “chegado” em casa, e perguntei porque ela havia demorado tanto no banho, já que ela tinha entrado antes de eu “sair de casa”, e só terminou depois de eu “voltar”; ela disse que saiu do banho, mas se sujou de novo arrumando a bagunça que os pedreiros tinham deixado e resolveu tomar um segundo banho. Perguntei se havia alguma novidade, e ela disse, com a maior naturalidade do mundo, que não tinha acontecido nada de diferente. Como a vadia mente bem! Se eu não tivesse visto tudo, não iria nem desconfiar! E ela ainda ficou desconfiada de mim, porque saí sem avisar e demorei muito pra voltar! “Onde você se enfiou a tarde toda?”, ela me perguntou, e pior que eu tinha ficado tão entretido assistindo tudo aquilo que me esqueci de inventar uma desculpa pro meu sumiço. Me enrolei nas desculpas e não fui nada convincente, de modo que ela ficou o resto do dia sem falar comigo e não quis transar por dois dias. Claro que ela precisava de uma desculpa pra poder esconder as marcas que os dois deviam ter deixado nela, e essa história do meu sumiço caiu como uma luva.
O pior é isso, depois de tudo que ela fez, quem fica como o culpado da história sou eu... essa vida de corno não é fácil...


Mas essa foi só a primeira vez que isso aconteceu. Muita putaria ainda estava por vir por causa dessa reforma.

Continua.

Sobre este texto

Pedro

Autor:

Publicação:21 de janeiro de 2015 18:13

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Fetiches

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 21/01/2015.

Comentários

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  • Neilson Jose
    Postado porNeilson Joseem8 de março de 2015 11:01

    Ideia genial a da contratacao do primeiro caso, se tivesse recursos financeiros faria o mesmo com a minha, pois otempo ta passando e ela ja tem 48. os casos do pedreiros foram excitantes pois foram natural,pena que voce nao possa compartilhar com ela pois assim quebra o encanto, valeu a pena ..me add no face para gente trocar ideias.

  • felipe henrique
    Postado porfelipe henriqueem22 de janeiro de 2015 05:30

    Cara flaga ela desmascara e me conta acho paia sua esposa Lindinha VC deixar ela ser fidida meio burro mais ok

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