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Encontro Casual

ENCONTRO CASUAL
A história que passo a narrar, aconteceu há algum tempo atrás. Saí numa noite de sábado sem destino e parei num barzinho para tomar alguma coisa. Algum tempo depois, notei em uma mesa sozinha uma garota muito bonita e sensual. Fiquei de longe admirando sua beleza e, como sou um pouco tímido, não me atrevi a me aproximar. Com o passar do tempo e o encorajamento, em virtude do álcool, acenei para ela com o copo, no sentido de lhe oferecer uma bebida. Ela respondeu com a cabeça, aceitando minha investida. Aproximei-me, me apresentei e pedi para sentar-me em sua mesa, me apresentando como Afonso. Ela disse se chamar Ana Maria e que estava me observando de longe. Conversamos animadamente por longo tempo, até que o papo começou a ficar mais íntimo e picante. Começamos a falar de nossas preferências e ela confidenciou que não fazia sexo há algum tempo. Como ela já estava bem solta, arrisquei passar a mão em sua perna e não encontrei resistência nem desaprovação. Assim, fui tateando até chegar até sua calcinha. Ou melhor, uma pequena peça que mal cobria seu sexo. Com o dedo, fui procurando sua vagina e percebi que estava molhadinha de seu tesão. Ela fechou os olhos e deu um suspiro, se esquecendo de que estávamos em público. Falei em seu ouvido se não poderíamos continuar nossa conversa em um local mais reservado. Ela concordou e assim partimos. Peguei meu carro e já no caminho ela começou a alisar minha coxa. Eu que já estava de pau duro sob a calça, a deixei libertá-lo. Ela viu que ele já estava duro e soltando aquela gosminha característica de tesão. Não pensou duas vezes e direcionou para sua boca. Que boca macia. Chupava com delicadeza, mas com vontade. Meu pinto não é nenhum colosso, mas é grosso e tem mais ou menos 17 cm. Não satisfeita por chupá-lo, em começou a lamber minhas bolas, que gosto de depilar, e dizer que eu era cheiroso e gostoso. Eu já estava nas nuvens, quando ela começou a bater uma punheta. Quase não conseguia prestar a atenção no trânsito, pois estava perdendo o controle. Parei em um trecho escuro e deixei-a terminar o serviço. Ora ela chupava, ora ela batia uma. Nessa tortura não consegui segurar meu tesão e avisei que estava prestes a gozar. Ela não se importou e continuou com meu pau na boca. Nunca tinha, até então, gozado na boca de nenhuma mulher. Aquilo me deixou muito feliz e com o tesão maior. Ela sugeriu para que fossemos para sua casa. Naquela altura, pouco me importava para onde ir. Chegando em seu apartamento, mal entramos na sala e já fui tirando sua blusa e acariciando seu seios que não eram muito grandes. Beijei e suguei até deixar os mamilos durinhos em minha boca. Ela estava doidinha de tesão. Em retribuição à sua chupeta, tirei sua calça e pude ver sua minúscula calcinha. Era uma peça pequena de renda preta. Pedi para ela dar uma voltinha e admirar seu corpo. Mal cobria sua buceta e seu rosado cuzinho. Peguei-a no colo e levei para o sofá. Tirei minha roupa e pedi para que ela ficasse de quatro. Admirei sua linda bunda e cai de boca. Beijava seu cuzinho ao mesmo tempo em que lambia sua suculenta buceta. Ela rebolava em minha cara e gemia feita louca. De repente seu corpo estremeceu e ela travando sua buceta, gozou e gemeu muito alto. Caiu sobre o sofá, meio desfalecida, e assim permaneceu por algum tempo. Ao recobrar os sentidos, disse que eu era diferente de outros homens que conhecera. Começamos a falar besteiras e meu pau começou a ficar duro. Ela então percebeu o quanto era grosso e disse que estava louca para senti-lo dentro dela. Me pegou pela mão e me levou para seu quarto. Me jogou sobre a cama e caiu de boca em me pau. Chupava a cabeça e ia até as bolas, numa tortura deliciosa. Beijava meu peito, meu pescoço, me levando às nuvens. Até que resolveu sentar-se em minha cara, para que eu, novamente, chupasse sua buceta. Assim o fiz com maestria e tesão, sem deixar de dedicar carinho especial ao seu cuzinho, que eu penetrava com meu dedo. Ela rebolava em minha cara e eu sentia seu líquido molhando minha boca, minha cara. Aquela situação me deixava com o pinto doendo, pois estava latejando de tão duro. Ela então virou seu corpo na posição de 69 e retribuiu meus carinhos, chupando meu pau. Como, agora eu tinha à disposição seu cuzinho, molhei meu dedo em seus sucos e penetrei com mais facilidades. Ela gemia e rebolava sobre meu corpo. Em determinado momento senti que ela começou a passar a língua em meu cú. Tentei me desvencilhar da situação, mas ela continuou em suas investidas. Deixei a situação continuar e aproveitei o momento diferente que nunca tinha experimentado. Ela vendo que eu estava gostando, resolveu colocar um dedo em meu cú. Travei na hora. Ela insistiu várias vezes e pediu, com carinho, para eu aproveitar o momento. Pegou na gaveta da mesinha de cabeceira um gel lubrificante e passou em meu rabo. Era gelado e anestesiou um pouco. Assim ela começou a enfiar um dedo, depois dois. Eu deitado de barriga para cima, ela veio, pediu para eu abrir as pernas e ao mesmo tempo em que me penetrava com o dedo, chupava meu pau. Era uma sensação nova e ao mesmo tempo gostosa. Quando ela percebeu que eu estava gostando da situação, tirou da gaveta agora um pênis de borracha. Eu vi, mas não resisti e esperei para ver o que aconteceria. Ela lubrificou bastante e direcionou ao meu cuzinho, até então virgem. Não me mexi para não dificultar a entrada e ela foi introduzindo aos poucos. Não era tão grosso, mas devia ter uns 15 cm. Ela enfiava e tirava e meu pau inchava cada vez mais, ficando dolorido de tesão. Ela enfiava, chupava meu pau, tirava e deixava meu cuzinho piscando, como que pedindo ele de volta. Então ela recolocava e me torturava deliciosamente. Ficou assim por algum tempo e, para minha surpresa, acabei gozando com um pinto de borracha no cú, sem ao menos ela tocar em meu pau. Gozei como um louco, urrando de prazer. Quando me recobrei, fiquei meio envergonhado, mas ela disse que era normal. Eu disse que mal nos conhecíamos e havia me entregado a uma situação que nunca tinha imaginado. Ela disse que eu não me preocupasse e que sexo era para ser curtido sem neuras. Resolvemos tomar um banho e no chuveiro eu lavei e chupei sua buceta, assim como ela dedicou atenção ao meu pau. Voltamos ao quarto e eu, não resisti vê-la deitada de pernas abertas sobre a cama. Cai de boca em sua buceta e suguei com vontade, na tentativa de retribuir o prazer que ela havia me dado. Ela trançava as pernas em meu pescoço e eu chupava seu clitóris que crescia, parecendo um pequeno pênis. Coloquei uma camisinha e sem dificuldades, em razão de sua lubrificação, penetrei, finalmente, aquela buceta quente. Ela me apertava e dizia coisas no meu ouvido, me pedia para chamá-la de puta e biscate. Então resolvi lhe proporcionar um prazer maior. Coloquei-a de quatro e, ao mesmo em que metia em sua buceta, lubrifiquei seu cuzinho com o gel e coloquei o pinto de borracha. Fui enfiando em seu rego, deixando só a base de fora. Colocava e tirava, como ela fez comigo. Depois metia e tirava o meu pinto de sua buceta que escorria seu néctar pelas suas coxas. Ela começou a gritar, rebolar e me chamar de puto, tarado. Aquilo foi me deixando cada vez mais excitado e eu metia sem dó em sua buceta, vendo o pinto de borracha atolado em seu cú. Não estava aguentando mais e ela percebendo, pediu para que eu assumisse seu cuzinho. Tirei a prótese e meti o pinto nela. Como meu pau era mais grosso, ela deu uma gemida, mas pediu para continuar. Tirava e enfiava. Ela percebendo que eu estava prestes a gozar, percebendo que meu pau inchava gritou: goza viado, filho da puta, tarado. Gozei deliciosamente em seu cuzinho. Caímos atracados sobre a cama, até que meu pinto, ao amolecer, saiu de dentro dela. Adormecemos abraçados, suados e extasiados. Acordei, muito tempo depois, com ela batendo uma punheta em mim. Meu pau já estava duro. Ela sentou e cavalgou nele, pedindo para que eu a fizesse gozar novamente. Não me fiz de rogado e atendi seu pedido. Ela subia e descia, gostosamente e eu, agarrando sua bunda, controlava a situação. Aproveitei e meti o dedo em seu cuzinho, que mordia com força meu dedo. Ela tremeu todinha e gozou sem me esperar. Pedi que repetisse a chupeta que havia feito no carro. Ela atendeu e me chupou, até que eu gozei em sua boca. Ela engoliu minha porra, deixando escorrer pelos cantos da boca. Tomamos um banho para recompor as energias e comemos alguma coisa. Só então, conversamos longamente sobre quem éramos. Trocamos telefone e marcamos de nos encontrar, novamente, para repetir aquela aventura.

Sobre este texto

Pérola Black

Autor:

Publicação:30 de outubro de 2015 14:20

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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