Conto Erotico | Historia Erótica

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Do fundo do baú

A grande opção!

Todas as noites, após o culto, onde eu era uma emissária divina, para acalentar as almas das pessoas que sofria de qualquer tipo de agruras da vida, eu me despia e ia fazer um banho de emersão, ficando ali dentro da banheira, a raciocinar analisando o que era possível, os caso que chegavam até mim. Comecei a pensa, em especial, sobre a mulher, que sempre estava lá na primeira fila, me olhando de forma enigmática, com seus olhos de um azul profundo. Era bonita, com seus vastos cabelos loiros, que vinham até seu ombros, onde os mesmo se mostravam, de forma até meio pecaminosa. Era uma mulher de uma beleza estranha, que as vezes me atrapalhava em minha pregações. Não conseguia me concentrar direito, naquilo que desejava falar a todos que ali estavam presentes. Parecia que tudo direcionava a ela.
Naquela noite, ela ali comparecera, e como antes se sentou na primeira fila, bem na direção que eu ficava para pregar. Estava bem mais sensual, com os seios bem a mostra, o que contrariava aos preceitos que ali eram pregados. O que mais me preocupou foi que ela não estava se preocupando em disfarçar a agressividade do que estava mostrando pelo enorme decote. Não pude deixar de admirar, os belos bojos que se mantinham,de forma licenciosa, desafiando os meus olhos, a eles dedicarem atenção. Eu não sabia bem porque, mas estava me sentindo, testada. Seria a tentação do diabo para ver até onde ia a minha fé? Ou seria apenas uma coincidência de uma séries de fatores, que começavam a me perturbar.O seu olhar, fixo, em mim, estava me deixando desorientada. Quando ela, no meio do que eu pregava, se levantou e saiu, eu me senti perdida em um vazio, que não tinha como ser preenchido. Quando em casa cheguei e parei para pensar, comecei a perceber que eu estava sendo alvo de uma tentação.
Estava na casa, que ficava nos fundos da igreja quando, uma voz sonora, pediu licença. Ao me virar, me deparei com aquela mulher misteriosa, que vinha me seguindo. Era muito mais bela que eu imaginava. Meu coração disparou e eu pensei que teria uma síncope.
__Pastora Gisleine? - quis saber, apesar de saber que era eu mesma.
__Sim, ela mesma.
__Poderia conversar com a senhora?
__Por favor, queira entrar e me chame pelo nome mesmo. Sente-se. - indiquei-lhe uma cadeira para que se sentasse. A visão de suas coxas, não conseguiram ser mascaradas, quando se sentou e cruzou as pernas. Vi coxas, se prenunciando como coisas diabolicamente desejáveis, e tive que desviar o olhar rapidamente. __ Sempre á vejo em minhas pregações e gostaria de agradecer pelo apoio ao nosso culto. Professava em algum outro lugar.
__Não! Minha religião é outra.Talvez uma que para você sejam do mal, mas que não é bem assim.
__Não temos o direito de agredir nenhuma outra religião por causa da nossa. Cada um deve seguir a sua e ser feliz dentro dela. Prego que todos somos irmãos, vindo do mesmo Pai.
__Pelo que vejo agora, além de ser uma mulher esclarecida,és bela como as palavras que semeias para os seus seguidores. - disse descruzando as belas pernas, se pondo em pé, aproximando de mim.- Mesmo sendo de outra religião, me vi envolvida pela sua pessoa e não podia deixar de vir lhe dizer que estou em conflito comigo mesma.
__Mas por quê? O que a está afligindo? - quis saber, me sentindo um tanto quanto que perturbada coma presença dela ali tão perto de mim, exalando um perfume que embriagava.
__Estou amando!
__Que bonito sentimento. Não vejo nada que possa ser errado em amar alguém. Essa pessoa lhe corresponde esse amor?
__Não sei. Tenho que descobrir.
__Amor platônico?
__Pode se dizer que sim. Na verdade é um amor que não sei se poderá ser correspondido um dia. É um desejo forte que sinto por essa pessoa. Estou me consumindo por dentro.
__O que te impede de se declarar á essa pessoa?
__Nada, a não ser coragem. -concluiu se aproximando de mim deixando a solver todo aquele perfume que ela exalava e que estava me perturbando. De forma evasiva, ela tocou sua mão em minha mão, e eu senti o fogo do desejo me queimar, não ali, mas em uma parte que eu nunca pensara sentir nada daquela forma, por relação ao toque de uma mulher em mim.
__Essa pessoa é casada por acaso?
__Pelo que sei, sim.
__Então eu te aconselho a desistir e procurar na fé o repúdio a esse sentimento impuro.
__Mas você mesma não me disse á pouco que o amor era o mais nobre dos sentimentos?
__Não esse tipo de amor. Condenamos em nome do Senhor, essa intenção, de seguir num amor pecaminoso. Você precisa de oração e eu me proponho a colocar você em nosso livro de orações para que se livres desse pesadelo emocional.
__E se eu lhe disser que não tenho a intenção de renunciar a esse amor? Estarei condenada ao fogo do inferno?
Quando me fez tal pergunta, estava á minha frente, me encarando, deixando-me constrangida com aquele olhar penetrante que me gelou as entranhas.
__Arrependa-se e terá a sua salvação!
__Posso continuar a ir em suas pregações?- quis saber se afastando um pouco.
__Gostaria, se for do seu interesse em mudar de vida, que continuasse, pois estaria vendo que você estaria procurando deixar esse desejo nada recomendável.
__Bem...vou deixa-la em paz. Obrigada por me ouvir e me aconselhar. Te vejo á noite pastora. Passar bem.
Fiquei olhando-a se retirar e não sabia por que mas p seu rebolado me deixou confusa. Coloquei-me de joelhos e orei por aquela alma que estava em pleno pecado. Só não sabia por que estava inquieta comigo mesma a ponto de ter-me esquecido de avisar aquela mulher, que nem o nome eu sabia, de que naquela noite eu, não iria pregar.
Na primeira fila, eu ouvia a pastora convidada, fazer sua pregação em meu lugar. Ao meu lado, a cadeira que ela, a estranha e bela mulher, se sentava, estava vazia. Mas parecia que ela ali estava.
O perfume que chegou as minhas narinas, atingiu bem fundo dentro de mim e sem poder evitar, tive uma contração vaginal bem intensa. Ao meu lado estava ela sentada. Chegara e tudo se modificara. O que era pregado, já não me era percebido, apenas sentia a deliciosa fragrância que aquele perfume exalava. Comecei a tremer. Ficamos ali ouvindo a "palavra" e prestando atenção nos testemunhos que foram expostos pelos irmãos e irmãs de fé. No final do culto, eu estava a caminho de casa, quando senti que estava sendo seguida. Ao me voltar deparei com ela.
__Oi! Não sabia que você não ia pregar hoje.
__Desculpe por não te-la avisado. Estava tão preocupada com o que você me dissera, que me esquecera de avisar. Mas as pregações de hoje estiveram glorificadas.
__Você gosta muito do que faz, não é mesmo?
__Fui escolhida para prestar meus serviços ao Senhor. Como serva Dele, eu cumpro com minhas obrigações. - rebati mais em tom de declarar a minha fé, do quê em injuria-la. Andávamos lado a lado e seu perfume me entontecia, a ponto de tolher minha aspiração.
__Estou convencida disso. Mas me diga uma coisa. Tens tempo para amar, ou a religião a impede disso? - disse se postando á minha frente.
__Nada me impede de ter um alguém, que siga os mesmos passos que eu. Apenas ainda não fui tocada no coração, por essa dádiva. Quando tiver que acontecer, acontecera, pela vontade de graça do Senhor!
__Sabe, que acho bonita essa sua dedicação religiosa? Eu não seria capaz de me dedicar desta forma. Minha convicção é outra. Sou mais apegada ao mundo, as coisas materiais, que me proporcione prazer.
__Eu poderia tentar faze-la mudar de ideia e vir para o lado da Luz e sair deste vale de escuridão. Você é uma mulher tão bela e merece ter um pouco de paz. - eu disse sem saber que estava abrindo uma porteira de profanações. Chegamos ao portão de casa e por mera gentileza a convidei para entrar. Fui atendida e pouco depois conversávamos sentadas no sofá da sala. A visão de parte de suas coxas, me obrigaram a procurar uma outra posição que não fosse tão frontal a ela. Isso nos colocou lado a lado.__Você não gostaria de tentar se converter? Batizar e ser uma nova mulher?
__Minha libido anda acesa e eu me vejo a cada dia que passa, a carência aumentar.
__Mas se você colocar os joelhos no chão e clamar por uma vitória em sua vida, garanto que você vai conseguir se libertar de toda essa ansiedade. Posso ler algumas passagens do Evangelho, que vão lhe direcionar a vida.
__Infelizmente, eu não poderei ouvir, pois tenho que ir para o outro lado da cidade e a estas horas, não podemos facilitar.
Foi ai que a serpente, sibilou em meus ouvidos e eu disse o que não deveria:
__Por que não dorme aqui. Dividirei a minha cama com você no maior prazer.
__O prazer seria o meu, mas não posso aceitar. Iria priva-la de sua intimidade.
__Que nada, sera muito bom poder ajudar você. Fique!
__Tem certeza de quê não vai se arrepender? Afinal sou uma estranha, que nem meu nome você sabe.
__Mas vou saber agora. Tudo tem seu tempo certo. Você sabe o meu e agora poderá dizer o seu.
__ Paula! Meu nome é Paula.- disse ela estendendo a mão em minha direção. Nossas mãos se tocaram em um aperto, que mostrava a delicadeza que nós mulheres tínhamos em relação ao sexo masculino. O contato com a mão daquela mulher efervesceu todo o meu ser e eu senti que minha vida, naquele momento, iria tomar um novo rumo. Só não sabia exatamente, qual. Não conseguia tirar a mão da dela, pois parecia estarem imantadas.Seus olhos, dentro dos meus, soltavam faíscas invisíveis, que me queimavam profundamente. Não sabendo exatamente o que se passavam procurei me levantar e com isso nos desligamos.
__Olha Paula, se você desejar tomar um banho eu lhe mostro onde fica o banheiro e lhe levo uma muda de roupas minha, se não se incomodar, afinal temos o mesmo bio tipo!
__Se não for muito incomodo, eu aceito!
__Ótimo. Enquanto você toma seu banho eu vou preparar um lanche para degustarmos depois. Venha que vou lhe mostrar o banheiro.
Paula elogiou aquele recinto muito intimo que temos em uma casa, dizendo que a muito não via uma banheira. Comecei a preparar seu banho e depois de feito tal ação fui em busca de roupas e toalha para ela. Enquanto escolhia, roupas que ainda não havia usado e uma toalha bem felpuda, para que usasse, comecei a pensar, na loucura que estava cometendo. Como podia ser tão ingênua a ponto de acolher em minha casa uma pessoa que eu não conhecia direito? Com todas roupas nos braços entrei no banheiro e tive o maior susto de minha vida, ao ver inteiramente nu, o corpo daquele mulher que curvada, com a bunda empinada, testava a temperatura d água. Por um momento, minha c abeça deu voltas e eu não conseguia me mexer e nem tirar o olhos daquele traseiro belo, como eu jamais vira, apesar de o meu poder semelhante ao dela. Minha presença fora notada e ela se virou endireitando o corpo. Os seios dela, era perfeitos, onde mamilos de cor escuras, se destacavam e davam maior visibilidade a todo o conjunto daquele pomos esplendorosos. Seu ventre era achatado, com um delicado umbigo, que tinha preso nele um piercing, que brilhava como chamariz.Logo abaixo vinha aquele diferencial, que era o seu monte de venus, que tinha uma coloração agressivamente atraente, que deixam suas belas coxas mais ressaltadas em sua brancura sedutora. Eu estava para sem reagir e ela me olhava sem procurar mostrar que estava constrangida. Com se estivesse em meio a um vendaval de inverno, desprotegida, eu tremia e estava me sufocando, sem poder respirar. Paula, veio até mim e pegando as roupas dos meus braços, me beijou na face e se afastou. Colocou as roupas no cabide de parede e em seguida foi para a banheira, onde mergulhou o corpo formoso. Atordoada, sem saber como agir, consegui reunir forças para dar meia volta e sair do banheiro. Na cozinha, me encostei na geladeira, sentindo a friagem do metal, que me devolveu a realidade e sem poder me conter, orei e pedi a Deus que afastasse de mim, aquela estranha "idolatria" que eu tivera pelo corpo daquela mulher que estava na minha banheira, se purificando.
Na sala, ficamos papeando assuntos religiosos, saboreando um sanduíche que tinha preparado com suco natural. Só que eu tinha ciência de quê não estava falando, coisa com coisa. Eu me sentia perturbada com a presença daquela mulher. Até então eu me fazia uma perguntar conturbada: O quê estava motivando aquela perturbação mental, com relação á aquela mulher, que eu tentava levar para o rebanho Divino? E então eu tive uma resposta que eu não esperava. Eu estava amando aquela mulher. Como uma endiabrada, sai dali da sala correndo e fui para o quarto, onde me joguei sobre a cama começando a chorar copiosamente. Estava perdida em meus pensamentos e minhas convicções. Cometia, mesmo que fosse em pensamento, um ato de depravação, ao me julgar que estava gostando de uma mulher. Era coisa do diabo. Ele tinha vindo, na figura feminina de Paula, para me tirar do caminho do meu Senhor. O pior é que eu estava perdendo a batalha, fraquejando em minha intenções de ser fiel a Ele, o todo poderoso.
Estava ainda soluçando, tentando concatenar minhas ideias e saber que ainda teria salvação, quando a cama do meu lado direito fez uma pequena depressão e logo em seguida, uma mão pousou em minhas costas. Aquele vai e vem da mão sobre minhas costas, estava me deixando sem ação, tolhida de qualquer tipo de reação. Então me pareceu ouvir a voz da serpente:
__Você queria saber se quem eu amava era uma pessoa casada. Posso dizer que sim. Casada com sua religião. Ela é uma pessoa que eu aprendi a amar, desde a primeira vez que vi, falando para dezenas de pessoas, que a escutavam embevecidas com palavras de alento e esperança. Essa pessoa mexeu comigo, me deixando extasiada a ponto de deseja-la só para mim. Desde então eu sempre procurei, participar dos cultos daquele pequena igreja, para poder estar sempre bem junto dela. Tinha orgasmos enquanto a ouvia e achava inatingível aos meus propósitos, mas a amando cada vez mais.Não sei se posso ser correspondida, mas estou certa de quê, nesse momento, eu tenho em minha mão, uma realização.
A essa altura, sua mão estava por baixo da blusa do meu pijama, já tocando a pele da minhas costas, deixando-me toda arrepiada. Comecei a orar, para ver se a tentação se afastava de mim, mas quando a mão desceu ao longo da minha coluna vertebral e atingiu a cintura da minha calcinha, eu não pude evitar que ela, Paula, percebesse que eu tremia. Era algo diferente que eu estava sentindo e não conseguia evitar que uma vergonha muito grande, tomasse conta de mim. Vendo que eu não reagia, ela ousou ir mais além, metendo a mão dentro da minha calcinha e a abaixando lentamente, como que querendo me testar, se iria protestar ou não. O pior de tudo, era, que eu não me dava conta que se quisesse impedi-la, bastava dizer que se afastasse e saísse de minha casa. Mas não era isso que eu fazia. Não ousava olhar para ela e ver seu rosto como estava, mas sentia que estava nervosa. A mão, apertou uma das nádegas e desceu, junto com a peça do pijama, a calcinha para baixo, até a junção dos joelhos. Eu mantinha as pernas unidas, mas sabia que estava sendo devassada pelo olhar pecaminoso da bela Paula. Uma leve pressão sobre meu corpo, indicou que ela se debruçava
sobre mim e passava a beijar minhas costas nuas. Não foi possível me controlar e eu dei um gemido, que era o prenuncio de que eu estava me erotizando com os gestos dela. Ela me deixava "agonizando"com sua ousadia, que se estendia, até o rego da minha bunda, passando sobre o meu ânus, causando-me inúmeros choques pelo corpo. Ela notou, que eu estava entregue a própria sorte ou sob seu domínio e me obrigou a virar o corpo, fincando assim frente a frente com ela. Olhou-me e foi se aproximando de mim em busca da minha boca. A poucos milímetros da mesma, ela parou e disse, quase que em um sussurro:
__Te amo, minha pastora. Estou perdidamente apaixonada por você. Se você não quiser, eu paro, me troco de roupa e saio de sua casa e da sua vida para sempre, mesmo te amando com loucura.
Eu não conseguia dizer nada, apenas olhava para seus olhos belos e perturbadores, sentindo seu hálito, que rescendia a suco de maracujá.
__Você quer que eu vá embora? - perguntou, com os lábios roçando nos meus.
Meu corpo foi percorrido por um intenso calafrio quando eu disse:
__Não. Fique! - após balbuciar essas palavras, os meus lábios foram esmagados pelos dela, no beijo mais embriagador quer eu jamais tivera na vida. Ela, Paula, brincava de forma amorosa e acintosa, com sua boca deliciosa e pornográfica, esmagando a minha. Perdi a noção de tudo e aos poucos, sentindo a mão dela esmagar os meus seios, fui me entregando. Sua boca desceu para os meus seios e os sugou com avidez e eu não pude reter aquela avalanche de sensações pecaminosas, Quando sua mão chegou ao meu sexo, eu separei a pernas, lentamente, para receber os afagos dos dedos de Paula. Era a primeira vez que eu recebia os carinhos íntimos de uma mulher e na verdade, qualquer tipo de carinho do tipo sexual, viesse de onde viesse, pois eu era virgem.
__Meu amor é virgem! - exclamou ela ao seu dedo tocar naquela barreira da virgindade __Diz que posso ser o seu primeiro amor.
Ela era o meu primeiro amor. Na verdade, eu estava apaixonada por aquele mulher que chegara tão misteriosamente, que eu mal pude entender o que estava ocorrendo comigo, sempre que a via. Entendia o que ela estava querendo dizer, com aquelas palavras, que soaram em meus ouvidos como um delicado som de uma fantasia sexual. Enquanto nos beijávamos, ela, de forma hábil foi se desfazendo da roupa que eu lhe dera no banheiro e num instante o meu já nu corpo, tomava contato, pela primeira vez na vida, com a nudez exposta de uma outra mulher. Era por demais de gostoso, os seios dela esmagando os meus, causando um frisson inigualável. Quando ela se escorregou pelo meu corpo, lambendo cada pedacinho de pele, chegando em meus pelos pubianos, que cheirou e depois se insinuou por entre minha pernas, que levantou e colocou sobre seus ombros, eu percebi que era pecado, o que eu estava sentindo, totalmente lascivo, diabolicamente pessoal, e fui me entregando a devassidão, que estava instalada naquele quarto sobre a minha cama. Com um grito surdo, eu recebi a sua boca em minha boceta. Um calor sufocante tomou conta de mim e do meu sexo, obrigando-me a me contorcer no desespero do que vinha se aproximando dentro do meu intimo.Era um gozo avassalador que chegava e me desnorteava. A ansiedade tomou conta de mim e sem saber por que, prendi a cabeça de Paula sobre meu sexo, que era chupado de forma intensa. Outros gozos vieram e foram se repetindo me deixando mole.
__Minha virgem delicada, sua boceta é um petisco primoroso. Me dá mais da tua "água" para beber. Enche a minha boca com seu suco.
Ela me lambia cada vez com mais vigor, sugando com sofreguidão meu grelo que estava sensível. Deixando o meu sexo, e se posicionou sobre mim e separando as minha coxas e levando a mão até o sexo que estava lubrificado ao extremo. Seus dedos passearam por toda extensão,entre os lábios vaginais e quando encontrou a entrada da minha vagina, ela passeou os dedos sobre o meu hímen quando menos esperava, a mesma me penetrou. A dor fora limitada, mas o prazer imenso. Quando seus dedos saíram de
dentro de mim, estavam tintos de meu sangue virginal. Estava deflorada. Era mulher de uma mulher. O grande pecado tinha se consumado.
A noite fora totalmente reservada aos carinhos que Paula me dedicou. Procurou me deixar a vontade para dedicar a ela o mesmo tipo de caricia. Abraçadas ficamos confidenciando os nossos medos,até que dia raiou. Era um dia diferente, onde eu me movia alimentada por uma decisão que tomara. Não deixaria de ser uma serva, mas abandonaria a função de pastora. O que eu acreditava, estava dentro do meu ser e não podia ser misturado com a minha nova descoberta...o amor!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:21 de dezembro de 2015 21:32

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 21/12/2015.

Comentários

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  • Mahlu
    Postado porMahluem11 de janeiro de 2016 07:35

    É a 5ª vez q leio essa história;) ❤️❤️❤️

  • jorge a silva
    Postado porjorge a silvaem29 de dezembro de 2015 23:34

    gostei da historia , isso mostra que o amor não tem sexo , e simplesmente amor , onde a amor verdadeiro , acredito eu que Deus todo poderoso se faz presente e viva o amor .

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