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Ao encontro do prazer - 1

Anita e Vitor foram passar as férias escolares, no nordeste, mais precisamente em Pernambuco, em uma cidadezinha que ficava de carro, umas 5 horas do centro de onde estava localizado o aeroporto de Guararapes. Estavam contentes pois ele iria ver Josefa, a prima, por quem tinha uma leve queda e sua irmã, iria dar para o primo, mais uma vez, só que ela pensava que seu irmão, não sabia. Anita, uma bela loira, com um corpo escultural, pois se dedicava muito a malhação, estava ansiosa para cair de boca na pica do primo com quem tivera um caso forte, da ultima vez que por lá estivera. Com ele experimentara pela primeira vez, o sexo anal e apesar da dor que sentira, passara a gostar da novidade, que praticara até o dia de voltar a São Paulo. Seu primo , era privilegiado, com uma picona de 23cm, que a principio ela ficara assustada em ver, mas que com um jeitinho todo especial, ele a fizera compreender que com jeito tudo podia ser feito sem causar nenhum dano a ela.
Tudo começara, depois que vieram de uma barragem que no vilarejo existia, onde se podia ver um grande lençol de água que servia para abastecer a cidade e que as pessoa aproveitavam para se refrescar á sua margem. Podia se ver muitas famílias e casais de namorados ou mesmo amigos por lá brincando, numa estranha miríade de pessoas. Anita notava que seu primo olhava para ela com um interesse vivo, além do normal, quando ela resolveu ficar só de shorts, que trazia por baixo da saia e assim exibiu aquela pernas com leve penugem, que as tornavam mais exótica e sensuais a ponto de fazer com que uma leve ereção se formasse sob o calção da bermuda. Para ela que notar tal fato, cresceu a vontade de ver a nu, aquele pedaço de nervo que se fazia longo e robusto. Nunca tivera chance de ver algo tão grande como o dele parecia ser. Para ela, nada mais interessava a não ser arranjar uma forma de poder acabar com a ansiedade, que vinha acompanhada de um certo receio, pois caso se confirmasse o comprimento que estava oculto,e seu primo quisesse que ela fosse dele, a coisa iria ser bem sinistra, pensou. Mas aguardou, cheia de tesão. Foram para um lado menos povoado onde umas pedras eram bem cúmplice do que poderia acontecer e diante do número de casais que disfarçaram quando eles passaram, podia-se logo imaginar o que ocorria por ali. Sabia que o que a esperava seria no minimo diferente de tudo que já havia enfrentado com outros rapazes nas baladas da vida.Porém não queria nem saber das consequências, queria desfrutar do melhor que aquele fim de mundo pudesse lhe oferecer. Ela sabia o quê seu primo pretendia levando-a para um lugar mais afastado e ao concordar sem questionar nada, deixara bem claro que estava afim.
Quando se afastaram bem dos demais e estavam em um lugar bem deserto, pararam e ele a encostou em uma enorme pedra. Se aproximou dela e sem dizer nada, colocou ambas as mãos em seus seios e foi com a boca na sua, num beijo afoito, que a deixou sem folego. Ele fora bem ousado ao abrir sua blusa e puxar de dentro do sutiã, os seios maravilhosos da prima, que passou a chupa-los ávidamente, chegando a provocar até dor nos mamilos. Aquela inesperada brutalidade a deixou mais assanhada por conhecer o pauzão que se agigantava mais ainda debaixo da roupa dele e quando se atreveu a colocar a mão sobre ele o rapaz, soltou um gemido gutural e sem pudor desceu a bermuda e para deleite e espanto de Anita, ela teve a surpresa de ver ao olhar para baixo, o maior pau que ela já tinha visto em toda sua vida de periguete.
Lázaro, que de morto ressuscitado, não tinha nada, olhou para o próprio pau e depois para ela, que foi se deixando escorregar até ter o falo a altura de seu rosto. Ficou por instantes analisando aquele obelisco sexual e depois passou a lambe-lo. Viu o rapaz ranger os dentes a cada passada de língua. Mas ele queria mais que aquilo e segurando sua cabeça com as duas mãos passou a executar atos copulatório em sua boca,provocando as vezes engasgo na jovem, pois a cabeça da pica lhe ia até a garganta. O rapaz parecia desconhecer o comprimento que tinha de pica e por isso a estava sufocando com aquela ferramenta. Estenderam a saia dela sobre um pouco de grama que havia no local e ela colocou as costas sobre a mesma e elevando os joelhos, separou as pernas e deixou que o primo vislumbrasse a sua xoxota que estava toda aberta, mostrando a sua lubrificação que já era bem visível. Anita estava ansiosa para sentir a vara longa, lhe avançando a cona e encostando no colo do seu útero. O rapaz se ajoelhou entre suas pernas e encaminhou a cabeça da pica diretamente para a entrada da boceta que se mantinha bem escancarada. A glande foi entrando e Anita, absorvendo todo o impacto que a invasão estava lhe causando. Gostava de sentir aquele calor que invadia o seu sexo e se espalhava por todo corpo. Ficava tremula e com a testa porejada, ela sacudia o corpo de encontro ao do companheiro, mesmo sabendo que a sua profundidade intina não acomodaria aquela pica toda. Saboreava, por assim dizer toda a pujança daquele vergalhão que a perfurava num vai e vem continuo. Tornara a se apertar ao corpo do rapaz e se extravasou em um orgasmo violento. Com a boca aberta Anita revirava os olhos e puxava a cabeça do rapaz para que ficasse junto de sua boca e a beijasse com ardor.O primo se sentia realizado por estar fodendo a priminha da cidade São Paulo e ficava com a pica mais dura ao pensar nisso. Depois de a foder com vontade, quis colocar para fora o que estava subindo pelo canal da pica em direção da glande para inundar a vagina que estava espumando de vontade de receber o esperma que vinha vindo. Estava com as costas doendo por estar sobre um local duro, mas não estava dando muita importância, apenas queria gozar mais do que já o tinha feito. Aos poucos ela começou a sentir a grossura da pica aumentar e levando a mão sobre o que não se aprofundava dentro da sua boceta, percebeu que o momento estava chegando. Agarrou o primo com toda a força que podia e quando ele começou a gozar ela o acompanhou e sua boceta apertou o pau extraindo tudo que podia da vara. Mal terminou de ejacular, procuraram se recompor . Foram para casa satisfeitos sabendo que durante a noite a incursão sexual continuaria.
Vitor por sua vez, ao lado da irmã, pensava como estaria sua prima Josefa, com quem sonhara a semana inteira. Tinha que saber se ela estava disposta a dar uma colher de chá aos seus avanços. Já tinham se beijado no passado, mas fora algo que não rolou mais depois do mesmo, ai veio a sua despedida e tudo ficara no ar. Mas agora ele esperava encontrar a moça e tirar o atraso.
O carro devorava aquela imensidão de estrada, cercada por arbustos próprio da região, rumo ao prazer que o esperava!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:20 de janeiro de 2016 19:56

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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