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Do fundo do baú

Ao meu instrutor de tênis, com prazer!

Estava com o tempo livre, ocioso mesmo, a ponto de ficar um pouco irritada, as vezes. Conversei com meu marido e ele me aconselhou que procurasse uma atividade, um esporte para descarregar a tensão. Pensei em uma série de possibilidade e nada me agradava, até que Al, me sugeriu Tênis. Até brinquei com ele:
__Pênis? Olha é uma boa ideia, mas o teu me bastaria.
__Não sua tarada. Eu disse Tênis. T-ê-n-i-s! Aquele esporte de raquete e uma bolinha, sabe?
Claro que eu sabia e por isso mesmo achei a ideia muito boa. Me matriculei em uma escola para amadores e comecei a frequentar um local super agradável, com um professor ainda mais. Meu sangue fervia, a cada encostada que el dava em meu traseiro para me posicionar melhor a empunhadura do cabo da raquete. Com o passar dos dias, eu já começava a errar de propósito, só para ele vir fazer a correção. Percebeu ele que eu estava com malandragem e assim tomou a iniciativa de ficar excitado e vir pressionar a sua excitação em meu traseiro. Aquela brincadeira estava deliciosa, pois eu estava em público, na brincadeira mais deliciosa que podia existir. Al quis saber como eu estava me saindo e eu o coloquei a par do quê estava acontecendo, entre mim e o instrutor.
Seu nome era Benedito, mais popularmente chamado de Benê. Benê era um mulato, simpático, tipo armário, com traços marcante da raça, que tinha uma voz que parecia de um adolescente. Era delicado sem ser afetado ou homo, apenas afetado em sua delicadeza, quando instruía as mulheres. Corria a boca pequena que todas as que com ele tomavam aulas, o desejavam, principalmente Kioko, uma japinha, bonita como ela só, que tinha um corpo lindo, onde seios pequenos,. eram por assim dizer a única coisa que destoava em toda aquela beleza oriental. Era sabido que elas cortava um doze por ele e que não gostava de ver mulheres recebendo muito a atenção do rapaz, pois o tinha como sua propriedade. Ela não ia com a minha cara, por esse motivo.Num desses dias, bem a tardinha, Benê quis estender o meu aprendizado, disputando uma partida comigo e eu topei, imaginando a cara de Kioko quando soubesse que isso iria acontecer. Com as luzes dos refletores acesas por ele, começamos a jogar. Eu procurava faze-lo ver que tinha aprendido e bem o que ele me ensinara com as encouchadas. Era cansativo, mas gostoso jogar tênis tendo do outro lado um tesão de adversário. Passavam das sete horas quando resolvi que dava o que tinha que dar. Fui para o vestiário tomar um banho e ele, Benê, ficou para recolher a rede e desligar os refletores. A água deliciosa caia soabre meu corpo, como uma cascata refrescante e minhas mãos massageavam meus seios, sexo e bunda com sabão líquido, que me envolvia em uma deliciosa camada de espuma que tinha um perfume embriagador. Lavei os cabelos e comecei a girar sobre o jato d'água enquanto me acariciava esfregando a pele. A principio em uma das voltas julguei ver um vulto parado junto aos armários. Mas quando tirei a cabeça fora do líquido que caía, cheguei a me assustar ao ver Benê. Recuperada da surpresa, fiquei imóvel encarando-o. Tirei braço e mão dos pontos que instintivamente, qualquer mulher procura ocultar, que são seios e sexo.
__Não esta no vestiário errado, professor? - disse sem deixar de encara-lo.
__Sabe que nem notei? - respondeu de forma irônica.
__Cuidado professor, a japinha pode aparecer do nada e ai a casa cai.
__Eu não sei o que se passa na cabeça dela. Nunca senti nada por ela a ponto de deixar transparecer que desejasse algo com a mesma.
Vendo que não ia sair dali, voltei para debaixo d'água e caprichei em minhas tencionais esfregação, principalmente quando fiquei de costas. Sabia que ele estava maravilhado de me ver separar as nádega, passar sabão no rego e depois os dedos. Quis até dar um espetáculo mais completo, ao me curvar para esfregar os pés, sem me dobrar o que possibilitava uma visão estonteante do meu rabo aberto. Era divertido provocar aquele homem, que sabia me desejar, e que via a possibilidade de me ter, diante de tudo que eu fazia a sua frente, sem pudor algum.
Após fechar o registro, peguei uma toalha e comecei a me enxugar, caminhando em sua direção. Quando o tive perto de mim, fiquei de costas e lhe entreguei a toalha:
__Enxuga as minhas costas!
Benê, passava a toalha cuidadosamente sobre a minha pele, como se temesse fricciona-la demais. Estava gostoso aquele cuidado. Quando atingiu meus glúteos, já dava para sentir que suas mãos estavam tremulas e maldosamente eu consegui pegar a toalha e a puxei, fazendo com que as mãos dele ficassem sobre a pele da bunda. Ele parou e eu virando a cabeça para trás com uma leve torção de corpo o instiguei:
__Não vai continuar a me secar?
__Sem toalha não dá.
__E suas mãos não conseguem me secar, não ?
__Você esta me provocando. Não faça isso...
__Ué! Quando estavas me ensinando você me encouchava estando de pau duro, me viu núa tomando banho e ainda estou nua, num vestiário, sozinha, com um homem que me deseja e você vem me dizer que apenas estou te provocando? Cai na real meu.
Benê não me contradisse, apenas desceu o seu short e pondo para fora um belo tarugo de nervos, me abraçou pelos quadris. Encostei-me em seu peito e levando a mão entre nossos corpos peguei em seu pau.Ele gemeu e disse:
__Cacete, como te desejei, porém não sabia que você era tão gostosa assim.
__Você nem experimentou e já fica empavonado tudo. Será que não seria melhor você verificar mais a fundo?
Ele meneou o corpo, como que procurando acertar alguma coisa entre minhas nádegas e eu o peguei levando-o para mais abaixo e me curvando o coloquei na porta do "quarto". Pincelei até que empurrei quando senti a glande encaixada no buraco da boceta. Foi entrando macia, me causando uma euforia intensa. Me preencheu toda a boceta e passou a dar estocadas. Tinha um banco a minha frente, onde coloquei um joelho sobre a toalha que nele estava e segurei nas laterais do mesmo para que ele, Benê, pudesse executar os golpes com mais potencia.Com a mão por baixo do meu corpo eu alcançava suas bolas e passava a manuseá-las de forma bem suave. Comecei a delirar em sua vara que ia e vinha em meu canal do amor. Percebia que o deixava cada vez mais oleado com meu mel. Dos vários encontros amorosos que eu tivera, aquele estava sendo o mais diferenciado, talvez pela situação, que se arrastara por um longo tempo, em uma situação de provocação. Estava deliciosa aquela foda, onde eu desejara aquilo que sentira na mão, dentro de minha xoxota. Cada estocada era acompanhada de meus gemidos e de um som maravilhoso de flop, flop, flop...o som do prazer! Quis chupar um pouco aquela pica que me invadia e pedi que ele tirasse a pica fora. Sentei-me no banco e ele se aproximou, ficando entre minhas coxas e tocou o pau em meu rosto, batendo-o na minha face e depois o levando a minha boca. Tomei aquela preciosidade entre os lábios,passando a língua sobre a luzidia glande, brincando com a fenda que nela havia. Segurava suas bolas as balançando de um lado para o outro. As vezes as tomava na boca enquanto massageava sua vara dura. Então ele me pediu para deitar sobre o assento do longo banco de madeira e que separasse as pernas, Ficou entre elas e levou a boca até minha boceta super molhada me aplicando uma senhora chupada, para depois começar a lambe-la até chegar em meu clitóris que estava bem exposto. Provocava choques em todo meu corpo obrigando-me a apertar os seios. Seus dedos atrevidos, separaram minhas nádegas e encontraram o cu piscando, Fez o que eu fico louca de tesão, ou sejam com a unha, coçou minhas pregas e depois passou a ponta da língua, me forçando a esfregar o traseiro de encontro a sua boca, passando nela toda a minha farta lubrificação. Benê, sentou no banco com as pernas aberta e veio introduzir a pica em minha boceta. Com as pernas em seus ombros, eu segurava em seus braços, recebendo os golpes que me estreciam todo o corpo. Ver seu rosto se crispar a cada estocada, era algo que me excitava mais ainda a ponto de na maior cara de pau lhe dizer:
__Come meu cu!
Ele pareceu ficar em choque, pois parou e ficou me olhando. Lá dentro de minha boceta, o pau dele pulsava, como se estivesse pronto para expelir o gozo. Para minha própria surpresa, eu me emocionei, com a reação daquele homem. Ele dera muito valor ao que lhe oferecia.Assim que ele se retirou de dentro de minha xoxota, eu mergulhei os dedos dentro da mesma e os trazendo molhado, passei sobre meu cuzinho e depois lubrifiquei a vara que estava bem nervosa. Puxei as pernas para que ficasse junto aos meus seios, deixando a bunda a disposição de Benê, que inseriu um, depois, dois e por fim três dedos em meu cu, o preparando para receber aquela cabeça de pica. Se aproximou de minha lombada e apenas teve apenas que encostar a glande em meu anel de couro e ir empurrando. Levei uma das mãos sobre a pica a acariciando, sentindo que paulatinamente ia entrando, preenchendo o meu buraco anal, até que senti os pelos me tocarem, enfim, estava toda a vara dentro de mim. Pulsava e muito, acompanhando os apertões que meus músculos aplicavam sobre a pica. Gente, ele tinha penetrado no meu cu e eu não sentira dor alguma, apesar do tarugo ser bem servido, ele tinha entrado suavemente, demonstrando o meu fodedor que ele sabia comer um cu, como poucos.
Quando sai daquele vestiário, já estava bem tarde, e eu levava no rabo, uma boa dose de porra que foi saindo por entre as pregas, me deixando o rego todo melado. Chegando em casa, mostrei ao meu marido o prêmio que ganhara, na diversão que ele mesmo me orientara a ter. Al riu muito. Fui tomar um bom banho e depois já encontrei uma chuca preparada para um enema, onde expulsei todo o conteúdo do sêmen que ainda estava dentro do meu rabo, preparando-o para receber as boas vindas do meu marido excitado, empatado comigo, pois estava muito excitada para o receber dentro de mim!


Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:6 de fevereiro de 2016 22:01

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Dia do Sexo

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