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Do fundo do baú

Arruma meu cabelo, por favor!

Marlene, sempre fora o que podemos chamar de uma mulher livre, dona do próprio nariz. Casou muito cedo, por acreditar que teria para sempre o grande amor de sua vida. Com ele ela perdera a tão propalada virgindade, que reservara como um tesouro, prometendo a si mesma só se deixar ficar sem ela, com o homem de seus sonhos. Esse homem apareceu na figura principesca de Eduardo, que não era o mão de tesoura, mas cabeleireiro, dos mais renomados do bairro. Ela nunca havia comparecido ao salão dele, apesar da fama que tinha. Uns diziam que ele era bicha. Esses" uns", eram homens, claro, mas a mulheres diziam que o cara tinha uma pegada que valia cada real que pagavam por arrumarem o cabelo em seu salão.
Marlene, fora convidada de ultima hora, para uma festa, e não tinha condições de ir com o cabelo da forma que estava e por isso mesmo depois de consultar o relógio, pegou a bolsa e saiu a procura de um salão que fica a poucos metros de sua casa. Para sua decepção já estava fechado pelo adiantado da hora comercial. Lembrou-se de outro e para lá se dirigiu. Também percebeu que chegara tarde. Estava resignada a ir ao evento do jeito que estava, quando ao dobrar uma esquina, que levaria para a avenida principal rumo a sua casa, viu que luzes ainda permaneciam acesas em um luminoso, de um salão de cabeleireiro, e uma pessoa estava passando pano no piso. Não pensou duas vezes e para lá se dirigiu. Quando lá chegou, notou que o salão estava vazio, apenas tendo em seu interior aquele rapaz que executava a limpeza. Ao se virar e a ver parada a porta, ele se endireitou e lhe dirigiu a palavra.
__ Estamos fechados querida!
Marlene antes de articular qualquer palavra, se sentiu presa no olhar daquele rapaz, que era belo em todos os sentidos. Sentiu o coração disparar. Apenas balbuciou:
__Não teria como me atender? - perguntou indicando os cabelos.
__Já passou da hora, querida. Como pode bem ver estou na limpeza final. Só amanhã agora, sinto muito.
__Puxa, eu precisava tanto. Tenho uma festa para ir hoje, fui pega de surpresa poucos minutos atrás e não encontrei mais nenhum salão aberto.
__Para você ver, que não é má vontade, mas que já passou da hora de atendimento. Repito sinto muito.
__Olha eu pago que você quiser para que me atenda. Por favor!
__Não dá.Não me leve a mal doçura, mas moro longe e tenho que abrir o salão bem cedo amanhã devido compromissos, senão eu até que lhe atendia.
Apesar de muito encantada com a presença física do jovem, ela viu que não adiantava insistir. Olhava-o, se imaginando sendo devorada por ele. Resolveu ir embora e seguiu seu caminho, ainda tendo na mente a bela figura masculina. Um toque em seu ombro a fez se voltar e para sua surpresa se ver diante do rapaz que a impressionara. Ele estava ofegante, mas sorria.
__Olha, não posso deixar você ir assim para a tal festa, que deve ser uma coisa especial para você. Creio que com uma certa rapidez eu consigo lhe arrumar e não ficar muito tarde para mim. Venha.
Não cabendo em si de contentamento ela o acompanhou de volta ao salão. Assim que entraram, ele abaixou a porta e apagou o luminoso. Para que ninguém percebesse atividade ali dentro, colocou alguns tapetes por onde passaria luminosidade por baixo da porta.
__Meu nome Eduardo - se apresentou ele.
" O bicha" - pensou ela.
__Me chamo Marlene, e desde já lhe agradeço do fundo do meu coração. Estou a sua disposição, me entrego de corpo e alma a você.
__Não precisa tanto meu bem. Tire seu casaco e o coloque aqui, que vamos começar a dar um bom banho em seus cabelos. Sente-se aqui no lavatório Quando Marlene se acomodou na cadeira, já paramentada para a lavagem dos cabelos, cruzou as pernas, permitindo que a saia subisse e suas belas pernas aparecessem. Sabia que o decote, que era bem ousado, permitia que Eduardo, caso se interessasse, vislumbrasse boa parte de seus globos primorosos. Sabia que estava testando a virilidade do rapaz, tentando saber quem tinha razão, os homens que dele falavam mal ou as mulheres que suspiravam por causa do mesmo. Ela estava suspirando de tesão, por acha-lo másculo além de muito bonito. Os dedos dele em seus cabelos, estavam provocando uma sensação tão boa que ela foi sentindo que sua calcinha se molhava na parte que estava enfiada em sua boceta. Depois de muito, massagear e depois enxugar os cabelos, Eduardo, a levou para outra cadeira, diante do espelho e ali começou a trabalhar em cortes, após sugerir a ela que deixasse em sua inspiração o que deveria fazer. Ela se deixou levar pelo sentimento que estava sentindo pelo profissional e percebeu que se desencadeava uma torrente de desejos, que ela sempre soubera aplacar, comendo muito chocolate ou até se masturbando, para não se deixar levar a entregar aquilo que estava intacto na sua entrada vaginal. Estava eufórica, de ter tão perto de si aquele homem que a estava deixando sem saber o que fazer. Tinha em mente uma coisa, que era seduzir o belo rapaz. Ela ficou com o coração em descompasso, quando ele se acercou em uma das laterais da cadeira ,em que estava sentada, encostando em um dos seus braços. Passado alguns momentos, ela começou a notar que algo estava tomando forma, bem perto de sua mão. Com o canto do olhos procurou se certificar de que era o que estava pensando e para sua felicidade, constatou, que a visão de parte de seu corpo, vistas pelo profissional, estava se pronunciando naquela formação perto de sua mão. Começou a se sentir incomodada com o fogo que crescia dentro de si, e aos pouco foi tomando coragem e movimentando um dedo daquela mão, tocou na elevação que se formara na calça do rapaz que cuidava do seus cabelos. Notou, que ao toque, o corpo do rapaz estremeceu e até interrompeu o que estava fazendo, dirigindo seu olhar para ela. Continuou seu trabalho, só que agora tendo sua atenção distribuída entre o profissionalismo e a cliente, que o estava perturbando. Mas foi quando teve que pegar um grampo que caiu ao chão junto dos pés dela, que ele teve a informação de que estava diante de uma possível transa, se houvesse uma leve insinuação de sua parte. Marlene, vendo-o naquela posição, ousadamente, entreabriu as pernas e deixou que os olhos do rapaz notasse a cor da sua calcinha rendada de cor rosa, que muito pouco ocultava do seu sexo suculento. Dudu, ao tentar se levantar, apoiou as duas mãos em cada coxa da moça e as subiu até onde sua calcinha estava. Sabendo que estava com licença para ousar, ele procurou sua boca, para sugar um beijo bem molhado, enquanto seus dedos, desciam a calcinha da bela Marlene. A boca resvalou pelo pescoço da jovem e se dirigiu sobre os bojos dos seios que brotavam pelo decote da blusa. Para ajuda-lo, no que pretendia e ela queria, a mesma alçou os pés sobre o assento colocando os calcanhares e o ajudando a retirar a calcinha que já estava em seus pés. Assim que teve o caminho livre, ela separou as coxas e sentiu os dedos tocarem em seu lábios vaginal procurando os separar para caminhar até a parte que estava selada, mas que o cabeleireiro não sabia.
Marlene estava alagada, tendo sua umidade a escorrer por entre os furos da sua parte himenal. Gozava, sem poder se conter e quando agarrou o pênis do rapaz, que havia deixado a seu dispor a peça para que dele se apropriasse. A pulsação que percebia entre os dedos, a deixava mais excitada e quando ele se endireitou e lhe ofertou o pau, Marlene não teve a menor dúvida e o abocanhou. Permitiu que a pica entrasse em sua totalidade para dentro da sua boca, enquanto uma de suas mãos acariciava os testículos do rapaz que gemia e já estava em desespero total. Segurou na cabeça dele e passou a dar leves estocadas em sua boca, com a pica duríssima, que entrava e saia, mostrando como ela, a boca de Marlene, a deixava molhada com saliva. Marlene, expunha os seios para fora do sutiã e quando pode pegou o pau do rapaz batendo a cabeça do mesmo em cada seio ou passando-a sobre os mamilos turgidos. Dudu, a fez se levantar e após se despir na parte inferior, sentou na cadeira e a trouxe para cima de si para a penetrar. Marlene, não achou que veria avisa-lo de sua condição de virgem e por isso mesmo se acomodou sobre as pernas do rapaz de costas para ele, começando a descer sobre o pau que segurava com uma das mãos para o encaminhar ao lugar certo. Estava ansiosa para sentir a cabeça lhe arrebentar o selo himenal, que trincou os dentes, quando a pressão que ela mesma fazia sobre o pênis, começou a estraçalhar o que a impedia se ser mulher, até então. Para Dudu, aquela barreira, fora sentida, mas de pouca importância, tanto que não deu atenção. As pernas de Marlene, tremiam, mas ela se manteve, no que fora possível, impassível, sentindo que já não era a mesma , pois a pica estava toda atolada em sua boceta.Ardia seu sexo, mas ela estava feliz. Voltou a cabeça para trás e foi beijada com satisfação por Dudu, que iniciava estocadas na boceta arrombada. Ambos se sentiam bem com o rumo que as coisas tomaram e passaram a executar os movimentos que os levaria ao orgasmo. Marlene não se preocupava em deixa-lo gozar dentro de si, pois estava entorpecida com a sua primeira incursão sexual. Curtia, o pau que estava latejando dentro de sua boceta a levando a gemer muito. Com ela no colo, Dudu se levantou e a depositando de joelhos na cadeira, passou a estocar-lhe a xoxota com violência, se deliciando com a visão de sua bunda e do rego. Meteu o dedão, molhado de saliva no cu dela e o aprofundou dentro dela. Foi olhando melhor, que notou que seu pau estava com algum vestígio de sangue. Por instantes julgou que Marlene estive no inicio ou no fim de seu ciclo menstrual. Ao contrario de muitos homens que sentem repulsas ao constatar isso, ele ficara excitado e além de passar a fazer movimentos com o dedo no cu dela, acelerou mais ainda as estocadas na vagina da moça que gemia sem pudor algum. Ele queria que toda sua pica estivesse instalada dentro da boceta que o prendia dentro dela e chegava a enlaça-la, pela cintura, e a puxar mais para junto de corpo, rebolando atrás dela com a pica bem atolada no canal da deliciosa mulher. Sem que ela esperasse, ele retirou o pau de sua boceta e sussurrou em seu ouvido:
__Vou comer o seu cuzinho mimoso. Você deixa?
__Nunca fiz isso. - choramingou ela meio que apavorada, pois sempre ouvira falar que um membro no rabo , não era fácil de se aguentar. Mas estava tão entorpecida pela ação da defloração, que apenas abaixou a cabeça sobre o encosto da cadeira e empinou mais a bunda, indicando que ele podia fazer do seu rabo o que desejava. Dudu, passou saliva em toda a extensão do pau e depois a mesma coisa fez com o cuzinho de Marlene, que se empertigou. O calafrio que lhe percorreu a espinha toda era diferente daquela que a assolou quando estava perdendo o cabaço. Mordeu o encosto de cabeça e esperou. Dudu, foi empurrando o pau lentamente, procurando com uma das mãos os seios de Marlene passando a excita-la nos mamilos que estavam endurecidos. Ela nunca tivera uma excitação tão profunda como aquela. A introdução do pau em seu cu, mais a massagem nos seios, eram deliciosas e Marlene estava flutuando dentro do seu mundo de desejos. Foi sentindo cada nervo e veia, do membro,que ela teve o primeiro orgasmo anal.
Eduardo, segurava os flancos da bela mulher e mantinha firme aquelas estocadas que cada vez, eram mais rápidas e profundas. O rapaz a puxou de encontro a si, obrigando Marlene a se erguer e ficar bem junto dele que continuava a bombar em seu cu. Mordiscava seu pescoço a levando a se contorce e espremer os seios com as mãos em uma sofrência deliciosa. O orgasmo que atingiu os dois os levou a gritar de formas uníssona. Estava terminado aquele encontro amoroso. Quando Eduardo começou a puxar o pau do cu de Marlene, esta gemeu.
__Tudo bem com você? Ei esta me ouvindo? Esta tudo bem?
__O que disse? - perguntou Marlene, olhando para o cabeleireiro, sem entender o que ele dizia.
__Eu perguntei se estava tudo. Você ficou ai parada me olhando sem falar nada, parecia que estava em outro mundo!
__Eu, em outro mundo? - olhou para ele começando a cair em si da dura realidade, ao se ver no salão com a porta ainda aberta e o profissional de cabelos, ainda segurando a vassoura que acabara de passar no salão. Olhou para si e sem poder se conter de vergonha saíra correndo. Tudo não passara de fruto da sua imaginação. Ainda era uma jovem donzela, que não se tornara ainda uma mulher deflorada. O rapaz ficou a olha-la se perder na escuridão da noite, sem entender o que tinha acontecido. Guardou a vassoura, tirou o avental, apagou as luzes e desceu a porta fechando o seu salão de cabeleireiro!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:14 de janeiro de 2016 21:46

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 14/01/2016.

Comentários

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  • Dotado Safado
    Postado porDotado Safadoem16 de janeiro de 2016 01:15

    Muito bom ver uma esposa assim, depois de algumas exp. passei a gostar demais á cobiçar uma mulher safada, principalmente se for comprometida, vela se exibindo...gozar porra farta pra ela e xinga-la a vontade...ou ajuda-la a perder a timidez e mostrar todo desejo e vontade reprimida... whats (95 9161-7918)

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