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Do fundo do baú

Black and White - 2

Confesso, que estava cheia de tesão, mesmo achando estranho o desaparecimento da mãe dos irmãos. O fato de ver aquela beleza negra máscula passar por mim, vindo do banho, exalando um perfume que não era deste mundo, uma fisgada aguda bem dentro de minha xoxota, delatou o grau de excitação que eu estava tendo. O danado olhou-nos e lançou um sorriso que me deixou entontecida. Era sugestivo aquele olhar indicando que ele sabia bem o que a sua mana tinha em mente. Entramos no banheiro que estava bem aquecido pelo vapor do banho que Armando tinha tomado. Para meu desespero, vi, sua sunga, no cesto de roupas para lavar e a tentação foi grande, em pega-la para cheirar. Jaqueline fechou a porta e veio, toda rebolativa para o meu lado. Era uma gazela aquela negra, que dominava o ambiente com sua beleza e formosura corporal. Levantou meu queixo com os dedos e sem pedir, colou sua boca a minha. Ela beijava de uma forma animalesca, selvagem como uma corça no cio. Suas mãos me acariciavam o corpo e lentamente foi suspendendo minha saia e depois de ter contato com minha calcinha, enfiou a mão dentro dela e foi direto em meu rego. Desgrudou a boca da minha e me encarou, com aquele olhos amendoados, que a deixava mais bela e enigmática ainda.
__Sabe que você esta me dando um tesão dos diabos, sua branquinha deliciosa, Vou te devorar. Quero ver se você é tão gostosa como parece. Humm, o cuzinho é bem travadinho. Cabaço?
__Não, já tá todo rodado. - respondi, já bem alterada em minha excitação que aquele dedo licencioso estava provocando dentro do meu cu.
__ Se curve um pouco para que eu possa ver se ele é tão bonito quanto gostoso.
Me debrucei, segurando no enorme cesto de roupas, ficando com a cara quase que tocando a sunga de Armando. Jaqueline, se agachou atrás de mim e depois de levantar a minha saia, desceu a calcinha e começou a alisar minhas nádegas e beija-las de uma forma carinhosa. Fez-me separar as pernas e logo senti os dedos dela separando as minha "bolachas" e enfiando um dedo em minha boceta que ela estava deixando bem molhada. Com o dedo dentro de mim, ela o lubrificou e levou o mesmo até minhas pregas fazendo pressão, me fazendo sentir o mesmo ir entrando lentamente.
__Cu gostoso! - disse ela beijando minha bunda e começando a exercitar o dedo em meu reto. O polegar estava sobre o meu clitóris, o dedilhando deliciosamente.Eu não sabia por que razão a minha libido estava alta, talvez fosse pelo cheiro daquela peça intima, do meu sonho negro.
Jaqueline sabia como excitar uma mulher, com o dedo no cú e outro no meu grelo; por vezes ela retirava o dedo, o levava a boca e depois voltava a agir com precisão, nos pontos que eu estava mais sensível. Mas foi quanto eu notei que algo de diferenciado, estava ocorrendo em meu traseiro. Voltei a cabeça para trás e vi aquela deliciosa mulher, com os seios de fora, levando um deles entre minhas nádegas, fazendo o bico chegar até o local onde o dedo ocupava que era o meu cu. Sorriu para mim e passou a esfregar aquela beleza negra com vigor, me fazendo gozar. Apesar de desejar seu irmão, fazer amor com ela, era muito prazeroso. Não importava se ela produzia com seus dedos, língua ou os bicos dos seios, uma ação igual um pênis o faria, o que era diferenciado em tudo aquilo, era o fato de que uma mulher sabia excitar outra de uma forma satisfatória. Tudo que uma faz com a outra, como os toques, os beijos, as carícias nos seios, na bunda e nos seios, tornando tudo torturante e gostoso, um clima diferenciado, que só dua mulheres sabem sentir. Eu estava entre duas posições, que era estar ali, naquele banheiro,sendo comida por uma linda mulher, sonhando com o momento em que estaria nos braços do seu irmão. Ficamos nuas, e noa abraçamos esfregando os seios uns contra o outro enquanto nossas bocas misturavam a saliva. As mãos, entre as pernas, dedilhava as xoxotas encharcadas de mel, que não era de abelha, nos levando ao clímax.
O banho, foi o ponto de ebulição que nós estávamos esperando. Enquanto a água tépida escorria pelos nossos corpos, deixávamos que o prazer tomasse conta de tudo até que entre tremores, nos abraçamos.
Envoltas em toalhas, seguimos abraçadas até o quarto de Jaqueline, que era como ela, super incrementado, com pôster de homens despidos e mulheres que não escondiam suas anatomias, expondo a beleza que é o corpo da mulher. Ela era incansável e logo que adentramos, me jogou sobre o leito e arrancando a toalha do meu corpo, veio como uma enguia, entre minhas pernas a procura da minha flor intima. A boca, estava esfomeada, consumindo a minha intimidade, como se fosse um manjar hiper saboroso. Era extremamente estimulante, ficar ali deitada, tendo entre as pernas aquela mulher super especial que me chupava com avidez, permitindo que eu tivesse a visão do seu belo bumbum arrebitado. Lambia a minha cona e depois ficava no grelo, pincelando-o lentamente. Meus seios estavam sensibilizados, e os bicos turgidos, eram demonstração disto. Com manobras delicadas, ela me virou de bruços e sinuosamente veio até minhas nádegas, separou-as e passou a lamber meu rego, brincando com o cuzinho que se contraia e me levava a loucura. Comecei a gemer e me debater, jogando a cabeça de um lado para o outro, externando o quanto estava gostando do que ela fazia. Então, quando me voltei para trás para vera minha sedutora amiga, me deparei com a presença de Armando que estava bem atrás dela. Estava nu e quando olhei para baixo, rumo ao seu púbis, ali estava o que todas comentavam que era saboroso, a pica mais extraordinária que eu já tinha visto, pegado, chupado e inserido em meu outros buracos. Era bela, portentosa, com grossura e comprimento, que amedrontava as incautas e aguçava o desejo das que sabiam como encarar uma pistola daquele calibre. Jaqueline, sabia que ele estava atrás dela, pronto para entrar na farra. Senti um certo ciumes, quando ele se deitou sobre a irmã e passou a lamber suas costas descendo para sua bunda. Ela gemeu quando ele atingiu o seu rego, e quase me mordeu. Mas para minha surpresa, ele começou a puxar minhas pernas e pouco depois eu me encontrava de quatro sobre o corpo de Jaqueline,com Armando que, passava a cabeça da pica em minha boceta molhada, pela saliva da sua irmã e pelo meu gozo. O atrito daquela peça, que procurava se introduzir
para dentro de minha xoxota, me fazia sentir a vontade redobrada, de o ter dentro de mim. Era grosso, muito grosso, aquela glande que estava me alargando a boceta, me penetrando, passando pelas minhas paredes, aquecendo todo o meu canal. Um movimento sob meu corpo indicou que Jaqueline se virara e dava sua contribuição por baixo, lambendo minha xoxota tomada pela pica, e aproveitava para ter contato com a rola do irmão nos lábios. Comecei a gozar, ajudando na lubrificação que facilitava o avanço da rola dentro de mim. Levei a mão por baixo até o invasor e o senti em sua total grossura e não acreditei que estava parte dele dentro de minha boceta delicada. A língua de Jaqueline passou por entre meus dedos e continuou com seu trabalho que era estimular mais ainda o pau do seu irmão e a minha xoxota inchada. O tremor que assolava meu corpo era enorme, mas eu sonhava e temia com uma incursão anal com aquela pica; sabia que podia recebe-la em meu rabo, mas não sabia como Armando se comportaria e isso me excitava e assustava. Como que adivinhando o meu pensamento, ele passou a enfiar dedos em meu cu, demonstrando visivelmente que o estava laceando para que a penetração anal ocorresse. Com quatro dedos dentro do meu rabo, ele procurava me deixar relaxada, mas era impossível. Meu corpo pegou fogo quando a pica saiu da boceta e a cabeça dela encostou no cu que estava aberto. Jaqueline se apoderou dos meus seios, sugando meu bicos. Uma de suas mãos, eu sentia que estava entre minha bunda e as bolas do irmãos. Um milagre estava acontecendo, a penetração não estava sendo incomoda, dolorosa, mas muito deliciosa. Eu sabia que não iria sentar direito por muito tempo, mas valeria a pena saborear aquele tremendo pepinão. A foda se deu satisfatoriamente, até que ele ejaculou abundantemente. Quando o pau saiu do meu cu, caiu dentro da boca de Jaqueline que o chupou gulosamente, secando-o de toda porra que pudesse ainda estar naquele membro. Olhava extasiada, aquela cena incestuosa e desejava ver como ela se comportava com aquela vara na boceta ou no cu, Jaqueline parecia que estava ansiosa apara ter o pau do irmãos a invadindo. Descansamos por uma hora e quando Armando estava recuperado, eu tive o privilégio de ver como uma mulher gostosa como ela, engolia, pela boceta, aquele monumento de rola que estava em ponto de bala novamente depois do descanso. A égua gemia como um desmiolada, que me deixava preocupada, pois tinha a possibilidade dos pais ouvirem, aquela meteção, mesmo o quarto deles estarem bem longe dali. Mas com um certo grau de inveja, eu vi quando ela ficou de lado e empinando o rabo para o irmãos direcionou a manjuba para o meio da sua bunda. Fui para perto a fim de ver o que estava acontecendo e acabei vendo o que era receber com certo conforto, uma rola daquela grossura. Jaqueline colocou a pica no cu, foi ela mesma empurrando a bunda para ser penetrada com profundidade, e me chamando para cair de boca em sua boceta rosa choque. Seu grelo, que se destacava além do normal, me atraia e eu o comecei a chupar. Sentia o cheiro do pau que entrava e saia do cu e me masturbava com dois dedos dentro da cona. Entre contrações diversas, gozei e bebi o gozo da bela negra. A madrugada nos presenteou com um cansaço formidável, que nos prostrou, num emaranhado de pernas e braços com a nossa vontade de sexo saciada. Adorei esse casal e incestuosos que me deram muito prazer!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:11 de maio de 2016 23:54

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Jovens

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